Últimas indefectivações

sábado, 12 de julho de 2025

Rafael Obrador


Primeira novidade da nova temporada. Rafa Obrador, defesa-esquerdo, espanhol, com formação no Real Madrid, emprestado ao Depor na última temporada, jovem com margem de progressão!
Contratação 'parecida' com a aposta em Grimaldo e no Carreras, todos defesas-esquerdos!!!

Não o conhecia profundamente, mas pelos amostras dos vídeos e das análises, parece-me consistente defensivamente, melhor que o Grimaldo e melhor do que o Carreras quando chegou, mas vamos ver como será ofensivamente!


Teoricamente, o Dahl vai ser a aposta principal, gostei do Sueco como falso extremo esquerdo, fiquei com dúvidas, quando recuou para defesa-esquerdo, mas no Mundial jogou bem melhor na linha defensiva! Agora, não podemos esquecer que o Carreras durante grande parte da época, foi o nosso melhor jogador em vários jogos... decisivo em várias ocasiões!

O Dedic, outro Lateral contratado, será teoricamente usado no lado Direito, mas também poderá ser opção na esquerda!


#SLBenficaSub23 | Início da pré-época 2025/26

Visão: Thiago Almada...

Terceiro Anel: Bola ao Centro #139 - Arranca a nova época ainda com mais incógnitas!!!

SportTV - Mercados - Carreras e Kökçü de saída do Benfica? Chegada de Borja Sainz ao FC Porto

Zero: Mercado - João Félix é luxo muito caro

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Gyökeres prestes a não se apresentar: quais os próximos passos?

Observador: E o Campeão é... - Onde andas Viktor Gyökeres?

Observador: Três Toques - As férias de luxo (e de sonho) dos jogadores de futebol

Villas-Boas, Rui Costa e Varandas ao murro


"Villas-Boas começou a dar murros na mesa e despediu o treinador, Rui Costa disparou contra instituições e estratégias. Varandas teve de entrar na luta devido à novela Gyokeres…

No dia 22 de junho, André Villas-Boas prometeu dar um «murro na mesa». Não literalmente, claro está — ou também literalmente, se isso ajudar a libertar o stress acumulado pelo desgaste que a função acarreta —, mas para dar corpo àquilo que significa a expressão — «usada de forma figurada para descrever uma reação enérgica e decisiva com o objetivo de mudar ou interromper uma situação, muitas vezes de forma abrupta ou contundente; é uma forma de mostrar firmeza e determinação para impor uma mudança», explicam-nos as ferramentas digitais.
O murro na mesa do presidente do FC Porto foi efetivamente dado três dias depois, com a chamada de Martín Anselmi para uma reunião de despedimento. Já em julho, Villas-Boas apresentou Farioli, o terceiro treinador no espaço de um ano, no que parece ser a procura de um novo Mourinho ou Amorim, mais um tiro, depois de um murro, de risco elevado.
Vítor Bruno, o primeiro treinador de Villas-Boas, sofreu na pele ainda do fantasma de Sérgio Conceição e da era Pinto da Costa; Anselmi sofreu de nunca ter percebido que não podia ir pelo caminho que pensou e nunca esteve disponível para experimentar outros; ambos sofreram por o plantel ser o mais fraco em muitos anos no Dragão.
Promete agora Villas-Boas o melhor mercado para oferecer ao treinador italiano as armas que os antecessores não tiveram. Farioli certamente agradece, mas cuidado, porque o líder portista continua a não entender que não é altura de promessas, como não era quando prometeu ganhar a Liga Europa ou o Mundial de Clubes… A altura pede boa gestão de expectativas, sem colocar a fasquia demasiado alta, porque estamos no início de uma nova era os portistas compreenderão que é preciso ir jogo a jogo, como dizia o outro. E depois até pode correr bem.
O murro na mesa de Rui Costa foi dado esta semana. Um murro diferente do líder portista, porque não se tratou de um golpe de treinador — jogadores, esses, já começaram a chegar neste mercado e estou certo de que no final do verão será o Benfica o campeão… do mercado, valha isso o que valha. O murro de Rui Costa foi na direção das estruturas e estratégias do futebol nacional mas acossado pela entrada em cena de Luís Filipe Vieira num ambiente pré-eleitoral e numa campanha que já começou e ontem contou com a oficial entrada em jogo do maestro. João Diogo Manteigas, Martim Mayer, Cristóvão Carvalho e Noronha Lopes também já estão prontos para a luta. Este último repetente com quase 35 por cento nas últimas eleições, que podem dar-lhe esperança de mudança na Luz. Mas na verdade foi o reaparecimento de Vieira em cena que assustou e espicaçou o presidente encarnado, tantas vezes acusado de ser o prolongamento do vieirismo, visto como um problema que se cola à pele de Rui Costa. Mas terá percebido o presidente que ter o vieirismo colado pode não ser bom, mas bem pior, em termos eleitorais, pode até ser ter Vieira a concorrer contra…
Na poltrona do bicampeonato poderia estar Frederico Varandas a ver. Instalado no confortável estatuto de bicampeão e com os adeptos em estado de graça com o clube, o presidente do Sporting não estava à espera de ter de dar um murro na mesa. Porém, a saída de Gyokeres está transformada numa novela em que Varandas surge como um dos protagonistas pelas respostas em praça pública ao agente do jogador. E pela intransigência negocial naturalmente na defesa do que entende ser o superior interesse da instituição, pomposa forma que os dirigentes encontram para explicar algumas medidas e atitudes.
É legítimo mas há no entanto um risco quando se leva ao extremo as negociações, sobretudo quando se trata de um jogador como Gyokeres, estrela maior da companhia e sem dúvida uma das maiores que neste século já passaram pela Liga nacional: o desgaste que pode causar no grupo. E acredito que nos títulos dos leões de Varandas, o de 2021, o de 2024 e o de 2025, a união, o espírito de família, o excelente ambiente no plantel contribuiu quase tanto como o trabalho de campo para as conquistas. E no Sporting ninguém vai querer que um murro, por muito que seja o certo a fazer, possa magoar também o resto da família…"

João Leite...

Comunicado


"O Sport Lisboa e Benfica informa que chegou a um entendimento com o seu antigo treinador, Jorge Jesus, relativamente a um acerto fiscal de IRS e que lhe era devido contratualmente.
O Clube agradece a colaboração de Jorge Jesus e dos seus representantes na resolução de todo este processo que, desta forma, se encerra em definitivo."

sexta-feira, 11 de julho de 2025

Rui Costa...

Visão: Rui Costa...

Sub-23

Visão: Mayer...

Visão: Mayer...

Mais uma vez comidos de cebolada


"VAMOS PERCEBER COMO E PORQUÊ 

1. O Benfica também teve obras no estádio da Luz. Teve até mais para além das obras, teve dois concertos que atrasaram essas obras.
2. O que têm os outros clubes a ver com as obras em Alvalade? Como é possível condicionar o sorteio de todos aos interesses de um?
3. O Sporting pode pedir, mas a Liga não pode aceitar sem consultar outros clubes diretamente interessados na alteração, como é o caso do Benfica, que jogando na mesma cidade não podem os seus jogos em casa coincidir na mesma jornada com os do Sporting em Alvalade.
4. As obras foram um pretexto apenas. O que o Sporting conseguiu com a história de não poder jogar a primeira jornada em casa nada teve a ver com as obras.
5. Conseguiu, ao jogar a primeira jornada fora, que a última jornada, porventura decisiva, seja jogada em Alvalade e em consequência que o Benfica feche a liga fora de casa. Para quem não vislumbra a importância desta questão, basta que pensem se na última Liga o Sporting tivesse ido a Guimarães e o Benfica tivesse recebido o Braga na última jornada. Fazia toda a diferença, ou não?
6. Os jogos da liga a seguir a jornadas da Champions são muito complicados porque as equipas ficam desgastadas pela intensidade competitiva, física e mental dos jogos da Champions. Logo, nada melhor do que jogar em casa a seguir a jogos da Champions. Com o começo da Liga fora, o Sporting garantiu que 5 dos 8 jogos pós jornadas de Champions são disputados em Alvalade. E se o Benfica se apurar para a fase de liga da Champions, vai por causa disto jogar 5 dos 8 fora de casa. Faz toda a diferença, ou não?
7. O que fez o Benfica perante esta situação? Como pudemos mais uma vez ser comidos de cebolada pelo Sporting? Tem razão Bruno Lage: precisamos ser muito mais agressivos fora do campo para ganhar, também com mais agressividade, dentro do campo."