Últimas indefectivações

domingo, 20 de setembro de 2026

Antevisão...

Terceiro Anel: React - Antevisão - Marco Silva - Corruptos

20 Anos Benfica Campus | Episódio 18

Chegada...

Partida...

BI: Antevisão - Corruptos...

Os Gloriosos Benfiquistas - É para cima deles - S02E14 - Corruptos...

No bom caminho...

Benfica 3 - 0 Torrense


Segunda vitória consecutiva, numa altura onde a equipa parece mais equilibrada, é verdade que jogámos com vários jogadores que começaram a época na B, e que hoje 'desceram', mas é um facto que a equipa está mais consistente.
O Edokpolor regressou de lesão, mas só aguentou meia-hora!

Empate...

Portimonense 2 - 2 Benfica

Está a começar mal... Não vi o jogo em direto, mas quando recebi a notificação de dava um 0-2 para o Benfica, aos 6 minutos, fiquei desconfiado!
Falhámos muitos golos, é verdade... mas durante toda a época, sempre que aparecer um resultado deste tipo, vamos ficar a pensar se os Pivot's que saíram fazer falta...!!!

Mais perto...

Sporting 32 - 27 Benfica
16-15

O melhor jogo do Benfica, contra os Lagartos nos últimos tempos, mais uma vez, como já referi muitas vezes, falta outro Padolus, para entrar na rotação!

A diferença dos plantéis nas últimas épocas, tem cavado uma diferença grande entre as verdadeiras possibilidades de vencer estas partidas... mas curiosamente, bastou o Benfica dar luta, como aconteceu hoje, para os apitadeiros entrarem no jogo. Basicamente sempre que o Benfica se aproximava, lá vinham as decisões verdes! O nosso treinador, percebeu hoje como é que isto funciona! Hoje, foram 6 exclusões, incluindo a expulsão do treinador, contra duas: 12 minutos, contra 4 !!! 7, Livres de 7 metros para o Sporting, 2 para o Benfica!!! Num jogo equilibrado, fica complicado...

O cagãozinho abriu o bico no final do jogo, já não bastava o comportamento impune durante as partidas na linha lateral, acha-se especial, acima de todos... mas o karma normalmente não esquece!!!

PorkosTV...

A montanha de JJ pariu um rato


"Havia expectativa de revolução, sangue novo e abanão na Seleção. Contudo, a primeira convocatória de Jesus revelou um conservadorismo surpreendente e escassos 15 por cento de novidades...

A expectativa criada em redor da estreia de Jorge Jesus no leme da Seleção Nacional apontava para uma rutura com o passado recente e a expectativa em relação à primeira convocatória do experiente treinador era a de uma lufada de ar fresco na escolha dos intérpretes e o início inevitável de um processo de rejuvenescimento há muito exigido pelo futebol português. Porém, quando a lista de convocados foi finalmente revelada na Cidade do Futebol, a montanha de JJ acabou por... parir um rato.
Apesar do tom musculado no discurso e do habitual alarde tático diante dos jornalistas, as escolhas do novo selecionador pecaram por uma prudência excessiva e até desconcertante. Em vinte e cinco jogadores chamados, apenas quatro representam novidades em relação ao lote que esteve no último Mundial. Escassos 15 por cento de mudança numa estrutura que já dera claros sinais de desgaste e de saturação, exigindo sangue novo para atacar as próximas competições.
Eram muitos os que esperavam ver o rasgo audaz de promover jovens que atravessam momentos de forma fulgurantes nos seus clubes e nos vários palcos europeus — nomes como Rodrigo Mora, Flávio Gonçalves ou Mateus Fernandes —, mas Jorge Jesus preferiu remetê-los comodamente para o espaço dos Sub-21. Alegou que «ainda não é a oportunidade deles», optando por agarrar-se à segurança do passado imediato em vez de dar desde já a pedrada no charco de onde sair o desenho do futuro. Até a tão falada transição geracional em setor decisivo como a frente de ataque acabou empurrada com a barriga para a frente, mantendo-se por lá as figuras de sempre — exceção para Fábio Silva.
É facto sabido que o tempo de preparação para esta janela internacional é escasso e que Jesus justificou a opção pela urgência em «acelerar o processo», socorrendo-se do conforto tático de já ter trabalhado com treze dos convocados em experiências clubísticas anteriores. Trata-se de um pragmatismo compreensível no curto prazo, mas francamente curto para a ambição de médio e longo prazo.
O sinal para fora é, assim, distante da rutura anunciada. Se na sala de imprensa Jorge Jesus continua a ser o treinador genial, assertivo e sem papas na língua que todos conhecemos, na hora de passar da palavra aos atos a sua primeira Seleção poderia perfeitamente ter sido anunciada por... Roberto Martínez. Fica a dúvida se o conservadorismo é só cautela inicial ou se a revolução acabou antes de começar."

Do que é que tu estás à espera?


"Um, dois, três, começa a história: uma criança portuguesa sem ver o seu país nos grandes torneios. A criança que via os Mundiais como lugares distantes, reservados a países que apareciam nos cromos. Essa criança teve de pedir heróis emprestados.
No México 1986, torceu por Maradona. Como não torcer? Maradona sabia a passagem secreta do jogo. Um caminho só dele. Depois, noutros Mundiais, a criança sofreu por Baggio. Pela elegância, pelo cabelo, pelo budismo em forma de futebol. E também se apaixonou por Romário e o seu samba de finta curta, só de um acorde, que parecia uma sinfonia. Os heróis mudavam. A ausência ficava.
Entre 1986 e 1996, uma infância inteira passou sem Portugal numa fase final. Hoje, quando a qualificação parece um direito adquirido, é difícil explicar o que isso significava. Não havia indignação. Havia resignação. O país não perguntava até onde podia chegar. Perguntava quando voltaria a aparecer.
Entretanto, a criança tornou-se adolescente. E começou a acreditar. A Geração de Ouro trouxe uma promessa que era maior do que os resultados. Figo, Rui Costa, João Pinto. Nomes portugueses, nomes grandes. Admirados pelos outros. E como nós, na nossa pequenez disfarçada de arrogância, gostamos de saber o que os outros pensam sobre quem somos. Se temos a melhor praia, o melhor restaurante, o melhor miradouro, o melhor tudo e o pior nada. E ali estava o nosso doping emocional.
Parecia que Portugal não precisava de pedir licença para entrar. Talvez fosse possível pertencer à festa dos outros. Talvez os heróis já não tivessem de ser emprestados.
O Euro 1996 abriu a porta. O de 2000 mudou tudo. Portugal foi desafiar. Foi seduzir. Foi virar a Inglaterra do avesso, foi obrigar Zidane a sentir-se humano para nos condenar a uma morte súbita que, afinal, era só um renascimento.
Houve derrotas que doeram, mas já não eram as derrotas de quem tinha chegado por acaso. Eram as derrotas de quem descobrira que podia olhar os grandes nos olhos e, por vezes, obrigá-los a baixar os seus. A criança que só queria ver Portugal num Mundial tornou-se o adulto que se irrita quando Portugal não o ganha.
Não é ingratidão. É o preço do crescimento. As expectativas também envelhecem. Aquilo que aos 10 anos parecia impossível, aos 44 parece insuficiente. A memória continua a saber de onde viemos, mas o presente já não aceita viver apenas para agradecer. Quem viu Portugal ausente conhece o valor de estar. Quem viu Portugal campeão, como em 2016, conhece a obrigação de tentar vencer.
É aqui que chega Jorge Jesus. A sua primeira convocatória não apresenta apenas uma lista de jogadores. Apresenta uma nova possibilidade. E uma possibilidade, no futebol, nunca vem sozinha. Traz os desejos, as ilusões e as feridas de todos os que aprenderam a medir o tempo através da sua seleção Das suas ausências. E das suas presenças.
O que se pede a Jorge Jesus é demasiado grande. E porquê? Porque não se pede apenas futebol. Pede-se que reconcilie duas versões do mesmo país. O país que se lembra de não estar e o país que já só admite ficar entre os melhores. O país que agradecia uma qualificação e o país que considera um fracasso ser eliminado nuns quartos de final.
Somos o povo dos Descobrimentos. Também somos o povo do fado. Talvez nenhuma imagem explique melhor esta contradição. Partimos porque acreditamos. Cantamos porque desconfiamos do final. Temos a coragem de avançar e uma estranha intimidade com a derrota. Quando vencemos, sentimos que cumprimos um destino. Quando perdemos, dizemos que sempre soubemos.
Por isso, cada selecionador recebe muito mais do que uma equipa. Recebe uma ideia de Portugal. Tem de organizar uma equipa e, ao mesmo tempo, ordenar séculos de euforia e melancolia. Tem de convencer um povo que passa demasiado depressa da esperança ao fatalismo. Tem de explicar que ambição não é bazófia e que prudência não é medo.
Jorge Jesus chega com a convicção de quem nunca teve receio de pronunciar a palavra ganhar. Talvez isso nos assuste porque reconhecemos nele uma parte de nós. A parte que acredita que o talento deve mandar, que o jogo pode ser dominado, que o futuro se conquista avançando. Mas há outra parte, mais antiga, que fica para trás a contar os barcos que não regressaram.
Aos 44 anos, aquela criança já sabe que o futebol não promete justiça. Sabe que Maradona, Baggio e Romário foram também uma maneira de preencher um lugar vazio. Sabe que ter heróis portugueses no Mundial deixou de ser um milagre. E sabe que esse milagre transformado em hábito alterou para sempre a medida dos nossos sonhos.
É por isso que agora se pede tudo a Jorge Jesus. Como a outros antes dele. Não porque Portugal tenha ganho muitas vezes, mas porque passou demasiado tempo sem acreditar que podia ganhar. Não porque a história nos dê esse direito, mas porque o presente já não nos permite fugir dessa ambição. Talvez seja injusto.
Talvez seja excessivo. Mas crescer também é isto. É poder regressar à criança que escolhia heróis estrangeiros, sentarmo-nos ao lado dela e dizer-lhe baixinho: «Não te preocupes. O mundo também vai ser nosso.» Jorge Palma fez a pergunta, «Portugal, Portugal, do que é que tu estás a à espera?»
Estamos à espera do que sempre esperámos. De dizer a essa criança que vai correr tudo bem. Sem pressão, Jorge Jesus. Sem pressão. Mas com toda a pressão, sonhos e desespero da criança e do adulto que não quer ver Portugal continuar à espera."

Jesus e os Apóstolos


"Se há um país onde não é fácil assumir o cargo de selecionador nacional é certamente Portugal. O futebol assume um papel cada vez mais central na vida de muitos portugueses, seja por sucumbirem à incontável oferta de programas e propostas televisivas sobre o tema, com múltiplos ângulos de ataque e diversidade de opiniões, seja pela paixão intrínseca, que por todo o mundo é reconhecida, mas que, na faixa latina da Europa, encontra razões e motivações muito especiais.
Todos são treinadores, todos têm opinião, todos enfatizam razões, por vezes, insondáveis, e todos gostam de fazer valer os seus princípios e, tantas vezes, sobrepor as cores clubísticas a uma leitura mais equdistante e equilibrada das realidades.
Jorge Jesus conhece bem o país e sabia ao que vinha. Após um Mundial que, definitivamente, não correu bem às cores portuguesas, ficando a Seleção Nacional bem aquém do expetável e, sobretudo, das metas assumidas pela própria Federação Portuguesa de Futebol, não só se tornava óbvia a saída de Roberto Martinez, como natural o estreitamento de candidaturas a uma lista bem curta, em face das ambições naturais de uma equipa portuguesa que, nos últimos dez anos, venceu um Euro e duas Ligas das Nações, chegando aos quartos de final do Mundial qatari, há quatro anos, e esperando receber o mundo inteiro em 2030, quando for também anfitriã do maior torneio mundial de futebol.
A Seleção portuguesa trabalha, neste momento, na base de uma regeneração necessária, considerando as mudanças de geração e o surgimento de um conjunto de talentos jovens e predestinados que, quando e se bem acompanhados, trabalhados e potenciados, podem garantir ao futebol nacional um quadro de competitividade para os próximos dez anos.
Como em todas as situações análogas, importa medir bem os tempos e a dimensão da mudança, para que surja com a máxima naturalidade, nunca olvidando os jogadores que, nos últimos anos (alguns, nos últimos largos anos...) foram o alicerce de excelentes presenças em competições internacionais.
Aqui chegados, eis a primeira — e muito importante — tarefa de Jesus como responsável máximo pela equipa das Quinas: não perder o foco das competições próximas (Portugal, que já a venceu por duas vezes, parte para a quinta edição da Liga das Nações como defensor do título), entendendo justamente esta prova e a qualificação que logo se segue para o Euro 2028 como desafios que não pode negligenciar, mas perceber, com faróis de nevoeiro, o enquadramento do futebol português no cotejo internacional, as motivações das novas vagas de jogadores e a necessidade de despistar um grupo amplo que possa garantir, ab initio, patamares competitivos suficientemente robustos para que não se corram quaisquer desnecessários riscos.
Não era de esperar uma primeira convocatória diametralmente oposta à que constituiu a chamada de Roberto Martinez para a fase final do Mundial das Américas. Porque, na realidade, não passou tanto tempo assim para que as circunstâncias fossem tão diferenciadas, e porque a prudência aconselha a soluções de não rutura com o passado recente, antes procurando uma sequência pouco abrupta na evolução que, a médio prazo, certamente se sentirá.
Há um nome recorrente, claro. O de Cristiano Ronaldo. Portugal é um país que confunde muito facilmente gratidão com rendimento, o que transporta para o campo emocional a esmagadora maioria das opiniões que se possa ter sobre o jogador madeirense.
Cristiano marcou uma época no futebol português e, para muitos, será o melhor jogador da História do desporto-rei. Para todos, será sempre um dos melhores, e é essa a minha opinião. Entendo que a gratidão em relação ao modo como desenvolveu a sua carreira além fronteiras deve ser diretamente proporcional ao brilhantismo dos seus cometimentos, individual e coletivamente.
Mas a gratidão não justifica que, aos 41 anos, e jogando numa liga periférica e de pouca dimensão internacional, como a liga profissional saudita, continue a ser, obrigatoriamente, convocado e, muito menos, titular da Seleção Nacional.
De resto, o conjunto de exibições realizadas nos últimos meses por Cristiano Ronaldo deveria ser o primeiro sinal de alarme em relação à sua recorrente presença no onze português, e tal é reconhecido transversalmente pela comunicação social estrangeira. Serei mais claro: o jogador do Al Nassr deveria, até, ter, de forma lúcida e ponderada, terminado já o seu extraordinário percurso de Quinas ao peito.
Posto isto, e ainda que Jesus vá deixando mais ou menos claro que apenas jogará na sua Seleção quem mostrar o rendimento necessário e suficiente para o merecer, resulta da convocatória ontem anunciada uma sensação de evolução na continuidade, expressão que, como se sabe, não é propriamente garante de sucesso, até porque, historicamente, remonta ao Estado Novo e ao seu imobilismo ideológico.
Mas há algo que ressalta e que é fundamental nesta altura: o benefício da dúvida e, sobretudo, a garantia da expetativa. Jesus está a chegar e, com a sua equipa técnica, ninguém mais do que ele pretenderá ter o máximo sucesso num cargo e numa posição que, honra lhe seja feita, constituíram sempre o seu grande objetivo para a fase dourada da carreira profissional. E este é o parâmetro pelo qual todos, agora, se deveriam reger. Há desafios à porta, há objetivos, há ajustes e há resultados a obter. Portanto, é preciso trabalhar. E nada como alguma paz para o poder fazer em pleno.

CARTÃO BRANCO
Os primeiros quatro jogos da Liga das Nações marcam a estreia, como Assessor de Imprensa da Seleção de Portugal, do Alexandre Afonso. Deixo, desde logo, um aceno de muita simpatia a todo o trabalho realizado pelo seu antecessor, Francisco Trigo de Abreu, com uma descrição e competência que marcaram uma era na relação entre a comunicação social portuguesa e estrangeira, e o combinado nacional mais representativo. A missão do Alexandre, antigo jornalista da RTP e do Canal 11, não sendo fácil, parece talhada para alguém com as suas características profissionais e pessoais. Uma rodagem imensa, durante muitos anos, em media de referência e com experiências internacionais, e um carácter humano extraordinário. A opção da FPF, ao resgatar o alentejano Alexandre Afonso ao Canal 11 e, portanto, perfeita, e o cargo estará decerto muito bem entregue para os próximos largos anos.

CARTÃO VERMELHO
O novo selecionador de Angola (o senegalês Aliou Cissé) vive fora do país e só ontem terá chegado a Luanda para a conferência de imprensa de apresentação dos convocados dos Palancas Negras para o arranque da qualificação para a CAN 2027. O planeamento continua a ser quase nulo na Federação Angolana de Futebol: como é possível que tal suceda, estando a reunião com os jornalistas exatamente prevista para ontem, e permitindo a FAF que a sua principal referência técnica viva fora do país? Cissé foi apresenta com toda a pompa e circunstância, mas as dinâmicas e os hábitos não parecem, para já, ter sido significativamente alterados..."

Jorge Jesus mudou tudo sem mudar quase nada


"A primeira convocatória do novo selecionador é uma revolução sem revolucionários. Só não digam que não há uma revolução, porque há (nós é que estávamos a olhar para o sítio errado)

Há um ritual quase religioso no futebol português: contar as caras novas. É a nossa unidade de medida para as mudanças na Seleção Nacional e o entusiasmo é diretamente proporcional ao tamanho do número.
Nesse sentido, houve uma desilusão coletiva com a primeira convocatória de Jorge Jesus. Afinal de contas, quando o nome dele foi anunciado, meio país preparou-se para uma série de explosões: nomes novos, cortes dolorosos, regras conservadoras viradas do avesso.
E depois saiu a lista. Com quatro jogadores que não tinham estado no Mundial. Quatro. Apenas. De resto, nada de novo: os jogadores de sempre, pela ordem de sempre, com as fotos de sempre.
À primeira vista quase nada aconteceu e a reação do país foi imediata e previsível: afinal era isto? O pirómano veio de extintor na mão?
Não, nada disso. O discurso de Jesus explicou-nos que estávamos a olhar para o sítio errado. E, sejamos honestos, isso nem sequer devia surpreender-nos. Afinal de contas, Jorge Jesus nunca precisou de jogadores novos para descobrir jogadores novos. Ele foi o homem que olhou para Pizzi e viu um médio centro onde antes só existia um extremo. Pelo contrário, olhou para João Mário e viu um extremo onde antes só havia um médio centro. Olhou para Fábio Coentrão e viu um lateral, olhou para Enzo Pérez e viu um médio.
No fundo, não precisa de mudar o elenco para mudar o guião. E por isso começou a desmontar dogmas sem nos dar tempo, sequer, para digerir uma lista conservadora.
Com ele, João Félix joga no meio, como segundo avançado. Não é um «pode ser», nem um «às vezes cai ali». Nada disso, é segundo avançado e ponto final. Com o tempo, garante, irá acabar como primeiro avançado até. Enfim, não foi bem uma opinião tática: foi um quase diagnóstico de personalidade. Como se dissesse que Félix passou anos a ser mal traduzido.
Já Rafael Leão vai jogar muitas vezes pelo meio, que foi onde ele o lançou no Sporting, Fábio Silva traz princípios diferentes à posição de ponta de lança e o médio defensivo terá de ser um jogador posicional, ao jeito de Palhinha e Ruben Neves (mais do que de Vitinha).
Portugal abandonará o 4x3x3 tradicional, para jogar mais num 4x4x2, e Cristiano Ronaldo só será titular se tiver rendimento. Ou seja, a relação da Seleção com Ronaldo vai mudar: durante anos a pergunta foi como encaixar Portugal em Cristiano, Jesus pretende fazer o contrário, encaixar Cristiano em Portugal.
Não é fácil, vamos ver se o consegue.
Certo é que, bem vistas as coisas, a revolução não estava onde a procurávamos. Nós olhávamos para as caras e Jesus já tinha decidido que o que deve mudar são as ideias.
Ele não traz uma seleção nova: traz uma seleção diferente. Olhou para o que havia e decidiu não deitar os jogadores fora. Até porque, como sublinhou, Portugal não tem assim tanto talento que dê para construir duas equipas com a mesma qualidade. E, na vida dele, as caras foram sempre menos importantes do que o que ele pretende fazer com elas.
É uma revolução menos evidente do que se esperava? Talvez seja, sim. Ou, pelo menos, é legítimo pensar nisso. Só não é legítimo pensar que não houve uma revolução, porque houve.
Não veio foi no formato que estávamos preparados para a reconhecer.
Ou, colocado de outra forma, a primeira lista de Jorge Jesus teve muito pouco de revolucionário: já a primeira conferência de Jorge Jesus teve revolução por todo o lado."

BF: Prestianni

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Observador: Três Toques - Rui Borges fala muito porque não tem as costas quentes?

Liga: Sporting 2 - 2 Arouca

Liga: Alverca 1 - 0 Rio Ave

Liga: Nacional 0 - 4 Famalicão

Liga: Gil Vicente 1 - 1 Marítimo

Futpedia #27 - BATALHA ROYAL NO 2 CLUBES 1 JOGADOR 😱

Santana: Antevisão...

Mega: Inside BENFICA's €295m Estadio Da Luz EXPANSION

Rabona: Como Are WAY More Than Just an “Interesting Project”…