Últimas indefectivações

domingo, 1 de maio de 2016

Iniciados - 4.ª jornada - Fase Final

Braga 0 - 2 Benfica


Monteiro; Ferreira; Penetra, Francisco; Martins (Cruz, 46'); Jocu, Silva (Gata, 46'), Ronaldo; Jair, Embalo; Gomes (Oliveira, 53') 

Continua a actuação perfeita da nossa equipa de Iniciados, mais uma vitória sem sofrer golos...
Matematicamente não somos Campeões, mas é mesmo só um 'preciosismo'!!! Teríamos que perder em casa, com o Sporting, por mais de 4...!!! Algo bastante improvável, aliás o mais provável é repetir a goleada da 1.ª volta...!!!

Benfica .......... 12
Sporting ........... 6
Belenenses ........ 3
Braga .............. 3

Ponta a ponto

"1. Ponto a ponto. É a lei dos dois primeiros classificados. Nenhum perde pontos. Nenhum pode perder pontos. Ontem o Sporting ganhou, com mérito, a um Futebol Clube do Porto que perdeu o seu habitual ânimo e a sua usual dinâmica. Agora é a concentração total na final da Taça de Portugal. O Sporting mantém a disputa acesa pela Liga e cada um dos dois jogos que faltam será jogado de verdade em dois relvados. O Sporting procura que uma das duas equipas da Madeira que defrontam o Benfica - Marítimo e Nacional - lhe tire pontos. O Benfica sabe que só depende dele. O Sporting depende de outros. O Sporting sabe que ainda pode tudo. O Benfica sabe que vale tudo. O Sporting tudo fará para ganhar. O Benfica sabe que tem de fazer tudo, mesmo tudo, para não perder qualquer ponto. O Sporting utilizará todos os meios para perturbar e condicionar o Benfica. O Benfica está alerta, como sempre, para o conjunto dos jogos e das suas específicas circunstâncias. Vão ser os dois próximos fins de semana bem emocionantes. Na luta pelo título. Na luta pela Europa e os seus últimos lugares de acesso. Na renhida e sofrida luta pela manutenção. Na luta, igualmente, na segunda Liga pela subida à Liga que gera milhões em receitas televisivas o Chaves, Portimonense e Feirense parecem estar na acesa luta! E estas lutas por cá são tão emocionantes quanto o saber se o Leicester, hoje ou amanhã, se sagrará, com surpresa mundial, vencedor da milionária Liga inglesa. Por cá na nossa Liga faltam duas finais. Ponto a ponto tudo se decidirá. De Alvalade ao Funchal. Da Luz a Braga. As cidades, em obras ou sem elas, das nossas atenções nos próximos quinze dias. Com imensas paixões. Que se conjugam necessariamente, com queixas. Como as que escutámos ontem a partir do apito final no Estádio do Dragão.
2. Na passada sexta feira o Benfica, em esforço, conquistou mais três importantes pontos. Foi um jogo difícil face a um voluntarioso Vitória de Guimarães. Bem organizado e que paralisou, em parte, este Benfica que sabe que cada jogo é uma verdadeira final. E sabendo parar o jogo em determinados momentos. Com a compreensão, poderia dizer que por vezes exagerada, da equipa de arbitragem. Mas como se diz agora «é a vida»... Ou «da vida»! E sabendo o Benfica, este Benfica, que tem múltiplos adversários. Uns conscientes e assumidos e outros escondidos e meros aliados tácticos de outros emblemas. Mas este Benfica sabe que tem de contar, apenas, com a sua força, o seu esforço, a sua experiência, a sua vontade, a sua entrega, necessariamente neste momento a sua superação. Por mim a essência é a Liga. A Taça da Liga não é prioridade. O que ambiciono mesmo esta época é a conquista do tri! Este Benfica sabe, ainda, que conta, sempre, com o apoio total dos seus adeptos. Em todos os momentos. E em todas as provas. Este Benfica sabe que, no próximo domingo, milhares de benfiquistas se deslocarão, de propósito, à linda Ilha da Madeira e esgotarão o novo Estádio dos Barreiros. Não esqueço que assisti ao Rio-Ave Benfica no Barqueiro, ali relativamente perto deste Estádio. Comi uma barata do mar divinamente cozinhada! Que suave toque de lagosta! E com uma hospitalidade benfiquista, a começar pela dos proprietários desse espaço, que me comoveu. E com a certeza que no próximo domingo a maré benfiquista tomará conta do Funchal. E com a certeza dos números: já ultrapassámos no Estádio da Luz o milhão de espectadores. O que é um número impressionante em termos de espectáculo desportivo ao vivo em Portugal. E importa que estes números sejam conhecidos e reconhecidos. Mesmo por aqueles que gostam de sublinhar uns números e esquecer, por necessidade, outros números! Mas como escreveu Lessing «não há grandeza onde não há verdade»!
3. No passado fim de semana desfrutámos, assim, das maravilhas da Ilha da Madeira. Das suas paisagens únicas. Da sua gastronomia singular. Da sua afectiva hospitalidade. Recordei os momentos, bem distantes, no arranque da minha vida académica, em que ia dar aulas à Madeira. Em que a pista era curta e a viagem até ao Funchal imensa. Uma hora e meia, por vezes. Com muita curvas mas com paisagens arrebatadoras. Agora é (n)um instante. Aterra-se numa pista mais longa - logo mais segura - e de repente estamos no centro da cidade do Funchal, cheia de cor e de flores. Com o sorriso do Jorge Berardo e de sua querida Mulher, percebi que a Madeira está, hoje em dia, oficialmente no topo do trail-running mundial. No Machico, num jantar de delicioso peixe, assisti à chegada de centenas de participantes de uma prova que todos dizem ser de uma beleza extrema. E que implica superação e verdadeira transposição de barreiras. Humanas desde logo. De uma prova que contou com mais de dois mil atletas, oriundos de mais de trinta países. De uma prova de íngremes subidas e de deliciosas descidas. De uma prova que castiga os músculos mas que amacia os olhos. De uma prova que exige muito treino e imenso sacrifício. De uma prova que implica múltiplos esforços e adequados controlos. De uma prova em que os atletas quase tocam nas núvens e chegam à meta bem próximo do mar. Quase o abraçando. De uma prova em que a dor e o prazer se combinam. Furiosamente se completam. De uma prova afinal composta por quatro provas. E a prova rainha tem 115 quilómetros de distância. Percorridos pelo vencedor, o americano Zeck Miller, em quase catorze horas! Os trilhos e as veredas são únicas. E estas provas são, hoje em dia, eventos desportivos bem atrativos. Um dos organizadores disse-me que este MIUT - Madeira Island Ultra Trail - garante um retorno de cerca de 2 milhões de euros. A Madeira está a descobrir uma nova atractividade desportiva. Ao mesmo tempo que está a ser descoberta por mais e diferentes turistas. São tempos novos. Ou novos tempos. A todos os títulos. Como este atractivo e bem duro MIUT!"

Fernando Seara, in A Bola

Contra o ruído

"Na transição entre o ciclo de dez anos de gestão de Vítor Pereira e da sua equipa mais próxima (especialmente marcante no seio da LPFP) e o próximo ciclo de José Fontelas Gomes à frente do Conselho de Arbitragem da FPF, há uma matéria que se anuncia como decisiva para a pacificação da classe dos árbitros: a avaliação dos seus desempenhos em jogo pelos observadores e as suas classificações. O conhecimento público de que esta época desportiva vai terminar com um recurso maciço dos árbitros de primeira categoria das classificações finais para o Conselho de Justiça apenas confirma essa percepção, sendo certo que assistem razões válidas à contestação da classe.
De facto, o edifício resultante da adequação ao Regime Jurídico das Federações Desportivas merece uma volta de cima para baixo e de baixo para cima, tendo por cerne uma outra disciplina para as competências da Secção de Classificações:
1) reformular os critérios de nomeação dos observadores;
2) rever os critérios dos "relatórios de avaliação técnica" dos árbitros, tendo em conta a primordial acentuação da complexidade dos lances e o grau de dificuldades dos jogos;
3) adequar as "normas de classificação" a um peso claramente determinante da actuação em campo nos elementos classificativos;
4) mexer no sistema de reclamações dos relatórios junto da comissão respectiva, de modo a obter a conformidade irrefutável com os critérios novos dos 'relatórios' dos observadores e os critérios de apreciação das denúncias apresentadas pelos clubes.
Ao invés do que se generalizou pensar, é nesse hemisfério de questões - e não na matéria das nomeações - que está a tensão principal do sistema. Se os novos dirigentes federativos da arbitragem perceberem o essencial e se se atravessarem, o novo ciclo terá com certeza menos conflitualidade e mais harmonia para quem decide a aplicação das Leis do Jogo.
De todo o modo, há todo um trabalho pedagógico a fazer, com o fim de tirar o palco aos dirigentes e aos treinadores interessados na desestabilização e na suspeição. Uma vez que os árbitros estão impedidos, por regra, de se pronunciarem sobre os jogos e sobre a competição, cabe ao presidente do CA e membros escolhidos do seu órgão explicarem, elucidarem, defenderem e combaterem. A começar pela identificação dos critérios de nomeação para cada uma das jornadas e pelo balanço periódico das prestações das equipas de arbitragem. Deve falar quem pode e quem sabe. Pelo menos valia a pena testar e desafiar o 'ruído'..."

Benfiquismo (XCI)

N.º 1 Mundial !!!

Tinha jeito...

Confirmação

FyllingenBergen 27 - 29 Benfica
(14-11)

Já está... Regresso à Final da Challenge Cup da EHF, com mais uma vitória, num jogo onde desde cedo, se percebeu que nem os Noruegueses perceberam que seria impossível recuperar os 13 golos de desvantagem da 1.ª mão...!!!

Destaque para os nossos jovens da Formação, que jogaram muitos minutos, dando sinais de maturidade... estivemos mesmo em vários momentos, um 7 quase todo da Formação no recinto!!!

Amanhã joga-se a outra Meia-final, o ABC tem somente 1 golo de vantagem, e com algumas lesões nas últimas semanas, parece-me que os Checos são favoritos...

Juniores - 9.ª jornada - Fase Final

Académica 0 - 1 Benfica

Duarte; Buta, Escoval, Borges, Amaral; Pereira, Guga (Lourenço, 87'), Mendes; Dias, Jorginho (Micael, 46'); Alfa

Vitória obrigatória...

Rio Ave ................. 19
Corruptos .............. 16
Guimarães ............. 15
Sporting ................ 15
Benfica ................ 13
Paços de Ferreira ..... 11
Académica ............. 2

Difícil...

Candelária 4 - 7 Benfica

Vitória muito complicada no Pico, num jogo que teoricamente até era acessível...
Começamos a perder, empatámos, voltámos a ficar em desvantagem (2-1), mas antes do intervalo demos a volta e chegámos aos (2-4).
Esperava-se uma 2.ª parte mais descansada, mas o Candelária conseguiu empatar (4-4), e só nos minutos finais demos nova sapatada no marcador (4-7)...
Vitória muito importante, neste jogo em atraso, confirmando os 8 pontos de avanço...

O Nicolia foi pai pela 2.ª vez, e por isso ficou em Lisboa, mas já está a treinar integrado com a equipa... Mas assim 'perdeu-se' um jogo para dar ritmo ao nosso astro...

sábado, 30 de abril de 2016

Tetracampeãs

A nossa equipa feminina de Rugby de Sevens, conquistou hoje o tetracampeonato ao vencer o Lifeshaker por 39-0 e o Tondela por 34-0, a Agrária de Coimbra por 33-0 e na Final o Sporting por 36-5 !

Esperança...

Braga B 0 - 2 Benfica B
Digui, Semedo


Continuamos na luta, neste momento estamos acima da linha de água, mas existem muitas equipas com 52 pontos...
Na próxima jornada vamos jogar novamente fora com os Corruptos B (se ganharem amanhã serão matematicamente Campeões), e na última jornada recebemos o Freamunde... Equipas complicadas, mas temos que pontuar...


Meias-finais...

Lusitânia 62 - 84 Benfica
(20-22, 14-26, 11-18, 17-17 )

Obrigação cumprida, naquele que provavelmente foi o jogo mais 'fácil' dos três...!!!

PS: Parabéns aos nossos jovens, que na Proliga venceram o Sangalhos por 67-56, garantido um lugar nas Meias-finais...

Ressaca positiva...

Modicus 1 - 3 Benfica

As ressacas Europeias são sempre difíceis, começamos a perder, estávamos com dificuldade em conseguir espaço junto da área adversária... mas o início eficaz, após o intervalo, alterou tudo!
Quando o Modicus arriscou o 5x4 matámos o jogo...

É tema recorrente, mas existem erros e erros de arbitragem, hoje um jogador do Modicus que 'defendeu' a bola com a Mão, dentro da área, com o Benfica a perder 0-1... e em vez de penalty e expulsão, deram Canto!!! Poucos minutos antes, numa jogada iniciada pelo Ré, e finalizada pelo Patias, existem 3 faltas, nenhuma foi assinalada... e a 5 minutos do fim da 1.ª parte, o Benfica já estava 'tapado' por faltas, enquanto o Modicus acabou com 3...!!!

Tristes lamentos

"E, finalmente, o Benfica viu um jogador dos seus ser expulso, aliás bastante injustamente, porque André Almeida não encostou o penteado ao adversário de modo a merecer a gravidade de um cartão amarelo. O segundo amarelo, note-se bem. O primeiro foi justíssimo. André Almeida não vai jogar, assim, o próximo jogo. Ontem, com o resultado naquele tangencial 1-0 o que é já a imagem de marca do Benfica nesta ponta final do campeonato, o impassível lateral-direito salvou por duas vezes na mesma jogada o golo que seria do empate. Faltava um pouco menos de meia hora para o fim e teria sido uma grande aflição. Obrigada, André Almeida.
O Benfica, felizmente, já não vai acabar o campeonato - seja em que lugar for - sem expulsões. E, ao contrário do que reza e grita a propaganda, uma época sem expulsões não vale um campeonato. Veja-se o que aconteceu ao Porto sem expulsões de 2000/01 que ficou no 2.° lugar, ao Sporting sem expulsões de 2003/04 que ficou no 3.º lugar, ao Benfica sem expulsões de 2008/09 que ficou em 3.º lugar e até ao Paços de Ferreira sem expulsões de 2005/06 que ficou em 11.º lugar no campeonato, a 37 pontos do campeão, o Porto.
Ontem, houve alguns lamentos vimaranenses por causa da arbitragem de Bruno Paixão que, na minha modesta e parcial opinião, consentiu alegremente na rudeza e no anti-jogo dos visitantes e distribuiu uma mão-cheia de cartões amarelos para um lado e para o outro como é seu timbre. É caso para se dizer que o extraordinário empenho posto em campo pela equipa do Vitória de Guimarães durante o jogo se prolongou para lá das quatro linhas e, consumada a derrota, fez o possível por render ainda qualquer coisinha na zona das entrevistas.
Tudo aponta para que a Inglaterra consagre um campeão surpreendente. Trata-se do Leicester, "esse colosso do futebol inglês" tal como o presidente do Sporting o classificou no início da temporada com aquele desdém irónico super-super-inteligentíssimo a que nos vem habituando todos os dias de manhã, à tarde e à noite. Também não deixa de ser verdade que ninguém exigiria a Bruno de Carvalho que provasse ao mundo as suas capacidades de prever o futuro apostando as suas preciosas fichas no Leicester no verão passado. Mas quem apostou, ganhou. Ou, melhor, arrisca-se a ganhar porque, tal como em Portugal, também em Inglaterra os campeonatos só acabam quando acabam mesmo."

Cabeçada do 33 rumo ao 35

"1. A inspiração de Carlos Tê já pôs um Jardel (SuperMário) a voar entre os centrais. Duas dezenas de anos depois desse «Não me Mintas», imortalizado pela voz de Rui Veloso, eis que outro Jardel, também a voar entre os centrais, colocou ontem o Benfica muito perto de sagrar-se tricampeão nacional, proeza que persegue há 39 anos. Com o 33 nas costas, Jardel Nivaldo Vieira, a passe açucarado de Nico Gaitán, cabeceou para o fundo das redes de Miguel Silva e o 35 que a Luz pede desde o primeiro dia ficou à distância de uma ou duas vitórias, dependendo do que o Sporting fizer hoje no Dragão. Tantas lágrimas choradas na casa encarnada por Garay e, afinal de contas, Jardel afirmou-se como esteio da equipa, prova provada de que os cemitérios estão cheios de insubstituíveis e só faz falta quem está...
2. É da lenda do Benfica que no Estádio da Luz a baliza sul é maior do que a norte. É por isso que os encarnados, tanto no velho anfiteatro quanto neste, preferem atacar para sul na segunda parte. Ontem, Jardel aproveitou-se do mito para selar, na baliza grande, a mais difícil vitória benfiquista da época, feita de sangue (de Éderson), suor e lágrimas.
3. A primeira parte do jogo de ontem, na Luz, pareceu tirada do futebol sul-americano dos anos sessenta ou setenta, com o V. Guimarães - de catenaccio montado - a procurar quebrar o ímpeto encarnado com uma série de faltas e muito antijogo. A estratégia surtiu efeito: os donos da casa, com a pressão do mundo em cima dos ombros, raramente se soltaram do garrote físico e psicológico e podiam ter hipotecado o título.
4. Quando, ao minuto 67, Paulo Hurtado, internacional peruano em 2 ocasiões, não conseguiu superar a oposição de André Almeida, salvador, em cima do risco fatal, da pátria encarnada, pode ter ficado escrita a sentença deste jogo. Em futebol não há ses, é verdade. Mas é de admitir que o Benfica iria ter muita dificuldade para reerguer-se se sofresse tal golpe. Valeu-lhe André Almeida que, em noite de escasso discernimento e menor inspiração, vestiu a capa de super-herói e salvou a honra do convento.
5. Faltam dois jogos de campeonato ao Benfica e não é preciso ser muito arguto para perceber que existe um grande défice de frescura (física e mental) na equipa de Rui Vitória. Éderson, Lindelof, Fejsa e Raúl Jiménez são os jogadores com maior reserva, heróis improváveis desta época que levou o Benfica ao patamar dos oito melhores da Champions e à porta do tricampeonato. Hoje, a partir das 18.30, ficar-se-á a saber exactamente o que falta aos encarnados para, pela 35.ª vez, envergarem as faixas de campeão. A pressão está do lado do Sporting."

José Manuel Delgado, in A Bola

Só (ou ainda...) faltam duas finais

"Referem as estatísticas que o Benfica foi mais ofensivo (37 contra 19 ataques), que rematou mais vezes à baliza adversária (16 contra quatro remates), que teve largo domínio na posse de bola (63 por cento contra 37 por cento) e, no entanto, apenas marcou um golo, contra nenhum do Vitória: fraca colheita para tamanha superioridade.
Através desse golo alcançou um triunfo precioso, embora imensamente sofrido, de aí que, ultrapassado este obstáculo chamado Vitória de Guimarães, correspondente à 32.ª jornada, não se saiba bem o que dizer em relação ao pouco que falta disputar antes do pano descer e a peça terminar. Isto é, se 'só faltam duas finais' ou se 'ainda faltam duas finais'. As duas versões fazem sentido: a primeira, mais de acordo com a equipa que tão galhardamente se bateu com o Bayern, nos dois jogos dos quartos de final de Liga dos Campeões; a segunda, mais em sintonia com a crise exibicional, e também competitiva, que se lhe seguiu, em que ao empertigamento dos opositores deixou de se registar resposta com a firmeza e a lucidez que que se impõem nesta fase terminal do Campeonato.
Desgaste físico? É discutível a teoria. Abaixamento de forma de alguns dos elementos mais utilizados? Talvez sim. Em plantel com as suas limitações em termos de alternativas eficazes é natural que, se o talento não abunda, o rendimento fique prejudicado quando a pressão aumenta; e o jogo de ontem foi bom conselheiro...
De toda a maneira, o que conta são os resultados e os pontos que deles emergem. «Sei que vou passar esta noite na liderança», afirmou Jorge Jesus há uma semana depois de ter vencido o União e antes do Rio Ave-Benfica. Agora, foi a vez de Rui Vitória adormecer tranquilo sobre a almofada de cinco pontos de vantagem. Que o clássico de hoje, no Dragão, confirmará, ou não..."

Fernando Guerra, in A Bola

Clube do regime

"Bruno de Carvalho destacou no Facebook no dia 25 de abril que o Sporting foi campeão em 1973/74. É uma velha questão, esta dos leões terem sido o primeiro campeão depois da ditadura, portanto, em liberdade, por contraponto aos alegados proteccionismos ao, nesse sentido, visto como o clube do regime, o Benfica. Um argumento recorrente entre sportinguistas mas que não faz, objectivamente, sentido.
Na verdade, nem sequer é uma ideia bem fundamentada, pois na jornada anterior à Revolução dos Cravos, a ronda de 21 de abril de 1974, o Sporting já liderava a prova. Ou seja, desde o início da época, ainda na ditadura, que o Sporting era melhor nesse ano. Prosseguindo com o exercício, o primeiro campeão em liberdade - toda ela em liberdade - foi o Benfica, vencedor em 1974/75. E em 1975/76. E em 1976/77. E o FC Porto em 1977/78. E em 1978/79. O Sporting só venceria uma liga pós-ditadura em 1979/80, seis anos depois da revolução. E mais: «As décadas de 40 e 50 foram as de maior apogeu do Estado Novo» (em Futebol Português - Política, género e movimento, livro coordenado por Nuno Domingos e Nina Clara Tiesler), esses liderados pelos leões (10 em 20 campeonatos). Os de 60 a 74, marcados pelas águias (11 em 15) foram pautados por mais episódios de afrouxamento do regime (com Salazar já envelhecido), tantos que o conduziram à queda. E, já agora, o clube que mais passou a ganhar em liberdade, pelas mesmas lógicas, teria sido o FC Porto, que se afirmou como potência nacional e até internacional. Teria sido, antes, prejudicado face a Lisboa?
Estas formas de olhar para as vitórias no futebol são simplistas. Temos sempre o hábito errado de sobrepor a história política às outras histórias. Os clubes têm momentos, épocas, ciclos, jogadores, treinadores. E vencem por isso. O resto é história. Na verdade, como vimos, nem isso, nem história é. É apenas conversa."

Miguel Cardoso Pereira, in A Bola

PS: O mais irónico disto tudo, é que sem as delicadezas do politicamente correcto, e chamando os bois pelos nomes, o verdadeiro clube do regime, foi sem qualquer margem de dúvida o Sporting... que depois do 25 de Abril tem ganho muito, mas mesmo muito pouco... Sendo que os Corruptos, só começaram a ganhar mais, com a aparecimento da Liga e de todo o sistema que o Apito Dourado deu a conhecer...
Só o Benfica, manteve a regularidade das vitórias, antes e depois do 25 de Abril... e isto não é uma opinião, é uma realidade estatística.

Hoje há clássico

"E porque hoje é dia, ou noite, de clássico, seria suposto que o Dragão estivesse envolto do entusiasmo típico dos grandes duelos. Um Porto x Sporting é sempre, tem de ser, um momento inspirador de superiores expectativas. As mais das vezes com crucial importância para ambos os emblemas. Noutras, sobretudo em anos recentes, já sucedeu os portistas terem recebido os leões sem que as duas equipas parecessem gozar do mesmo estatuto, pois que foram muito raras as ocasiões em que o resultado de tal encontro assumiu papel determinante para a definição do título. Mas não me lembro de uma ocasião como a presente.
A luta para o primeiro lugar goza agora, incrivelmente para os dragões, da mera natureza de, como diriam os clássicos, res inter alios acta, que é como quem diz assunto de terceiros. Ou seja, não importa aos portistas. Essa é a verdade, a triste verdade. Ainda assim, uma questão não pode deixar de ser levantada. Esta: como é possível o FC Porto não ser parte interessada, com legitimidade própria, na querela pela decisão do campeão? Esta é que é a verdade. Trata-se agora de assunto entre terceiros. O que não é apenas mau. É indizível. E, portanto, intolerável.
Não é este o momento para dissecar as causas reais e virtuais desta infeliz circunstância. Tão infeliz que só uma coisa a poderia converter em algo ainda mais amargo: a condescendência, quase piedosa, manifestada pelos técnicos dos dois únicos contendores pelo posto cimeiro da classificação perante o fiasco portista.
De todo o modo, entre Sporting e Benfica o FC Porto não pode ter preferência. Tem é a obrigação de ganhar os jogos por disputar. Que isso implique a entrega do ceptro ao Benfica é para si tão irrelevante como imperativo é prevenir a repetição desta lastimosa campanha."

Paulo Teixeira Pinto, in A Bola

Benfiquismo (XC)

Em Berna, a caminho do 1.º título Europeu,
num jogo onde a bola bateu por 4 vezes nos 'nossos' postes...
... além de outras 'habilidades' na linha!!!
E não foi por isso, que não merecemos a vitória...
e não foi por isso, que os nossos jogadores deixaram de ter qualidade...
... para serem Campeões Europeus!!!

As vitórias, desde que não sejam compradas,
são muito bem vindas...
... a jogar melhor ou pior, mas sempre com suor, dignidade e honra!

Vermelhão: Coração aguenta... só mais 2 Finais !!!

Benfica 1 - 0 Guimarães


Começo pela vergonha! O Guimarães nada tinha a ganhar neste jogo, perder, empatar ou ganhar, era igual ao litro, para as aspirações do Vitória... Jogar com um autocarro de dois andares, é pouquinho, mas até é legitimo... dentro de alguns limites. Jogar com agressividade é legitimo... pessoalmente, acho que as faltas cínicas, tão apreciadas em Portugal, deviam ser mais penalizadas, mas pronto... até dou de barato, que as equipas com menos recursos, têm que recorrer a este tipo de 'esquemas'... Agora, o anti-jogo declarado, desde do 1.º minuto, de forma abusiva, de forma porca, indigna... é inexplicável, dentro das circunstâncias deste jogo: jogar para o 0-0 desde do 1.º minuto, não tem explicação lógica...
A não ser que o Homem da Mala tenha estado em Guimarães durante a semana!!! Já o disse e repito: no limite até podemos compreender em algumas situações (ordenados em atraso por exemplo...), jogadores aceitarem estes incentivos extra... Agora, o que é inaceitável, são os jogadores mudarem a sua atitude, consoante os prémios de terceiros... Os jogadores do Guimarães, recebem ordenado a horas, têm contrato no qual aceitaram defender as cores do Clube em todos os jogos, com a mesma atitude, dando tudo, repito em todos os jogos...
Quando um grupo de jogadores, muda a sua forma de jogar, perante incentivos de terceiros, só prova a sua falta de profissionalismo, falta de dignidade, falta de honra... É a prova que afinal, nos outros jogos onde não receberam incentivos de terceiros, podiam ter dado mais, ao Clube que lhes paga os ordenados!
Vermes, que infelizmente, poluam na cultura futebolística do Tugão!!!
Aquilo que se tem assistido neste Campeonato depois da vitória do Benfica no Alvalixo é do mais nojento possível!!! Todos os adversários dos Lagartos, abriram completamente as 'pernas', como o Benfica não oferece incentivos extra, temos tido 'rotações', castigos... um festival de falta de dignidade competitiva.
Os jogos do Benfica, têm sido autênticas batalhas... com todos os nossos adversários a jogarem a Final da 'Champions' nos jogos com o Benfica!!!
Isto são 'dois' Campeonatos completamente diferentes... Jogadores do nosso próximo adversário, já tiveram declarações públicas em relação ao próximo jogo com o Benfica, mesmo quando os seus adversários são outros... Um deles, afirmou mesmo que quer o Sporting Campeão!!! Porque joga melhor...diz ele!!!
Nojento, tudo isto é nojento...
O Campeonato nunca mais acaba... este é o meu sentimento, é o sentimento da maioria dos Benfiquistas, e é o sentimento dos jogadores. Os nervos, bloqueiam os adeptos nas bancadas, e bloqueiam as pernas e decisões dos nossos jogadores em campo...
Conquistámos mais 3 pontos importantíssimos... jogámos pouco, principalmente na 1.ª parte, as duas linhas defensivas do Guimarães, foram quase intransponíveis, quando a bola passava, o jogador não passava... o jogo esteve quase sempre parado, não era fácil manter um ritmo... os desequilíbrios quase nunca aconteceram... Mas neste momento da temporada, o que importa são os 3 pontos!!! Raramente, outras equipas, em situações semelhantes, no final de uma época longa, conseguem produzir futebol de alta qualidade...
O golo de bola parada, no início de 2.ª parte, mudou muita coisa... O anti-jogo deixou de acontecer, o jogo ficou mais rápido, e com a entrada do Jiménez alterámos completamente a nossa forma de atacar, e tivemos duas oportunidades claras... construídas por nós... além de outras meias oportunidades. Mas em contra-ataque, o Guimarães também criou perigo: 1.º num erro do Jardel; 2.º num contra-ataque que o Renato devia ter 'matado' com uma falta, e não conseguiu... Mas tirando, estas duas jogadas, o Ederson até teve outro jogo descansado!!!

Para poupar os nossos corações, faltou mesmo o 2.º golo, mas a ansiedade e a barra não permitiram...
Ederson, com pouco trabalho, mas decisivo... na 1.ª parte defendendo remates de longe, no 2.º tempo, saíndo velozmente aos pés dos adversários...
Depois do Pizzi com o Setúbal, hoje foi a vez do Jardel cometer o erro quase fatal... felizmente o André, fez de guarda-redes!!! Mesmo assim, com mais um golo, o Jardel acabou por ser decisivo... E o jogo até começou com um 'susto' (quando vi o Luisão a aquecer, assustei-me!!!), mas o nosso Zagueiro, não desiste facilmente... O Lindelof fez mais um jogo 'perfeito'!!! Podem achar exagerado, mas defensivamente, não podemos pedir mais ao nosso jovem Sueco!!!
Os cruzamentos do André desta vez não deram golo, sentiu muitas dificuldades em acompanhar a velocidade do Dalbert, mas acabou por ser decisivo na cobertura aos nossos Centrais... Acabou por forçar a expulsão, para estar disponível nos Barreiros, neste momento é fundamental o André jogar nos jogos decisivos! O Eliseu está a ser 'vitima' dos nossos adversários!!! A única estratégia ofensiva do Guimarães, era bola pelo ar, para cima do Eliseu...!!! E no geral, até acabou por estar bem... Mas com as poucas 'subidas' até deu para colocar o Licá a fechar a 'direita'... com outro tipo de lateral canhoto, tínhamos desequilibrado a defesa do Guimarães...
Mais um grande jogo do Fejsa, limpou quase tudo... e só não limpou mais, porque o Paixão não deixou!!! O Renato acabou por ser bem substituído... está desgastado, e com a equipa mais contida no ataque, acaba por ter menos opções de passe nas transições ofensivas...
Pizzi esteve ligeiramente melhor, espero que o nascimento do mini-Pizzi, tenha 'clareado' as ideias na cabeça do Transmontano!!! Outro jogador que melhorou em relação às últimas exibições foi o Nico... aquelas jogadas 'bonitas' falhadas, irritam, mas notou-se um Nico mais leve fisicamente...!!!
Com este tipo de defesas o Jiménez, devia jogar de início... com um Benfica mais recuado, o Mitro tem menos bola, e isso acaba por prejudicar as exibições do Grego. O Jonas acabou por não ter espaço... aliás a estratégia do Guimarães foi uma cópia do Setúbal (e da Académica), mas corrigida, com um dos Centrais, a acompanhar sempre o Jonas, mesmo quando o nosso Pistolas recua... Desde do jogo com a Académica, que se nota, os nossos adversários a tentarem, impedir as recepções e respectivos arranques do Jonas com a bola controlada... O Guimarães foi a equipa mais eficaz nesta estratégia, e isso emperrou todo o sistema ofensivo do Benfica...
Mais uma grande entrada do Jiménez, sem golo, mas com muito jogo... foi pena, merecia ter marcado pelo menos duas vezes!!! Nova entrada má do Salvio, o Carcela devia ser o 3.º Extremo... o Samaris devia ter entrado mais cedo...
O treinador do Guimarães praticamente só falou da arbitragem, sem ver as repetições, até me pareceu que o Paixão esteve bem... Os Amarelos, na 1.ª parte foram justos, as faltas são óbvias (ainda perdoou um Amarelo no nosso primeiro ataque...). Duvido que Soares Dias, Sousa, Hugo Migueis e afins, tivessem a coragem de fazer o mesmo... Na 2.ª parte, numa falta sobre o Jonas pareceu-me perdoar um 2.º amarelo, mas pronto... Tendo em conta a coacção feita antes do jogo, até não esteve mal... mesmo quando parece que ficou um penalty sobre o Mitro!!!
Todos os Benfiquistas suspiram por um deslize dos Lagartos amanhã. Pessoalmente, não tenho muita fé... por diversas razões... O jogo dos Barreiros vai ser muito complicado, independentemente do resultado de amanhã, ainda por cima a Liga marcou o jogo, para depois do Sporting-Setúbal, portanto até podemos entrar em no relvado dos Barreiros em 2.º lugar!!!
Temos que manter a concentração defensiva, mas temos que ser mais eficazes ofensivamente...
A provável nomeação de Hugo Miguel para o Funchal, deve assustar todos os Benfiquistas, a começar pela Direcção!!!
Ao contrário do jogo dos Barreiros, a meia-final da Taça da Liga na Segunda, na minha opinião, depende muito do jogo do Dragay: uma vitória do Sporting, temos que descansar todos os jogadores titulares; uma não vitória do Sporting, podemos 'arriscar' alguns titulares com o Braga...
A Catedral voltou a encher, mas a ansiedade é muita, demasiada... neste momento, estamos em algumas ocasiões, a transmitir (sem querer) mais intranquilidade para a equipa, do que apoio!!! Isto nunca mais acaba...!!!


sexta-feira, 29 de abril de 2016

Temos de ser mais demolidores

"O Benfica ganhou em Vila do Conde e encurtou a distância que falta para o objectivo principal da época. Ao contrário daquilo que tinha acontecido noutros jogos, não concordo com algumas críticas que ouvi. O jogo era difícil, o Rio Ave uma boa equipa, e o Benfica teve pelo menos quatro ocasiões de golo antes de concretizar. Exceptuando uma cabeçada de Vilas Boas na primeira parte (vi a bola dentro) não houve grande perigo do Rio Ave. Nos jogos que ainda nos faltam, temos que ser melhores e mais demolidores. Não podemos ficar ao alcance de um infortúnio ocasional ou provocado. A nossa margem de erro é não dar margem ao erro.
O resultado que interessa no clássico do Dragão é apenas vencer o V. Guimarães logo à noite (creio que o Sporting ganhará no Porto). Lembro que foi o empate do Vitória frente ao Sporting que empatou as contas de Alvalade, e foi a vitória dos de Guimarães sobre o Porto que os retirou do trilho do campeonato. Isto bastava, hoje, para termos um jogo de vários perigos. Faltam 270 minutos para tornar o sonho realidade. Essa realidade vem sendo sonhada e construída com muito trabalho (outros chamam sorte) desde o início do campeonato.
No estádio dos Arcos viveu-se um ambiente fantástico, onde a maré vermelha mostrou que é tão forte a norte como a sul. Resta agora em nossa casa e na Madeira terminar a empreitada com ainda maior competência. Segunda-feira disputamos uma meia-final contra o Sporting de Braga. É também um objectivo. Não posso entender como chegados a dois jogos de poder conseguir um título se possa facilitar nessa conquista. Aliás, nos últimos sete anos, só o Braga, e numa meia-final mal arbitrada por Marco Ferreira, nos eliminou nesta prova. A Taça da Liga não é o principal, mas é também um objectivo, e no (meu) Benfica não se deitam fora objectivos sem lutar."

Sílvio Cervan, in A Bola

Mais perto do "tri"

"Com a vitória obtida em Vila do Conde, tão suada quanto justa, estamos mais perto do título. Numa temporada normal, com as partidas em disputa por Benfica e Sporting nas três últimas jornadas, a confiança seria redobrada, mas, muito honestamente, não creio que o FC Porto tenha a capacidade anímica que o faria suplantar as suas lacunas técnica e tácticas frente a um Sporting que, embora não deslumbre, se vai mostrando focado em tentar regressar ao título 14 anos depois. Socorro-me, no entanto, do excelente percurso que a nossa equipa tem vindo a fazer para encarar com optimismo o desiderato a que nos propomos. Sermos Tricampeões nacionais, feito por alcançar desde 1977, será, caso o consigamos, a consequência natural de um trajecto que, contra as expectativas, especialmente após o mau começo de época, tem sido brilhante.
Dos vários objectivos intermédios que se poderá definir no âmbito do Campeonato Nacional, esta semana conseguimos o pleno a norte da cidade do Porto. Não me recordo da última temporada em que tenhamos conseguido vencer em Braga, Guimarães, Moreira de Cónegos, Paços de Ferreira e Vila do Conde. É um sinal de consistência da nossa equipa que não se poderá ignorar. Resta-me, em semana do 25 de Abril, relembrar que o Sport Lisboa e Benfica, nos 48 anos de ditadura, nunca deixou de realizar eleições livres e democráticas para eleger os seus corpos sociais. Fomos, talvez, a única instituição desportiva relevante a não se deixar influenciar pelo contexto social e político português nesse período. É com orgulho que deixo esta nota, mais uma das que patenteiam a nossa incomensurável grandeza. Viva o Sport Lisboa e Benfica!"

João Tomaz, in O Benfica