Últimas indefectivações

terça-feira, 20 de abril de 2021

Nas meias-finais...

Benfica 1 - 1 Leixões
Gouveia


Qualificados para as Meias-finais da Taça Revelação, com um 3-2 nos dois jogos, após a vitória em Matosinhos por 2-1.
Não foi o nosso melhor jogo, o Samu foi essencial na baliza, a defender um penalty e mais alguns remates perigosos, mas com 1-0 no marcador, estivemos várias vezes perto de fazer o 2-0 e 'matar' a eliminatória, mas aos 88' foi o Leixões a empatar e a criar algum suspense no final...!!!

Nota para os comentários no Canal 11, o canal da Federação Portuguesa de Futebol, que a acreditar pelas reacções, mais parecia a Leixões TV... É transversal praticamente a todas as modalidades, em todos os canais portugueses, o Benfica é tratado como fosse uma 'selecção' estrangeira a defrontar a Selecção nacional!!!

Nas meias-finais vamos defrontar o Braga, que supostamente é inferior a este Leixões... mas neste escalão, é difícil prever os valores dos adversários, já que muito depende das convocatórias!

Juntos somos milhões!


"É o que somos, nós os benfiquistas. É essa a força que temos sempre que nos juntamos pelas causas justas e pelo sonho dum Benfica Glorioso e Solidário.
Respiramos desporto, sentimos como ninguém a veia da competição, celebramos a vitória com humildade e sofremos na derrota com a certeza de aprender e emergir mais fortes.
Há algo que nos une na glória, como na adversidade. Uma pertença que ecoa por milhões de pessoas como um sentimento único que nos convoca a todos a mobilizar o melhor de nós para servir, conquistar, ir mais além.
São os nossos Valores! É a nossa Mística!
Nascida há mais de um século, quando se juntaram vontades e se construiu um sonho imenso num Portugal pequeno e profundo. Nesses dias, um Benfica que une, congrega e faz vibrar, irrompeu como um bálsamo, uma força positiva do melhor de nós a apontar para o futuro. Faltava a bola e foi com uma simples coleta que se iniciou a caminhada gloriosa do Benfica que todos conhecemos.
Desde cedo, sempre a crescer, sempre a levantar bem alto a chama imensa da força benfiquista. Sempre a vibrar pela vitória e sempre a olhar pelos que mais precisam e sofrem até que, há doze anos, criámos uma Fundação para exercer a solidariedade benfiquista.
Desde então apoiámos efetivamente mais de 200 000 pessoas, envolvidas nos projetos e ações deste Benfica Social, estivemos sempre na linha da frente em Portugal e no mundo, a fazer em nome de todos nós, sabendo que onde a Fundação faz, são os milhões de benfiquistas que estendem uma mão amiga aos que a merecem e dela precisam.
Essa força da união dos benfiquistas, que todos os anos se renova na contribuição generosa de parte do seu IRS, levou-nos pelas zonas de maior pobreza das nossas cidades como aos lugares mais remotos de um Portugal que, demasiadas vezes, ainda sofre. Também nos levou pelo mundo, sobretudo onde se fala português e se respira Benfica, das missões de São Tomé, à erupção trágica do vulcão da Ilha do Fogo em Cabo Verde, ou a alimentar mais de 25 000 vítimas do ciclone Idaí no dilacerado país irmão de Moçambique, berço de glórias imortais como Coluna ou Eusébio. Levou-nos ainda pelos terramotos do Haiti e do Nepal, ou mais proximamente às vítimas de tempestades na Madeira, dos gigantescos incêndios de 2017, de explosões mortíferas que ceifaram famílias inteiras a projetos de combate à pobreza infantil e abandono escolar, apoio alimentar a idosos isolados de todo o país e tanto, tanto mais, que infelizmente ainda é preciso fazer e continuar a fazer.
Num tempo em que a COVID nos pôs duramente à prova a todos, o Benfica mostrou uma vez mais quem é e como são os benfiquistas quando se juntam.
Agarrou em dinheiro vivo e ajudou generosamente o SNS com um milhão e duzentos mil euros em materiais de proteção, ventiladores e apoios a 3000 idosos, a 450 pessoas sem-abrigo, a refugiados, e outras ações. Isto em pleno início da pandemia, com o país assustado e apreensivo face às incertezas do futuro, com as ruas vazias de gente, os estádios silenciados, as farmácias vazias de álcool e os hospitais a lutar por meios essenciais de proteção e assistência.
Tudo isto fizemos com humildade e sentido de missão. Mas não é da Fundação a obra, e sim dos benfiquistas, que são o Benfica, que a fundaram e acarinham bem no coração da chama imensa que anima e engrandece o nosso Benfica.
Esta é, na verdade, uma história extraordinária e exemplar de como todos unidos em torno de um sonho comum podemos atingir tudo, mas também de como, todos unidos a contribuir para uma obra social, podemos ajudar.
Por isso, olhemos para estas lições da história benfiquista e, de mãos dadas e sonhos unidos, continuemos a apoiar quem necessita.
Como? Através do simples ato de consignar 0,5% do IRS de cada um, inscrevendo 509259740 no IRS e ajudando, sem custos, a Fundação Benfica. Porque juntos somos milhões!"

Superliga Europeia: desmentido


"O Sport Lisboa e Benfica esclarece que são inteiramente falsas as informações publicadas hoje no jornal "Record", relativas a pretensas negociações tendentes a uma participação na Superliga Europeia, reiterando, mais uma vez, a sua total oposição ao projeto.
O Sport Lisboa e Benfica foi o primeiro clube português a expressar publicamente a sua objeção a uma Superliga Europeia, em novembro do ano passado, na sequência de uma entrevista do seu CEO, Domingos Soares de Oliveira.
O Sport Lisboa e Benfica, no âmbito da sua presença na ECA – Associação Europeia de Clubes, sempre se manifestou contrário a qualquer competição fora do âmbito da UEFA, tendo, inclusive, contribuído ativamente para a reformulação do modelo competitivo da Liga dos Campeões pós-2024 (P24).
O Sport Lisboa e Benfica sempre esteve, e estará, solidário com a UEFA e com os valores do futebol europeu: meritocracia, solidariedade e inclusão.
O Sport Lisboa e Benfica lamenta, uma vez mais, que o jornal "Record" insista em publicar informações falsas, dando crédito infundado a fontes meramente interessadas em condicionar e desmerecer a instituição."

Benfica FM #155 - Gil...

Visão Vermelha S2E29 - Gil...

O Cantinho Benfiquismo #48 - Super Gil & Super League

SL Benfica | As 5 melhores defensivas da história encarnada


"Mau feitio ou talvez apenas má vontade, quando Leauty decide agarrar-se à bola e fazer golo de belo efeito à passagem do minuto 35, longos dias de apreciações e estudos acerca da estabilidade defensiva do SL Benfica caíram por terra e expuseram realidade que nos permite distinguir, com toda a certeza, muitos dos fatores que comprometeram os resultados desta temporada ao insucesso.
Ainda assim, os 715 minutos que Helton Leite conservou a invencibilidade são registo digno de destaque na secção dos recordes do Museu Cosme Damião, colocando o nome ao lado de Bento, Júlio César ou Ederson – e esta fase, que durou praticamente mês e meio, será o único apontamento positivo duma época condenada ao fracasso desde agosto.
Numa tentativa de tentar conhecer melhor qual a dimensão dos feitos defensivos dos encarnados, enumeramos cinco das mais memoráveis retaguardas do clube da Luz, quartetos ou quintetos que permitiram açambarcar condições ideais para as linhas atacantes puxarem a si a fama das mais gloriosas noites .
Entendível num clube que formatou a sua abordagem tática ao culto do golo e de correntes estéticas mais atrevidas, encarando o jogo como espaço de entretenimento supremo e a obtenção da vitória com recurso ao 5-4 em vez do 1-0 – filosofia bem explícita na famosa frase de Bella Gutmann: «Não me desgosta nada que o adversário marque três ou quatro golos desde que a minha equipa marque quatro ou cinco… Primeiro, marcar golos. Depois, tentar não os sofrer. Eis a filosofia do meu futebol».
Nestes pressupostos, elegem-se cinco conjuntos de operários prontos ao sacrifício da fama em prol dos objetivos coletivos, apoiando na estatística o critério das escolhas.

1. 1961/63 – Costa Pereira, Mário João, Germano, Ângelo, Neto e Cruz – Na primeira final, em teoria o FC Barcelona obrigava a esforços redobrados na planificação de resultado positivo. O jogo confirmou essa ideia, em hora e meia de cerco à baliza de Costa Pereira.
Em Wankdorf, o SL Benfica ainda não era em 4-2-4 como foi durante o resto da década, de forma a acomodar Eusébio e Simões na última linha. O primeiro a ter sucesso, o de 60/61, apresentava-se ainda no já ultrapassado WM, e os cinco magníficos que aguentaram as investidas de Suárez, Kocsis, Kubala, Czibor e Evaristo gravaram a letras garrafais o seu nome pela coragem e sentido prático demonstrados, posicionados em dois + três: Mário João e Ângelo, direita e esquerda, Germano como pêndulo que, ora equilibrava atrás, ora saía a jogar e fazia linha mais à frente com Neto e Cruz.
Na final do ano seguinte, a transição já se dera entretanto para o novo sistema, e Neto sairia das opções iniciais, permitindo a Germano e Ângelo comporem a primeira grande parelha de centrais encarnada.

2. Época 1977/78 – Bento, Alberto Bastos Lopes, Humberto Coelho, Eurico e Alberto – Um SL Benfica treinado por John Mortimore mantém-se invicto num campeonato a 30 jogos, mas o exagero de empates (nove) são fator crucial para desempatar o título. O FC Porto acaba com os mesmos pontos (51), mas com maior diferença de golos. A média de 0,36 golos sofridos por jogo são a segunda melhor média nacional de sempre – a seguir ao FC Porto de 1979-80 que sofreu apenas nove golos no mesmo numero de jogos -, e refletem o assombroso impacto de 20 clean sheets!, estatística que revela bem o rigor defensivo de uma turma encarnada que só encontrou verdadeiro opositor num Liverpool FC cheio de estrelas – campeões europeus em título, Bob Paisley comandou Dalglish e companhia com perícia na construção de um resultado agregado de 6-2 (o descalabro benfiquista veio em Inglaterra, 4-1), avançando rumo às meias-finais e posteriormente a nova vitória na competição.

3. Época 1988/89 – Silvino, Veloso, Ricardo Gomes, Mozer e Álvaro/Fonseca – A época começou sobressaltada. O FC Porto, com sede de vingança pela derrota no caso Ademir, esquece o pacto de cavalheiros entre os dois clubes e vai à Luz roubar Dito e Rui Águas. Toni mantinha-se no banco e para remendar a equipa atravessa o Atlântico – vai a Porto Alegre convencer os responsáveis do Grémio a vender a sua jóia, de nome Valdo, e arranca para o Rio de Janeiro, onde reuniria com os responsáveis do “Flu” para acertar contas em relação à compra do passe de Ricardo Gomes, que chegado à Luz trata de se conciliar imediatamente com Mozer.
Resultado: 15 golos sofridos em todo o Campeonato Nacional. Se aos dias de hoje já é registo assinalável, atentemos que à época competiam 20 equipas, totalizando 38 jornadas. Os 0,39 golos sofridos por encontro imortalizaram principalmente a dupla de centrais, que marcaram uma época no SL Benfica e eram titulares na seleção canarinha. Contudo, não esquecer a presença do capitão Veloso e da intermitência de Álvaro Magalhães à esquerda, que permitiu a ascensão de um jovem Fonseca. O sucesso no campeonato não se transmitiu para o resto das competições, com eliminação precoce na Europa (aos pés do Standard Liége) e derrota na final da Taça de Portugal, frente ao CF Belenenses de Marinho Peres.

4. Época 1987/88 – Silvino, Veloso, Dito, Mozer e Álvaro – Entra aqui a linha defensiva da equipa que regressou às finais continentais pós-década de 60, exatamente pelo registo defensivo notável na prova – um único golo sofrido no caminho até á final. Partizan de Tirana, Aarhus, Steaua de Bucareste e PSV foram incapazes de importunar as redes encarnadas, só o RSC Anderlecht, em Bruxelas, conseguiu saborear um golo marcado à defesa de betão. Proeza que exigiu muito método e concentração, como se pode atestar pelo vídeo. O autor? Um tal de Arnór Gudjohsen. Sim, o apelido e o talento não enganam: é o pai de Eidur Gudjohsen, ex-jogador de Chelsea FC e FC Barcelona.

5. Época 2013/14 – Oblak; Maxi Pereira, Luisão, Garay e Siqueira – Se seria justo referir o impressionante registo de 2014-15 (16 golos sofridos em 34 jornadas)? Sim, mas como fugir dos fabulosos seis meses de Jan Oblak de águia ao peito? Como ignorar alguém capaz de 21 clean sheets em 26 jogos? De alguém que nesse período tenha apenas sofrido seis golos?
A desenvoltura do esloveno a trancar a baliza a sete-chaves – que exibição portentosa em Turim! – foi a base da enorme capacidade de sofrimento daquele SL Benfica. Quando a qualidade é deste calibre, todos os jogos parecem fáceis. Como eram muitas vezes as suas defesas, as quais tornavam remates perigosos em bolas aparentemente inofensivas. O momento da lesão de Artur, a meio de dezembro de 2013 num jogo frente ao SC Olhanense foi ponto de viragem na vingança dos fatídicos momentos de 2012-13."

SL Benfica | As 4 piores vendas do passado recente encarnado


"Nem sempre os clubes sabem comprar e vender da melhor forma, e o SL Benfica não é exceção. Por um lado, temos os flops, aqueles jogadores que são contratados com a esperança de se tornarem verdadeiras estrelas no clube e acabam por não render aquilo que se esperava, mas por outro, às vezes os flops são mesmo os clubes que vendem os jogadores antes de estes poderem mostrar o seu valor. 
Hoje falaremos nas piores vendas do Sport Lisboa e Benfica no passado recente, acrescentando uma venda que foi feita ainda no século passado, mas que tem repercussões até aos dias de hoje.Falarei de lendas de outros clubes, de negócios em carrossel, da “saga dos 15” e ainda de como “perder” 40 milhões de euros por causa de uma cláusula de compra.

1. Deco
Muitos não o sabem, mas Deco foi jogador do SL Benfica antes de se tornar numa lenda de um dos maiores rivais dos encarnados, o FC Porto.
O “mágico” chegou a Portugal através do SL Benfica proveniente do SC Corinthians e foi imediatamente emprestado ao FC Alverca na primeira temporada. No seu segundo ano em Portugal, o SC Salgueiros garantiu o jogador, também a título de empréstimo.
Deco não havia de realizar um único jogo de águia ao peito. A 31 de março de 1999 o SL Benfica vendeu Deco por 8 milhões de euros ao Futebol Clube do Porto para este se tornar uma verdadeira lenda dos Dragões, fazendo carreira ainda no FC Barcelona e Chelsea FC.

2. Bernardo Silva
Um dos jogadores pior aproveitados que saíram do Seixal. Bernardo Silva é magia, é drible, é inteligência, mas nada disso foi aproveitado pelo SL Benfica.
Com muita concorrência para um menino que na altura tinha apenas 20 anos, nunca teve uma verdadeira oportunidade na equipa principal após ter percorrido todos os escalões de formação do clube encarnado.
Saiu no carrossel de vendas por 15 milhões de euros e o seu valor de mercado foi sempre a subir. Atualmente vale cerca de 70 milhões de euros e é um dos “meninos bonitos” no Manchester City FC de Guardiola.
Mais uma vez, 15 milhões é muito dinheiro para um jovem sem provas dadas, mas por outro lado, é um risco vender sem dar oportunidades. A saga dos 15 atacou mais uma vez.

3. João Cancelo
João Cancelo foi, por muitos anos, uma das joias da formação encarnada. Percorreu alguns escalões de formação no FC Barreirense até chegar ao Seixal para se afirmar como um dos jovens mais promissores da sua geração.
O Sport Lisboa e Benfica promoveu Cancelo à segunda equipa encarnada, onde realizou 51 jogos. Na sua segunda temporada como sénior, Cancelo estreou-se a jogar pela equipa principal, mas foi um percurso muito curto. Dois jogos depois e havia sido vendido ao Valência CF a troco de 15 milhões de euros.
Aquele que poderia ter sido um bom negócio, (pois convenhamos, 15 milhões por um jogador que não tinha ainda provas dadas no futebol era um bom negócio) acabou por sair furado. Cancelo é, atualmente, um dos melhores laterais do mundo com um valor de mercado a rondar os 50 milhões de euros.

4. Luka Jovic
Luka Jovic é um dos piores negócios da história do SL Benfica. Não porque por aquilo que jogava no clube (muito pelo contrário), mas pelos contornos em que o negócio foi realizado. 
Ora bem, Jovic foi emprestado ao Eintracht Frankfurt com uma taxa de empréstimo de 200 mil euros e com opção de compra na ordem dos 22 milhões de euros. Pois bem, aquele parecia um valor irrisório, mas Jovic destacou-se na Bundesliga nesse ano e surgiam interessados no jogador um pouco por toda a Europa.
O Real Madrid CF era um dos interessados e apresentou uma proposta de 63 milhões de euros ao… Eintracht Frankfurt. Portanto, a equipa alemã ativou a cláusula de compra de 22 milhões de euros e vendeu o jogador logo de seguida ao Real Madrid CF por 60M. Um lucro de 40 milhões instantaneamente.
Um dos piores negócios do Sport Lisboa e Benfica."

Benfica FM - Vinícius....

Fever Pitch - João & Markus... Alemanha!

segunda-feira, 19 de abril de 2021

Derrota em Vizela...

Vizela 1 - 0 Benfica B


O Vizela está em 2.º lugar e é muito provavelmente o principal candidato a juntar-se ao Estoril nos lugares de subida directa à I Liga, portanto uma derrota não é escandaloso... o problema, é que mesmo sem jogar muito bem, o Vizela dominou a posse, podíamos ter sacado pontos... bastava um bocadinho mais de pontaria! O Henrique hoje falhou onde normalmente não falha!
Agora a figura do jogo foi mesmo o árbitro: Hugo Silva! Uma vergonha... e esteve 'bem acompanhado' pelos fiscais... num dos foras-de-jogo não assinalados ao ataque do Vizela, o jogador estava sem exagerar mais de 5 metros 'isolado'!!! Nada mal... Bruno Trindade e Carlos Covão o nome dos artistas!!! E o penalty não marcado a favor do Benfica, no início da partida, até terá sido o erro 'menor'!!! Uma vergonha... suspeito que daqui a pouco estará a apitar os principais jogos da I Liga!!!

Lixívia 27


Tabela Anti-Lixívia
Benfica..............57 (-10) = 67
Sporting........... 69 (+10) = 59
Corruptos....... 63 (+22) = 41

Quando se anunciou a nomeação do Hugo Macron para Faro já todos sabiam o que ia acontecer... e ninguém ficou 'desiludido'!!!
2 penalty's perdoados aos Lagartos, impunidade disciplinar à farta (basta comparar o critério da jornada anterior no Paços-Benfica)... E a cereja no topo, foi mesmo os minutos de desconto, no final da partida: 3 minutos, isto depois de paragens do VAR (mais de 2 minutos); substituições... e até cartões amarelos por perda de tempo... Sendo já no final, uma assistência da equipa médica, parou o jogo em cerca de 40 segundos! Mas a ânsia em terminar a partida era tanta, que nem foi preciso chegar ao minuto 93 para apitar para o fim...!!!

O primeiro penalty é claro, o Coates chega atrasado, ele sabe que está atrasado, inclusive levanta os braços, mas não evita o contacto...
O segundo penalty ainda é mais claro, a única dúvida seria um possível fora de jogo, que não existe... a não actuação do VAR nos dois lances é vergonhosa!

Na Luz e na Choupana, não houve 'grandes' casos, mas não posso deixar de destacar o critério disciplinar: enquanto o adversário do Benfica terminou a partida sem um único cartão amarelo; na Choupana, uma equipa dos Corruptos, que em todas as disputas físicas, faz falta, levou um único amarelo!!!
A impunidade continuada altera a forma das equipa jogar, no caso dos Corruptos, em todas as disputas os jogadores 'entram' com a intenção de 'matar' a jogada! A falta é a base fundamental da forma de defender...
No nosso caso é ao contrário, os nossos jogadores têm que ter muito cuidado... e os nossos adversários sentem-se também 'protegidos'! Por isso é que nas últimas jornadas, o sentimento de impunidade é tão grandes, que acabámos de beneficiar de algumas expulsões, pois os jogadores entusiasmaram-se!!! E o VAR foi obrigado a intervir...!!!

Uma nota ainda para a atitude dos adversários dos Corruptos: já perdi a conta aos jogos que os Corruptos disputaram na Liga em ritmo de treino... Comparar as correrias dos Corruptos nos jogos Europeus, com as pastilhas a fundo, e jogos imediatamente a seguir, a ritmo de caracol... como se costuma dizer, só é enganado quem quer!!!

Já agora, no penalty defendido pelo guarda-redes dos Corruptos, nenhum dos pés esta em cima da linha, estão os dois à 'frente'... mas o senhor Soares Dias não achou que valia a pena repetir o penalty!!!!


Anexos (I):
Benfica
1.ª-Famalicão(f), V(1-5), Godinho (Malheiro), Nada a assinalar
2.ª-Moreirense(c), V(2-0), Almeida (R. Oliveira), Nada a assinalar
3.ª-Farense(c), V(3-2), Martins (V. Santos), Prejudicados, (3-0), Sem influência
4.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Pinheiro (Hugo), Prejudicados, (0-4), Sem influência
5.ª-B Sad(c), V(2-0), Rui Costa (Narciso), Nada a assinalar
6.ª-Boavista(f), D(3-0), Hugo (V. Santos), Nada a assinalar
7.ª-Braga(c), D(2-3), Soares Dias (Esteves), Nada a assinalar
8.ª-Marítimo(f), V(1-2), Mota (V. Santos), Prejudicados, (1-3), Sem influência
9.ª-Paços de Ferreira(c), V(2-1), Rui Costa (Esteves), Prejudicados, Sem influência
10.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Almeida (Nobre), Prejudicados, Beneficiados, (0-3), Sem influência
11.ª-Portimonense(c), V(2-1), Martins (Esteves), Prejudicados, Sem influência
12.ª-Santa Clara(f), E(1-1), Malheiro (Rui Costa), Nada a assinalar
13.ª-Tondela(c), V(2-0), M. Oliveira (V. Santos), Prejudicados, (3-0), Sem influência
14.ª-Corruptos(f), E(1-1), Godinho (Hugo), Prejudicados, (1-2), (-2 pontos)
15.ª-Nacional(c), E(1-1), Rui Costa (Almeida), Prejudicados, (3-1), (-2 pontos)
16.ª-Sporting(f), D(1-0), Soares Dias (Hugo), Nada a assinalar
17.ª-Guimarães(c), E(0-0), Almeida (Nobre), Prejudicados, (1-0), (-2 pontos)
18.ª-Famalicão(c), V(2-0), Hugo (Godinho), Nada a assinalar
19.ª-Moreirense(f), E(1-1), M. Oliveira (Melo), Prejudicados, (0-3), (-2 pontos)
20.ª-Farense(f), E(0-0), Hugo (V. Santos), Prejudicados, (0-2), (-2 pontos)
21.ª-Rio Ave(c), V(2-0), Almeida (Nobre), Prejudicados, (3-0), Sem influência
22.ª-B Sad(f), V(0-3), Martins (Pinheiro), Nada a assinalar
23.ª-Boavista(c), V(2-0), Mota (V. Ferreira), Prejudicados, (4-0), Sem influência
24.ª-Braga(f), V(0-2), Pinheiro (Godinho), Prejudicados, (0-3), Sem influência
25.ª-Marítimo(c), V(1-0), Godinho (Narciso), Prejudicados, (2-0), Sem influência
26.ª-Paços de Ferreira(f), V(0-5)
, Hugo (Martins), Prejudicados, (0-6), Sem influência
27.ª-Gil Vicente(c), D(1-2), Veríssimo (Martins), Nada a assinalar

Sporting
1.ª-Gil Vicente(c), V(3-1), Narciso (R. Oliveira), Nada a assinalar
2.ª-Paços de Ferreira(f), V(0-2), Veríssimo (Esteves), Beneficiados, (0-1), Impossível contabilizar
3.ª-Portimonense(f), V(0-2), M. Oliveira (Narciso), Nada a assinalar
4.ª-Corruptos(c), E(2-2), Godinho (Martins), Prejudicados, (2-0), (-2 pontos)
5.ª-Santa Clara(f), V(1-2), Mota (V. Santos), Nada a assinalar
6.ª-Tondela(c), V(4-0), Nobre (Esteves), Nada a assinalar
7.ª-Guimarães(f), V(0-4), Hugo (V. Santos), Nada a assinalar
8.ª-Moreirense(c), V(2-1), V. Ferreira (R. Oliveira), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
9.ª-Famalicão(f), E(2-2), Godinho (Soares Dias), Nada a assinalar
10.ª-Farense(c), V(1-0), Narciso (Esteves), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
11.ª-B Sad(f), V(1-2), Rui Costa (Narciso), Nada a assinalar
12.ª-Braga(c), V(2-0), Verríssimo (Pinheiro), Prejudicados, Beneficiados, (4-0), Sem influência
13.ª-Nacional(f), V(0-2), Mota (Nobre), Nada a assinalar
14.ª-Rio Ave(c), E(1-1), Malheiro (V. Ferreira), Nada a assinalar
15.ª-Boavista(f), V(0-2), Veríssimo (Nobre), Nada a assinalar
16.ª-Benfica(c), V(1-0), Soares Dias (Hugo), Nada a assinalar
17-ª-Maríitmo(f), V(0-2), Hugo (Narciso), Nada a assinalar
18.ª-Gil Vicente(f), V(1-2), Almeida (Nobre), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Paços de Ferreira(c), V(2-0), Narciso (L. Ferreira), Beneficiados, Prejudicados, (1-2), Impossível contabilizar
20.ª-Portimonense(c), V(2-0), Rui Costa (R. Oliveira), Beneficiados, (1-0), Sem influência
21.ª-Corruptos(f), E(0-0), Pinheiro (Soares Dias), Nada a assinalar
22.ª-Santa Clara(c), V(2-1), M. Oliveira (Veríssimo), Nada a assinalar
23.ª-Tondela(f), V(0-1), Almeida (Correia), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
24.ª-Guimarães(c), V(1-0), Martins (V. Ferreira), Nada a assinalar
25.ª-Moreirense(f), E(1-1), Pinheiro (Esteves), Beneficiados, (2-1), (+1 ponto)
26.ª-Famalicão(c), E(1-1), Rui Costa (Nobre), Nada a assinalar
27.ª-Farense(f), V(0-1), Hugo (V. Ferreira), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)

Corruptos
1.ª-Braga(c), V(3-1), Pinheiro (Martins), Beneficiados, (2-1), Impossível contabilizar
2.ª-Boavista(f), V(0-5), Godinho (Hugo), Nada a assinalar
3.ª-Marítimo(c), D(2-3), Rui Costa (L. Ferreira), Beneficiados, (1-4), Sem influência
4.ª-Sporting(f), E(2-2), Godinho (Martins), Beneficiados, (2-0), (+1 ponto)
5.ª-Gil Vicente(c), V(1-0), Malheiro (Esteves), Nada a assinalar
6.ª-Paços de Ferreira(f), D(3-2), Almeida (Narciso), Beneficiados, (5-1), Sem influência
7.ª-Portimonense(c), V(3-1), Nobre (R. Oliveira), Beneficiados, (3-2), Impossível contabilizar
8.ª-Santa Clara(f), V(0-1), Pinheiro (Esteves), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
9.ª-Tondela(c), V(4-3), Martins (Hugo), Beneficiados, (2-3), (+3 pontos)
10.ª-Nacional(c), V(2-0), M. Oliveira (Esteves), Beneficiados, Prejudicados, (0-1), (+3 pontos)
11.ª-Guimarães(f), V(2-3), Malheiro (Rui Costa), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
12.ª-Moreirense(c), V(3-0), Mota (V. Santos), Beneficiados, (1-0), Impossível contabilizar
13.ª-Famalicão(f), V(1-4), Rui Costa (Martins), Prejudicados, Beneficiados, Sem influência
14.ª-Benfica(c), E(1-1), Godinho (Hugo), Beneficiados, (1-2), (+1 ponto)
15.ª-Farense(f), V(0-1), Mota (Malheiro), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
16.ª-Rio Ave(c), V(2-0), Almeida (Godinho), Nada a assinalar
17.ª-B Sad(f), E(0-0), Veríssimo (R. Oliveira), Nada a assinalar
18.ª-Braga(f), E(2-2), Soares Dias (Pinheiro), Nada a assinalar
19.ª-Boavista(c), E(2-2), Mota (V. Ferreira), Beneficiados, (0-3), (+1 ponto)
20.ª-Marítimo(f), V(1-2), V. Ferreira (Almeida), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
21.ª-Sporting(c), E(0-0), Pinheiro (Soares Dias), Nada a assinalar
22.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Almeida (R. Oliveira), Nada a assinalar
23.ª-Paços de Ferreira(c), V(2-0), Martins (Nobre), Nada a assinalar
24.ª-Portimoenense(f), V(1-2), Rui Costa (Narciso), Beneficiados, (2-2), (+2 pontos)
25.ª-Santa Clara(c), V(2-1), Hugo (Nobre), Nada a assinalar
26.ª-Tondela(f), V(0-2), Veríssimo (Almeida), Beneficiados, (1-2), Impossível contabilizar
27.ª-Nacional(f), V(0-1), Pinheiro (Soares Dias), Nada a assinalar

Anexos (II):
Árbitros:
Benfica
Almeida - 4
Hugo - 4
Rui Costa - 3
Martins - 3
Godinho - 3
Soares Dias - 2
M. Oliveira - 2
Mota - 2
Pinheiro - 2
Malheiro - 1
Veríssimo - 1

Sporting
Veríssimo - 3
Narciso - 3
Rui Costa - 3
Hugo - 3
Godinho -2
Mota - 2
M. Oliveira - 2
Almeida - 2
Pinheiro - 2
Nobre - 1
V. Ferreira - 1
Malheiro - 1
Soares Dias - 1
Martins - 1

Corruptos
Pinheiro - 4
Godinho - 3
Mota - 3
Almeida - 3
Rui Costa - 3
Malheiro - 2
Martins - 2
Veríssimo - 2
Nobre - 1
M. Oliveira - 1
Soares Dias - 1
V. Ferreira - 1
Hugo - 1

VAR's:
Benfica
V. Santos - 5
Esteves - 3
Hugo - 3
Nobre - 3
Godinho - 2
Narciso - 2
Martins - 2
Malheiro - 1
R. Oliveira - 1
Rui Costa - 1
Almeida - 1
Melo - 1
Pinheiro - 1
V. Ferreira - 1

Sporting
Esteves - 4
Nobre - 4
Narciso - 3
R. Oliveira - 3
V. Ferreira - 3
V. Santos - 2
Soares Dias - 2
Martins - 1
Pinheiro - 1
Hugo - 1
L. Ferreira - 1
Veríssimo - 1
Correia - 1

Corruptos
Esteves - 3
Martins - 3
Hugo - 3
R. Oliveira - 3
Narciso - 2
Nobre - 2
Almeida - 2
Soares Dias - 2
L. Ferreira - 1
Rui Costa - 1
V. Santos - 1
Malheiro - 1
Godinho - 1
Pinheiro - 1
V. Ferreira - 1

Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Hugo - 3 + 3 = 6
Pinheiro - 2 + 1 = 3
Godinho - 2 + 1 = 3
V. Santos - 0 + 3 = 3
Malheiro - 1 + 1 = 2
Martins - 1 + 1 = 2
Almeida - 1 + 0 = 1
Mota - 1 + 0 = 1
Soares Dias - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Nobre - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1

Sporting
Hugo - 3 + 0 = 3
Narciso - 0 + 3 = 3
Nobre - 0 + 3 = 3
Mota - 2 + 0 = 2
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Almeida - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Soares Dias - 0 + 2 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Rui Costa - 1 + 0 = 1
Correia - 0 + 1 = 1
V. Ferreira - 0 + 1 = 1

Corruptos
Almeida - 2 + 2 = 4
Rui Costa - 2 + 1 = 3
Pinheiro - 2 + 1 = 3
Godinho - 2 + 0 = 2
Veríssimo 2 + 0 = 2
Malheiro - 1 + 1 = 2
Soares Dias 1 + 1 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Oliveira - 0 + 2 = 2
Narciso - 0 + 2 = 2
Mota - 1 + 0 = 1
V. Ferreira 1 + 0 = 1
Hugo - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1

Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Hugo - 4 + 3 = 7
Almeida - 4 + 1 = 5
Godinho - 3 + 2 = 5
Martins - 3 + 2 = 5
V. Santos - 0 + 5 = 5
Rui Costa - 3 + 1 = 4
Pinheiro - 2 + 1 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Nobre - 0 + 3 = 3
Soares Dias - 2 + 0 = 2
M. Oliveira - 2 + 0 = 2
Mota - 2 + 0 = 2
Malheiro - 1 + 1 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Narciso - 0 + 2 = 2
R. Oliveira - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
V. Ferreira - 0 + 1 = 1

Sporting
Narciso - 3 + 3 = 6
Nobre - 1 + 4 = 5
Veríssimo - 3 + 1 = 4
Hugo - 3 + 1 = 4
V. Ferreira - 1 + 3 = 4
Esteves - 0 + 4 = 4
Rui Costa - 3 + 0 = 3
Pinheiro - 2 + 1 = 3
Soares Dias - 1 + 2 = 3
R. Oliveira - 0 + 3 = 3
Mota - 2 + 0 = 2
M. Oliveira - 2 + 0 = 2
Almeida - 2 + 0 = 2
Martins - 1 + 1 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Godinho - 1 + 0 = 1
Malheiro - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Correia - 0 + 1 = 1

Corruptos
Pinheiro - 4 + 1 = 5
Almeida - 3 + 2 = 5
Martins - 2 + 3 = 5
Godinho - 3 + 1 = 4
Rui Costa - 3 + 1 = 4
Hugo - 1 + 3 = 4
Mota - 3 + 0 = 3
Malheiro - 2 + 1 = 3
Nobre - 1 + 2 = 3
Soares Dias 1 + 2 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
R. Oliveira - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
V. Ferreira - 1 + 1 = 2
Narciso - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1


Jornadas anteriores:

Épocas anteriores:

TetraCampeão


"Notável o percurso da nossa equipa feminina de futsal ao longo da presente temporada, sagrando-se campeã nacional pela quarta vez consecutiva com três jornadas ainda por completar. O pleno de triunfos conseguido até ao momento na época e a conquista das restantes competições disputadas reforçam o período hegemónico que o Benfica tem vindo a atravessar na modalidade.
Em grande destaque estiveram também os nossos judocas na participação no Campeonato da Europa realizado em Lisboa. Telma Monteiro voltou a ser figura de proa, com a conquista da sexta medalha de ouro na competição (15 medalhas em tantas outras participações). Rochele Nunes e Bárbara Timo também subiram ao pódio, ambas garantindo o bronze, enquanto Anri Egutidze e Rodrigo Lopes, mesmo não assegurando qualquer medalha, tiveram um desempenho muito meritório.
Luís Filipe Vieira, Presidente do Sport Lisboa e Benfica, fez questão de saudar publicamente os feitos destes atletas. Sobre as futsalistas, realçou o triunfo em todas as competições nacionais desde 2016 e relembrou a geração anterior de tetracampeãs, como que desafiando o extraordinário grupo de atletas que representam o Clube no presente para que superem esse feito. Quanto aos judocas, enalteceu o sucesso assente na superação e excelência e reafirmou o acerto da aposta do Clube na modalidade. 
Além destes, foram muitas as equipas e os atletas benfiquistas em atividade durante o fim de semana.
Nos homens já abordámos ontem a derrota no futebol, pelo que destacamos o excelente triunfo obtido no Fundão, em futsal, ante o terceiro classificado. Tratou-se de um jogo muito difícil, com a vitória, por 3-6, a ser garantida perto do final do encontro. Estranhamos nova expulsão de um atleta do Benfica, à luz dos critérios normalmente aplicados noutros encontros da Liga Placard.
No hóquei em patins tivemos também uma vitória importante frente ao Óquei de Barcelos. No andebol batemos o Boa-Hora em mais uma jornada do Campeonato e seguimos em frente na Taça de Portugal com o triunfo folgado ante o Alto do Moinho. No basquetebol terminámos a fase regular com uma derrota, estando a equipa agora já a preparar-se para os play-offs, que terão início nesta semana, tendo pela frente o bicampeão nacional Oliveirense. Uma palavra ainda para Leandro Ramos, que estabeleceu o recorde nacional de lançamento do dardo (80,81 metros, o primeiro português a superar os 80 metros).
Nas mulheres, além do já referido título no futsal, tivemos o magnífico triunfo no futebol em Braga, num confronto com o atual campeão em título. A perder por 1-0 contra a corrente do jogo, a nossa equipa soube ultrapassar essa adversidade e fez a reviravolta no marcador, somando mais três pontos. No basquetebol entrámos com o pé direito nas meias-finais dos play-offs, vencendo na deslocação à Quinta dos Lombos. No hóquei saímos vencedores do dérbi e aumentámos a vantagem pontual na liderança para seis pontos. Nota ainda para o polo aquático, em que a nossa equipa, com o triunfo obtido em Paços de Ferreira, ficou a apenas um ponto de revalidar o título nacional.
De Todos Um, o Benfica!"

Superliga. O desprezo do mérito pelos colossos do futebol europeu


"Os rebeldes querem, portanto, deixar a Champions para os pobres e remediados e terem para eles um campeonato europeu dos ricos. Eles são 15, têm lugar cativo e dispõem-se a, em cada época, deixarem que cinco clubes do povo clubista se juntem à festa deles. A Superliga do futebol europeu, fechada, com lugar reservado permanente para 15 clubes que são colossos em poder financeiro e outros cinco escolhidos ano a ano, despreza a qualificação em campo como requisito para a participação de todos. Vira costas ao conceito de mérito. É assim que o modelo do mais popular espetáculo desportivo está ameaçado por gente que quer fazer dinheiro, mas que deve desprezar o futebol como divertimento. Estamos perante mais um golpe no que resta do espírito desportivo na indústria do futebol. Bruscamente, os grandes clubes ingleses, espanhóis e italianos entraram em curto-circuito com a maioria dos outros na Europa: os alemães, os franceses e todas as médias potências da bola, com Portugal também neste grupo. Tudo tem em fundo a venda dos direitos de transmissão dos jogos e o extraordinário disparo dos dinheiros que nas últimas décadas passaram a girar em torno da indústria do futebol, com enriquecimento de dirigentes, empresários, agentes de jogadores e alguns jogadores. O que rebenta agora é mesmo uma guerra comercial que se serve do futebol. Os galácticos interesses do negócio em torno do espetáculo mobilizaram esta rebelião de 12 clubes da elite inglesa, espanhola e italiana e, neste 19 de abril, abriram esta guerra. Sem que se vislumbre armistício. Estamos perante um choque que faz explodir o sistema que tem feito funcionar o futebol europeu. Tudo se precipitou com o anúncio de que a UEFA iria remodelar a Champions, com aumento do número de jogos para deste modo aumentar as receitas pelas transmissões desses desafios. Alguns empresários, designadamente Florentino Perez do Real Madrid, Andrea Agnelli da Juventus e a família Glazer do Manchester United, há muito que planeiam mudar o modelo do negócio com o futebol de clubes na Europa. Pretendem substituir a Champions por uma nova prova, dirigida diretamente por eles, sem a UEFA, e segundo o modelo do basquetebol profissional americano. Apresentam-se como a Superliga. Com ela, esperam conseguir receitas colossais. Perante o anúncio de que o Comité Executivo da UEFA iria revelar esta segunda-feira um novo modelo de Champions, com 36 clubes, portanto obrigando todos, incluindo aqueles mais poderosos, a um maior número de jogos por temporada, designadamente com clubes médios e pequenos, os empresários que comandam a Superliga decidiram a jogada de antecipação e abriram a guerra de independência. Guerra contra a UEFA e contra a maioria dos clubes que lutam nos diferentes campeonatos nacionais por um lugar na Champions ou na Liga Europa. Porque o seu tempo é precioso. Subscreva a newsletter do SAPO 24. Subscrever Já subscrevi Os fundadores desta Superliga de rebeldes independentistas são, por agora, 12, encabeçados pelo Real Madrid. O peso maior (seis) no grupo é inglês: Manchester United, Manchester City, Liverpool, Arsenal, Chelsea e Tottenham. Juntam-se três italianos (Juventus, Milan e Inter) e outros tantos espanhóis (para além do Real Madrid, o Barcelona e o Atlético de Madrid). Estes 12 pretendem convencer Bayern de Munique, Borussia de Dortmund e PSG a juntarem-se ao grupo fundador. Querem que estes 15 sejam clubes permanentes na Superliga, sem dependerem de qualquer qualificação, e planeiam que a competição envolva 20 clubes, divididos por duas séries de 10. Os outros cinco clubes admitidos no torneio aparecem neste modelo dependentes de qualificações anuais em campo."



PS: No Fórum Ser Benfiquista, fui eu que abri o tópico da 'Futura Liga Europeia', e na altura fui muito criticado! Reparem que escolhi para título do tópico Liga Europeia, e não SuperLiga! Uma das razões que achava na altura que se devia discutir este tema, era a inevitabilidade da 'coisa'! Goste-se ou não, quem entende como funciona os mercados e circula o dinheiro, dado os investimentos e a respectiva mudança de 'patrões' dos grandes clubes europeus, era só uma questão de tempo, para alguém dar o passo em frente, e criar uma qualquer SuperLiga...
Aquilo que na altura tentei comunicar era a necessidade de serem os Clubes grandes, dos Mercados medianos (Portugal, Holanda, Bélgica, Grécia, Turquia, etc...) a 'comandarem' a transformação das competições europeias, porque se deixassem nas mãos dos 'grandes' dos 'grandes' a decisão, então quando a SuperLiga fosse uma realidade, esses Clubes grandes dos Mercados médios, iriam ficar de fora!!!
Já na altura, se falava deste formato, que é uma cópia descarada do modelo da EuroLiga do Basket! Formato que eu fui sempre contra! Esta coisa de haver Clubes fundadores, fixos, e outros que se qualificam é uma treta... porque como  é óbvio os Clubes fixos irão ter uma capacidade financeira muito superior, com a 'possibilidade de fazerem investimentos certos, a longo prazo, enquanto os outros vivem nas incertezas de se qualificarem ou não, ano a ano...!!!
Mas como nada foi feito, muito provavelmente vamos mesmo ter que levar com este modelo, com duas competições paralelas, tal como no basket... Até porque isto não é totalmente novo, já aconteceu noutras modalidades, estas guerras entre as Federações Internacionais e os Clubes ricos, com ameaças aos Clubes e aos jogadores (ficarem fora das Selecções), e no fim as Federações são obrigadas a ceder, porque no final, são elas que precisam dos grandes jogadores, para fazerem dinheiro nos Campeonatos da Europa e do Mundo!!!
Enquanto isso vamos ficar com uma Champions, com muito menos dinheiro, e sem os grandes jogadores...
O problema destes ricalhaços, é que eles pensam que conseguem atrair por exemplo os Portugueses a gastarem dinheiro, para verem clubes 'estrangeiros' como se fossem os seus clubes 'nacionais'! Eu por exemplo, com o Benfica fora da Champions, cancelei a Eleven Sports... Mesmo que existam alguns que consigam ser adeptos de Clubes fora do seu espaço nacional, a proximidade nunca será tão grande, como acontece com os clubes da sua 'região'... Por isso é que eu defendia uma Liga Europeia, alargada, com a inclusão de todos os Mercados, mesmo os médios-baixos... para o impacto ser maior!
Veja-se por exemplo a Formula 1, e compare-se o impacto que tinha quando as transmissões eram em sinal aberto, e desde que começou a ser Paga!!! E curiosamente na F1, os vencedores também são quase sempre os mesmos!!!
Quando se fazem estas 'contas', nem sempre aquilo que parece ser 'a somar', é... A popularidade do futebol na Europa e na América do Sul, deve-se muito à proximidade das bancadas com os relvados, com os preços dos bilhetes cada vez mais altos, com Cativos em quase todos os Estádios, o adepto comum está cada vez mais afastado da realidade dos seus Clubes... e com este Modelo, o fosso ainda se vai alargar mais...