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sábado, 5 de setembro de 2026

Antevisão...

Terceiro Anel: React - Antevisão - Marco Silva - Marítimo

On the Road | Madeira

BI: Antevisão - Marítimo

Os Gloriosos Benfiquistas - É para cima deles - S02E10 - Marítimo

BolaTV: Fecho do Mercado...

20 Anos Benfica Campus | Episódio 3

Falar Benfica - Conversas Gloriosas #65 - 2-1 frente ao Estoril, jogo CS Maritimo, as Supertaças de Futsal

BI: Palhinha...

Vale tudo...

Esta jogada acabou com um Amarelo... para um jogador do Moreirense!

Devia estar a cagar...

Critérios...

Exclusivo...

Batatal...

Liga de vão de escada!!!

ESTA VERGONHA TEM QUE TER UM FIM


"1. O Marítimo é livre de aumentar o preço dos bilhetes para o jogo com o Benfica dada a procura que as visitas do maior de Portugal sempre suscitam. Acontece que não deveria poder aumentar os preços entre duas a três vezes mais.

2. Dir-se-á que se trata de uma questão de mercado, uma questão de oferta e procura. Pois então que apliquem o mesmo exato princípio das regras de mercado ao processo de centralização de direitos televisivos.

3. A UEFA obriga a respeitar valores máximos para a fixação de preços dos bilhetes dos jogos para os adeptos visitantes. É uma regra que deveria ser aplicada também em Portugal.

4. Se a Liga não trata do assunto, talvez não seja desajustado o Benfica tomar uma posição de força: a) não promover a venda de bilhetes dos jogos fora em que os adversários abusem do preço; b) em simultâneo, aconselhar os seus adeptos a não marcar presença nesses jogos.

5. O Benfica já é o abono de família do futebol português, não pode ser também tapa-buracos de clubes mal geridos.

6. O estádio dos Barreiros tem sido, ademais, palco de atos de prepotência que obrigam adeptos do Benfica a deixar de fora do recinto os respetivos adereços do clube. Ou seja, não só descaradamente os exploram, tiram-lhes também o direito de apoiar o clube da forma pacífica que muito bem entenderem."

Calendário da Champions Feminina...

ACF: MÓNICA JORGE ESTÁ A DESTRUIR O QUE FERNANDO TAVARES CONSTRUIU NO BENFICA?

A Bola é Minha... - S04E03 - O Gimenez virou o barril. Palhinha encheu o copo. O Pote ficou a meio... 🍺

Samu...

Transparências!!!

Crime!!!

Primeiro os árbitros, depois o futebol


"Decisão do presidente do Conselho de Arbitragem é uma regressão no tempo e a confirmação de que o espírito de classe se sobrepõe ao interesse geral

A recente decisão do Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), liderada por Luciano Gonçalves, de acabar com a publicação das notas atribuídas aos árbitros no final de cada jornada não tem outra leitura que não esta: uma inegável e profunda regressão de um caminho de abertura, transparência e escrutínio que toda e qualquer atividade pública relacionada com o desporto de massas deve ter no século XXI.
É bom recordar que foi ainda na vigência do anterior presidente do CA, José Fontelas Gomes, e na Direção de Fernando Gomes na FPF, que se abriu uma janela, deixando entrar uma ligeira lufada de ar fresco, com o espaço de análise Juízo Final na Sport TV, à data apresentado por João Ferreira — que, ironicamente, desempenha hoje as funções de diretor técnico da própria estrutura de arbitragem nacional e que concordou com a decisão tomada nesta semana por Luciano Gonçalves.
Mesmo escolhendo os casos com pinças e deixando passar um tempo para assentar a poeira mediática, o público ganhou muito mais do que perdeu - nem que sejam dois em dez, sempre são duas pessoas/adeptos a mais que possam entender o que está por detrás de uma decisão, seja no erro ou na virtude.
Mais tarde, com Duarte Gomes, a FPF tentou ir mais à frente, com um programa no Canal 11 designado de Livre Arbítrio e depois a divulgação das notas dos juízes num limitado e defensivo insatisfatório, satisfatório e muito satisfatório - melhor que nada.
Os programas foram entretanto suspensos por Luciano Gonçalves em janeiro, que em entrevista a A BOLA justificou a medida como uma forma de combater um suposto «ambiente tóxico». Na mesma entrevista afirmou também o dirigente e ex-presidente da Associação Portuguesa dos Árbitros de Futebol (APAF) que a arbitragem iria passar a prestar contas com regularidade, prometendo que «a cada 10 jornadas» seria feita «uma conferência de imprensa de balanço público para esclarecer as decisões e os casos mais marcantes da competição». A promessa caiu em saco roto: os balanços periódicos prometidos diluíram-se no tempo e o compromisso de abertura deu lugar a um silêncio institucional confortável para quem decide.
Enquanto Portugal insiste em trancar a porta e apagar a luz, a Europa do futebol caminha em sentido diametralmente oposto. Em Inglaterra, a PGMOL mantém a transmissão regular do programa Match Officials Mic'd Up, conduzido por Howard Webb ao lado de Michael Owen na Sky Sports e TNT Sports, onde são divulgados abertamente os áudios entre o VAR e os árbitros de campo, assumindo-se erros e explicando-se critérios sem tabus. Em Itália, a FIGC e a associação de árbitros (AIA) tinham até maio uma parceria com a DAZN para a produção do formato Open VAR, que traz dirigentes da arbitragem a estúdio todas as semanas para analisar e disponibilizar as gravações originais dos encontros da Serie A. Na Bélgica, o Professional Refereeing Department da RBFA publica semanalmente vídeos de análise (Under the Spotlight) com os áudios da sala de VAR, ao passo que nos Países Baixos a KNVB adota igual conduta pedagógica na Eredivisie.
A recente decisão de cancelar a publicação das notas dos árbitros, já depois de suspensos os programas televisivos, é apenas a enésima prova de um espírito corporativista enraizado no poder, numa visão sectária que privilegia o interesse de uma classe em vez do interesse geral e aqui também apadrinhada por Pedro Proença, que tinha o dever de assumir uma visão muito mais macro.
Primeiro os árbitros, depois o resto. Foi assim durante muitos anos, é assim que vai continuar um certo futebol português que parece ter ficado esquecido num tempo já muito distante."

Sudakov tem de jogar sempre (e deixem que Cruijff vos explique porquê)


"Marco Silva precisa do ucraniano porque é o único que lhe pode dar critério e qualidade no passe no corredor central. Sudakov vale mais do que as assistências e os golos que possa fazer. Até ver

Sudakov. Sempre Sudakov. A cada jogo, a cada conferência, mais cedo ou mais tarde chega a inevitável pergunta: porque continua a jogar o ucraniano? Marco Silva irrita-se um pouco, desde tão cedo questionado pelas opções, mesmo com a equipa a vencer, e diz o seu «porque sim»: «Porque sou eu que mando.» Cruijff teria acrescentado: «Se eu quisesse que entendesses teria explicado melhor.» Não sei se a insistência a cada encontro com o treinador não diz muito mais de nós do que do momento do criativo, que sim, anda longe de deslumbrar. É que deveria ser fácil entender que, mesmo a meio-gás, mesmo sem conseguir sempre servir os companheiros da melhor forma, a forma como está montado o plantel e, posteriormente, o onze, obriga-o a estar a maior parte do tempo em campo. A ele ou a outro Sudakov qualquer. Que não existe.
Há quem vaticine que quando Aursnes estiver de volta dos infortúnios físicos, o ucraniano estará perdido, já que será o norueguês o novo 10, como aconteceu num ou noutro momento durante a era Roger Schmidt. Se Marco Silva for por aí, e tenho dúvidas que vá, partirá a equipa. Porque Palhinha e Barreiro com a bola — por isso, Puerta fazia sentido —, não são nem Enzo Fernández nem Chiquinho e, a meu ver, o nórdico será necessário atrás, por muito que gostemos (e gosto bastante) de o ver mais perto da baliza. Achar que pode ser o médio criativo neste contexto é conclusão tremendamente ambiciosa.
Aliás, o meio-campo dos encarnados, que se livrou do peso do vencimento de um Ríos mais adaptado, mas nem por isso com o perfil certo para a forma de jogar da equipa, continua algo frágil. Poderiam, aliás, o colombiano, Ivanovic e Lukebakio ser perfeitos protagonistas para um livro ou uma novela com título vencedor: «As aventuras e desventuras de um clube sem rumo.» Ainda que agora o caminho seja o que Marco Silva quiser, como foram para Lage e Mourinho, e pareça mais natural que o dos antecessores. Faltam jogadores mais completos, que não sejam só bons com a bola ou sem ela. Um 8 de organização, não sendo possível ser o 6. Aursnes, entre as várias opções, já o disse, deverá ser o mais indicado para o assumir.
É verdade que se pode alegar de Ríos o mesmo que de Lukebakio. Tanto o colombiano como o belga poderiam ser importantes em momentos específicos, respetivamente em situações de bloco mais baixo em que fosse preciso levar a bola para a frente ou no cerco às balizas rivais. Ter dois jogadores em quem se investiu tanto para dez minutos de vez em quando seria certamente luxo ao qual o clube não se poderia dar. E assim caso Lukebakio não venha a sair e encontre a mentalidade certa talvez ainda possa salvar uma transferência que pouco fez sentido.
Diante do Estoril, Sudakov sobretudo tentou. Teve uma bola na trave, quase fez uma assistência (que Dahl converteu na rosca que lhe deu a ele a autoria do passe certeiro para Pavlidis), deu critério às bolas paradas, pressionou no momento defensivo e, sobretudo, mesmo com as iniciativas a correrem nem sempre bem, pediu sempre a bola. Agora, terá um Echeverri a pisar a sua sombra, ainda que este seja sobretudo um 10 acelerador, a voar no espaço que lhe concederem, e até se assemelhe muitas vezes mais a um segundo avançado, como.. Prestianni.
Já no FC Porto, diz-se que Gabri Veiga está a responder da melhor forma à saída de Rodrigo Mora — o tal que foi aposta logo no primeiro jogo e suplente com golo no segundo para Gian Piero Gasperini, na Roma —, mas os dois jogadores só não eram compatíveis para o seu treinador, que reforçou no mercado a ideia de solidez defensiva e coesão organizada que é plano A, B e C no dragão. O problema de Mora nunca foi a preferência por Veiga — talvez um pouco sim na que houve nas posições da frente por Borja Sainz, Pepê, William e, depois, Pietuszewski — e nunca se acreditar realmente no português. Além, naturalmente, do seu potencial de venda, porque era preciso encontrar milhões para as contas portistas.
Farioli e o FC Porto ainda disfarçaram com a contratação de Gabriel Mec, todavia, não tiveram qualquer problema em deixar o extremo de fora dos inscritos para a Liga dos Campeões. O italiano reforça uma imagem de pragmático e até old school que nunca esteve tão vincada durante a ainda curta carreira. Afinal, foi assim que conquistou títulos.
Os azuis e brancos saíram razoavelmente bem do mercado. Têm talvez o lateral-esquerdo mais capaz em muitos anos e um goleador clínico, ainda que por recuperar em termos de moral e de ritmo, se estiver, como se crê, com todos os problemas físicos do passado recente debelados. O melhor Giménez rivaliza com qualquer ponta de lança em Portugal. Já In-beom Hwang e Fofana são, em tese, elementos de rotação.
A revolução «que tinha de acontecer» — ou, por outro lado, podia ter sido feita em várias fases — aconteceu mesmo em Alvalade. Perderam-se referências, contrataram-se jogadores de outro perfil, sobretudo para o meio-campo. O denominador comum é a velocidade e o leão aponta para a fisicalidade e para a transição, parecendo mais limitado quando tem de enfrentar blocos baixos. Zalazar atravessa estranho momento, depois de ter motivado investimento tremendo e Luis Suárez, em tão poucas semanas, protagonizou polémicas, voltou a marcar e parece finalmente de volta.
Alheios a tudo isto, sempre fora das convocatórias, Daniel Bragança e Pedro Gonçalves saíram pela porta pequena, por empréstimo, para Itália, respetivamente Torino e Fiorentina. Dois jogadores que, pelo seu passado no Sporting, mereciam destino à altura e outras circunstâncias. Afinal, não fazendo parte das escolhas de Rui Borges passaram a ser vistos pelo mundo como dispensados. O tempo que passou sem que Jorge Mendes encontrasse soluções desvalorizou-os ainda mais. Restou a um leão de barriga cheia empurrar os dois casos com a mesma para a frente. A liderança ou a falta dela também se vê nestes momentos."

A Verdade do Tadeia #2027/05 - A primeira chicotada

Oliveira: Mercado...

Zero: Mercado - Live - As últimas mexidas das equipas portuguesas

Zero: Mercado - Para quê ter um Froholdt, quando podes ter dois

BF: Escolhas...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Nova jornada: quem escorrega?

Observador: E o Campeão é... - O fecho do mercado vai finalmente trazer paz aos plantéis?

Observador: Três Toques - O que está por trás da humilde carrinha de João Neves?

DeLetra #51

Primeiro Toque - Linha Lateral - João Nuno

Rabona: The Transfer Window is CLOSED...But How Were My PREDICTIONS?

TNT: Melhor Futebol do Mundo...

A nobre arte portuguesa de dizer mal


"O português tem uma queda especial para dizer mal de si próprio. Olhar para o desporto hoje e não reconhecer melhorias é doentio. Já agora, há 17 pavilhões no País com ar condicionado

A possibilidade de caracterizar um povo por inteiro é apenas mais uma forma de generalizar, o que como sabemos é extremamente perigoso, pode acarretar injustiças e normalmente até está errado. Sempre ouvi, por exemplo, que «os espanhóis recebem mal os portugueses» e no entanto ando, há muitos anos, a ter provas do oposto de cada vez que passo a fronteira.
Mas quando penso na capacidade de dizer mal de si próprio não consigo deixar de imaginar, imediatamente, um português. Um qualquer de nós. Pode ser a figura do Zé Povinho do Bordalo, que sem deixar de corresponder a um estereótipo não deixa de ter a sua graça.
Recentemente, numa excelente conversa com o José Manuel Delgado, nas plataformas de A BOLA, o presidente da Confederação do Desporto de Portugal chamou a atenção para uma série de problemas incontornáveis. Daniel Monteiro sugeriu o aumento da dotação ao desporto do dinheiro resultante de impostos sobre apostas desportivas, muito bem, e chamou a atenção para carências inacreditáveis em federações menos expostas ou ricas.
Esta é a forma construtiva de criticar e procurar soluções, sabendo todos que Portugal é hoje um país desportivo muito mais rico do que no século passado. A nossa primeira medalha de ouro olímpica ainda não fez 50 anos, e só bem mais tarde começámos, por exemplo, a vencer em modalidades e disciplinas mais técnicas que o fundo e o meio fundo. Isto revela trabalho, treino e algum investimento, ainda que talvez longe do ideal. Há, seja como for, muito mais infraestruturas e os resultados estão à vista.
Pareceu, por isso, desajustado o desabafo do selecionador de basquetebol sobre o calor no pavilhão do Casal Vistoso. Um desabafo, ainda por cima, solto bem à portuguesa, questionando se os governantes trabalhavam em gabinetes sem ar condicionado. Não trabalham (espero) e ainda bem.
A Seleção de basquetebol podia ter escolhido um de 17 pavilhões públicos climatizados ou cinco de ar forçado existentes no País para trabalhar. Além dos que certamente alguns clubes poderiam disponibilizar. Não foi por nada disso que Portugal fez história ao vencer em Espanha dias depois ou perdeu, mais tarde, com a Geórgia.
Não somos a maior potência desportiva do Mundo, da Europa ou sequer da Península Ibérica, mas escusamos de exagerar na crítica gratuita."