Últimas indefectivações

terça-feira, 6 de maio de 2025

Iniciados - 13.ª jornada - Fase Final

Benfica 4 - 3 Sporting
Gomes(3), Wang


Grande remontada, com o golo da vitória já na parte final dos descontos, após um jogo muito complicado... que até parecia controlado, mas em em 4 minutos, no 2.º tempo, passámos de uma vantagem de 2-1, para uma desvantagem de 2-3...
Após as alterações, mantivemos a intensidade, e ambição, e conseguimos a reviravolta!

O Wang é de facto um jogador diferenciado, mas esta geração tem mais jogadores com futuro: Baldé, o Pedrosa, o Benjamim, o Cordeiro, o Castro, o Simão, o João Silva, os baixinhos Marques e Alves... e o 'matador' Martim Gomes!

Recordo que esta geração, foi 'assaltada' pelos Lagartos, com várias promessas do Benfica a irem para o outro lado (vários jogaram hoje contra o Benfica e até foram os melhores do outro lado), mas mesmo assim, o Benfica conseguiu formar um plantel forte, e hoje mesmo com uma grande desvantagem física, nunca nos encolhemos, e demos um passo gigante para o título: faltam 5 jornadas, e só temos que vencer 4... com o jogo mais complicado em Guimarães!

BI: Da Amoreira ao Derby / A pressão que dá Luz ao Benfica

Comunicado


"O Sport Lisboa e Benfica informa os seus sócios e adeptos que tem vindo a acompanhar ao longo dos últimos meses com toda a atenção e rigor o processo executivo onde foram penhoradas ações detidas por Luís Filipe Vieira.
Nesse sentido, comunicou atempadamente ao tribunal competente o seu direito de preferência sobre as referidas ações no âmbito do leilão previsto.
O Sport Lisboa e Benfica reitera que tudo fará no superior interesse do Clube para adquirir esse volume de ações, que representa 3,28% do capital da SAD."

Almeida, ciclista policromático


"Ao vice-líder da Emirates, fica bem o amarelo do Tour, da Volta e de tantas outras provas, mas também o rosa do Giro, ou o vermelho da Vuelta. Apesar do dérbi de sábado, não relevar hoje os seus feitos, seria sinónimo de miopia desportiva...

Sei que o argumento que serve de base a esta crónica é impopular em muitos círculos, mas esse critério não será chamado à colação. É o que que penso, e aqui vai. Todas as modalidades são, na dignidade, iguais, mas umas são mais iguais que as outras, em função de duas circunstâncias: o número de praticantes e o interesse que geram. Ora, entre as mais relevantes – que tem adeptos em todos o Mundo, desde que conquistou os Estados Unidos com Greg LeMond, seduziu a Austrália, com Cadel Evens, conquistou a América Latina com Egan Bernal e encantou África com Biniam Girmay - está ao ciclismo, que tem a melhor equipa – Emirates – no Médio Oriente, e depois de ter superado (assim o desejamos...) os problemas de credibilidade causados pelo ‘doping’, revela pujança, investidores, atração dos media, e aquela simplicidade (que é aparente, porque o ciclismo, feito de heróis individuais, é essencialmente uma modalidade coletiva) que faz a sua grandeza, já que, como não quem nunca tenha dado um pontapé numa bola, não haverá quem não saiba andar de bicicleta (as exceções só confirmam esta regra!).
Portugal, que a nível de competições nacionais (Volta ao Algarve e Clássica da Figueira à parte) vive na indigência, tem nesta altura uma série de ciclistas de grande nível (capazes de ouro olímpico em pista), que depois de José Azevedo, um gregário de Lance Amstrong ao nível do que Joseph Bruyère foi para Eddy Merckx, teve em Rui Costa um expoente, e vê, em João Almeida, o legítimo sucessor de Joaquim Agostinho. Ainda será cedo para dizer se João Almeida vai ser o Cristiano Ronaldo de Agostinho/Eusébio, mas aquilo que o ciclista de A-dos-Francos mostra é mais do que conjuntura, estamos, de facto, perante um dos melhores do Mundo na difícil arte de dar ao pedal.
Depois dos brilharetes no Giro (3.º, 4.º e 6.º) e na Vuelta (5.º e 9.º), e do quarto lugar no Tour de 2024, as vitórias em competições de uma semana do World Tour, como a Volta ao País Basco e o Tour de Romandie (já tinha vendido, em anos anteriores, as Voltas à Polónia e ao Luxemburgo), confirmaram estarmos perante um dos grandes da modalidade, numa era em que coabitam Pogaçar, Evanepoel, Roglic e Vingegaard. Ainda pensei que um Ás ou o destaque na Fotolegenda seriam suficientes para realçar João Almeida. Mas o ciclista da Emirates ganhou, por mérito próprio, direito ao destaque principal desta página.

VEM AÍ O DÉRBI
O título nacional de futebol de 2024/25 vai ser decidido (a 99% ou a 100%) num Benfica-Sporting a disputar, no próximo sábado, no estádio da Luz. Do ponto de vista de Hitchcock, pedir mais, era impossível, duas décadas depois de termos estado perante uma situação semelhante, nos idos de Trapattoni e Peseiro. Sendo o clássico dos clássicos, seja em que circunstância for, absolutamente insondável, este ainda o será mais, porque além dos elementos futebolísticos, ‘strictu sensu’, ainda deverão ser consideradas as envolventes psicológica e emocional, dando de barato que o fator casa, nestes jogos é, muitas vezes, irrelevante. A única questão realmente importante, quiçá decisiva, é saber por quem vai torcer, não Pedro Proença nem Reinaldo Teixeira, nem Luciano Gonçalves ou João Pinheiro (putativo árbitro do dérbi), mas Sebastião José de Carvalho e Melo..."

Benfica e Sporting dão bons sinais


"Um olhar para o futuro com base nesta época

A subsistência dos projetos desportivos dos clubes portugueses, especialmente os maiores, depende muito, e cada vez mais, da prospeção e de uma aposta convicta na formação. Porque não há dinheiro para contratar os melhores no mercado e esses também dificilmente querem vir jogar para Portugal. Essa é uma realidade a que é difícil fugir, mas ainda não suficientemente apreendida.
À luz da ideia é interessante olhar para o que se viu nos três grandes esta época e encontrar bons sinais e outros que devem servir para preocupar.
Benfica e Sporting lutam pela liderança na Liga e têm dominado nos últimos anos os campeonatos jovens (em especial o Benfica), e as respetivas equipas principais refletem a intenção de encontrar espaço para os miúdos mais talentosos.
A maioria não teve direito a muitos minutos, é certo, mas João Rego, Nuno Félix, Leandro Santos, Samuel Soares, João Veloso, Prioste, Hugo Félix, André Gomes, Joshua Wynder, todos eles se estrearam pela equipa A do Benfica. De fora vieram, muito novos, Schjelderup e Prestianni, e penso ser consensual que têm qualidade diferenciada.
No Sporting, Quenda, João Simões, Eduardo Felicíssimo, Alexandre Brito, Bruno Ramos, Henrique Arreiol, Mauro Couto, José Silva, Kauã, Lucas Anjos, ou Lucas Taibo cumpriram o sonho. Olhando para os plantéis de águias e leões, há ainda vários jogadores afirmados ou em afirmação que cresceram nos respetivos clubes.
E no FC Porto? Da formação, só Vasco Sousa e Rodrigo Mora se estrearam esta época. Há ainda caminho a percorrer."

Lage à beira de um ataque de nervos


"São assim as 'finais', todo o banco em pé, treinadores num alvoroço para trás e para a frente a barafustar, jogadores em picardias. Foi assim ontem com Bruno Lage, será assim hoje com Rui Borges?

É ao melhor estilo de Hitchcock que Benfica e Sporting estão a conseguir criar um ambiente de cada vez maior suspense à medida que o enredo deste filme se aproxima do final.
E, tal como nas obras do grande mestre do cinema, também nesta, protagonizada pelos dois rivais eternos, os personagens conduzem-nos, cena após cena, para um ponto da história em que o medo e a ansiedade vão tomando conta dos espectadores na mesma medida em que assombram os atores principais, deixando-os, por conta de alguns sustos aqui e ali, à beira de um ataque de nervos, num misto de sensações que extravasa não só do ecrã para o público, mas também dos espectadores para o próprio filme.
É assim, que «um dia à la vez», como Bruno Lage tanto tem expressado e como ontem se viu escrito na cabeça de Otamendi, Benfica e Sporting vão sendo encaminhados para o clímax desta obra prima em que se estão a transformar os instantes finais da Liga 2024/2025: o duelo entre ambos, o dérbi dos dérbis, agendado para o próximo dia 10 e que poderá ajudar a definir o herói deste filme.
Frente ao Estoril, numa viagem supersónica entre a luz intensa da primeira parte e o perigoso apagão da segunda (que deixou Bruno Lage e os jogadores à beira do já mencionado ataque de nervos, esbracejando e gritando impropérios perante a possibilidade, que quase se tornou real, de perderem pontos na Amoreira), as águias lá cumpriram a sua parte do contrato com a produtora de cinema que as escolheu para estrelas do prometido blockbuster; resta saber, agora, como as igualmente brilhantes celebridades do Sporting reagirão esta noite na receção ao Gil Vicente, sabendo que, neste sprint final qualquer deslize pode significar o The End para uma das personagens principais.
No Estoril, o Benfica sentiu na pele essa sensação de risco, esse arrepio que vai subindo pela espinha e se aloja no pescoço e na cabeça. Teve, é certo, corajosos heróis à altura do momento, destacando-se aqui os papéis de Otamendi (que capitão!) e de Trubin, a salvar a noite defendendo um penálti (ele que já fora decisivo em Guimarães, no jogo fora de portas imediatamente anterior). O desespero ameaçou apoderar-se de jogadores, técnicos e adeptos, mas, no fim, o receio deu lugar à esperança e aos sorrisos de alívio e felicidade.
Que resposta dará hoje o Sporting? Dizia Hitchcock que «estilo é plagiar-se a si mesmo». Se, enganando o sofisma, respeitarem o argumento, os leões voltarão hoje a ocupar a liderança, para que esta seja disputada olhos nos olhos no duelo final de dia 10 de maio."

O apagão e o regresso ao passado


"Na última segunda feira, 28 de abril, todos tivemos um dia diferente. A falta de eletricidade em todo o país fez-nos recuar a outros tempos. Fomos obrigados a desligar do mundo. Tendo em conta a forma como tudo se resolveu no final do dia, a realidade é que para aqueles que tiveram uma infância sem tecnologia, as horas em que estivemos desconectados trouxeram-nos sensações diferentes e recordações únicas.

A nostalgia do passado
De repente ficámos todos sem eletricidade. De repente vivemos todos o momento. De repente o tempo passou mais devagar. De repente utilizámos o rádio para perceber o que se estava a passar. De repente as pessoas saíram à rua e conviveram umas com as outras. De repente as varandas dos prédios voltaram a ser o Facebook dos anos 80 e 90. De repente os miúdos brincaram na rua com os pais ou amigos. Por algumas horas voltámos a ter um cheirinho do século XX.

Futebol: passado 'vs' presente
Para quem gosta de futebol e acompanha o fenómeno desde muito novo, tanto dentro como fora dos relvados, é impossível não fazer um paralelismo com o que era o futebol e o que é hoje. A pergunta que coloco é: será que faz falta um apagão ao futebol? Questiono isto por vários motivos.
A evolução do futebol fez com que um simples jogo se transformasse num evento. Hoje existe uma maior preocupação em criar experiências diferentes aos adeptos dentro de um estádio. A interatividade entre clubes ou organizações e aficionados é muito superior. Se há algo em comum, no passado e no presente, é que a procura para assistir a um jogo ou a um espetáculo de futebol continua muito elevada.
Apesar de tudo isto ser verdade, em minha opinião, existe algo que se está a perder nos adeptos presentes no estádio. Hoje, muitas pessoas vão ao futebol para poderem dizer que lá estiveram, com partilhas constantes nas redes sociais. Ao longo do jogo, muitos estão agarrados aos telemóveis em vez de estarem focados no que se passa dentro das quatro linhas. Perdeu-se um pouco a paixão de outrora que fazia com que os adeptos estivessem ligados durante os 90', sendo que esse era o único objetivo de ir a um estádio de futebol. A nostalgia que as horas do apagão nos trouxeram fizeram-me recordar a experiência de ir ver um jogo de futebol nos anos 90.
As pessoas a chegar às bancadas muito tempo antes do jogo começar. A ausência de lugares reservados assim o exigia. Muitos adeptos sentavam-se com o rádio na mão para ouvir o relato do que estavam a ver, mas também para acompanhar os restantes jogos em simultâneo. Quem ia ao estádio ia única e exclusivamente para ver o jogo e para apoiar a sua equipa. As comodidades eram inferiores, mas a paixão estava bem presente.

Decisões: passado 'vs' presente
Outro ponto que fazia a diferença era a forma como as últimas jornadas do campeonato estavam organizadas. Antigamente existia a regra de que, nas últimas três jornadas, os jogos de equipas que jogavam pelos mesmos objetivos tinham de se efetuar no mesmo dia e à mesma hora. Esta medida fazia com que a emoção e a adrenalina fossem superiores. Jogavam-se os jogos com os ouvidos nos rivais.
Nos dias de hoje, os jogos são organizados não em função da competição, mas sim em função do operador de TV. Quando deixamos que a organização dos jogos de uma competição dependa da vontade dos operadores de TV percebemos que estamos cada vez mais frágeis. Por que afirmo isto? Porque um dos princípios fundamentais para atrairmos interesse pela nossa competição é a emoção das decisões. O que todos queremos é que os campeonatos se decidam nas últimas jornadas, de preferência com a possibilidade de várias equipas poderem vencer a competição. É precisamente o que está a acontecer este ano, com Sporting e Benfica a lutarem, palmo a palmo, pelo título.
Antigamente um jogo de futebol era o momento alto do dia. Os jogos realizavam-se à tarde de forma a que todos pudessem assistir sem restrições.

Liga dos Campeões
Ainda bem que na terça feira a eletricidade já estava restabelecida. Assim, todos tivemos oportunidade de ver dois grandes jogos de Liga dos Campeões.
Parafraseando Pep Guardiola, enquanto existirem jogos assim e treinadores com esta mentalidade o futebol irá continuar a prosperar. Não posso deixar de destacar o PSG de Luís Enrique, onde pontificam os portugueses Vitinha, João Neves, Nuno Mendes e Gonçalo Ramos. Uma verdadeira equipa. Todos têm compromisso. Todos sabem o que devem fazer em cada momento.
Tiveram pela frente um adversário (Arsenal) que também costuma mandar no jogo. A jogar fora foi o PSG a dar cartas. Criou várias ocasiões de golo. Podia ter saído de Londres com uma margem mais confortável.
Também é verdade que Donnarumma fez mais uma grande exibição com duas grandes intervenções. No limite o que ficou na retina foi um jogo à antiga, que prendeu todos aqueles que estavam a assistir à partida. Quando pensávamos que tínhamos visto o grande jogo da jornada, eis que na quarta-feira fomos brindados com mais um grande desafio.
Um Barcelona igual a si mesmo. Controlador, a criar muitas ocasiões de golo, mas também a cometer muitos erros defensivos. Apesar de ter estado em desvantagem no marcador a realidade é que a equipa de Hansi Flick tem uma capacidade incrível de não se deixar abater.
Para quem gosta de futebol é um regalo poder ver uma equipa comandada pelo talento de Yamal ou Raphinha e pelo cérebro de Pedri e De Jong. Do lado contrário um Inter muito bem mecanizado. É uma equipa muito competente apesar de não ser brilhante. Conhece muito bem os seus pontos fortes e tenta esconder os seus pontos fracos. Um dos grandes méritos de Inzaghi é a forma como consegue fazer com que os jogadores sigam a sua ideia de jogo e tenham compromisso total.
A expetativa sobre os jogos decisivos é elevada, tendo em conta o ADN e a qualidade apresentados pelas quatro equipas nos jogos da primeira mão das meias finais da Champions.

A valorizar: Luis Enrique
O PSG é uma equipa de autor. A equipa de Luis Enrique pratica um futebol dominador e alegre. O treinador espanhol conseguiu fazer com que o compromisso coletivo se sobrepusesse ao desejo individual.

A valorizar: Gyokeres
Esta época já leva 52 golos marcados pelo Sporting, mas Gyokeres é muito mais do que os golos que marca... A desvalorizar: Al Nassr A equipa saudita recheada de estrelas (entre as quais Cristiano Ronaldo) foi eliminada pelo atual oitavo classificado da liga japonesa…"

Campeões a uma jornada do fim


"OS JUNIORES JÁ ESTÁ!

Com o empate de hoje a duas bolas no Benfica Campus com o Porto, os sub-19 sagraram-se pela vigésima sexta vez campeões nacionais.
De notar o mau perder dos jovens portistas, que armaram confusão nos momentos finais e depois do fim do jogo.
De notar também que a potência de Alcochete anda na luta pela manutenção.
Venham de lá os títulos de sub-17 e sub-15, ambas as equipas estão bem posicionadas para lá chegar."

O guião...

Segue o baile!

Mais uma...

Precoces...!!!

Santinho!

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