Últimas indefectivações

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Linchamento a pedido!

Pés de barro...

Concordo

Até estes...

Provocações... e este vídeo não mostra todas.

Caceteiros, arrogantes...

Nenhum Amarelo!!!

Dixit:

SportTV: Europa - S01E01 - Há muito para dizer

BF: Prestianni...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - A vitória do Real Madrid sobre o Benfica em cinco pontos

Observador: E o Campeão é... - UEFA? “É investigar tudo. Jogadores, adeptos, túnel e VAR”

Observador: Três Toques - A atleta que ganhou o ouro de “mãe mais dedicada”

Zero: Negócio Mistério - S05E18 - Jeffrén

Em aberto


"Na 1.ª mão do play-off de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões, o Benfica, claramente prejudicado pela arbitragem, foi derrotado por 0-1 pelo Real Madrid. Este é o tema em destaque na BNews.

1. Comunicado oficial
Benfica demonstra "total espírito de colaboração, transparência, abertura e sentido de esclarecimento" às diligências da UEFA acerca do alegado caso de racismo ocorrido no jogo com o Real Madrid, reafirma "de forma clara e inequívoca, o seu compromisso histórico e intransigente com a defesa dos valores da igualdade, do respeito e da inclusão", reitera que "acredita na versão apresentada por Gianluca Prestianni" e lamenta "a campanha de difamação de que o jogador tem sido vítima".

2. Lutar até ao fim
Para José Mourinho, a eliminatória está em aberto: "Sabemos contra quem jogamos, mas temos uma possibilidade. Enquanto houver uma mínima possibilidade, vamos com tudo. Trata-se de um jogo que estamos a perder 1-0 ao intervalo."

3. Declarações pós-jogo
Dahl vinca que a eliminatória está em aberto: "Lutaremos para nos classificarmos no próximo jogo."
Barreiro alinha pelo mesmo diapasão: "Está 1-0, está tudo em aberto."
Tomás Araújo não vira a cara à luta: "Se for para morrer, vamos morrer de pé."
Lukebakio manifesta confiança: "Já mostrámos que somos capazes de vencer."
E Pavlidis salienta a atitude da equipa: "Procurámos marcar, levar um empate..."

4. Dérbis na Formação
Ontem houve duas partidas entre Benfica e Sporting. Nos Sub-23, as águias venceram por 4-2 no Benfica Campus. Nos Iniciados, em Alcochete, a contenda saldou-se por um empate a uma bola.

5. Entrada positiva
Em andebol, na 1.ª jornada da Main Round da EHF European League, o Benfica ganhou por 40-35 ao HC Vardar.

6. Jogos do dia
Estão agendados dois embates no hóquei em patins. Nos masculinos, o Benfica visita o FC Porto às 20h00. Nos femininos, as águias recebem o CRIAR-T às 21h00.

7. Iniciativa do Museu
Veja as melhores imagens do Carnaval passado no Museu Benfica – Cosme Damião."

Jogo Pelo Jogo - S03E28 - Chicão!

Pre-Bet Show #171 - FIZEMOS O MELHOR XI DA EUROPA 🆚 MELHOR XI DO MUNDO 🥊

DAZN: The Premier Pub - José Sá...

DAZN: La Liga - R24 - Golos

BolaTV: Mais Vale à Tarde Que Nunca #89 - Rochele Nunes

SportTV: NBA - S04E19 - Obrigado, Wemby👏

Catástrofes naturais


"A Federação Portuguesa de Futebol aprovou recentemente um novo Regulamento do Fundo de Apoio Urgente às Catástrofes Naturais, destinado a apoiar a reconstrução de infraestruturas de futebol e futsal afetadas por eventos naturais adversos, como incêndios, sismos, tempestades e inundações, surgindo num contexto de calamidade decretado para determinadas regiões do país, fustigadas por ocorrências atmosféricas extremas ocorridas há apenas algumas semanas.
O Fundo abrange reconstruções e reposições de instalações desportivas e equipamentos essenciais à prática desportiva, sem, contudo, contemplar trabalhos de modernização. O processo é composto por quatro fases: submissão da candidatura, avaliação, decisão sobre a concessão do apoio e execução do projeto. As candidaturas devem ser apresentadas pelas entidades elegíveis, acompanhadas da documentação descrita no regulamento, incluindo relações detalhadas dos danos, estimativas financeiras e orçamentos de, pelo menos, três empresas distintas.
O regulamento detalha critérios de avaliação, como o impacto social da catástrofe e magnitude dos danos, além de condicionar a atribuição de apoio à celebração de contrato-programa e à fiscalização do cumprimento das obrigações assumidas. O regulamento prevê também regimes de suspensão, cessação e restituição do apoio em situações de incumprimento.
Os interessados nos apoios devem ler atentamente as disposições do normativo, inclusivamente do formulário que lhe é anexo, bem como cumprir com os prazos aplicáveis."

Heróis!


"Uma palavra para estes 11 heróis que conseguiram ganhar um jogo com a camisola do Benfica vestida, apitados por António Nobre e com Chalina Manuel Oliveira (visita assídua dos camarotes do Estádio do Dragão) no VAR. Só mesmo para Super-heróis! ÉPICOS!
Outra palavra para a Sporttv: não bastavam já os lagartos todos que lá andam a comentar, ainda tinham de meter lá mais uma garota no pós-jogo que conseguiu não ver nenhum dos penaltis que ficaram por marcar hoje? A parir Sofias Oliveiras às pazadas! Que vergonha esta BTV!
Terceira palavra para todos os sócios do Benfica: quando é que acham que vamos ter Presidente novamente?
Última palavra para a PSP: está desaparecido o cidadão Rui Manuel César Costa, apela-se a investigação urgente em relação ao seu paradeiro."

Regresso a pensar no futuro


"O jogo com o Santa Clara assinalava o reencontro do Benfica com o primeiro adversário que lhe "roubou" pontos nesta Liga, em vésperas de se estrear na Liga dos Campeões contra o Qarabag, o último sob o comando de Bruno Lage. Curiosamente, também disputado a uma sexta-feira, a forma como a equipa deixou escapar dois pontos numa carreira até então imaculada assinalou o início de uma desconfiança que, a acrescer a um período eleitoral conturbado, marcou a época do Benfica. Agora, também em vésperas de jogar para a Champions, mas com o Real de Madrid, o Benfica teve de enfrentar a boa equipa do Santa Clara, difícil de compreender a situação em que se encontra, um terreno que se calhar explica-a, pois é impossível jogar bom futebol no seu estádio e as inefáveis "interpretações" de António Nobre que, embora jogo após jogo demonstre que não tem condições de isenção e imparcialidade para arbitrar o Benfica, continua a ser nomeado para o fazer. Saiu-se o melhor possível na primeira parte, com Tomás Araújo, Prestianni e Pavlidis a destacarem-se e Rafa a mostrar que está cada vez mais próximo do seu habitual e, na segunda, com Trubin a dar emoção a um jogo que parecia decidido, soube ser prático, não dando nunca razões ao adversário para sonhar. Agora é o Real, ferido no seu orgulho, e engane-se quem espera um jogo sequer parecido, até porque este é apenas uma "primeira parte." Esperança na capacidade que a equipa tem mostrado nestes jogos e que a finalização esteja mais afinada. Se assim for, é possível!"

Minimis!!!


""Racistas são, acima de tudo, covardes. Precisam colocar a camisa na boca para demonstrar como são fracos".
Vinicius Júnior no Instagram.
Se o Prestianni disse ou não disse, nunca saberemos, tal como não sabemos o que o Vinicius disse aqui ao Otamendi...deduzimos através do resto do circo...
Defender um e atacar o outro sem uma prova irrefutável ainda pior, o que é certo é que o Vinicius têm precedentes que nada o abonam.
Mas uma coisa é certa, o Vinicius é um palhaço. Conforme se comprova por todas as suas atitudes, não só ontem como por todos os palcos que pisa.
Geração de "minimis" mais nada!!!"

Comunicado


"O Sport Lisboa e Benfica encara com total espírito de colaboração, transparência, abertura e sentido de esclarecimento as diligências hoje anunciadas pela UEFA, na sequência do alegado caso de racismo ocorrido no jogo frente ao Real Madrid.
O Clube reafirma, de forma clara e inequívoca, o seu compromisso histórico e intransigente com a defesa dos valores da igualdade, do respeito e da inclusão, que vão ao encontro dos valores matriciais da sua fundação e que têm em Eusébio o seu símbolo maior.
O Sport Lisboa e Benfica reitera ainda que apoia e acredita plenamente na versão apresentada pelo jogador Gianluca Prestianni, cuja conduta ao serviço do Clube sempre foi pautada pelo respeito pelos adversários, pelas instituições e pelos princípios que definem a identidade benfiquista. O Clube lamenta a campanha de difamação de que o jogador tem sido vítima."

Comunicado

O Mbappé, mentiu.

Comunicado

TINHA TUDO PARA SER UMA NOITE BONITA


"BENFICA 0 - 1 Real Madrid

Pré-jogo 1.
Hoje eles já não vão aparecer feitos primas donas de saltos altos, já levaram uma lição de 4-2 - e só não levaram mais porque a nossa pontaria não estava afinada, falhámos muitos golos cantados, hoje será muito mais difícil surpreendê-los.

Pré-jogo 2.
Veremos como se comporta o apitador na sequência do acordo fechado pelo Real com a UEFA para ser colocado um ponto final no projeto da Superliga europeia. Pré-jogo 3. Quere-se um ambiente ao nível da noite dos quatro-dois. Vamos participar no jogo

OH LA LA LA LA LA EU AMO O BENFICA
LA LA LA LA EU AMO O BENFICA
LA LA LA LA EU AMO O BENFICA
BEN-FI-CA!

00 Dedic e Aursnes de regresso ao onze, sem mais novidades, vamos a eles!
05 bela entrada no jogo. 09 por favor não deixem o Mbappe rematar. Este agira foi quase à figura...
15 Tomás sozinho de cabeça... para as mãos do Courtois, boa bola parada, merecia melhor
18 agora a nossa senhora da Luz esteve connosco. Esta bola tinha tudo para dar golo, remate saiu ao lado, por pouco, vi-a lá dentro
23 foi o santo Courtois a tirar um golo ao Aursnes agora, todo esticado em cima da linha
30 ou porque eles não são de esforços, são burgueses, ou porque a nossa atitude os está a surpreender, ou pelas duas coisas juntas, a verdade é que temos ganho muitas, muitas segundas bolas
35 Barreiro dá muitas coisas à equipa, contar com ele para a construção em espaços curtos é que me parece pedir demais ao luxemburguês
43 mas que jodada destes meninos de azul, nossa senhora da Luz estave connosco mais uma vez
44 e agora outra com defesa do Trubin. Que venha o intervalo
45+1 fdx, foi são Trubin a safar-nos em mais uma oportunidade deles 47 este árbitro parece danossa ligazinha, lances de dúvida todos contra nós
49 e do nada o Vinicius faz uma das dele, pkp que golão. Depois, para variar, vai provocar a bancada. Amanhã vai fazer-se de vitima. Jogo parado, jogo estragado. E Ó VINÍCIUS, VAI PRÓ CRL! E Ó VINÍCIUS, VAI PRÓ CRL! Passaram 8 minutos e de jogo nada.
60 vai recomeçar. 11 minutos depois. Que jogo vamos ter? Perdi a vontade de comentar. Boa noite."

Do caos radiante ao realismo, o Benfica vai apenas ligado às máquinas a Madrid


"O Benfica perdeu por 1-0 frente ao Real Madrid na 1ª mão do playoff da Liga dos Campeões e fica obrigado a ganhar no Santiago Bernabéu daqui a uma semana. O jogo ficou, também competitivamente, marcado por uma paragem de 10 minutos na 2ª parte, depois de Vini Jr. acusar Prestianni de racismo. A partir daí, nada se recompôs

Há no dicionário espanhol uma expressão com pouca equivalência em português e que muito bem define qualquer encontro entre o Real Madrid e José Mourinho. “Morbo”, como dizem eles do outro lado da fronteira, serve para qualificar algo que suscita interesse, mas não um interesse qualquer: um interesse demolhado num qualquer picante.
O jogo de há duas semanas entre o Benfica e os merengues, ainda para a fase de liga, viveu de acordo com as expectativas. José Mourinho, que soará até aos fins dos dias para um regresso ao banco do Real Madrid, um clube que, mais do que um treinador, precisa sempre de um figurão, abordou o jogo de forma desinibida, nem parecendo o Mourinho moderno, com o último lance do jogo, o milagre de Trubin, a dar ainda ao encontro numa espécie de aura mística que durará durante anos e anos, pelo menos enquanto for moda quantificar e colocar em lista “momentos marcantes” de qualquer coisa, neste caso, da Liga dos Campeões.
O jogo do playoff seria, necessariamente, diferente. Para já, falamos de 180 (talvez mais) e não de 90 minutos, 90 minutos esses em modo desesperado. Na fase de liga, o Benfica tinha de ganhar, sim ou sim. E nesta 1ª parte da eliminatória, mesmo jogando-se na Luz, ganhar era importante, mas ficar dentro da decisão mais ainda. Tal serviu para ambos os treinadores, em fases diferentes de um jogo que, infelizmente, seria a partir de certa altura definido, e também desportivamente, por um alegado caso de racismo.
O “morbo” seria servido, portanto, de forma bem mais aguada. Normal nesse jogo de estratégia que se tornou o futebol, onde se pensa demasiado no futuro. Ainda assim, o arranque do Benfica, com a velocidade de Rafa a dar problemas ao meio campo do Real Madrid, deixou alguns olhos arregalados. Não duraria muito, com o Real Madrid rapidamente a subir linhas e a ocupar lugares mais adiantados do relvado.
Percebendo esse movimento tectónico, José Mourinho começou a preocupar-se em secar as qualidades mais celestiais de uma equipa feita de jogadores, mas raramente de um coletivo. Conseguiu durante quase toda a 1ª parte evitar ataques rápidos do Real Madrid, as cavalgadas de Mbappe e Vini Jr., que continuam à procura de uma qualquer conexão telepática, que dificilmente aparecerá. Nos primeiros minutos, o Benfica foi competente a fechar os caminhos para a baliza de Trubin, obrigando os merengues a uma maçante circulação em U.
Quando Valverde conseguia fisgar algum espaço, aparecia o perigo: aos 19’, o uruguaio descobriu Trent Alexander-Arnold nas costas de Schjelderup, com Vinicius Jr. a responder ao cruzamento com um remate ligeiramente ao lado. Na resposta, um remate de meia distância de Aursnes, defletido na sua trajetória, permitiu a Courtois uma extraordinária defesa, plena de reflexos.
No final da 1ª parte, o Real Madrid carregou e em quatro minutos juntou, do nada, quatro oportunidades falhadas às estatísticas. Primeiro numa jogada ao primeiro toque entre Carreras, Vini e Mbappé, depois com Trubin a responder bem a uma entrada do francês pela meia direita, voltando o ucraniano a brilhar após remate em arco de Arda Güler. Antes, Vinicius tinha visto Tomás Araújo opôr-se com um corte providencial. O intervalo veio mesmo a calhar para o Benfica.
Assim parecia, não fosse o arranque da 2ª parte o período mais difícil para a equipa de José Mourinho, que simplesmente só sentiu a bola com os olhos nos primeiros minutos. Piorando o cenário, os encarnados concederam um raro ataque rápido ao Real Madrid, que acabou com um golo de antologia de Vini Jr., um remate em arco desde o lado esquerdo, um momento de inspiração individual difícil, no momento da verdade, de travar.
O que se seguiu foi um momento de indignidade que o futebol continua a não conseguir controlar: Vinicius Jr. acusou Prestianni de uma injúria racial e o árbitro ativou o protocolo anti-racismo. Durante 10 minutos o jogo ficou parado e não mais se recuperou a partir daí. Não recuperou a sua honra porque tudo isto é feio, disforme porque vai contra toda a alma do futebol, o mais democrático dos jogos, aquele que mais promove o elevador social. E não recuperou competitivamente, porque terminou a vontade, a fúria, o apetite para algo mais.
Mourinho tentou mexer, colocando Sudakov e Richard Ríos numa fase em que o Benfica já conseguia tocar na bola, não se limitando a correr atrás dela. Os encarnados começaram a aparecer na área merengue mas sempre de forma atrapalhada. O ânimo de Rafa foi-se desvanecendo com o correr do relógio e Pavlidis teve noite bastante pálida. Os movimentos pendulares de Ríos não causaram mossa e o Real Madrid limitou-se, a partir de certo momento, a gerir a vantagem de um golo, talvez essencial quando a 2ª mão se joga no Santiago Bernabéu.
O 1-0 não deixa o Benfica fora da Champions, mas as perspetivas não são agradáveis: na próxima semana, a equipa de José Mourinho sabe que tem de ganhar, obrigatoriamente, no estádio do rival. Depois do que aconteceu há duas semanas, não se pode dizer que há impossíveis, mas as cartas na mesa são, agora, outras. O caos virou realismo e as 15 taças da Liga dos Campeões no museu dos espanhóis espelham bem quem é a melhor equipa a lidar com a necessidade de pragmatismo nesta competição."

Benfica acorda tarde e sem energia em jogo feio com golo bonito


"Ao golaço de Vinícius seguiu-se um alegado episódio de racismo que estragou a noite da Luz. Mourinho tentou mudar do banco mas o abanão não foi suficiente para evitar a derrota

O Benfica sai derrotado na primeira mão do play off da UEFA Champions League e encara, em Madrid, na próxima semana, uma missão bastante complicada para dar a volta à eliminatória. O Real foi melhor na maior parte do tempo e justifica o triunfo, embora os encarnados tenham esboçado reação e guardem, até, algumas razões de queixa que o Pedro Henriques analisará noutro espaço: período de compensação curto para todas as incidências do jogo e expulsão de José Mourinho quando protestava por um lance em que lhe assistia razão, já que Vinícius fez falta sobre Ríos em zona muito perigosa e deveria ter visto um segundo cartão amarelo.
Vinícius Jr. foi, aliás, a figura central da noite. Antes de mais, e sobretudo, pelo golaço que marcou aos 50 minutos, fletindo da esquerda para o meio e chutando ao ângulo mais distante, sem hipótese para Trubin. Na sequência, pela queixa de racismo que alega ter sofrido da parte de Prestianni e manteve o jogo parado durante os dez minutos seguintes.
As equipas entraram na partida em modo de respeito mútuo, com pressão média uma sobre a outra, segurança máxima nas saídas para a frente, privilégio total dos equilíbrios. Ainda assim o jogo tornou-se rapidamente vivo, com tentativas de remate de parte a parte e os atrevimentos a tornarem-se cada vez mais frequentes, embora sempre em doses moderadas.
O Benfica sabia recuar as linhas e mantê-las juntas, o Real deixava os dois génios da frente mais dispensados de tarefas defensivas, mas os restantes oito homens de campo organizavam-se exemplarmente e tapavam quase sempre os caminhos da área de Courtois.
O primeiro momento disruptivo da noite deu-se quando, aos 19 minutos, Vinícius Jr. quase desfeiteava Trubin após corte incompleto de Schjelderup. O Benfica respondeu à altura com um remate forte de Aursnes, de fora da área, que desviou num madridista e obrigou Courtois a defesa de recurso, sabendo nós todos os recursos que o belga possui.
Este lance terá despertado de alguma forma o líder do campeonato espanhol, que subiu um pouco os níveis de pressing sobre o meio-campo encarnado e agrupou-se mais à frente no terreno. O Benfica perdeu tempo de posse de bola, tornou-se mais permeável à pressão merengue e o último quarto de hora da primeira parte acabou por ser de domínio azul, com particular intensidade nos últimos cinco minutos, compensação incluída. Entre o minuto 43 e o 45+2 sucederam-se boas oportunidades para o Real, que deixaram o Benfica a suspirar pela rápida chegada do intervalo.
Ele chegou, mas não valeu de muito, já que a tendência se manteve igualzinha à do primeiro tempo e apareceu o tal grande golo que decidiu o resultado. Depois da já referida longa paragem a partida perdeu chama e tornou-se feia. Os 14 minutos úteis seguintes continuaram a ser de domínio espanhol, mas já sem grandes acelerações, e só aos 74 minutos (que na realidade eram 64 de jogo) o Benfica reagiu. Ou melhor: reagiu Mourinho a partir do banco, colocando em campo Ríos e Sudakov, numa tentativa de conseguir segurar mais bola no meio-campo merengue. Pouco depois entraram duas setas, Sidny e Lukebakio, e assistiu-se então a um período de algum fulgor encarnado, ainda que insuficiente para criar grandes sustos a Courtois e companhia. Os encarnados despertaram, sim, mas sem grande energia.
Após o tal lance da expulsão de Mourinho, que obrigou a nova paragem longa (mais de dois minutos), o Real retomou o controlo e manteve a bola longe da sua área, segurando a preciosa vitória."

A águia continua viva pelo oxigénio de Tomás


"Trubin sofreu golo indefensável e defendeu duas ou três bolas muito complicadas, mas o expoente foi personificado pelo número 44 do Benfica

Melhor jogador do Benfica
(7) Tomás Araújo
Autoritário nos cortes, atento nas dobras e ainda em algumas bolas ofensivas. Personalidade para sair a jogar e assumir condução. Exibição muito consistente. Múltiplos bons cortes e, aqui e ali, a tentar avançar no terreno. Não meteu Mbappé no bolso, não meteu Vinicius no bolso, porque ambos evitaram colar-se ao 44 das águias. Não meteu ninguém no bolso, mas foi cortando à direita, à esquerda e ao meio e se o Benfica sai vivo deste jogo em muito o deve a Tomás Araújo.

(7) Trubin – Grande protagonista do Benfica. Seguro nas primeiras intervenções, cresceu muito no final da primeira parte e voltou a ser decisivo na segunda, com várias defesas a remates de Mbappé e, sobretudo, de Vinícius. Evitou um resultado mais pesado. No golo, nada podia fazer perante o remate extraordinário.

(6) DedicJogo de enorme desgaste. Competiu intensamente com Vinícius, alternando momentos de controlo com outros de grande dificuldade. Ofensivamente ainda tentou, mas sem critério no remate. No lance do golo, cobre a zona mas não consegue travar o movimento interior do brasileiro.

(6) OtamendiMais posicional, focado em controlar Mbappé. Teve momentos importantes de liderança e cortes, mas também um ou outro lance em que revelou dificuldades, como no corte incompleto que originou remate de Vinícius. Experiência foi útil num jogo de alta exigência. Mostrou-se autoritário, até a mostrar a Vinicius, nos abdominais, a taça de campeão do Mundo.

(4) Dahl Partida complicada. Sentiu muitas dificuldades perante Alexander-Arnold e Arda Guler, com o Real a explorar bastante o seu corredor. Ofensivamente quase não arriscou. Cumpriu defensivamente dentro do possível, mas foi um dos lados mais frágeis.

(4) Leandro BarreiroMuito combativo, mas quase sempre em esforço. Teve dificuldade em impor-se perante a qualidade e capacidade física do meio-campo adversário. Pouco acrescentou na construção e na chegada à frente.

(6) AursnesUm dos mais esclarecidos do Benfica. Excelente leitura defensiva, várias antecipações e ainda dois remates perigosos de fora da área que obrigaram Courtois a grandes intervenções. Saiu quando o Benfica arriscava tudo.

(6) PrestianniIntensidade máxima. Ajudou muito Dedic nas tarefas defensivas e foi dos mais inconformados no ataque. Falhou uma boa ocasião na área e viu amarelo por simulação. Envolveu-se ainda na polémica com Vinícius. Irreverente, mas nem sempre eficaz.

(3) Rafa Muito condicionado por Camavinga. Tentou acelerar pelo centro e explorar a profundidade, mas raramente encontrou espaço. Uma ou outra arrancada prometedora, mas inconsequente. Saiu sem conseguir desequilibrar. Ainda está à procura de melhorar fisicamente.

(6) SchjelderupTentativo e voluntarioso, mas bem controlado por Alexander-Arnold e pelas dobras constantes entre este e Guler. Teve dificuldades em criar situações de um para um com espaço. Um cruzamento perigoso na segunda parte foi o momento mais relevante.

(5) Pavlidis Muito sacrificado. Quase sem bolas em condições para finalizar, teve de recuar várias vezes para ligar jogo e ajudar defensivamente nas bolas paradas. Perdeu um lance aos 69’ em que podia ter decidido melhor. Lutador, mas pouco servido.

(5) RíosEntrou para dar transporte e remate exterior. Sofreu falta que podia ter valido segundo amarelo a Vinicius Júnior. Ainda longe do melhor ritmo competitivo, mas deu alguma dinâmica ao meio-campo.

(-) SudakovColocado na esquerda e depois em zonas interiores. Teve bola, mas raramente conseguiu transformá-la em perigo real. Amarelado já nos descontos. Entrada discreta.

(-) Sidny Cabral Entrada atrevida. Procurou o remate de meia distância e assumiu livres e cantos. Um remate por cima e um livre que ressaltou na barreira mostraram iniciativa, mas faltou eficácia.

(-) LukebakioAinda sem ritmo após paragem prolongada. Tentou o movimento clássico da direita para dentro, mas ficou pela intenção. Participação curta e pouco influente."

AA9: Real Madrid...

Daizer: Real Madrid...

Esteves: Real Madrid...

Oliveira: Real Madrid...

Oliveira: Live - Real Madrid...

Bello: Real Madrid...

Matias: Real Madrid...

BF: Real Madrid...

Terceiro Anel: React - Rescaldo - Mourinho - Real Madrid

Terceiro Anel: Real Madrid...

BI: Rescaldo - Real Madrid...

Terceiro Anel: Live - Real Madrid...

5 Minutos: Live - Real Madrid...