Últimas indefectivações
terça-feira, 4 de março de 2025
Domingo vitorioso
"Foram várias as equipas do Benfica em ação ontem, conseguindo o pleno de triunfos. Este é o tema em destaque na BNews.
1. O sonho da Mafalda
2. Vitória das Inspiradoras
O Benfica ganhou ao Vilaverdense por 6-0 a contar para a 17.ª jornada da Liga BPI. Filipa Patão salienta: "Foi mais uma final, como falámos na antevisão. Todos os jogos vão ter de ser encarados assim."
3. Triunfo no hóquei
O Benfica recebeu o Candelária e venceu por 9-3.
4. Sucesso no feminino
Em futsal, o Benfica ganhou, por 6-0, ante o Novasemente. Em voleibol, vitória frente ao Castêlo da Maia por 3-0.
5. Futebol de formação
Os Iniciados do Benfica continuam, a par do Alverca, na frente da tabela classificativa da fase de apuramento do campeão. Na receção ao Belenenses, triunfo por 2-1.
6. Agenda
Na terça-feira, o Benfica recebe, na Luz, o Bidasoa Irun em mais uma jornada da EHF European League (19h45). Os Juvenis de futebol visitam o Sporting às 11h00.
7. Contributo internacional
Paul Okon, futebolista da equipa B do Benfica, participou na conquista da Austrália na Taça Asiática Sub-20.
8. Revisão dos Estatutos
Saiba os procedimentos para a Assembleia Geral Extraordinária de 8 de março."
Não conta só «meter a bola na baliza»
"«O que conta é meter a bola lá dentro», ouvimos tantas vezes, a bola na baliza, fazer golo, chega a parecer que no futebol mais nada interessa. Mas é um erro, porque o «como» conta, o como se lá chega, perto da baliza, conta e muito. E há um pecado original que ajuda a perceber o erro de análise, por indiscutível que pareça a ideia feita: se desprezamos a forma como chegamos ao golo, teremos também dificuldade em entender a razão pela qual, tantas vezes, não chegamos. E aí queixamo-nos da sorte, ou do árbitro, no mínimo da muito gasta «falta de eficácia», que explica quase tudo e, tantas vezes, coisa nenhuma.
No fundo é sempre a discussão sobre o processo antes do resultado. Ou vice-versa. Sérgio Conceição deu para o peditório, quando chegou a Milão a prometer «bolas dentro da baliza», ao mesmo tempo que desprezava o tiki-taka, num aparente remoque ao antecessor, Paulo Fonseca, cujo trabalho olimpicamente ignorou. Agora, que o Milan está pior do que estava antes, a despeito de um plantel bem reforçado em janeiro, vale a pena lembrar de novo que antes da «bola na baliza» há a discussão sobre o modo de a levar até lá. Pode haver razões invisíveis para o insucesso, mas a equipa tinha de jogar bem melhor. O processo conta e não é pouco.
Rúben Amorim tem um processo que pode funcionar, ninguém em Portugal duvida disso, assente numa ideia (modelo de jogo) que ele enriqueceu com o passar dos anos e numa estrutura (sistema) que claramente prefere. O problema é que em Alvalade deixou um plantel reforçado que encaixava nas suas ideias e em Manchester encontrou um plantel enfraquecido onde tenta fazer com que as suas ideias encaixem. Desenvolver o modelo está transformado numa via-sacra, o que se agrava com a competitividade extrema de uma Liga onde nunca surge um Boavista ou Farense (escolho os últimos da tabela, com respeito) para facilitar a inversão do ciclo anímico, que também conta muito.
Frederico Varandas já o admitiu e Rui Borges defende-se agora, acentuando a evidência: o plantel do Sporting foi desenhado para Amorim e não para ele. Nem para ele nem para João Pereira, já agora, que tão destratado foi. E isto conduz a uma crítica óbvia, para mais num clube com o bicampeonato no horizonte: se o treinador tinha ideias diferentes, o mercado de janeiro tinha de ter sido diferente, na necessidade de mais um médio centro, de um outro lateral e de um avançado versátil que pudesse acrescentar mesmo (ou seja, melhor do que Biel).
Acertar em Rui Silva foi curto e deixou Rui Borges ainda mais exposto à inusitada onda de lesões. As ausências atenuam, neste caso, a censura quanto à falta de evolução de um processo de jogo, ao ponto de o próprio Rui Borges, com desconforto evidente, afirmar que a equipa está longe da ideia de jogo dele. Está sobretudo longe de uma boa ideia de jogo. E não é fácil imaginar um campeão neste contexto.
No futebol, no entanto, é possível ganhar com boas ideias, ideias menos boas e até na ausência delas, se os melhores jogadores estiverem todos do mesmo lado. Ainda assim, o sucesso estará sempre mais perto se estiver bem identificado o destino – o modelo que se busca – e antecipados os caminhos que a ele conduzem - o processo de treino/jogo.
Porque há processos mais simples e mais complexos, mais rudimentares ou inovadores, audazes ou contidos, o que não faz sentido é que o resultado se suponha anterior a ele. O resultado é como o golo, surge no fim, como consequência. Meter bolas na baliza todos querem. A questão é mesmo o «como»."
Custa muito gastar dinheiro
"Passei a pé com a minha filha de 120 meses (são 10 anos, não é preciso estar a fazer contas) numa rua com pouco estacionamento e por consequência muitos carros no passeio, de forma paralela. Ela observou que parte do passeio, bem largo – haveria sempre espaço para peões -, poderia ser transformado em mais estacionamento, impedindo, assim, que as pessoas fossem obrigadas a estacionar fora dos poucos locais designados. Concluiu então: «Pois, podiam fazer mais lugares, mas parece que custa muito gastar dinheiro.»
Parece simples e levou-me a pensar mais recente deturpação da ‘festa’ da Taça de Portugal: o Tirsense, da 4.ª divisão, vai estar por seu mérito mais meias-finais da competição e jogar com o Benfica. No entanto, não deverá receber os encarnados no seu estádio, o Abel Alves de Figueiredo, estando a ser estudadas outras hipóteses, como o estádio do Bessa, no Porto, que fica a 30 quilómetros.
Sou dessas pessoas românticas que acha que os grandes devem visitar os ‘pequenos’ onde quer que eles joguem, mesmo que se diga que um só jogo no Bessa ‘faz’ toda a época do Tirsense em termos de bilheteira. Reconheço que há aqui uma influência inglesa, mas mesmo lá as coisas começam a ficar diferentes, desde que foi anulado o jogo de repetição em casa do adversário para desempate para aliviar o calendário dos grandes, o que retirou a muitos ‘pequenos’ a hipótese de receber um grande ou de visitar um ‘mítico’ recinto mais imponente.
Li que o Abel não tem condições tidas como mínimas: o vice-presidente João Magalhães citou à TSF três razões com bastante peso: relvado, iluminação e cadeiras nos lugares.
Não são meros pormenores, concedo. Mas porque são estas condições aceitáveis para visitantes de 4.ª divisão ou outras e não o Benfica? Este não foi espeficicamente um dos temas no longo discurso de tomada de posse de Pedro Proença na FPF na semana passada, mas talvez se possa um dia arranjar um buraquinho na agenda para que haja um mínimo. De forma a que não custe tanto gastar dinheiro na Taça que se quer igual para todos."
Desporto Universitário e Mobilização Jovem: uma constante de proporcionalidade direta
"Vivemos tempos de transformação acelerada, onde a participação ativa da juventude tem-se revelado crucial para a construção de uma sociedade dinâmica e progressista. Contudo, a mobilização dos jovens enfrenta desafios significativos, desde a apatia política até à sobrecarga académica e profissional. Como podemos, então, fomentar e incentivar as gerações Y e Z a ser parte ativa das mudanças que moldam o presente e o futuro?
Durante demasiado tempo, os jovens foram considerados «o futuro», o que, embora verdadeiro, pode levar a um perigoso adiamento da ação. O envolvimento juvenil não pode ser remetido para um tempo incerto; deve ser estimulado no presente. O desporto universitário surge, assim, como uma das ferramentas mais eficazes para esta mobilização, proporcionando um espaço onde os estudantes podem desenvolver competências, criar impacto e integrar-se de forma ativa na sociedade.
A participação ativa dos jovens encontra desafios como a perceção de que «nada muda», a falta de reconhecimento pelo esforço investido e a ausência de incentivos concretos. Acresce ainda a fragmentação digital e a velocidade com que a informação é consumida, fatores que dificultam o envolvimento prolongado em projetos e iniciativas. Contudo, a multiplicidade de atividades em que os estudantes estão envolvidos requer deles uma maior capacidade de organização, algo que se traduz num fator positivo para o seu desenvolvimento pessoal e profissional. O mesmo se aplica aos estudantes-atletas, que conciliam a exigência da prática desportiva com o sucesso académico.
Cabe às Instituições de Ensino Superior, às federações desportivas, às associações estudantis e às organizações de juventude criar estratégias que tornem a participação jovem mais acessível, atrativa e recompensadora. Neste contexto, a FADU, superiormente liderada por Ricardo Nora, assume a missão de colocar o estudante-atleta como elemento central do processo, garantindo as condições necessárias para que este possa aliar a excelência desportiva ao sucesso académico. O desporto universitário não é apenas um espaço de competição; é um meio de desenvolvimento integral, proporcionando ferramentas essenciais para a vida profissional e cívica dos jovens.
Nos próximos anos, Portugal será palco de grandes competições universitárias internacionais, proporcionando oportunidades únicas de envolvimento juvenil.
Em 2025, receberemos três Campeonatos Europeus Universitários — Andebol na Covilhã, bem como Ténis e Padel em Coimbra.
Já em 2026, acolheremos dois Campeonatos Mundiais Universitários — Desportos de Praia na Figueira da Foz e Orientação em Vila Real. Eventos estes que não serão apenas momentos de competição, mas sim plataformas de participação ativa, onde os jovens poderão integrar as equipas de voluntariado e vivenciar experiências enriquecedoras, contribuindo para a organização e sucesso das competições.
Através do desporto universitário, os estudantes aprendem valores fundamentais como a disciplina, o trabalho em equipa, a liderança e a resiliência. Estes princípios não só potenciam o seu desempenho desportivo e académico, como também os preparam para os desafios da sociedade contemporânea, fortalecendo o seu papel enquanto cidadãos ativos e participativos.
Não obstante, as Instituições de Ensino Superior (IES) desempenham um papel fundamental neste processo, proporcionando momentos que incentivam a participação jovem ativa. Criar mecanismos de envolvimento que falem a linguagem dos estudantes, utilizar estrategicamente os meios digitais e reconhecer publicamente os seus esforços são passos essenciais para garantir uma mobilização efetiva.
O desporto universitário tem provado, repetidamente, ser uma plataforma eficaz para a transformação e capacitação juvenil. Como afirmou John F. Kennedy, antigo Presidente dos EUA: «Se não nós, quem? Se não agora, quando?» O momento de agir é agora, e o desporto universitário continuará a ser um veículo direto e poderoso de mobilização e participação jovem."
segunda-feira, 3 de março de 2025
Meia-dúzia...
Benfica 6 - 0 Vilaverdense
Prieto(3), Gasper, Constança(a.g.), Neide
Regresso do campeonato, com mais uma goleada, dando descanso a várias internacionais, nas vésperas de decisões nas Taças com as Lagartas!
Além do hat-trick da Prieto, destaque para a estreia da Engesvik...
Mais uma...
Benfica 9 - 3 Candelária
Boa 2.ª parte, em mais uma vitória, com algumas distrações defensivas, que nos jogos mais a doer, podem ser fatais...
Iniciados - 5.ª jornada - Fase Final
Benfica 2 - 1 Belenenses
Vitória, com um susto, 2-0 ao intervalo, mas um golo sofrido a 3m do final, ainda assustou...
Subscrever:
Mensagens (Atom)





