Últimas indefectivações

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Vermelhão: Quando começa torto...

Juventus 2 - 0 Benfica


Esta época, tem acontecido coisas muito estranhas ao Benfica, desde da derrota com o Qarabg na Luz, depois duma vantagem de 2-0; o auto-golo do Araújo com o Casa Pia, num alívio após uma defesa do Trubin, num penalty, e hoje, um penalty desperdiçado numa escorregadela do Pavlidis...!!! As recentes memórias de Turim até eram boas, mas hoje correu tudo mal... Apesar disso a provável eliminação da Champions, não se deveu ao resultado de hoje, os 6 pontos perdidos na Luz, com o Qarabag e o Leverkusen eram suficientes... 12 pontos, dará quase de certeza a qualificação!

Foi um jogo de 'empate' claro, com ligeira superioridade do Benfica! Algumas oportunidades, mas nenhuma equipa a dominar esmagadoramente a outra, com o jogo a ser decidido pela eficácia! O Benfica até entrou mais afoito no 2.º tempo, mas quando a Juventus passou a linha de meio-campo, e marcou!!! Estaticamente o Benfica terminou o jogo com mais remates, mas isso não conta para nada!!!

Aliás, neste momento, além de todas as outra variáveis, a minha principal preocupação é mesmo a falta de confiança da equipa no momento do remate! Mesmo com o Rio Ave, fomos muitos superiores, mas só marcámos dois golos, e falhámos muitos... Nas últimas partidas, temos marcado em bolas paradas, e pouco mais... Houve o hat-trick do Pavlidis, e depois nada!

Quando recebi a notificação do onze, fiquei um pouco surpreendido, a Juventus não é o Rio Ave, e pensei que íamos jogar com um onze 'demasiado' ofensivo, mas depois de olhar com mais calma, para as opções no banco, cheguei à conclusão que o Mourinho não tinha mais opções... Se o Sidny tivesse inscrito talvez, mas neste momento, nem o Ivanovic, nem o Manu, e nem o Enzo com a lesão, são titulares para 90 minutos!!!

Avisei quem estava a ver o jogo comigo, que temia os últimos minutos, pois enquanto a Juventus tinha jogadores no banco que podiam 'melhorar' a equipa, o Benfica estava limitado, e quando o jogo ficasse mais partido, íamos ter mais dificuldades.... Mas os golos aconteceram antes: alguma ingenuidade do Araújo, nos dois golos, sendo que no 1.º na minha opinião até sofreu falta (obstrução); e o Aursnes e o Barreiro a chegarem um pouquinho atrasados, no 2.º... foi  suficiente para 'decidir' o jogo!

Uma nota para os putos nas Alas: estiveram bem, os dois, e se ofensivamente todos reconhecem qualidades ao Andreas e ao Prestianni, defensivamente estão a evoluir muito... Nas últimas semanas, devido às lesões fomos obrigados a mudar a nossa dupla no meio-campo, acho que o Aursnes e o Barreiro fizeram no geral, um bom jogo, mas começaram a jogar nesta posição, juntos, somente nas últimas semana!!!

Matematicamente, não estamos eliminados, mas mesmo com uma improvável vitória sobre o Real Madrid, podemos ficar de fora! Mas antes temos o jogo com o Estrela, e na Luz, contra equipas com autocarros, é onde temos jogado pior, ainda por cima as previsões para o fim-de-semana é de temporal, com o relvado pesado, a ser outra complicação para uma equipa que está a jogar dois jogos por semana, sem rotação de jogadores!

Reviravolta...

Benfica 3 - 2 Altekma
23-25, 26-28, 26-24, 25-19, 15-12

Péssimo arranque, no 2.º Set voltámos a ficar em desvantagem cedo, mas ainda conseguimos ir às vantagens, mas nos últimos três Set's jogámos à Benfica, melhorámos muito no contra-ataque, e acabámos por concretizar a remontada!!!

O jogo na Turquia, não será fácil, se não houver Challenge Vídeo ainda será mais complicado, mas como ficou provado hoje temos equipa para estes Turcos. Era preferível, se o Nivaldo estivesse disponível...

Desafios diferentes


"Resolvido que foi o Rio Ave, esta quarta-feira, para não variar, o Benfica tem mais uma final. Visão de golo é o espaço de opinião de Rui Águas, treinador e antigo avançado internacional português

Nada melhor do que começar bem o jogo em Vila do Conde, como forma de reagir ao insucesso da Taça de Portugal. Marcar primeiro diminui naturalmente o stress e o desgaste físico de qualquer equipa.
O Benfica entrou autoritário, fazendo prever que o golo inicial não demoraria. O regresso ao onze de dois alas em simultâneo foi a novidade e resultou num carrossel ofensivo variado, muito pela ação de Prestianni e Schjelderup, dois jovens que ainda lutam pela plena emancipação. Por trás, foi Sudakov quem liderou e dinamizou o ataque, revelando-se como o elemento mais relevante da equipa. Por momentos, pareceu-me voltar a outro tempo em que era normal o Benfica empurrar os adversários para trás até que os golos surgissem.
Quanto a Pavlidis, desta vez não esteve como costuma. O mesmo esforço, mas pouca inspiração, acredito que alterado ainda pelo lance ingloriamente perdido no Dragão, que poderia ter dado outro desfecho. Numa fração de segundo, por pouco se marca e por pouco se falha.
Resolvido que foi o Rio Ave, hoje, para não variar, temos mais uma final. Não uma daquelas históricas a que o Benfica chegou, mas mais um exigente exame para a continuidade na UEFA Champions League. O ensaio em Vila do Conde foi positivo, mas sabemos que o adversário é agora de outro nível, perseguindo também o mesmo objetivo. Imaginar a equipa titular é um exercício habitual de qualquer adepto.
Acredito que um dos alas seja sacrificado a favor de mais um médio, Manu Silva ou Enzo Barrenechea. Penso que em função do excelente entendimento mostrado por Barreiro e Ausrnes que essa dupla se mantenha. Sudakov será, previsivelmente, a peça a abrir na ala, algo a que já se vai também habituando. Na frente, a maior velocidade e frescura de Ivanovic deixa no ar a eventual rendição de Pavlidis, fisicamente desgastado, mas igualmente afetado por um momento infeliz que abala qualquer um. Em equipa que ganha não se mexe? É uma expressão antiga e discutível. Diz o bom senso que não se deve ignorar as características dos adversários.

Vida do mar
Vila do Conde e Póvoa de Varzim tinham nos seus clubes, Varzim e Rio Ave, o grande orgulho da terra. A raça das suas equipas era temida pelos visitantes, inspirada, dizia-se, pela dureza do mar. O perigo e a vida difícil dos pescadores locais era como que honrada em campo por quem representava as suas cores. Separados pela rivalidade e por poucos quilómetros, mas unidos na sua humilde e complicada realidade. Ano após ano, as equipas defendiam uma imagem de trabalho e luta na qual os habitantes locais se reviam.
Hoje, o Rio Ave, como vários outros clubes tradicionais, evoluiu para um projeto bem diferente do passado, descaracterizado, que pouco tem a ver com as suas gentes e com a sua história. Será que vale a pena? Como ficará o clube quando mudarem os seus detentores?

A lei do físico
O recente dérbi de Manchester teve como capitães dois portugueses. Dois grandes jogadores que, sem dúvida, marcam a sua geração. A qualidade e carisma de Bruno Fernandes contrasta com a qualidade e simplicidade de Bernardo Silva. Curiosamente, dois exemplos de atletas portugueses cujo talento só se revelou verdadeiramente fora do país. Bruno em Itália e Bernardo em França, ambos muito jovens e em trânsito para a melhor liga do planeta.
Em ambos os casos, a inteligência e a capacidade técnica venceram a robustez e a velocidade, características normalmente consideradas obrigatórias nos critérios da formação. Os fatores de predominância física são, sem dúvida, facilitadores, mas não devem ser exclusivamente orientadores quando se escolhe.
Tempos houve em que se priorizava o metro e o quilo para ganhar campeonatos. A verdade é que não são as equipas da formação que fazem carreiras, mas sim alguns (muito poucos) dos seus elementos.

Panenka
Dar a responsabilidade da marcação de penáltis de uma qualquer equipa a alguém deve obedecer ao treino e à conclusão que se tira, relativamente aos eleitos para um momento de execução individual sempre melindroso. Claro que, para além da capacidade requerida, convém que seja um titular frequente e também alguém que lide bem com o stress competitivo. Porque é bem diferente treinar penáltis no treino ou suportar o peso do momento decisivo em jogo.
Enquanto treinador, procurei também, sempre no início, eleger os melhores da especialidade. Uma das regras que sempre estabeleci foi a proibição do estilo Panenka, contra o qual sempre fui. O jogador já tem várias e suficientes opções pelas quais decidir. Por um lado, existe a paradinha, que consiste em definir o remate de acordo com a queda do guarda-redes, mas aceitável só se esse talento individual existir na equipa. Depois, como sabemos, é possível optar por um dos dois lados da baliza e também pelo meio. Finalmente, se o remate é rasteiro ou por alto aumenta significativamente as hipóteses do batedor. Portanto, muitas soluções possíveis para evitar a imagem de arrogância e irresponsabilidade, que ainda há pouco derrotou Marrocos na CAN."

Fã...

De regresso ao Benfica


"QUALQUER REFORÇO É BEM-VINDO O RAFA NÃO É EXCEÇÃO

1. Pouco me interessa agora se o Rafa saiu a custo zero há ano e meio atrás, se foi o Benfica que o "empurrou" para fora não lhe dando o que agora se dispõe a investir nele, ou se foi o Rafa que virou as costas ao Benfica para ir à procura de melhor para a sua vida.

2. Pouco me interessa também se, devido à sua idade, o Rafa não vai ter no futuro qualquer rentabilidade económica, o que me interessa enquanto adepto é se trás mais-valias ao rendimento desportivo da equipa.

3. Rafa não é um tiro no escuro, esteve oito épocas connosco: o Benfica sabe bem o que está a contratar e o jogador sabe bem o clube que está a escolher para jogar. Não precisa de adaptações, conhece a liga portuguesa de ginjeira, conhece também muitos dos colegas que vai encontrar no balneário.

4. Sempre fui admirador do futebol de Rafa, apesar de todas as suas intermitências exibicionais, apesar dos golos cantados que falha, e sempre o defendi nos programas de televisão quando virou as costas à Seleção Nacional. Não estou, portanto, de faca afiada para o criticar ao primeiro falhanço que possa ter.

5. Não preciso lembrar o rendimento de Rafa no Benfica, mas vou fazê-lo:
> 8 épocas
- 326 jogos
- 94 golos e 67 assistências
> Última época no Benfica 23-24:
4.368 minutos
- 22 golos
- 15 assistências
> Primeira época no Besiktas 24-25:
4.277 minutos
- 18 golos
- 12 assistências

6. Fala-se do facto de estar parado há dois meses e meio, mas mau mesmo era se viesse de paragem de dois meses e meio por lesão. Penso que o Rafa será rapidamente integrado e utilizado na equipa. 7. Mourinho desejava um jogador com as características de Rafa, ele aí está. Seja bem-vindo!"

Do andebol ao Sporting: chama-se cultura de vitória!


"O desporto português já não vive só de milagres ou de carolice, mas de continuidade e trabalho, o que, passo a passo, leva a que se esteja mais perto de vencer. Não chega, mas já é qualquer coisa

Que grande dia para o desporto português! Primeiro, o andebol. Onde antes se ameaçava, mas não se cumpria, simplesmente porque os demais tinham e têm há muito mais e maiores argumentos, hoje bate-se com frequência o pé à realeza. Já se ouvem outros selecionadores, como o dinamarquês, lembrar que «Portugal é das melhores equipas do mundo». Num país onde o futebol é o eucalipto que tudo seca à volta, receber este elogio de um tetracampeão mundial, mesmo em momento de justificação de derrota inesperada, é absolutamente fantástico e poderoso. É, só por si, uma conquista.
No entanto, nada isto é de gestação espontânea, ainda que neste país se acredite tanto em milagres. Por não fazer nada para que não sejam necessários ou porque simplesmente se tem sempre essa fé. Mas repito: não aterrou agora vindo do nada. Há trabalho de continuidade, uma geração de ouro e o crescimento gradual, torneio após torneio, com triunfos importantes, antes impossíveis —e derrotas incontroláveis, que também moldam o caminho —, criando uma cultura de superação e de vitória. Agora, aconteça o que acontecer neste Europeu, há que aproveitar a vertigem e manter o momento.
São estas vitórias, e as de modalidades como o judo, a canoagem, o ciclismo, mesmo o futsal, entre outras, que quando surgem nos deveriam obrigar a parar. E repensar. Talvez, apenas talvez, fosse útil aproveitá-las para reestruturar o desporto escolar, que pode, além da sua importância para a saúde, potenciar estes desportos. Se já têm a força que têm, imaginem com mais praticantes, mais adeptos e ainda mais entusiasmo.
Horas depois, o Sporting fez cair o campeão europeu. Vi ao longo das últimas décadas, os leões encherem o balão para sofrerem derrotas inesperadas, umas mais escandalosas que outras até com equipas bem ao alcance. Muitas fazem parte do folclore do futebol português. Esse Sporting não teria certamente vencido ontem. Não teria aguentado a pressão, continuado organizado, teria talvez ido emocionalmente abaixo com o empate. Não foi e o PSG reclama hoje injustiça.
Este leão é a soma dos últimos anos. Mais uma vez, da continuidade, ainda que com mudanças na liderança técnica, em que cresceu até ao topo do topo do futebol português e foi somando boas prestações na Europa. Camada após camada, também aqui se criou cultura de vitória, que suportará sempre quando não se ganhe uma ou outra vez."

SportTV: Mercados - Faye confirmado. Rafa Silva a uma assinatura? ✍️

Zero: Mercado - Sporting resolve problema

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - PSG cai em Alvalade: as razões da noite histórica do Sporting

Observador: E o Campeão é... - "O Sporting soube sofrer e conseguiu uma vitória épica"

Observador: Três Toques - Brahim Díaz falha penálti, mas é perdoado por Marrocos

Terceiro Anel: React - Juventus - Antevisão - Mourinho

Noite de Champions em Turim


"O Benfica visita a Juventus na 7.ª jornada da fase de liga da Liga dos Campeões (20h00). Este é o tema em destaque na BNews.

1. Homenagem
Representantes dos órgãos sociais do Sport Lisboa e Benfica estiveram nesta manhã na Basílica de Superga em honra do Gran Torino.

2. Lutar pelos três pontos
Na opinião de José Mourinho, a partida com a Juventus "é uma final como todas" e assume a ambição de vencer: "Vamos jogar o jogo para ganhar, sabemos contra quem e aonde é que jogamos, mas vamos jogar para tentar ganhar o jogo. Depois, no final, logo se vê o que é que nos faltará para podermos ter a oportunidade de nos podermos qualificar."

3. Focados
Bruma refere a abordagem coletiva à partida e a sua disponibilidade: "Temos de estar focados no nosso jogo, na nossa ideia, que é muito fundamental. A equipa vai continuar a melhorar, ainda para mais porque estamos todos a voltar. Se o míster precisar, pode contar comigo."

4. Bastidores
Do Seixal a Turim.

5. Calendário
Estão definidos os dias e horários das partidas da 20.ª e 21.ª jornadas da Liga Betclic.

6. Empréstimo
Obrador vai evoluir no Torino até final da presente temporada.

7. Jogo europeu na Luz
Hoje, às 19h00, o Benfica recebe o Altekma SK em jogo da 1.ª mão dos oitavos de final da CEV Challenge Cup de voleibol.

8. Triunfo em Viseu
Nos Sub-23, o Benfica ganhou, por 1-2, na deslocação ao reduto do Académico de Viseu.

9. Sorteios na formação
Os Juvenis e os Iniciados do Benfica já conhecem o calendário das respetivas fases de apuramento do campeão nacional.

10. Fórum de jogadores
Martim Ferreira e Olívio Tomé, jogadores da Equipa B do Benfica, partilharam as suas experiências com o plantel de Juvenis A das águias.

11. Sub-18 de basquetebol tetracampeões distritais
A renovação do título regional em análise na BTV.

12. Europeu de andebol
Acompanhe a prestação dos jogadores do Benfica na competição.

13. Media Day
A equipa feminina de futsal do Benfica realizou o Media Day.

14. Sorteios no voleibol
As equipas masculina e feminina de voleibol do Benfica já conhecem os próximos adversários na Taça de Portugal.

15. Liga Benfica
Mais de uma centena de jovens atletas participaram na jornada da Zona Sul organizada pela Benfica Escola de Futebol Corval.

16. Os 113 anos da ginástica do SL Benfica
A secção de ginástica do Benfica está de parabéns."

Lesões do tendão de Aquiles, será o fim?


"As lesões do tendão de Aquiles são, frequentemente, encaradas como um possível ponto final na carreira de atletas, mas a realidade atual da Ortopedia desportiva permite uma visão muito mais otimista. A experiência clínica demonstra que, com diagnóstico precoce e abordagem adequada, é possível garantir a recuperação e o regresso ao desporto de alto rendimento.
A tendinite aguda corresponde a uma lesão recente com uma componente, predominantemente, inflamatória do tendão e da sua bainha, normalmente, provocada por esforço excessivo, traumatismos ou fricção do calçado. A estrutura do tendão está tipicamente íntegra. O rápido diagnóstico, seguido de repouso, adaptação do treino, identificação da causa e tratamento do processo inflamatório, conduz, geralmente, a uma recuperação rápida e eficaz, permitindo o retorno precoce da atividade desportiva.
Por outro lado, a tendinopatia é uma patologia crónica e progressiva, resultante da sobrecarga persistente que ultrapassa a capacidade regenerativa do tendão e tecidos adjacentes. Este quadro, que corresponde a uma lesão cumulativa, evolui, com aumento da área de tecido afetado, e constitui um dos principais fatores de risco para rotura do tendão de Aquiles.
A avaliação rigorosa por um ortopedista é fundamental em qualquer fase da doença, pois o estudo da lesão e a identificação precoce das causas — como carga excessiva de treino, calçado inadequado, alterações anatómicas e do alinhamento do membro inferior — é fundamental para travar a progressão da lesão.
Nas fases iniciais, o prognóstico é favorável e, com intervenção adequada e correção dos fatores mecânicos, é possível, muitas vezes, tratar mantendo a atividade desportiva. Contudo, em estádios mais avançados, o prognóstico torna-se mais próximo do mito, podendo exigir suspensão da atividade e tratamento cirúrgico. Felizmente, dispondo de técnicas cirúrgicas minimamente invasivas e cada vez mais sofisticadas, é possível alcançar excelentes resultados, possibilitando o regresso ao desporto de alta competição.
Em suma, a lesão do tendão de Aquiles já não representa o fim inevitável da carreira de um atleta. Com uma equipa especializada e um plano terapêutico individualizado, será provável transformar um diagnóstico desafiante numa história de superação e regresso ao alto rendimento."

Senhoras e senhores, o novo Soares Dias, ainda mais fanático que o original! Um verdadeiro Porto seguro!


"Histórico do FC Porto quando o árbitro é João Gonçalves (AF Porto):
9 jogos
9 vitórias

Histórico do Benfica:
9 jogos
6 vitórias

Histórico do Sporting:
7 jogos
4 vitórias"

Central: 2004/05: O Regresso do Benfica às Conquistas!

Zero: Negócio Mistério - S05E14 - Bermúdez no Benfica