Últimas indefectivações

sexta-feira, 15 de maio de 2026

5.ª Campeãs Nacionais

Quinta dos Lombos 67 - 77 Benfica
16-18, 10-24, 19-20, 22-15

Finalmente, Tricampeás! Foi preciso recorrer ao quinto do jogo, depois da 'branca' do jogo 4 !!!
Não foi uma época fácil, os Lombos foram superiores durante a maior parte da época, mas como tem sido habitual o Benfica começa mal, a Europa atrapalha, mas com umas retificações no plantel, a equipa acaba por melhorar, e temos conseguido chegar ao final das épocas, por cima...
A Nunn foi a MVP das Finais, e fez a diferença esta época... mas a entrada da Bettencourt também trouxe qualidade à equipa...

Parabéns, à secção, às jogadoras e aos treinadores... e já agora, vamos tentar começar a próxima época, com tudo!!!



Início dos Play-off's...

Elétrico 3 - 4 Benfica

Não foi fácil, como era esperado, mas a segunda parte merecia uma diferença maior...


Fever Pitch - Domingo Desportivo - Balada de Vítor Rua

ROAD TO HEXA #2 - O Trabalho Invisivel

Benfica Podcast #594 - Implosion Complete

Falar Benfica - Conversas Gloriosas #52 - Empate com o SC Braga, último jogo na Amoreira e Modalidades

BI: Megafone - Voo Picado #26 - Craques do passado... no Benfica atual

Zero: Lúcia Alves...

BolaTV: O Lado Direito do Mister - S02E5 - A proposta (ou não) para Mourinho renovar com o Benfica

ANDARAM ANOS A FALAR DO JOGO RIO AVE-BENFICA DE 2015/16


"1. Os sportinguistas nunca engoliram a perda do campeonato 2015/16, para eles o jogo Rio Ave-Benfica foi viciado. Está na hora de desfazer essa mentira, que, por muito ter sido repetida, não virou, como eles queriam, verdade.

2. Lembrar que o Benfica ganhou por um-zero com um golo tardio, de Jiménez, aos 73 minutos. Foi um jogo dificílimo - quem não se lembra o que sofremos para sair dos Arcos com os três pontos?

3. O que não diriam eles se o Benfica tivesse ganho por quatro-um com os dois primeiros golos a resultarem de um penálti inventado e de um dos autogolos mais anedóticos dos últimos anos? E ainda tivesse acabado a jogar contra nove, sendo o terceiro golo, que arrumou com o jogo, marcado contra dez?

4. A verdade sobre a denúncia de três jogadores do Rio Ave de que tinham sido alvo de uma tentativa de suburno por parte de um emissário do Benfica, César Boaventura, foi julgada em tribunal - a Benfica SAD não foi acusada - e foi uma trapalhada de tal ordem que a Relação já devolveu o processo, ordenando ao juiz que ouça as testemunhas indicadas por César Boaventura, que foram inadmissívelmente ignoradas, bem assim que junte ao processo documentos também apresentados por Boaventura e igualmente ignorados pelo juiz. É tácil concluir que o que foi verdadeiramente viciado não foi o jogo, foi o julgamento.

5. Este processo fez parte de uma cabala para derrubar e desacreditar o Benfica, que seguia imparável desportiva, económica e financeiramente. Depois, seguiram-se os emails e tudo o mais que nós sabemos. Ao ver as contingências do Rio Ave-Sporting da passada segunda-feira, não resisti a escrever este texto, para perguntar aos sportinguistas o que diriam se tudo aquilo se tivesse passado com o Benfica."

Florentino...


"Finalmente um bocadinho para refletir sobre a conferência de imprensa de Florentino Pérez, se não o maior presidente da história do futebol, talvez um dos maiores.
Se é perfeito? Longe disso, errou tanto que dá dó…mas sabem porque erra? Porque é ele que toma decisões, no final do dia é a ele que são apontados os deméritos/defeitos e que raramente são enaltecidos os méritos/virtudes.
Eu sei o que foram os anos do Galaticos/Pavones…das dificuldades todas que os levaram a ganhar 7 Champions…parece fácil…e para isso contaram com melhores do mundo por posição praticante sempre…mas só se destacaram quando deram tempo para um treinador lançar as bases do sucesso…porque nada se faz sem tempo…nós para andarmos demoramos meses/anos…para aprendermos a falar idem…e para ficarmos sábios uma vida ou para os verdadeiros mais do que isso…porque sábios não os há já que estamos em constante ciclo de aprendizagem!
No entanto no universo do futebol isso não existe, qualquer um é expert, qualquer um é melhor treinador mesmo sem ter treinado ou sequer gerido sei lá…as finanças caseiras do que o melhor treinador do mundo…somos experts…então se formos oposição acertamos sempre o Euromilhões à segunda-feira…que máquinas somos…
Bom, posto isto porque assisti a uma conferência onde o presidente do suposto maior clubes do mundo colocou o lugar à disposição avançando para eleições antecipadas…
NUANCES queres ir a votos no Real Madrid?
15% das receitas globais do clube no último ano tens de caucionar numa conta em Espanha em nome do clubes (podes angariar financiadores para o fazer desde que os descrimines.), falamos de 187 milhões de euros…. Eleições marcadas em 15 dias sem AG’s e o diabo a sete!
Tudo resolvido com a maior celeridade possível, sem fenómenos paranormais, sim paranormais já que só um clube de futebol no mundo tem SEGUNDA VOLTA ELEITORAL…sim…o Benfica tem…💪
Depois o Real foi a votos em JANEIRO, repito, JANEIRO DE 2025…não em Outubro…mas pronto…os trauliteiros democráticos gostam tanto da democracia desde que vençam…e não estou a falar dentro de campo, porque aí como perderam, qualquer derrota ou empate é um regozijo!
A realidade é que Florentino Pérez veio tratar os bois pelos nomes!
Atacou e enfrentou a comunicação social que ele disse estar a soldo, atacou o Barcelona sobre o caso “Negreira”, atacou os ultras do clube…fiquei atónito…
Disse isto tudo e nem sequer teve processos atrás de processo em tribunal levantados pelos próprios adeptos ao serviço da Santa Aliança…sem ter adeptos unidos ao rivais para abater o Benfica…e pah…imaginem viver isso…o homem rebentaria com tudo imagino!
Não, não estou a culpar uma época horrível, e até já faço ponto assente, demitir José Mourinho será um tiro no pé, deixa-lo sair idem!
Roma e Pavia não se fizeram em um dia, e ultimamente apostamos nesse timbre, desde o erro colossal de Vieira em despedir Rui Vitória que a coisa nunca mas entrou nos eixos, daí para a frente até os mega cobiçados pelo Real ( Conceição/ Amorim, Borges, Peixoto, Vasco Botelho da Costa) passaram a dar cartas no mundo do futebol…no entanto este suspira pelo “velho, teimoso e ultrapassado Mourinho…deve ser triunfo eleitoral deduzo através das comunicações dos experts…
Em suma Florentino apontou o dedo sem medo aos Diogo’s, Sofias, Brincas, Mattamouros, Maios, Antunes, etc e etc que passam o tempo com o Benfica na boca ou a ataca-lo…fenómeno da “Santa Aliança” que os protegeu e potenciou…sim Gabriel, tens razão, o árbitros perderam o respeito pelo Benfica…mas eu não quero respeito, exijo isenção!
Enfim…má época de ambos os clubes mas com tantos pontos em comum nas criticas indicadas… deve ser obra do acaso!"

Benfica — do amor não correspondido à surdez


"Como o artigo da jornalista espanhola do ABC que incomodou Florentino Pérez, presidente do Real Madrid, se pode aplicar, em larga medida, ao Benfica

Se alguém por aí já tiver descoberto a máquina do tempo, faça o favor de mostrar a quem ainda vive nos anos 80 ou 90 a recente conferência de Imprensa de Florentino Pérez. Está lá todo o guião do dirigente que sacode a responsabilidade das costas e dispara contra os inimigos no campo e fora dele, com o requinte vulgar de diminuir uma mulher porque o assunto é futebol e um possível adversário nas eleições por ter pronúncia sul-americana ou mexicana. Todos os que passaram por aqueles anos ouviram, vezes sem conta, aqueles argumentos estafados que, não tenho dúvida, ainda convencem os mais fiéis.
Acompanhei, por dever de ofício, essa intervenção do presidente do Real Madrid. Não gostei. Interessou-me, porém, conhecer o que escreveu essa mulher que, na verdade, não saberá muito de futebol, mas que publicou um texto no jornal ABC de um património que vai muito para lá de uma bola de futebol e 22 jogadores em campo.
Chama-se María José Fuenteálamo e, para lá de jornalista que se dedicou a Economia, Investigação, Educação ou Saúde, é professora na Universidade Complutense de Madrid. Explicou, depois de apanhada de surpresa pela intervenção de Florentino Pérez, que falou do que representa o Real Madrid, como instituição histórica, na sociedade, das suas cores e do desportivismo.
O texto, com riqueza de referências bibliográficas, é uma extraordinária reflexão socioantropológica sobre o momento do Real Madrid, do comportamento de jogadores, dirigentes, sócios e adeptos. Poderia assentar como uma luva no Benfica. Dá-se o caso de que tudo é amplificado pela escala universal do clube da capital espanhola.
Partilhou Fuenteálamo que amigos madridistas estão intrigados sobre qual será o nível dos decibéis da próxima assobiadela no Bernabéu. Como será na Amoreira, sábado, com o Benfica, na última jornada do campeonato? E recorda uma citação do escritor Robert Louis Stevenson: «Ama-me quando menos o mereça, porque será quando verdadeiramente preciso.» Argumenta que nunca se deve deixar só o perdedor porque o vencedor tem tudo. E questiona sobre se o Real merece carinho dos seus neste momento. Também faz sentido por cá, certo?
Real Madrid e Benfica, como outro qualquer clube, não devem respeito aos sócios e adeptos apenas para que sejam apoiados e animados. Fuenteálamo, resumidamente, entende que o Real Madrid deve respeito à sociedade que o observa e deve atravessar os momentos baixos com dignidade. Reclama e sugere que jogadores e dirigentes acompanhem os visitantes aos estádios para tocar a ilusão de sócios e adeptos e sentir de verdade a responsabilidade que têm. Não seria má ideia por cá, pois não?
O Benfica, também em crise desportiva, nem sempre reagiu bem às adversidades — fê-lo apenas através de comunicados, publicações na rede social X ou intervenções do presidente contra as arbitragens. Continuo a dizer que duas coisas podem ser verdade ao mesmo tempo e o Benfica pode queixar-se das arbitragens, mas também reconhecer erros próprios e apresentar soluções que sócios e adeptos possam compreender. O que não pode acontecer é que um gigante se faça surdo perante os assobios. Porque essa surdez, como defendeu Fuenteálamo em relação ao Real, retumba na sociedade.
O maior risco do Benfica é manter-se numa bolha, ignorando tudo o que se passa à volta e, sobretudo, o sentimento de sócios e adeptos. Não tenho forma de prová-lo, mas acredito que uma das razões para Rui Costa ter vencido as eleições foi ter estado ao lado dos benfiquistas e ter falado como um deles. E eles precisam de ouvir Rui Costa. Sem os argumentos de Florentino Pérez."

«As pessoas estão preparadas para ver um jogador chorar?»


"Quando algum famoso como um jogador de futebol assume problemas de saúde mental, muitos reagem em pânico: afinal, pode acontecer a qualquer um de nós... Outros levantam-se do chão... E não há maior grandeza...

Ricardo Lemos lançou a pergunta durante mais recente O Lado Direito do Mister, de A BOLA: «As pessoas estão preparadas para ver um jogador chorar?» A questão nasce num tempo em que cada vez mais futebolistas assumem publicamente problemas de saúde mental ou dramas pessoais difíceis de carregar. Luís Suárez revelou recentemente que não vê as filhas há mais de dois anos, consequência de um litígio com a mãe das crianças. Sudakov admitiu não estar com a cabeça a cem por cento no Benfica nem na profissão, num testemunho que expôs algo tantas vezes escondido: a depressão também entra em campo.
Há uns anos, a pergunta seria outra. Estariam os jogadores preparados para chorar em público? Para assumirem problemas de saúde mental? Hoje o centro da questão deslocou-se para nós, para a sociedade, para a forma como olhamos para quem idolatramos. Porque muitos adeptos continuam a ver os jogadores como figuras suspensas acima da condição humana, seres superiores que existem para transportar multidões para uma espécie de território sem dor. O futebol surge, assim, como uma interrupção do peso da realidade, um instante de evasão coletiva capaz de anestesiar angústias pessoais, contas por pagar, fracassos íntimos e silêncios acumulados. Talvez seja precisamente por isso que há quem se assuste quando um jogador admite fragilidade. Porque essa fragilidade obriga cada um a confrontar-se consigo próprio. Se alguém que ganha bem, é admirado por milhões e é protegido pela fama também sucumbe à tristeza, à depressão ou ao vazio, então ninguém está a salvo, nenhum ser humano é imune.
É um erro recorrente associarmos saúde mental a sucesso profissional e/ou financeiro, a estatuto ou privilégios. O sofrimento é profundamente democrático. E é também um erro recorrente fugirmos destes problemas a qualquer custo, como se viver fosse apenas uma tentativa desesperada de evitar quedas e cicatrizes. Procuramos fórmulas mágicas para não sofrer, em vez de aprendermos a dar sentido ao sofrimento.
Viktor Frankl escreveu que «quem tem um ‘porquê’ suporta quase qualquer ‘como’». E talvez seja isso que tantas vezes nos falta: não a ausência de dor, mas uma razão suficientemente forte para atravessá-la. Porque a coragem e a resiliência vêm do sentido que damos às coisas pelas quais temos de atravessar; vêm da forma como valorizamos e quanto queremos a luz ao fundo do túnel.
Olho para estes e muitos outros jogadores com muito respeito. A vulnerabilidade não lhes retira dimensão; acrescenta-lhes humanidade. E há uma forma de heroísmo que só existe depois da queda. A grandeza não é propriedade dos invencíveis.
Nenhum dos meus heróis passou pela vida sem falhar. Há maior grandeza em quem se levanta do chão do que em quem sobe ao céu. Porque o verdadeiro exemplo não está na ausência de dor, mas na coragem silenciosa de continuar apesar dela. É aí que nasce a admiração genuína: não no talento, não no sucesso, mas na recusa que os medos e as fraquezas ditem destinos, cavando sepulturas de corpos ainda vivos. E porque nem todos têm as mesmas forças para lutar, cabe-me a mim e a si, no esplendor da nossa humanidade, ter dois braços estendidos e não duas mãos fechadas. Não apenas para segurar o outro, mas para que o outro também nos segure…"

BF: Saviolo...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Sporting ataca cedo

Observador: E o Campeão é... - Villas-Boas seduz Diogo Costa. Otamendi à porta, mas qual?

Observador: Três Toques - Afonso Eulálio é camisola rosa em Itália

BolaTV: Mais Vale à Tarde que Nunca #138