Últimas indefectivações

quinta-feira, 26 de março de 2026

Qualificados...

Benfica 104 - 63 Braga
27-21, 25-9, 28-16, 24-18

Vingança atrasada da eliminação da Taça de Portugal, com uma vitória na Taça Hugo dos Santos, e respectiva qualificação para as Meias-Finais...

Terceiro Anel: Bola ao Centro #192 - GOLEAR SEM CONVENCER E FUTURO INCERTO!!

A empatia, segundo Farioli (um entre muitos portugueses no banco)


"Schmidt foi crucificado por não falar português, mas Farioli também não arrisca e está tudo bem. O italiano é empático, possui carisma e, acima de tudo, tem quem o proteja das intempéries que afogaram o alemão

Ri-me, confesso. Quando se começou a dizer que a grande lacuna de Roger Schmidt no Benfica era, ao fim de tantos meses, não dizer uma única palavra de português, ri-me. E foi mesmo um dos pregos na sua cruz.
Não só os jornalistas o entendiam e podiam filtrar as suas palavras para gente menos esclarecida, como provavelmente todos os jogadores percebiam o que deles era pedido sem esforço, desde o primeiro dia. Schmidt foi campeão, porém desmoronou-se, face ao peso dos resultados posteriores. A falta de apoio por parte da direção, que o deixou sozinho a lutar com adeptos em fúria, qual D. Quixote e moinhos de vento, foi decisiva. Mais do que as exibições — quem viu ambas, não pode dizer, em perfeito juízo, que as de agora são melhores —, a falta de rumo no mercado, a falência da ligação ao scouting e uma rigidez tática de fundamentalista combinaram entre si para o adeus.
Hoje, todos se lembram do teimoso alemão a dizer aos adeptos para ficarem em casa se estavam no estádio para assobiar. A lógica do politicamente correto alerta-nos que não o deveria ter dito. No entanto, tinha razão. E não podemos viver num meio em que não se tolera a verdade. Schmidt alertava-nos para a cultura desportiva que não temos.
Francesco Farioli não fala português. Está em Portugal há sete meses. É italiano e fala italiano, que tem muito mais parecenças com o português do que o alemão. Num mundo feroz como o de hoje, ambos preferem expressar-se em inglês, a fim de evitar equívocos. Só que o paralelismo acaba aqui. Se um foi crucificado, o outro é endeusado. Muito provavelmente, o italiano será o novo campeão. Ao vencer, a comunicação foi fácil. A mensagem passou, mas as conferências foram brilhantes? Ou talvez o latino tenha sido mais empático. Mais português entre muitos no banco.
O técnico contou sempre por perto com Villas-Boas — dá-me pena que após tantos anos se mantenha esta inspiração em truques do passado, como a TV na cabine do árbitro, bolas que desaparecem nos descontos e cartazes no balneário rival — disposto a fazer o trabalho sujo na guerra pelo penálti e pelo poder, aliviando também a pressão sobre os jogadores.
Na Luz, nunca houve apoio ao treinador. O Benfica não passa de enormes peças soltas a gravitar à volta do passado. É, por isso, que um aglutinador como Amorim e um Mourinho doutros tempos fazem sentido porque preenchem o vazio na decisão. E vejam: até falam português!"

BF: Defesa...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - O que falta decidir na qualificação do Mundial 2026?

Observador: E o Campeão é... - Pausa para seleção assusta clubes no final do campeonato?

Observador: Três Toques - Está oficialmente aberto o mercado dos advogados do amor

BolaTV: Mais Vale à Tarde que Nunca #109

Atividade benfiquista


"São vários os temas nesta edição da BNews.

1. Calendário
Estão agendados os jogos do Benfica da 28.ª à 30.ª jornada da Liga Betclic.

2. O sonho do Fandimatle
Uma iniciativa conjunta do Futebol Profissional e da Fundação Benfica.

3. Jogo do dia
Às 19h00, no Pavilhão Fidelidade, o Benfica defronta o SC Braga a contar para a fase de grupos da Taça Hugo dos Santos de basquetebol no masculino.

4. Agenda para 5.ª feira
Às 19h00, o Benfica visita o Famalicão em futsal. Às 20h30, as águias recebem a Oliveirense em mais uma jornada da fase de grupos da WSE Champions League de hóquei em patins.

5. Receção aos medalhados
A chegada ao aeroporto de Lisboa de Agate Sousa, campeã do mundo de salto em comprimento em pista curta, e de Isaac Nader, vice-campeão do mundo dos 1500 metros em pista curta.

6. Campeão nacional
O canoísta Fernando Pimenta é campeão nacional de fundo em K1 pela 18.ª vez consecutiva.

7. UEFA Youth League
Os bilhetes para a meia-final entre Benfica e Club Brugge já estão à venda. O jogo é em Lausana, na Suíça, no dia 17 de abril às 13h00 de Portugal Continental.

8. Esclarecimento
Kristian Olsen, andebolista do Benfica, aborda a recuperação da sua lesão.

9. Reencontro
Antigos jogadores de Benfica e Dukla Praha encontraram-se no Estádio da Luz, 40 anos depois da eliminatória da Taça dos Clubes Vencedores das Taças que opôs os dois clubes.

10. Legends
Equipas formadas por antigos jogadores de Benfica e Borussia Dortmund defrontam-se em jogo comemorativo. O encontro disputa-se hoje, às 18h00 continentais, no Estádio Rote Erde e integra as celebrações do centenário do antigo recinto do clube alemão.

11. Iniciativa do Museu
Veja as melhores imagens da iniciativa "O Melhor Pai do Mundo… Veste a Camisola!", organizada pelo Museu Benfica – Cosme Damião para assinalar o Dia do Pai.

12. Slide in Stadium e Radical
Experience by Night De 25 de março a 5 de abril, o Estádio da Luz está repleto de atividades radicais que vai querer aproveitar ao máximo."

A disciplina, o banco e a seca


"Já com o seu treinador no banco, em mais uma suspensão de uma decisão do Conselho de Disciplina que não perdeu a sua sanha com o Benfica e decidiu ainda castigar Dedic com dois jogos por ter agarrado outro jogador, e com algumas surpresas no "onze", como a estreia de Enzo a central, e que bem que jogou, e a titularidade de Sudakov e Prestianni, o Benfica conseguiu uma vitória justa contra um Vitória empenhado, mas infeliz a sair da pressão que o Benfica foi capaz de fazer a espaços.
Com Ríos a dar o exemplo e a apadrinhar o regresso de Prestianni à titularidade, depois de saber que está entre os eleitos do campeão do Mundo, e a acabar com a "seca" de golos de Pavlidis, que continua a lutar muito e, por vezes, demasiado longe da baliza, a exibição acabou por ser quanto baste para arrancar uma vitória tranquila e provar, mais uma vez, que o banco é rico em opções e capaz de dar qualidade como Ivanovic, que entrou muito bem, Rafa ou Lukebakio.
Nos sete jogos que restam, era bom que o Benfica mantivesse a eficácia, prolongasse a pressão que foi capaz de asfixiar o adversário nos primeiros 20 minutos e melhorasse o último passe para que possa fazer o que terá de ser feito, ganhar todos os jogos, e atingir objetivos importantes como o segundo lugar, que está longe de ser o primeiro dos últimos e, quem sabe, poder aproveitar uma improvável escorregadela do líder.
Que esta paragem permita a recuperação total de Otamendi e do "motor" Aursnes para a máquina estar afinada na reta final e que traga uma quebra acentuada de forma ao F. C. Porto são as amêndoas desejadas para a Páscoa."

Prata da Casa #43 - Recordes Mudaram Muito ou Não, Meira + PIKI BLINDIRS, Quem Vê Caras

Rabona: The end of one of the most dominant Premier League eras

Zero: Entrevista - João Carvalho...

Zero: Negócio Mistério - S05E23 - Roberto...

SportTV: Vamos à Bola - Portimonense...

Os 15 anos da guerra fria entre a FPF e a Liga (2012/2026)


"A Liga Portuguesa de Futebol Profissional, fundada em 1979, organiza o principal campeonato desde 1995. Estruturalmente alinhada com a Federação Portuguesa de Futebol até 2011, a eleição de Mário Figueiredo, a 6 de janeiro de 2012, iniciou um ciclo de desalinhamento de 15 anos.
Reinaldo Teixeira é o presidente da Liga desde abril de 2025 e será reeleito para um novo mandato até 2031. Se os próximos cinco anos da sua liderança forem semelhantes ao primeiro, a FPF e a Liga vão completar um ciclo de 20 anos de Guerra Fria.
As sociedades desportivas, diplomaticamente, conseguem sempre evitar tomar parte da contenda, e são capazes até de apoiar em simultâneo dois líderes que se digladiem (o que ainda não é o caso atual).
Uma única vez tomaram partido e demitiram o presidente da Liga de forma fulminante — porque estava iminente a falência da Liga.
A ameaça mais evidente de não haver, neste momento, um entendimento entre a FPF e a Liga será um acordo de venda dos direitos televisivos pior do que seria possível, com perda de receita para os clubes. Se não fosse este o momento da centralização, o que por si só torna inevitável o alinhamento estratégico, um ciclo de cinco anos poderia passar depressa? Atentemos a dois períodos recentes.

O ciclo 1999-2004
Em 1999, numa rara convergência e sintonia entre o poder político, FPF, Liga e clubes, Portugal ganhou a organização do Europeu de 2004. Estávamos no 11.º lugar do ranking da UEFA e só tínhamos duas presenças na fase final do Mundial (1966 e 1986). Em cinco anos, foram construídos ou remodelados 10 novos estádios.
No início de 2022, Ernie Walker, o então presidente da Comissão de Estádios da UEFA, em visita a Portugal declarava: «É admirável o que se passa. Nunca nenhum país do mundo construiu 10 estádios num tão curto espaço de tempo (...) É incrível o que se passa em Portugal. No início havia algum ceticismo, a situação era mesmo algo dramática, mas já vimos que é possível alcançar os objetivos.»
Estes novos estádios, deram um grande impulso ao futebol português, aumentando muito as assistências, a segurança, mas também as receitas do dia de jogo. Benfica, FC Porto, Sporting, SC Braga e Vitória de Guimarães, como estariam hoje sem estes novos estádios? O estádio de Faro, embora não tenha uma equipa residente, é uma mais-valia enorme na região, são lá realizadas 150-200 atividades durante cada ano, e foi um investimento muito rentável — está pago desde 2024.
Os estádios do Bessa, Aveiro e Leiria, em graus diferentes, foram a sombra deste magnífico evento, devido ao seu custo (resultado da dimensão exagerada da lotação) e à inesperada perda de competitividade das equipas residentes (Boavista, Beira-Mar e União de Leiria).
Este ciclo de cinco anos, 1999-2024, impulsionou muito a competitividade do futebol português, que dele ainda hoje beneficia.

O declínio estrutural entre 2009 e 2014
Em 2009, foi aprovado o regime jurídico do seguro desportivo, uma pesada responsabilidade que agravou em mais de 10% os custos salariais com os jogadores.
Em 2012, o IVA dos bilhetes subiu de 6 para 23% e a taxa de IRS passou de 42% para 48% (mais 5% para rendimentos acima de 250.000 euros brutos, sendo que o salário médio na Primeira Liga era de 390 mil euros em 2024).
Como o mercado de jogadores é global, este agravamento exponencial da carga fiscal resultou numa grande desvantagem competitiva.
Outro golpe profundo na competitividade das equipas portuguesas foi dado em 2014 — a proibição dos fundos de investimento deterem direitos económicos de jogadores de futebol.
Com os novos estádios e o investimento partilhado com fundos de investimento na aquisição dos melhores talentos sul-americanos, Portugal conseguiu ter sete equipas presentes em finais da Champions e da Liga Europa entre 2003 e 2014. Em 11 finais, Portugal venceu três. Das 22 equipas que as disputaram, sete vezes foram portuguesas (32%). Desde que foi decretada a proibição, nem mais uma vez uma equipa portuguesa esteve numa final europeia.
Em cinco anos, a perda de competitividade das equipas nacionais foi gigantesca e, institucionalmente, nada se fez para o evitar.
Ao misturar combate à violência com ameaças à liberdade de expressão, a APAF está a dar passos firmes na direção errada.
Desde 2016 que o líder da APAF (associação de classe dos árbitros, o sindicato) transita diretamente para presidente do Conselho de Arbitragem da FPF. Embora não seja incompatível ou ilegal, gera legítimas dúvidas. Seria expectável que o líder da Associação dos Treinadores, escolhesse o próximo selecionador nacional?
Insistirem em querer ser a única classe profissional em Portugal que não pode ser criticada, é uma causa perdida. Uma pretensão irrealista e imoral num país democrático, em que os líderes das instituições são difamados diariamente, num país que pertence à União Europeia e se orgulha da liberdade de expressão. Como podem, em 2026, insistir em sanções devido a desabafos, a quente, no fim de um jogo?
A APAF deve evoluir e abandonar soluções irrealistas para problemas sérios, e dedicar a sua atenção em medidas que resolvam os problemas e não em procurar títulos de notícias que, além de efémeros, até podem ser considerados ofensivos para outros agentes desportivos, como os treinadores ou os jogadores.
Por exemplo, definir que a imagem da transmissão não se pode focar no árbitro principal no momento em que o VAR está a analisar um lance seria uma medida positiva.
Os intermináveis minutos que o árbitro principal é focado, enquanto aguarda por uma decisão do VAR, são uma pressão gigantesca. Sabe que a imagem está parada nele, enquanto aguarda saber se tomou uma decisão correta ou errada. Se é chamado a verificar a imagem, a corrida é um suplício. Os espectadores iam preferir ver e ouvir em directo quem está no VAR a analisar o lance — a ser filmado de costas."

Da hedionda ICE aos blues texanos


"CNN Internacional. Caos nos aeroportos americanos. Nem de propósito: as imagens das filas, agentes (curiosamente, nenhum caucasiano) da hedionda ICE a «passear». Pertenciam ao Aeroporto George Bush ou, se quiserem, Internacional de Houston, por onde muitos fãs portugueses terão de passar.
Conheci bem o Aeroporto mais frequentado dos USA. Provavelmente será uma surpresa para muitos, mas esse titulo pertence ao gigantesco hub de Atlanta, onde estive várias vezes. O George Bush fica a Norte e a cerca de 30 km da área citadina da, em geral, divertida e animada Houston. E há muito para fazer: por exemplo, visitar o Space Center.
Para os fãs de blues e música ao vivo, a proposta da Oitava é o muito Tejano local de nome House of Blues, situado na Caroline Street. Se virem um barbudo parecido com Billy Gibbons dos ZZ Top, pode ser que…
Para terminar esta primeira volta pela zona de divertimento da colossal cidade de Houston, sugiro uma visita ao único Rooftop Cinema Club onde, rodeados pela Skyline e uma iluminação alucinante, podem ver Cinema ao ar livre - uma experiência intensa para preparar o apoio à nossa Seleção.
Os luso-americanos concentram-se na Costa Leste e na Califórnia! Para muitos, Houston vai ser o primeiro contato com a «tal» América ! Vamos que Vamos? Sim!!!"