Últimas indefectivações
terça-feira, 18 de março de 2025
Triunfo em Vila do Conde
"Esta edição da BNews é dedicada aos vários jogos do Benfica realizados durante o fim de semana, com destaque para a vitória obtida no Estádio do Rio Ave.
1. Vitória justa
O treinador do Benfica, Bruno Lage, salientou: "Foi uma vitória muito importante, numa boa exibição e numa reação fantástica. Num estádio difícil, vencemos, vencemos bem e conquistámos três pontos que são muito importantes para nós. A equipa está num bom momento, está a jogar bem. O apoio dos adeptos tem sido excecional."
2. Objetivo cumprido
Álvaro Carreras, considerado o Man of the Match, referiu que a equipa começou "muito bem o jogo": "No final, acabámos por conquistar – que é o importante – os três pontos para continuarmos lá em cima a lutar."
3. Ângulo diferente
Veja, de outro ângulo, os três golos marcados pelo Benfica frente ao Rio Ave.
4. Convocatórias de seleções
São 12 os elementos do plantel da equipa profissional de futebol ao serviço de seleções nacionais nos próximos dias.
5. Seleções jovens
29 atletas da formação de futebol do Benfica estão ao serviço de seleções nacionais.
6. Liderança consolidada
Em futebol no feminino, o Benfica aumentou a vantagem pontual para oito pontos sobre o 2.º classificado. No campo do Damaiense, triunfo benfiquista por 0-2. Na opinião de Filipa Patão foi um "bom jogo" num "campo difícil e sempre pesado".
7. Resultados - Formação
A Equipa B foi derrotada, por 2-1, na deslocação a Tondela. Os Iniciados venceram por 0-4 no reduto do Farense.
8. Resultados – outras modalidades
A equipa masculina de futsal ganhou por 4-8 na visita ao Fundão. Quanto a equipas femininas, triunfos no basquetebol (73-68 com o Imortal), hóquei em patins (10-0 com o Escola Livre) e voleibol (3-0 com o Vitória SC).
9. Contributo internacional
Três atletas do Benfica estiveram ao serviço da Seleção Nacional de andebol.
10. Título distrital
As Sub-17 de futsal do Benfica são hexacampeãs distritais.
11. Agenda desportiva
Amanhã, às 21h00, o Benfica tem jogo de hóquei em patins no reduto do Riba d'Ave."
Oiçam por favor o sr. Wenger sobre os fora de jogo
"A lei do fora de jogo dá inteligência ao futebol. Acabar com ela seria como voltar a comer sem talheres. Mas pode e deve ser melhorada, em nome do próprio espírito da lei
José Couceiro, um dos pensadores de futebol que tive a felicidade de conhecer, disse-me um dia que «a lei 11 do futebol é o que dá inteligência ao jogo». Felizmente não é o único a afirmá-lo, e só por manifesta má vontade ou desilusão alguém pode achar que o futebol poderia voltar aos tempos do chuto para a frente em busca do avançado que — peço desculpa pelo calão mas ainda não encontrei melhor definição — fica à mama à espera da bola para marcar.
É por causa da lei do fora de jogo que existem os 4x3x3 e os 4x4x2 e os 3x4x3 e todos os seus primos e afilhados. É por ela que os treinadores têm de organizar as suas equipas defensiva e ofensivamente. É por ela que se joga com defesas mais arriscadas, subidas, ou mais contidas, acantonadas perto da área. É por ela que os treinadores estudam os fundamentos do jogo e não podem ser apenas bons psicólogos com skills de liderança.
Acabar com o fora de jogo no futebol seria pior do que acabar com os talheres para comer e quase tão catastrófico como, sei lá, deixar de viver com eletricidade.
No espírito da lei, porém, existe algo que dispensa ser medido em centímetros. A ideia é que o jogador atacante tenha de ter pelo menos dois adversários entre ele a linha de baliza no momento do passe de um colega. E porquê? Para não tirar vantagem da tal mama de que falávamos há pouco e torna o futebol mais feio, como bem sabemos pelo exemplo de algumas gloriosas jornadas da nossa infância e juventude lá na rua.
Sejamos então realistas: que jogador tira vantagem por estar dois, três, 20 ou 30 centímetros adiantado em relação à ponta do pé do adversário? Nenhum. As intervenções do VAR nestes casos são legítimas (embora saibamos que já houve erros e possamos sempre achar complicado encontrar o frame exato para cada caso), mas além do anticlímax que representam, porque um golo será sempre um golo melhor quando acontece, expõem ao ridículo discussões de centímetros que nada têm a ver com espírito do jogo.
A ideia de Arsène Wenger, de considerar-se um jogador fora de jogo apenas quando este tiver todo o corpo adiantado em relação ao penúltimo adversário, parece a forma mais inteligente de resolver a questão. Obviamente, no limite, continuaremos a discutir centímetros, mas já temos margem para deixar o futebol fluir. E quanto a discussões de centímetros sabemos também que serão eternas, uns mais preocupados que outros com esses detalhes."
Um cartão vermelho aos pais
"Quem tem filhos no desporto deve fazer o teste de ver a série «Ganhar ou Perder», da Pixar, e avaliar os seus comportamentos
Ver desenhos animados nunca é, para mim, um fardo. Na semana passada propus vermos em família a série «Ganhar ou Perder», da Pixar, disponível no streaming do Disney+ e também no YouTube. É sobre uma equipa de softball dos Estados Unidos – como o beisebol, mas com equipas mistas – de miúdos a entrar na adolescência. A série passa-se ao longo de uma semana, entre dois jogos dos Pickles, e cada episódio é contado do ponto de vista de uma personagem e das suas inseguranças e medos na escola ou na vida pessoal: jogador bom, jogadora má, uma mãe, a melhor jogadora, um irmão, jogadora nova, um árbitro e o treinador.
E é este último episódio, baseado na semana do treinador, que devia ser de visualização obrigatória para todas as pessoas que têm filhos no desporto e que resolvem comportar-se com atos que os envergonham: a autoridade do ‘coach’ é posta em causa por pais que querem ser treinadores, pais que estão só a ver. A raiva destes, os seus gritos da bancada, manifesta-se com a transformação em bichos e o trepar do gradeamento a a quebrar o campo protetor do campo, e com disparos, tiros em fogo, na direção do treinador e do árbitro - cujo ‘superpoder’ foi desenvolver uma armadura e um escudo. Pudera.
Muitos pais, feliz ou infelizmente, vão rever-se naquelas atitudes animalescas, de descontrolo, gritos e até oferta de violência física. Acontece todos os fins de semana em jogos de crianças de idade tão terna como dez anos. Pais que querem tirar satisfações com outros pais, até com menores de idade. É um cartão vemelho para eles.
Cada criança que a vir poderá identificar-se também com a miúda que carrega um monstro de suor quando fica ansiosa, com o brincalhão que afinal tem um coração frágil, com a menina que parece mais responsável que a mãe solteira, com a garota que é pressionada por um pai que lhe transmite que nunca está a fazer o suficiente - e aqui a mensagem tanto vale para o softball como para as notas escolares.
Pela minha parte, mostro um cartão branco, aquele do fair-play, a esta série. Quem ficou a ganhar fui eu."
Revisionismo Che
Revisionismo Che
— Coluna Vermelha (@CurtaVermelha) March 15, 2025
Qualquer criança que tenha crescido nos anos 90, cresceu a admirar o Valencia. Duas vezes Finalista da Champions League no meio do binómio Barça e Real. Cañizares, Ayala, Aimar, Angulo, Mendieta, Vicente, David Villa, David Silva. Que clube épico.
É triste ver… pic.twitter.com/XUOIcyDBLp
Ineficácia!
Há apenas duas equipas na Liga Portuguesa com xGDiff positivo, ou seja, marcam mais golos do que aqueles deveriam ter em média para as oportunidades criadas (Estoril e Sporting).
— Coluna Vermelha (@CurtaVermelha) March 17, 2025
O Benfica é o sexto pior clube em xGDiff, ou seja, é o sexto que mais desperdiça. Ao todo são 6.48… pic.twitter.com/EV2hvfu7ZV
Coação...
Como condicionar a carreira de um jovem árbitro? O FCPorto explica... https://t.co/BwpJ2ON3vf pic.twitter.com/3YTG3slR4M
— Alberto Mota (@lbrtmt1904_mota) March 16, 2025
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