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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Anísio 2031


Poucos dias depois de fazer os 18 anos, renovação longa e esperada com o Anísio! Espero que os outros jovens, de 17 anos, que recentemente têm aparecido nas primeiras páginas, tenham a mesma capacidade de discernimento...

Este salto do Anísio, praticamente dos Juniores, para a equipa principal, quase sem jogar nos sub23 e na B, foi muito rápido. Os golos apareceram rapidamente. Mas como já aconteceu no passado com ouros jovens, nem sempre as coisas vão correr bem... e com pontas-de-lança as varáveis ainda são mais complicadas de gerir!


Agora, o talento existe. De costas para a baliza, tem de facto muito potencial, sabe fazer combinações de 'primeira', tem espírito coletivo, apesar de ser ponta-de-lança... e como o Mourinho tem muito que melhorar!

Antevisão...

Treino...

Terceiro Anel: React - Antevisão - Mourinho - Real Madrid

Terceiro Anel: Bola ao Centro #183 - CHEGOU A HORA DA VERDADE!!

CBS Golazo - Benfica vs. Real Madrid Champions League MATCH PREVIEW

O Benfica Somos Nós - É para cima deles #8 - Real Madrid...

BF: Todos...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Autópsia ao excelente Gil Vicente de Peixoto

Observador: E o Campeão é... - Sporting e Porto "foram salvos pela força aérea"

Observador: Três Toques - Uma atleta olímpica (e ladra)

SportTV: Primeira Mão - 🎭 Máscaras, golos e jogaço europeu! Liga ao rubro + Benfica x Real

BolaTV: Pedro, Pedro, Pedro #5 - O resumo da jornada e as vitórias (sofridas) dos três grandes

A César o que é de Peixoto


"Nos últimos 23 anos muitos treinadores foram apontados como... 'o novo Mou'. Nenhum confirmou esse estatuto. O Gil Vicente está'on fire', mas, como se diz, isto é como acaba e não começa

Todas as épocas há treinadores que se destacam; todas as épocas há treinadores que são apontados como a última Coca-Cola no deserto. Desde meados de 2003, após o fulminante início de carreira de José Mourinho, há sempre a esperança de que alguém venha a ser 'o novo Mourinho'. Seja porque as suas equipas jogam muito, seja pelo discurso impactante, seja porque todos sonhamos que, um dia, um novo D. Sebastião apareça por entre o nevoeiro. Porém, até agora, 23 anos depois, ninguém chegou ao patamar do velho Mou. Carlos Carvalhal, Vítor Pontes, José Peseiro, José Couceiro, Domingos Paciência, André Villas-Boas, Leonardo Jardim, Marco Silva, Nuno Espírito Santo, Paulo Fonseca e Ruben Amorim carregaram (e alguns ainda carregam) o peso de, um dia, poderem chegar onde Mourinho chegou.
Sejamos mais modestos e pensemos apenas nos treinadores portugueses que, daqui a quatro ou cinco anos, poderão estar no topo dos topos. E não falo, claro, de Abel Ferreira, pois já lá está. Nem, obviamente, de Jorge Jesus, Sérgio Conceição, Ruben Amorim ou Rui Borges. Falo de homens que estão ainda a meio da escadaria que os pode (ou não) levar ao sucesso mais elevado. Luís Pinto (V. Guimarães), Hugo Oliveira (Famalicão) e Vasco Botelho da Costa (Moreirense), por exemplo, estão apenas a subir os primeiros degraus. Deixemo-los, para já, em paz.
Falo de César Peixoto. Começou a carreira de treinador com muitos a apontarem-lhe demasiados estigmas às costas: «ah, é da Gestifute; ah, é marido da Diana Chaves; ah, tem muitos padrinhos». Demasiados 'ah' para quem estava no início de carreira. O tempo foi passando e chegámos a 2025/2026 e ao Gil Vicente. Ao grande Gil Vicente, aliás. Ao actual quarto classificado. Já tinha ganho em Braga e, anteontem, em casa, voltou a vencer os guerreiros de Carlos Vicens e, desta vez, com reviravolta no marcador, de 0-1 para 2-1. O Gil (tal como o Estoril) joga muito e merece todos os elogios.
Não se sabe o que o futuro reserva ao Gil, nem sequer a César Peixoto. Para já, tal como Ian Cathro, é uma das sensações da época. Entre outros, Peixoto foi treinado por Mourinho e Jesus. Não basta para chegar ao topo ou para ser considerado 'o novo Mou', até porque isto, como tantos dizem, não é como começa, é como acaba.
A verdade é que o Gil Vicente, à entrada para o último terço da Liga, está apenas atrás dos chamados três grandes. Melhor classificação do Gil: quinto lugar em 1999/2000 e em 2021/2022, respetivamente com Álvaro Magalhães e Ricardo Soares como treinadores. Melhor pontuação: 53 pontos em 1999/2000. Está a 12 jornadas de igualar a melhor classificação de sempre e a 14 pontos da melhor pontuação de sempre. Novo Mou? Não. A César o que é de César."

Quando o favorito não ganha


"Ilia Malinin tinha tudo para vencer e caiu; que controlo temos sobre os resultados apesar de todas as qualidades?; 'Para lá da linha' é uma opinião semanal

Estava entusiasmada com os Jogos Olímpicos de Inverno e não me estou a desiludir. Polémica com as injeções de ácido hialurónico nas partes sensíveis, batota no curling, um ucraniano banido por usar capacete político, raiva na patinagem de velocidade, um ouro inédito para a América do Sul e drama na patinagem artística.
O americano Ilia Malinin tinha tudo para sair de Milão-Cortina com o ouro. Foi primeiro no programa curto e parecia lançado para a vitória, mas um programa livre de pesadelo - não só para ele, é certo – atirou-o para fora do pódio mas até para o 8.º lugar. O jovem de 21 anos chegava com toda a aura, como se diz agora: não perdia uma prova há dois anos, é o único a fazer um salto Axel quádruplo - e tem o modesto nome nas redes sociais de «quadGod/Deus dos quádruplos» - e voltou a realizar um backflip, aterrando em apenas uma lâmina, elemento que esteve proibido por décadas, e apenas a francesa Surya Bonaly me lembro ver fazer, em protesto contra a discriminação que sentia.
Cedeu à pressão, sentida assim que entrou no gelo: o último da noite, a minutos de se consagrar campeão, como todo o pavilhão esperava. Outros concorrentes já tinham caído antes, pelo que uma atuação até mediana lhe teria bastado.
«São os Jogos Olímpicos, e acho que as pessoas só se apercebem da pressão e do nervosismo quando estão por dentro. Foi algo que me ultrapassou, senti que não tinha qualquer controlo», confessou.
É o desporto, e já David tinha dado o mote ao derrotar Golias. Por vezes o favorito não ganha e mesmo durante a competição, quem vai à frente não acaba aí, por isso é sempre preciso jogar, patinar, lançar, no fundo aparecer: foi assim que a seleção de andebol conseguiu vencer a Dinamarca, que os jogos de basket são discutidos ao segundo, que o Sporting não perdeu no Dragão, que o Benfica acredita que o Real Madrid, o «rei da Champions», como diz José Mourinho, não tem já o passaporte carimbado na UEFA Champions League. Já para não falar das histórias de superação física, como a italiana Federica Brignone.
A fechar, um drama pessoal: tenho visto vídeos dos atletas - incluindo a campeã olímpica Jutta Leerdam - a partilhar as refeições na aldeia olímpica e só quero mergulhar num prato de pizzocheri..."

BolaTV: O BERÇO DE DOIS CAMPEÕES | Anísio Cabral e Stevan Manuel

Zero: Ataque Rápido - S07E29 - Benfica, FC Porto e Sporting: margem mínima, tensão máxima

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Renascença - Bola Branca - Tertúlia - António Simões, as goleadas ao Real Madrid e a importância da memória

No Princípio Era a Bola - Numa jornada de serviços mínimos, uma vitória de autor do Gil Vicente

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