Últimas indefectivações
quarta-feira, 15 de março de 2023
Unilabs, por onde andas?!!!
"Não somos de intrigas, mas... diz-se por aí que a "amarelinha" estava demasiado forte. E como isto da UEFA não é a Unilabs, o melhor era não arriscar.
Se não há Pepe, joga o senhor 20 milhões...
Ohhh wait!! 🤔"
4 anos!
Está em grande forma e há 4 anos fez isto 😮
— UEFA.com em português (@UEFAcom_pt) March 14, 2023
Veja o 𝐆𝐎𝐋𝐀Ç𝐎 de Grimaldo de todos os ângulos 👀#UEL | @SLBenfica | @grimaldo35 pic.twitter.com/fUq9KJQqBh
Mais uma derrota...
Com o jogo empatado, uma expulsão dum jogador do Famalicão nos últimos minutos, e ainda conseguimos perder...
Hi, Benfiquistas! It's not that difficult 🤭
Hi, Benfiquistas! It's not that difficult 🤭 #EuAmoOBenfica pic.twitter.com/6mcO98Xd0Q
— SL Benfica (@SLBenfica) March 14, 2023
Caminho Marítimo para o título
"O jogo do Benfica neste fim de semana, ao contrário do que se possa pensar e do favoritismo que lhe era atribuído, tinha uma importância crucial.
Desde logo, porque o Caldeirão dos Barreiros foi sempre um estádio difícil para os encarnados, pela deslocação, pelo ambiente e pelo apoio inequívoco dos adeptos madeirenses à sua equipa.
Acresce que, como referiu Roger Schmidt, o Marítimo está neste momento numa situação delicada, a precisar, desesperadamente, de pontos para sair da zona de aflição onde se encontra. Convém ainda recordar que a equipa do Funchal tinha ganho ao Sporting em casa e que, neste momento sob o comando técnico de José Gomes, se encontra a jogar melhor e a recuperar, paulatinamente, de um início de época desastroso.
Foi por isso muito importante que o Benfica tivesse passado nos Barreiros e que o tivesse feito de forma segura e com distinção. Até porque se aproxima um momento da época em que os encarnados terão que rumar, agora sim de forma decisiva, em direção ao título. Vêm aí jogos muito importantes, como a difícil receção ao Vitória no próximo sábado e, a seguir, o F. C. Porto, com Vila do Conde de permeio. Chegar a esta fase em vantagem pode ser a chave deste caminho para um Benfica que mostrou que está bem e recomenda-se.
Desde logo, porque perante as dificuldades iniciais não se enervou e continuou a jogar o seu futebol. Não se enervou sequer ao desperdiçar uma grande penalidade por João Mário, que, continuando a época fabulosa que está a fazer, faria depois uma assistência e um golo. Os outros destaques foram Neres e Aursnes. O primeiro porque esteve nos dois golos que marcou. O segundo porque esteve em todo o lado, durante todo o jogo.
Positivo: O campeão olímpico e europeu Pedro Pichardo pela resposta dura e frontal.
Negativo: Nelson Évora pelas declarações ressabiadas sobre o campeão olímpico e europeu Pedro Pichardo."
«𝙑𝙤𝙪-𝙩𝙚 𝙛𝙤𝙙.... 𝙑𝙖𝙞𝙨 𝙫𝙚𝙧!»
"O que aconteceu a Vítor Ferreira depois de ser ameaçado verbalmente pelo administrador e vice-presidente do clube de Contumil, após o FC Porto-Rio Ave?
Isso mesmo, o árbitro não voltou a dirigir um encontro da Primeira Liga. Nas três jornadas seguintes limitou-se ao papel de videoarbitro:
Jornada 22: VAR no Famalicão-Portimonense.
Jornada 23: VAR no Boavista-Arouca.
Jornada 24: VAR no Chaves-Portimonense.
Luís Gonçalves ameaçou e cumpriu. Vítor Ferreira só voltou a dirigir um encontro num jogo da Liga 2 (Tondela- Torrense).
Esta situação até já nem é uma novidade. Na época de 2016/17, Tiago Antunes havia sofrido o mesmo gênero de ameaças, após um SC Braga-FC Porto, em que expulsou o eng° Luís Gonçalves, acabando despromovido depois da célebre frase: " A tua carreira vai ser curta".
Começa a desenhar-se um padrão comportamental por parte do dirigente do FC Porto. E de realçar que, no entanto, não se vislumbra ou até ao momento, qualquer investigação por parte do Ministério Público ao facto de as ameaças passarem a atos.
O que fica no ar é que as regras para o FC Porto são diferentes dos demais clubes. E só são devido à impunidade, à normalização e à inconsequência deste tipo de postura e comportamento.
Ficaremos à espera pelo final da época e para as consequências que Vítor Ferreira irá sofrer, em relação à sua carreira. Até lá, Luís Gonçalves continuará a passear-se pelos estádios de futebol.
#impunidade #41anosdisto"
terça-feira, 14 de março de 2023
A Federação Portuguesa de Futebol perdeu a vergonha e o pudor de vez
"Com a sua máquina de propaganda e através dos seus ponta de lança na comunicação social, a FPF tratou de arrasar, enxovalhar e destratar Rafa por este ter renunciado à Seleção Portuguesa. De traidor, a pessoa que não gosta de futebol, de mau profissional, tudo serviu de arma de arremesso.
Agora, escolhe Ricardo Carvalho (ex-FC Porto) para adjunto de Roberto Martinez. Um jogador que RENUNCIOU à Seleção Nacional por se sentir "desrespeitado e ferido" na sua dignidade.
Não admira, pois, que o nome de Galeno (FC Porto) já seja falado nos corredores da Cidade do Futebol para uma futura convocatória.
É este tipo de influência que cada vez mais vai afastando os portugueses daquela que deveria ser a Seleção de todos nós, mas que cada vez mais é a Seleção dos amigos de Contumil."
Renúncia!!!
"Não admira que Galeno já esteja nas cogitações da Seleção de Portugal. A influência do FCPorto já se faz sentir perante o novo Selecionador, Roberto Matínez.
A escolha de Ricardo Carvalho é tão VERGONHOSA quanto as atitudes do ex-central dos azuis e brancos. Quem não se lembra do belo exemplo que deu quando abandonou o estágio da Seleção por divergência com Paulo Bento, o Selecionador Nacional!?
"Sinto-me em plena forma física e também mental, como o tem demonstrado a minha prestação no meu clube e na Selecção. Se me fazem sentir a mais e não mo dizem, a única possibilidade é a saída", disse Ricardo Carvalho na altura da sua RENÚNCIA à Seleções de Portugal
E ainda têm LATA de falar do Rafa...
#quesefodaaselecao #aculpaedoRafa"
Histórias Sem Interesse Nenhum (2) - Não há pai para eles
"“Você não é o meu pai”.
Dos milhões de frases fortes que terei ouvido a grandes desportistas ao longo da minha vida, esta é das poucas que se me gravou no cérebro, sintetizando em meia dúzia de palavras o pensamento holístico sobre quem é, o que pensa, o que motiva, o que relativiza e o que representa a personalidade de um campeão olímpico.
Na véspera, naquele inesquecível 21 de agosto de 2008, tinha sido encarregado pela organização dos Jogos Olímpicos de Pequim de conduzir Nélson Évora, em traje de cerimónia e pronto para receber a sua medalha de ouro, no dia seguinte, a determinada hora, à antecâmara do pódio do estádio Ninho de Pássaro - e fiquei fiel depositário do respectivo salvo-conduto.
Com a hora a aproximar-se na Aldeia Olímpica, sem sinal do campeão, que fora “raptado” por amigos e patrocinadores para actividades comerciais, vivi momentos de grande stress, aterrorizado pela perspectiva de falhar a importante missão, por irresponsabilidade alheia. Aquela hora foi a mais difícil de cinco anos de trabalho olímpico, mas ao soar do “gong” ele lá apareceu e ao ouvir o meu “f***-se, Nélson”, respondeu-me com aquele k.o. verbal que me trouxe de volta à terra.
“Você não é o meu pai”.
“Pois não, não há pai para ti, meu campeão!” - foi o que respondi entre dentes.
Ainda a cambalear, recompus-me do golpe e tomei conta da operação como se nada fosse. Chegámos a tempo, ainda pudemos confraternizar com outro português, Jorge Salcedo, diretor da competição e um dos profissionais mais subaproveitados do desporto português, na antecâmara dos medalhados, saboreando a “azia” do segundo classificado, o inglês Idowu, e o Nélson recebeu a medalha, ouviu o hino e entrou formal e definitivamente na História Olímpica.
O meu trabalho continuou, nos múltiplos contactos com jornalistas de todo o mundo, na manhã seguinte levei-o a uma das raras entrevistas globais da CCTV durante os Jogos (apenas um atleta por dia tinha essa distinção) e separámo-nos, por fim, dias depois, com uma derradeira conferência de imprensa no aeroporto de Lisboa.
Passaram quase 15 anos e a erupção do vulcão adormecido desde que Pedro Pichardo tomou o lugar dele no Benfica, na lista de recordistas e na galeria de campeões, ameaça reduzir a cinzas todo um património de prestígio e referência que ambos construíram com muito trabalho e dedicação, em nome de um país que os acolheu como filhos dilectos.
Esta eclosão de rivalidade doentia, com laivos de xenofobia, deixou-me mais combalido e impotente do que aquele episódio de Pequim: o Nélson Évora estava (ainda está) no meu Olimpo de intocáveis.
Em cima disso, o aparecimento do papá-treinador de Pichardo, a lembrar aquelas zaragatas de pais nas bancadas dos jogos de iniciados, não veio ajudar a suster os efeitos telúricos deste choque de titãs e sublinha a desvantagem em que Nélson ficou quando, após os Jogos do Rio de Janeiro, decidiu abdicar do seu treinador de 25 anos, o discreto e tranquilo professor João Ganço, que o considerava como um “bom filho”.
Neste caso, Nélson e Pedro, estamos todos de acordo que “não há pai para vocês os dois”: resolvam lá isso como campeões! E como portugueses, fiéis e orgulhosos depositários da nossa bandeira e da nossa honra."
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