Últimas indefectivações

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Dia 1

Domingo temos negra!!!

Sporting 3 - 2 Benfica

Tal como no jogo 2, marcámos primeiro, mas não conseguimos manter a vantagem, e voltámos a sofrer golos de forma quase consecutiva!

As arbitragens nesta Final até tinham estado razoáveis, mas hoje voltaram a inclinar, a não expulsão do Lagarto foi ridícula!

Decidir na Luz, no Domingo...


Objectivo:

Diferenças!

Benfica: pontapé de saída sem preparação


"Não seria de esperar que o Benfica iniciasse a nova temporada com o plantel já fechado, mas é mau sinal quando nem o problema no eixo central da defesa foi minimamente acautelado

O arranque de uma nova época é sempre um momento de expectativa renovada, mas entre os adeptos do Benfica não há razões para grande entusiasmo, até ver.
A troca de treinador gera sempre alguma ilusão, ainda para mais quando concretiza uma ligação que parecia destinada, mas o efeito da chegada de Marco Silva tende a ser atenuado pela desilusão acumulada de três épocas consecutivas sem conquistar a Liga e pela falta de caras novas no centro de treinos do Seixal.
O Benfica ainda não apresentou qualquer reforço, e o mais próximo que tem disso é um central brasileiro que só faz 18 anos daqui por um mês. Para comparar a contratação de Gabriel Índio com a saída de Gonçalo Oliveira seria preciso conhecer devidamente a promessa brasileira lançada pelo português Rui Duarte no Athletic Club, mas o destino de Gonçalo ficou traçado no dia em que foi ultrapassado por Enzo Barrenechea na hierarquia de centrais - ainda que o treinador tenha mudado entretanto. O Benfica não pode deixar de procurar talento fora do Seixal, sobretudo para as posições em que não tenha produção própria - e no caso específico de Gonçalo Oliveira a avaliação da estrutura estaria em sintonia com a do José Mourinho -, mas a venda ao Rennes agrava o problema central no arranque da campanha 2026/27.
Falta menos de um mês para a estreia oficial, e mesmo que seja frente ao modesto St. Gallen, na segunda pré-eliminatória da Liga Europa, o Benfica deveria ter dado já a Marco Silva uma alternativa a António Silva, que até tem pendente a questão da renovação. A presença de Tomás Araújo no Mundial não foi propriamente inesperada, e é difícil acreditar que a saída de Otamendi para o River Plate não tenha sido atempadamente comunicada pelo capitão, ou pelo menos assumida em surdina pela estrutura.
Já deu para perceber que não haverá revolução no plantel da Luz, nem tinha de assim ser, mas o mínimo a esperar é que as prioridades fossem claramente definidas. Nem a complexidade da troca de treinador justifica que tal tenha falhado, uma vez mais.
Já por aqui escrevi que ir às compras com fome dá sempre prejuízo, mesmo que o mercado seja o de transferências. Fazer uma lista de não é precipitação, é preparação. Ter a lista e nada riscar é deixar prolongar a fome, e os adeptos do Benfica estão a chegar ao limite do jejum."

Falar Benfica - Conversas Gloriosas #56

BI: Megafone - Voo Picado #31 - Mercado de transferências e Red Pass

BI: Mundial #2

Zero: Live - Mercado

Zero: Mercado - Benfica e Sporting sonham com joia do Real Madrid

BF: 1.º Dia...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Vini em grande, Neymar de volta: Brasil é candidato?

Observador: E o Campeão é... - Altimira é o plano B perfeito para a "fuga" de Hjulmand?

Observador: Três Toques - Mitos, golos sem penáltis e o caso da camisola de Casillas

BolaTV: Mais Vale à Tarde que Nunca - Mundial #11

No Princípio Era a Bola - Vinícius e Ancelotti, a relação que contém a fórmula para o Brasil ser hexa?

Expresso - Assim vamos ter de falar de outra maneira - É outra vez só futebol, futebol, futebol

Zero: Saudade - S04E43 - Neca

Terceiro Anel: DRS #55 - AFINAL HA ESPERANCA & GP!! 🏎️🏁

Nova época


"O começo da pré-época 2026/27 em destaque na BNews.

1. Arranca a pré-epoca
Os trabalhos de preparação do plantel às ordens de Marco Silva já estão em marcha. 

2. Mundial 2026
Siga, no Site Oficial, o desempenho dos futebolistas do Benfica e todos os resultados e marcadores.

3. Ambição
Tomás Barroso, vice-presidente do Sport Lisboa e Benfica com o pelouro das modalidades, faz o balanço da época e projeta o futuro: "O Benfica exige ganhar e vive dos títulos. E é isso que eu quero."

4. Jogo do dia
O Benfica visita o Sporting às 20h30 para disputar o jogo 4 da final dos play-offs do Campeonato Nacional de futsal. Em caso de vitória, o Benfica sagra-se bicampeão nacional.

5. Renovação de contrato
Peter Edokpolor continua de águia ao peito.

6. Saída anunciada
A futebolista Cristina Martín-Prieto deixa de representar o Benfica.

7. Reforço para o andebol
O internacional português Joaquim Nazaré regressa ao Benfica.

8. Campeões nos corredores da Luz
O plantel masculino de hóquei em patins do Benfica visitou vários departamentos do clube."

Lanças...


A moda entrou no desporto. Agora precisa de ajudá-lo a ser melhor


"Ontem, em Cannes, num dos endereços mais icónicos da Croisette, convidei líderes do desporto e das indústrias criativas para uma conversa que raramente acontece nos palcos onde devia acontecer.
A escolha deste momento e deste lugar não surgiu por acaso. 
Três décadas na linha da frente do desporto — inclusive como CEO das Ligas Europeias e das Ligas Mundiais de Futebol, e hoje à frente da SIGA — ensinaram-me uma coisa: as grandes transformações nascem, muitas vezes, de fora para dentro e na intersecção com outras indústrias, outras culturas, outras formas de ver o mundo.
Estamos hoje perante uma dessas transformações.
A Gucci tornou-se parceira principal da Alpine na Fórmula 1 a partir de 2027 — a primeira casa de moda de luxo a assumir esse papel no topo do automobilismo mundial, num contrato estimado em mais de 150 milhões de dólares. A LVMH comprometeu mil milhões ao longo de dez anos com a Fórmula 1. A Louis Vuitton transporta o troféu do Mundial de Futebol numa mala monogramada. A Chaumet desenhou as medalhas olímpicas de Paris 2024. A Berluti vestiu os 1.500 atletas franceses na cerimónia de abertura dos Jogos. A Dior é parceira oficial de indumentária do Paris Saint-Germain. A Ralph Lauren veste a equipa dos EUA nos Jogos Olímpicos, pela nona vez consecutiva. E em Portugal, a Suits Inc veste o Benfica e o FC Porto, afirmando que esta transformação não é apenas global; é também nossa.
A moda e as indústrias criativas instalaram-se no ecossistema do desporto — e vieram para ficar.
O desporto percebeu o que elas trazem para além de receitas: desejo, identidade, relevância cultural, ligação emocional muito além do resultado. E elas perceberam o que o desporto oferece para além de clientes: audiências globais, emoção ao vivo, lealdade genuína, momentos que não se fabricam.
A questão já não é se a moda pertence ao desporto. A questão é o que fará com o poder que passou a ter dentro dele: ser apenas ornamento do espetáculo — ou força de transformação?
Quando liderava as Ligas Europeias e as Ligas Mundiais de Futebol, cedo procurei construir pontes de diálogo com as indústrias criativas. Enfrentávamos ameaças comuns: pirataria digital e canibalização dos direitos de propriedade intelectual. Contrafação de produtos licenciados. Ambush marketing que explorava a visibilidade dos eventos sem contribuir para o seu financiamento. O desporto e a cultura partilhavam os mesmos inimigos. Era óbvio que só juntos teríamos força suficiente para os enfrentar.
Hoje, a luta é diferente — mas a lógica é a mesma.
Se a moda, o luxo e a cultura estão estruturalmente dentro do desporto, o que fazem eles com essa posição? Torná-lo mais atraente? Claramente. Mais lucrativo? Sem dúvida. Mas mais íntegro? Mais transparente? Mais responsável perante os atletas, os adeptos e as comunidades que o sustentam?
Essa é uma conversa diferente. E é precisamente a conversa que a SIGA quer ter.
Importa dizê-lo com clareza: não se trata de atribuir à moda ou às indústrias criativas qualquer superioridade moral sobre o desporto. Também elas enfrentam os seus próprios desafios e têm as suas próprias responsabilidades. A questão não é uma indústria dar lições à outra. É reconhecer que, quando setores com esta dimensão económica, cultural e social se cruzam, também se cruzam responsabilidades.
A integridade no desporto não é um problema técnico. É uma questão de cultura. É a soma das decisões que se tomam quando ninguém está a ver. É o ambiente que se cria dentro de uma federação, de uma liga, de um clube, de um evento. São os valores que se transmitem — ou não — às gerações seguintes.
E é aqui que a moda, o cinema, a música e o entretenimento têm um papel insubstituível. Estas indústrias têm algo que o desporto, sozinho, isolado, preso ao passado, não consegue fabricar: a capacidade de moldar o que é considerado desejável, aspiracional, normal. Podem tornar a integridade, a transparência e a accountability não apenas obrigações — mas valores em que as pessoas se reveem e querem convictamente defender.
O desporto dá à cultura um dos maiores palcos do mundo. Mais de 1.500 milhões de pessoas seguem a Fórmula 1. Mais de 5.000 milhões acompanham o futebol. O Campeonato do Mundo da FIFA e os Jogos Olímpicos são os maiores eventos mediáticos do planeta.
É aqui que a conversa deixa de ser apenas sobre moda, imagem ou visibilidade — e passa a ser também sobre influência, investimento e responsabilidade.
Porque, quando uma marca entra no desporto, não compra apenas exposição mediática. Associa o seu nome, a sua reputação e os seus valores aos atletas, organizações e competições que escolhe apoiar. Cada parceria é uma escolha. E cada escolha transporta uma mensagem sobre os valores que uma marca está disposta a promover, legitimar e financiar.
A responsabilidade que, na SIGA, pedimos às marcas é clara: usem a vossa influência para tornar a integridade mais visível, mais aspiracional e mais central na cultura do desporto. Mas usem também o vosso poder económico para elevar a fasquia antes de investir.
Antes de associar a vossa marca, reputação e credibilidade a uma federação, liga, clube, evento ou atleta, perguntem se essa organização adotou, implementa e cumpre os Standards Universais da SIGA em matéria de integridade, boa governança, transparência e accountability.
Se a resposta for não, não invistam sem exigir primeiro a adoção desses standards. Porque associar a vossa reputação a organizações que recusam padrões independentes de integridade não é uma estratégia de investimento. É roleta-russa reputacional.
Porque um desporto com mais integridade não é apenas um desporto mais ético. É um desporto mais sustentável, mais credível e, em última análise, mais valioso para todos os que nele investem.
A moda ensinou o desporto a vestir-se melhor. Agora pode ajudá-lo a governar-se melhor."

A lei faz de conta e um Baturina real


"Numa Croácia que ainda se agarra à sua Geração de Ouro no protagonismo que concede a Luka Modric, Ivan Perisic e Mateo Kovacic, Martin Baturina é aquele mais expetativas deixa para o presente e para os anos vindouros. O médio de 23 anos dos italianos do Como jogou no último encontro na posição 10 — também pode partir da esquerda para zonas interiores ou pisar o corredor central mais atrás como 8 — e foi uma autêntica dor de cabeça para os panamianos. Completou seis dribles e sofreu sete faltas, o melhor registo de um jovem desde a prestação de Diego Maradona pela Argentina diante da Bélgica em 1982: a mesma taxa de sucesso no 1x1 ofensivo, mas travado ilegalmente menos uma vez do que o Pelusa.
Chega em forma depois de excelente época para ajudar o trio de veteranos a levar a equipa o mais longe possível na fase a eliminar. Para já, os croatas só dependem de si para o primeiro passo: vencer o Gana garante apuramento direto para os 16 avos de final. Talvez não seja má ideia dar a bola a Baturina, que já mostrou ser caso bem sério.
Menos séria é, já se percebeu, a Lei que ganhou o nome de Prestianni, por culpa do incidente com Vinícius Júnior na Liga dos Campeões. Se no castigo ao avançado do Benfica, sem provas, de nada valeu a presunção de inocência, entrega-se agora a decisão de expulsar ou não um jogador à interpretação do árbitro. Que tem de perceber na linguagem corporal de quem põe a mão à boca se a conversa é amigável ou agressiva antes de pegar no vermelho.
A Lei que nasceu do pressuposto de que se alguém tapa a boca coisa boa não diz já foi virada do avesso, de acordo com Pierluigi Collina, chefe da arbitragem da FIFA, ao se admitir que, afinal, pode haver uma conversa inócua que não se quer pública. Certo! Mas será que alguém pensou que um Vinícius Júnior qualquer se pode queixar do nada e retirar proveito? Para já, pelo mesmo gesto, o expulso Almirón é o vilão e o perdoado Bellingham o bom da fita. Ninguém sabe o que disseram, porém isso não interessa nada no mundo da FIFA! "

O nosso adversário não podemos ser nós


"Quando os adeptos veem uma Seleção entrar em campo num Campeonato do Mundo, observam apenas o momento final de um processo que começou muitos meses antes. Os 90 minutos são apenas a ponta visível de um trabalho gigantesco, feito nos bastidores, onde se ganham — ou se perdem — muitas das condições para competir ao mais alto nível.
Tive o privilégio de integrar a equipa técnica da Seleção Nacional e vivi por dentro a preparação para grandes competições internacionais. Posso dizer que muito antes do apito inicial já se disputam jogos decisivos.
Tudo começa logo após a qualificação. O sorteio é um momento determinante. Não apenas porque define os adversários, mas porque influencia toda a preparação seguinte: os locais dos jogos, as deslocações, as condições climatéricas e até a estratégia de estágio.
A escolha do quartel-general da Seleção é uma das decisões mais importantes de todo o processo. O hotel ideal não é apenas aquele que oferece conforto. É aquele que reúne as condições necessárias para que a equipa viva, treine e recupere no mesmo espaço. Ter relvados de qualidade junto ao hotel, evitar deslocações diárias, garantir privacidade e criar um ambiente protegido do ruído exterior pode fazer uma enorme diferença no rendimento coletivo.
Também o fuso horário, a temperatura e as características do país anfitrião são cuidadosamente avaliados. Adaptar o organismo dos jogadores e reduzir ao mínimo os fatores de desgaste é uma prioridade. Em competições deste nível, os detalhes contam tanto quanto os grandes momentos.
Paralelamente, inicia-se um trabalho profundo de observação dos adversários. Analistas e treinadores estudam tudo: sistemas táticos, comportamentos individuais, pontos fortes, fragilidades, tendências dos selecionadores e até a forma como as equipas reagem perante diferentes resultados. Não basta conhecer os adversários; é necessário compreendê-los em profundidade.
Ao mesmo tempo, continua a observação dos nossos jogadores nos respetivos clubes. Muitos atravessam fases decisivas das suas épocas, lutando por títulos ou pela permanência. Nesses momentos é possível perceber aspetos fundamentais: como reagem ao sucesso e à adversidade, que papel assumem dentro das equipas, que capacidade têm para desempenhar diferentes funções e que influência exercem nos colegas.
Depois chegam os estágios de preparação. São períodos intensos, exigentes e extremamente rigorosos. Os jogos particulares são escolhidos de forma estratégica, procurando reproduzir características semelhantes às dos adversários que vamos encontrar na competição. Cada treino, cada reunião e cada decisão têm um objetivo muito claro.
Ao contrário do que muitas vezes se imagina, os estágios não são apenas momentos para ganhar forma física. São, acima de tudo, períodos de construção coletiva. É aí que se consolidam dinâmicas, se reforçam princípios de jogo, se treinam diferentes cenários competitivos e se fortalece a identidade da equipa.
Para os jogadores, existe ainda um fator emocional muito forte: a convocatória final. Poucos momentos geram tanta expectativa. Todos aguardam pela divulgação da lista com a esperança de ver o seu nome entre os escolhidos. Para a equipa técnica, é uma decisão complexa, debatida em conjunto e sustentada por meses de observação e análise.
A partir desse momento, o grupo passa a ter uma missão comum. Criam-se compromissos, definem-se objetivos e alimenta-se um sonho coletivo. Mais do que escolher jogadores, trata-se de construir uma equipa.
Quando a competição começa, o trabalho multiplica-se. Terminado um jogo, a atenção vira-se imediatamente para o seguinte. Enquanto os jogadores recuperam, a equipa técnica analisa o encontro acabado de disputar, atualiza informações sobre o próximo adversário, prepara sessões de treino e ajusta estratégias.
Muitas vezes, esse trabalho prolonga-se pela noite dentro. Existem analistas dedicados exclusivamente ao estudo da nossa equipa e outros focados nos adversários. O objetivo é simples: transformar informação em vantagem competitiva.
Mas, apesar de toda a organização, toda a tecnologia e toda a preparação, há algo que continua a ser decisivo: as pessoas.
O espírito de grupo, a confiança mútua, o respeito entre jogadores e equipa técnica e a capacidade de manter o foco nos objetivos comuns são fatores que frequentemente fazem a diferença entre o sucesso e o fracasso.
As grandes competições colocam uma pressão enorme sobre todos. Surgem críticas, expectativas, opiniões externas e inevitáveis momentos de tensão. É precisamente por isso que a gestão do ambiente interno se torna tão importante. 
Ao longo da minha experiência, aprendi que muitas vezes as maiores ameaças não vêm dos adversários. Surgem quando o grupo perde a sua unidade, quando o ruído exterior entra para dentro da equipa ou quando pequenas decisões começam a fragilizar a confiança coletiva.
Por isso, existe uma regra que considero fundamental em qualquer Seleção Nacional: o adversário nunca podemos ser nós.
Quando existe união, clareza de ideias, compromisso e espírito coletivo, a equipa fica mais preparada para superar qualquer obstáculo. E é precisamente aí, longe dos holofotes e das câmaras, que muitas vezes começa o caminho para as grandes vitórias."

BolaTV: Dias de Mundial...

Observador: Minuto 90 - Pequenos também podem sonhar! África do Sul faz história

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FIFA: Cabo Verde...

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