Últimas indefectivações

domingo, 5 de abril de 2026

Vitória no Barreiro...

Galitos 82 - 108 Benfica
18-29, 26-27, 14-24, 24-28

Regresso do Gameiro e do Makram a tempo inteiro, e do Koby com alguns minutos, mas com o Crandall limitado e ainda sem o Justice!

Juniores - 8.ª jornada - Fase Final

Benfica 2 - 2 Sporting


O golo do Umeh não merecia o empate concedido, mesmo a terminar! Mas mais uma vez, não conseguimos vencer um jogo, contra uma equipa muito inferior, principalmente no potencial individual dos jogadores!!!
Mesmo vencendo o título estava complicado, agora é quase impossível...

Juvenis - 8.ª jornada - Fase Final

Benfica 0 - 2 Rio Ave


Resultado inesperado, que praticamente termina com qualquer esperança de revalidar o título! Como é recorrente, nos jogos põs-Seleção as nossas equipas perdem pontos... hoje, praticamente todos os jogadores que começaram no banco, são normalmente titulares!

Iniciados - 9.ª jornada - Fase Final

Benfica 2 - 1 Corruptos


A perder praticamente desde início, foi preciso pelos últimos instantes, para concretizar a remontada, num jogo onde estávamos obrigados a ganhar!
Apesar da vitória, ainda estamos a 2 pontos do nosso adversário... mesmo assim, das três categorias, os Iniciados, são aqueles com melhores hipóteses de revalidar o título!

Antevisão...

Terceiro Anel: React - Mourinho - Antevisão - Casa Pia

Kanal: Tamos Juntos...

Rola Bola #63 - Quem fica de fora do Mundial?

Cotovelada!

No alvo...

Virar as costas à bola!

Depois da "roubadinha" em 2024-25


"ENTREGUEM-LHES JÁ O SEGUNDO LUGAR!

1. Na época passada foi a "roubadinha" com o escândalo maior a ter lugar em vários jogos da liga depois da entrevista do doutor Varandas ao canal do clube e, cereja em cima do bolo, na final da Taça, no Jamor, onde os favores arbitrais foram para além do pisa-na-cabeça do Belotti, foram também o penálti do Hjulmand sobre o Dahl e o segundo golo mal anulado ao Benfica pela dupla Godinho-Martins. Uma VARgonha!

2. Este ano os casos de favorecimento arbitral acumulam-se no campeonatos e na Taça. Depois da expulsão poupada a Gonçalo Inácio em Famalicão, com o jogo empatado; da injusta expulsão do jogador do Nacional na Choupana quando o Sporting perdia; dos erros graves no Estoril na vitória por 2-1 (golo mal validado por fora-de-jogo de posição e penálti perdoado); da expulsão perdoada ao Diomande contra o Alverca, em Alvalade, com o jogo empatado; do jogador do Arouca mal expulso em Alvalade, o Sporting ganhava 1-0; do escandaloso golo resultante de um canto inexistente nos Açores que valeu a vitória; e do penálti de 15 minutos de VAR de novo nos Açores que manteve o Sporting na Taça, assistimos ontem em Alvalade a mais um chorrilho de decisões contrárias à verdade desportiva, todas a favor do Sporting, todas em prejuízo do Santa Clara, todas a garantir os três pontos ao Sporting.

3. Para Rui Borges todos os erros arbitrais a favor do seu clube contam pouco ou nada, para ele o que interessa é ganhar a qualquer custo e depois aparecer nas conferências de imprensa a dizer que as vitórias foram merecidas e justas. Como se uma vitória assente em favores arbitrais pudesse alguma vez ser considerada merecida e justa, mesmo se no jogo-jogado a sua equipa tiver sido (na sua opinião "desinteressada", claro) melhor que o adversário, o que nem sequer foi verdade, por exemplo, no Jamor. 

4. Melhor será decretarem já o segundo lugar para o clube do doutor Varandas e, quem sabe, a Taça de Portugal também. Não vale a pena perdermos tempo a ver jogos, a fazer deslocações inúteis para apoiar a nossa equipa se o jogo está viciado. Rui Borges ficará de consciência tranquila para a história como um treinador com títulos vários. Parabéns!"

Lista, resumida...

Obstrução...

Carícia...

Internacionalização...

Circo...

Shameful !!!

4 de seguida...!!!

O futebol português e o cheiro a lixívia pela manhã


"O futebol português é a cena de Apocalipse Now revisitada todos os dias, sem um final feliz. O que teremos feito nós para merecer tão infernal castigo? E estes dirigentes?

Não sou o primeiro nem esta é a primeira vez que eu próprio uso a expressão de um dos melhores filmes de sempre e a devastidão que retrata para falar do calamitoso e comatoso futebol português. Quando Robert Duvall, na pele do Tenente-Coronel Bill Kilgore em Apocalipse Now atira, diante de um mar de destruição, aquele Adoro o cheiro a Napalm pela manhã, inala o perfume único da vitória a todo o custo, depois de mais uma colina carregada de Charlies ter sido bombardeada durante a noite e antes de avançar para a próxima.
Ele ainda não sabe que aquela sempre foi uma guerra perdida, nunca a irá ganhar, da mesma forma que os restantes tenentes-coroneis do futebol deste lado da barricada não se aperceberam que perderam a batalha antes sequer de darem o primeiro tiro, espero eu, em sentido figurado.
Porque, ao contrário dos norte-americanos, que voltaram a casa destruídos por dentro, mas apenas viveram novos combates nas próprias cabeças, os nossos, e nós com eles, terão de tentar sobreviver na mesma colina queimada, deixada infértil por décadas sem fim. Na verdade, iremos reviver essa cena todos os dias na Liga, como se fosse o nosso castigo no inferno. Basta Villas-Boas lançar as habituais rajadas em todas as direções. Quer ser o melhor filho adotivo que o pai que o renegou poderia ter e honrar um passado com glória, mas nem sempre com métodos honrados, como nos lembra a história, para provar valor a pouco mais do que uma memória.
O futebol português, esse produto que queremos vender lá fora para respirar melhor cá dentro, é uma colina queimada. Com napalm. Ou lixívia, se o estendermos a outras modalidades. O que se tem passado é uma vergonha. Regressámos aos anos 80, com altifalantes do novo milénio. Desrespeita-se a grandeza do clube que se representa. Não percebo. Onde se escondeu o bom-senso?
Varandas, já se percebeu, não gosta de deixar ninguém a jogar sozinho e, com ele em campo, o ruído não deixa ouvir mais nada. A não ser talvez, teclas furiosamente marteladas poucos metros a sul. E, talvez, Rui Costa a ligar a mandar disparar tweets e comunicados enquanto se distraem com o cogumelo nuclear e assim retirar daí algum ganho. É esta a liderança dos grandes. E para muitos deveriam ser os grandes, caso conseguissem caminhar juntos e a direito, a liderar os outros.
Nasci poucos meses antes do 25 de abril, fui embalado enquanto se trauteavam hinos da Revolução. Mas ao futebol esta nunca chegou. A guerra é eterna."