Alguém consegue explicar, de forma lógica e racional, como é que um clube vende bilhetes duplicados "por engano" em 2023, sendo que é tudo registado automaticamente na base de dados da bilhética electrónica? Engano? Não atirem areia para a cara das pessoas nem façam delas burras. pic.twitter.com/N6cBMGBU6Q
— Polvo das Antas (@moluscodasantas) March 16, 2023
Últimas indefectivações
quinta-feira, 16 de março de 2023
Candonga oficial !!!
Eu !!!
"Sérgio Conceição aplicou ontem uma das cagadelas mais épicas que alguma vez vimos um treinador fazer na tola de um plantel inteiro.
Agora é esperar que os jogadores de “equipa B e equipas médias como Paços, Famalicão, Santa Clara e Rio Ave” que compõem o plantel lhe devolvam a cortesia. Alguns já perceberam por quem são comandados e para onde vão os méritos quando existem as vitórias. Ninguém se lembra ou vai lembrar deles porque Sérgio Conceição tem um ego demasiado grande e qual eucalipto seca tudo à sua volta. As vitórias serão sempre do “Sérgio” e do “Pinto da Costa”, as derrotas serão sempre todas dos jogadores “de equipas médias ou da equipa B” que compõem o plantel (ah, e dos apanha bolas!).
Se estes jogadores de “equipas médias e de equipa B, os Francos e os Namasos” tiverem o mínimo brio, porque "quem não sente não é filho de boa gente, Sérgio pode começar a preparar as malas. Têm a palavra estes jogadores. Ou vão correr por quem não lhes dá o mínimo valor?"
Por onde andou Fredrik Aursnes?
"Fredrik Aursnes tem sido uma das grandes figuras da equipa comandada por Roger Schmidt na presente época.
O médio foi resgatado no verão passado ao Feyenoord por uma verba a rondar os 15 milhões de euros, o que na altura se criou uma certa dúvida no valor pago pelas águias devido à idade do jogador (26 anos). A verdade é que o norueguês cedo mostrou as suas capacidades e polivalências em campo e tem sido um dos jogadores em destaque na Luz.
Mas por onde andou Aursnes antes de chegar a Lisboa? Formado no IL Hødd da Noruega, o jogador chegou ao Molde, um dos maiores e mais conceituados clubes da Noruega, em 2015, por 500 mil euros, isto com apenas 20 anos.
Cedo agarrou o lugar na equipa nórdica e em seis anos fez um total de 186 jogos, números muito bons para um jogador que veio de campeonatos regionais. O melhor ano a nível de números foi em 2018, quando efetuou 36 jogos, 10 golos e 4 assistências, tendo sido campeão norueguês em apenas uma ocasião (2019).
Depois de pegar de estaca na equipa do Molde, o Feyenoord dos Países Baixos recrutou-o por uma verba a rondar os 1,5 milhões de euros e em apenas uma época mostrou ser um jogador para outros voos. Na equipa neerlandesa cedo ganhou a titularidade e acabou a temporada 2021/2022 com 47 jogos, fazendo muito dos jogos como médio interior direito, uma posição que tem feito muitas vezes no Benfica.
Foi um dos pedidos de Roger Schmidt no verão passado para reforçar o meio-campo encarnado, e a direção liderada por Rui Costa fez a vontade ao treinador e foram até a Roterdão resgatar o nórdico. Na altura, os adeptos do Feyenoord que já tinham perdido algumas das estrelas da equipa, insurgiram-se contra a direção, mostrando desagrado pelo desinvestimento e pelas vendas feitas, mas nem isso tirou a possibilidade às águias de contar com o médio.
Na seleção nacional, Aursnes tem 16 internacionalizações e estreou-se num amigável em junho de 2021 na derrota da Noruega sobre a Grécia por 1-2. Desde aí, foram raras as convocatórias que o médio falhou, a subida a um campeonato com mais renome como a Eredivise fez com que o jogador tivesse mais reputação e com mais olhos postos nas suas exibições.
Na Luz, o jogador começou por não ter muitos minutos quando chegou, mas depressa, muito pela sua polivalência, começou a entrar na equipa e jogava muitas vezes como falso extremo, na ausência de David Neres, e após a saída de Enzo Fernandez ganhou estatuto de “insubstituível” no onze encarnado. Até à data, o médio efetuou 31 jogos com a camisola vermelha e branca.
Roger Schmidt, em fevereiro, falou da importância de Fredrik Aursnes na dinâmica da equipa: «Estou muito feliz pelo Fredrik estar aqui, por termos conseguido esta contratação. É sempre preciso ter equilíbrio na equipa e ele garante isso. É muito completo, muito inteligente, consegue correr muito. Se calhar é o que corre mais na nossa equipa, pode correr 14 ou 15 quilómetros por jogo».
Aursnes está convocado para os primeiros jogos de qualificação para o Europeu 2024, frente a Espanha (fora) e Geórgia (fora), a 25 e 28 de março."
O que se passa com o SL Benfica B?
"Num clube onde a formação e o desenvolvimento de jovens jogadores tem um papel tão crucial para a evolução e para o sucesso do mesmo, como o Benfica, a equipa B desempenha um papel preponderante nesse processo, mas a verdade é que na atual temporada, as coisas não estão a correr tão bem quanto se esperava.
Depois de um ano em que a formação das águias conquistou a UEFA Youth League e a Supertaça Intercontinental Sub-20, as expectativas para os escalões de formação e para a segunda equipa dos encarnados encontravam-se extraordinariamente elevadas, não só pela conquista dos troféus a nível coletivo mas também porque a nível individual inúmeros jogadores mostraram-se entusiasmantes em relação ao seu potencial e à sua qualidade.
Agora, em Março, já na reta final da temporada, é possível perceber-se que as expectativas e as projeções feitas no início da época não correspondem exatamente à realidade neste momento. A equipa B das águias encontra-se numa situação crítica ao ocupar a décima quarta posição da tabela classificativa da Segunda Liga, apenas quatro pontos acima da zona de despromoção.
Depois de uma boa sequência de vitórias entre Outubro e Novembro, os encarnados entraram numa maré de resultados e exibições negativas, de onde não conseguiram sair completamente até agora, tendo em conta que nos últimos 12 encontros somaram apenas uma vitória. Algo verdadeiramente preocupante se olharmos para aquilo que deve ser tomado como “ideal” para equipa secundária do Benfica: um espaço de desenvolvimento desportivo, de projeção e preparação para a equipa principal das águias, o que neste momento é algo bastante complicado.
A atualidade da equipa B pode dever-se a vários motivos e razões. Primeiramente devido ao facto de este ano ser um ano de transição, ou seja, apesar do vários, e bons, jogadores que ganharam a Youth League na temporada passada fazerem parte do plantel, outra grande maioria dos atletas que já pertencia há equipa B, saiu.
Jogadores como Tiago Gouveia, Tomás Araújo, Rafael Brito, Sandro Cruz, Úmaro Embaló ou Luís Duk, que já estavam há muito tempo a jogar no nível secundário e que, em alguns casos, já se encontravam num nível superior a esse e por isso saíram, exerciam um papel bastante importante na equipa B, por já terem a experiência e a capacidade necessária para “tomar conta” da segunda equipa, algo que não acontece neste momento.
A maioria dos atletas pertencentes à mesma equipa na atualidade não possui, ainda, esse nível em que os outros se encontravam quando a deixaram.
Por outro lado, a falta de resultados também se pode dever à inconsistência existente em relação ao próprio plantel, que tem sofrido inúmeras alterações ao longo da temporada. A pouca regularidade e consistência que existe na construção da equipa e na rotação dos jogadores, prejudica diretamente a forma como a mesma joga. Isto porque, desde a inicio da temporada jogadores que eram vistos como “chaves” na equipa B, não são presença assídua na mesma, tendo inclusivamente dado quase de forma definitiva o salto para a equipa principal como António Silva e João Neves.
Para além dos jovens que começaram a época e depois saíram, existem também os jogadores que fazem inteiramente parte da equipa principal, mas que foram jogar para a secundária para ter minutos, ritmo de jogo ou até mesmo para recuperar a forma.
Nomes como Henrique Araújo, Paulo Bernardo, Morato, Rodrigo Pinho, Lucas Veríssimo e mais recentemente os reforços Schjelderup e Tengsted realizaram vários jogos ao serviço dos B’s, mesmo fazendo parte da equipa principal, o que, por um lado, é muito positivo a nível individual para os atletas em questão, mas que por outro, prejudica de certa forma a equipa por não se conseguir formar um conjunto de jogadores regulares, consistentes e habituados a jogar juntamente.
Agora, à entrada para uma fase completamente decisiva da temporada, o Benfica B tenta aguentar-se e fugir à despromoção para a Liga 3, que ao acontecer, seria um duro golpe no processo de desenvolvimento de jogadores e consequentemente no projeto do clube.
A questão em causa nunca será a falta de qualidade, mas sim o aproveitamento da mesma, pois, certamente, jogadores que neste momento fazem parte da equipa B das águias, como André Gomes, Cher Ndour, Rafel Rodrigues, Pedro Santos, Diego Moreira, Henrique Pereira, entre outros, tem todas as capacidades e qualidades para se tornarem ótimos jogadores ou até estrelas, só precisam apenas de tempo e de um contexto favorável à sua evolução."
Árbitros estrangeiros? Já agora, venham craques que não mergulhem para a relva, ludibriem o árbitro ou tramem o adversário
"Há uma corrente de opinião que apoia a ideia de trazer árbitros estrangeiros para atuar no nosso campeonato, tendo em conta o ambiente que por cá se respira por estes dias. Percebo a boa intenção da iniciativa (totalmente legítima), mas devo dizer, com sinceridade, que não concordo.
O “problema” da arbitragem portuguesa não é diferente do problema da arbitragem espanhola, senegalesa ou peruana. E não é diferente de problemas anteriores, comentados exaustivamente época após época, década após década.
Não há dúvida que a qualidade de algumas decisões dos árbitros não tem sido a que se deseja ao mais alto nível. Não tem sido a que se espera numa competição que conta agora com o apoio da vídeo tecnologia. Mas a forma de resolver esse “problema” não é, nem pode ser, a de mandar os árbitros portugueses para casa e contratar mão de obra estrangeira para fazer o seu trabalho.
Esse erro, o de resolver tudo com pensos rápidos sem atacar a raiz do “problema”, é recorrente por cá. Uma característica muito nossa que francamente não aprecio.
É verdade que a presença de juízes de outros países nos jogos mais calientes da nossa liga retiraria pressão aos nossos e poderia até protegê-los de situações menos simpáticas, em contexto excessivo. Mas, repito, isso não é resolver, é tapar o sol com a peneira. Um mero paracetamol para anestesiar a dor imediata.
A concretizar-se, a medida passaria um gigantesco atestado de incompetência a toda a classe (não apenas a quem arbitra), o que, face ao esforço e compromisso de muitos, seria francamente desmotivador. E a desmotivação nunca alavancou coisas boas.
Mas se queremos entrar por aí, se entendermos que importar talento internacional pode melhorar a qualidade do jogo, porque não equacionar também a contratação de jogadores, treinadores, dirigentes e adeptos? Quem não gostaria de trocar meia dúzia de craques do nosso campeonato por outros lá de fora, capazes de fazer um jogo inteiro sem mergulhar para a relva, ludibriar o árbitro ou tramar o adversário? Quem não gostaria de trocar uns quantos técnicos ou diretores da nossa praça, por outros com maior serenidade, calma e fairplay em momentos de pressão? E quem não gostaria de ter um estádio repleto de adeptos que não atiram petardos, não cantam insultos nem vaiam tudo e todas, a toda a hora?"
Um sonho que durou vinte anos
"‘Los pibes de El Gordo’ quiseram ser grandes e foram-no – fundaram o Arsenal de Llavallol que acabou cedo demais.
Há uma velha frase que sentencia: «Os dias passam devagar; os anos é que passam depressa». É o Tempo que mexe com a idiossincrasia dos homens. Para oPaulo de Carvalho dez anos eram muito tempo e ele, se calhar, já mudou de ideias por tanto outro tempo já passado. Carlos Gardel que teve pouco tempo para viver e morreu novo porque os deuses querem jovens na sua companhia cantava:
«Las nieves del tiempo platearon mi sien
Sentir
Que es un soplo la vida
Que veinte años no es nada
Que febril la mirada
Errante en las sombras, te busca y te nombra».
Vinte anos não são nada. Ou foram muito para um clube que passou pelo mundo como um cometa, o Arsenal de Llavallol, fundado precisamente em Llavallol, Lomas de Zamora, arrabaldes do sul de Buenos Aires, lugar onde se fixaram os querandíes, povo massacrado pela chegada dos espanhóis à América do Sul e foi ficando sem lugar para viver que não os subúrbios tristes de uma capital melancólica como o ritmo das milongas.
Em 1948 os Campeonatos Evita, assim chamados em honra de María Eva Duarte de Perón, a mulher do ditador JuanDomingo Perón que se tornou numa espécie de entidade santa dos descamisados, provocavam um absoluto entusiasmo nacional. A final do torneio de futebol era testemunhada pela figuras mais altas do Estado, presidente incluído, e as vitórias alindavam a dourado os emblemas que as conquistavam. Três jovens jogadores, todos eles mais tarde internacionais pela Argentina, Antonio Angelillo, Vladislao Cap e Humberto Maschio, decidiram que eram bons demais para não estarem presentes nos grandes festivais de futebol do país e que a melhor forma de contornarem esse equívoco era criarem um clube e esse clube levou o nome de Arsenal porque os ingleses continuavam a ser o sol resplandecente do association. E assim, nascido no dia 12 de outubro de 1948, o Arsenal de Llavallol apresentava-se ao mundo decidido a que jamais se esquecem dele. Esqueceram. Esqueceram tanto que raros são os que se recordam. E, no entanto, muitos dos rapazes que jogavam livremente nas ruas de Santa Catalina e de Libres del Sur ficaram para sempre na história do futebol argentino. A começar, claro, por Antonio Angelillo, Vladislao Cap e Humberto Maschio.
Vinte anos depois da sua fundação, o Arsenal de Llavallol desapareceu. Já não passava, então, de um clube satélite do Boca Juniors e os dirigentes do Boca foram impiedosos: reclamaram La Candela, as terras que tinham sido cedidas pelo presidente Perón para que os arsenalistas pudessem ter o seu campo, transformaram-nas numa espécie de centro de treinos para as camadas jovens e a razão da existência do Arsenal ficou-se por aí. Foi um dia dramático como nenhum outro para Anibal Diaz, conhecido por El Gordo, tal a sua corpulência física, um dos grandes impulsionadores do agregamento do grupo de jovens talentos de Llavallol, tido como um descobridor raro de talentos raros. Foram esses pibes de El Gordo os cabouqueiros da primeira presença no futebol a sério, filiados na Federação Argentina, e predispostos a iniciarem a vida do clube na III Divisão com o sonho de, um dia, talvez dez anos mais tarde, conquistarem o Campeonato Evita.
Três anos bastaram para que o Arsenal de Llavallol subisse de divisão. As suas rivalidades mantinham-se, ainda assim, pouco ambiciosas. Os sinais de maior excitação popular surgiam quando defrontava o Club Flandria ou o Sacachispas Fútbol Club. Mas as gentes do bairro tinham um orgulho inabalável pelos seus rapazes que jogavam vestidos com umas muito particulares camisolas às riscas verticais castanhas e amarelas e calções castanhos.
O Arsenal pode nunca ter ganho o Campeonato Evita - aliás só se aguentou quatro épocas na II Divisão para descer novamente e só continuar vivo por mais um pouco graças ao acordo assinado com o Boca Juniors – mas foi uma daquelas canteras que marcou para sempre o futebol da Argentina, produzindo craques de inequívoca qualidade para os grandes clubes do país. Ángel Clemente Rojas Rojas tornou-se numa das glórias do Boca Juniors; Vladislao Wenceslao Cap um tremendo defesa-central do Racing e do Rivel Plate e, mais tarde, selecionador durante oMundial de 1974, Humberto Dionisio Maschio o cérebro e a classe pura de um Racing campeão; Antonio Valentín Angelillo acabou por emigrar para Itália, para o Inter, assumindo-se como avançado temível vindo a ser convocado para a squadra azzurra já depois de ter vestido a camisola da Argentina.
O Arsenal de Llavallol mais do que um clube foi um sonho. Mas um sonho sem medos ao contrário do de Gardel:
«Tengo miedo del encuentro con el pasado que vuelve
A enfrentarse con mi vida
Tengo miedo de las noches que pobladas de recuerdos
Encadenen mi soñar».
Um sonho de valentes."
Empate ao 'intervalo'!
Provavelmente o pior jogo da época, a primeira 'não vitória' interna da época, com a Rute desastrada na baliza, muito desperdício no ataque, e ainda uma apitadeira determinada em fazer merda: 2 penalty's ficaram por marcar... e muitas outras 'desgraças'!!!
E o pior de tudo, ainda foi a lesão da Pauleta, que pareceu grave... e provavelmente o fim da época para aquela que para mim, e a nossa jogadora mais imprescindível!
Agora, é ganhar a 2.ª mão em Famalicão...
Gato!!!
Uma peça incrível da história do @slbenfica. ❤
— O Que Passou-se ?! 🤯 🦅 (@tiagofgss) March 15, 2023
Luís Joaquim Gato, um dos fundadores em 1906 do "Grupo Sport Bemfica" e sócio nº1 em 1972, explica o porquê de o @slbenfica ter sido fundado e dos vários locais por onde o Glorioso com ele passou. Absolutamente delicioso. 😍🦅 pic.twitter.com/384OUXenFq
SL Benfica nos quartos: Não para dormir, mas para sonhar (e muito)
🙌 JUNTOS!#EuAmoOBenfica #SLBBRU pic.twitter.com/ND0JABCSoj
— SL Benfica (@SLBenfica) March 7, 2023
"O SL Benfica prosseguiu, na passada semana, a caminhada invicta na presente edição da Liga dos Campeões, vencendo na receção ao Clube Brugge KV por 5-1 e carimbando o passaporte para os quartos da competição, com um agregado de 7-1 perante os belgas. Na ressaca, as águias foram à Madeira vencer o CS Marítimo por 3-0, dando continuidade a uma consistência notável e dando aos adeptos e associados ainda mais motivos para acreditar numa campanha europeia para lá das expetativas.
As ausências de Guedes e Rafa não se fizeram notar mesmo depois de um jogo a meio da semana, com o coletivo mais uma vez a suprir e ocultar as ausências. Na mesma semana, duas vitórias em duas competições distintas, com oito golos apontados e apenas um golo – ou golaço – concedido. Se a candidatura ao cetro de campeão nacional estava mais do que apresentada, começa a denotar-se também uma cada vez mais sólida candidatura encarnada a, pelo menos, surpresa da Liga dos Campeões.
O sorteio vai ajudar a ditar a fatia de favoritismo das águias nos quartos de final, mas o bom futebol praticado, a boa gestão dos momentos do jogo que a equipa tem apresentado, as épocas superlativas de quase todas as individualidades, a mentalidade com que foram encaradas as partidas com o PSG e com a Juventus, por exemplo, e a maré encarnada que tem dado balanço ao navio que tem Roger Schmidt ao leme fazem acreditar como não se acreditava há décadas.
Daí a Istambul vai uma distância bastante considerável, mas alcançar as meias-finais, por exemplo (que, no formato atual, seria feito inédito para as águias), já não é um horizonte assim tão longínquo. Será necessário que o SL Benfica mantenha os níveis de qualidade e confiança até lá – sendo que há partidas de grau elevado de dificuldade e importância até à primeira mão dos quartos de final. Caso a turma benfiquista o consiga, poderá encarar olhos nos olhos quase todas as equipas ainda em competição. A partir daí, é futebol. E no futebol, continuamos a querer acreditar, tudo pode acontecer."
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