Últimas indefectivações

sábado, 26 de junho de 2021

Grimaldo, o lateral desequilibrador


"O debate em torno de Grimaldo nunca foi sobre a sua indiscutível qualidade. Todos os anos, o seu escalpe é um dos mais procurados pelos jogadores adversários. O que sempre suscitou discussão entre analistas e adeptos do Benfica foi o seu alegado incumprimento nas tarefas defensivas. Um debate desnecessários, já que Grimaldo oferece tanto à equipa que, no final do dia, o espanhol sai largamente favorecido no seu deve e haver.
Nesta entrevista ao programa da Sporttv, Grimaldo foi honesto e transparente na forma como admitiu que o sistema de três centrais e, consequentemente de cinco jogadores no momento defensivo, lhe permite ser ainda mais diferenciador a atacar sem prejuízo do espaço que deixa nas costas. A verdade é que Grimaldo, além de defesa, foi sempre um dos jogadores mais desequilibradores da liga portuguesa.
Cada acção de Grimaldo com bola é uma anestesia de técnica num couro rebelde que perde a vida própria que lhe é garantida pelas viagens assistidas de jogador para jogador.
Todas as épocas, o lateral-médio está entre os jogadores com mais passes para golo e acções potenciais de golo. È um desbloqueador de jogo e é dos mais decisivos do campeonato. Um transformador de jogadas, catalisador de perigo para os adversários.
Oferece uma diversidade de caraterísticas muito rara na liga portuguesa, devido à sua impar capacidade de jogar por fora ou por dentro do bloco adversário, com criatividade, com intuição a definir e, na sua fase terminal das jogadas, com a imensa qualidade a servir os companheiros.
A iniciar a sua sétima temporada no Benfica, o internacional sub-21 espanhol é uma das incontornáveis, figuras da equipa e da competição, em Portugal, com assistências e golos. Aliás, apenas na sua primeira temporada no clube, quando chegou a meio da época é que não houve golos com a patente de Grimaldo. Em cinco épocas completas no Benfica, apontou 13 golos. Não há muitos laterais assim."

José Marinho, in O Benfica

Porto de abrigo


"A realidade pacífica e a segurança que vivemos em Portugal é tão natural e intrínseca à nossa vida quotidiana que muitas vezes, quando espreitamos o mundo que nos rodeia através do ecrã da televisão, computador ou telemóvel, a pobreza, a violência e o sofrimento humanos parece-nos distante e torna difícil desenvolver empatia e compreender o que sentem aquelas pessoas. De vez em quando, uma imagem mais forte consegue atravessar todas essas barreiras e toca-nos de forma mais concreta, comunicando com os nossos sentimentos.
Por isso é difícil sequer imaginar o misto de aventura e terror por que os refugiados, verdadeiros sobreviventes, tiveram que passar no caminho que os trouxe até nós. Homens ou mulheres, adultos ou crianças, fugiram da morte certa para um caminho incerto, sem retorno e sem outro consolo que não o de partilhares perigos e destino com outros caminhantes, companheiros de infortúnio. Fugir para sobreviver, farejar perigos e escapatórias durante meses. Ouvir estórias remotas de sucessos e tragédias, acicatando os medos e procurando forças para os superar a cada dia até ao dia derradeiro em que de um lado do passo está um passado sombrio e doloroso e do outro um futuro ensolarado, feliz e seguro tantas e tantas vezes sonhado.
Porque é que falo disto a propósito do Dia Mundial do Refugiado e do trabalho da Fundação Benfica no projeto 'Welcome through Football' de acolhimento e integração de refugiados por Fundações de grandes clubes europeus com o apoio da Comissão Europeia? Para contextualizar bem a importância e o carácter humanitário desse trabalho e a relevância social do Sport Lisboa e Benfica ao criar e manter uma Fundação a quem os benfiquistas mandatam a solidariedade sem fim que brota dos nossos valores e da nossa Mística, fazendo deste imenso Benfica um verdadeiro porto de abrigo!"

Jorge Miranda, in O Benfica

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"2
Esta coluna foi dedicada por inteiro a Jardel na semana passada, pelo que é com atraso que se enaltece a dobradinha da nossa equipa feminina de polo aquático. E também o 3.º lugar no campeonato de andebol (feminino), que poderia ter sido melhor, porém há que referir que esta se tratou apenas da segunda época após o regresso benfiquista ao escalão maior (e 2019/20 não chegou a ser concluída);

8
Neste fim-de-semana terá início a final do Campeonato Nacional de hóquei em patins (feminino). 8 é o número de títulos consecutivos que a nossa equipa procurará alcançar;

17,69
Pichardo fez a marca do ano no triplo salto contribuindo, assim, para o crescente entusiasmo em torno da sua participação olímpica. E não deixa de ser curioso como, para alguma comunicação social, de 'atleta cubano do Benfica' tem vindo a evoluir para 'o português'. Consiga ele o tão almejado ouro em Tóquio e não me admirarei que essa mesma comunicação social tergiverse acerca do feito do atletismo português e pelo caminho tente sonegar o contributo benfiquista;

30
'Falta 30 metros ao futebol português', dizia-se no final dos anos 80. Ter visto a exibição confrangedora de Portugal frente à Alemanha relembrou-me este axioma ultrapassado. Só que hoje, ao contrário desses tempos, são ratos os treinadores portugueses de topo que enveredam por este tipo de futebol e todos os jogadores da selecção portuguesa jogam ao mais alto nível, a maior parte no estrangeiro. Só faltam 30 metros por opção. E o responsável chama-se Fernando Santos. Dir-me-ão que venceu em 2016, mas não me peçam explicações e muito menos questionem o obreiro desse feito, que não vale a pena. Por óbvias que sejam as respostas, não se espera que o acaso as dê."

João Tomaz, in O Benfica

Editorial


"1 - A equipa de futebol profissional do Sport Lisboa e Benfica esta de regresso ao trabalho, com testes médicos que arrancam esta sexta-feira no Seixal e no sábado no Hospital da Luz. É o pontapé de saída de uma nova época com ambições redobradas e onde, finalmente, esperamos, todos, poder contar com o apoio dos nossos adeptos. E que tanta falta nos tem feito! Estamos certos de que farão uma imensa diferença e nos vão ajudar e almejar os títulos que tanto desejamos. Lembro-me sempre da frase de Neil Amstrong quando pisou a Lua e exclamou: 'a magnificent desolation'. Uma excelente síntese do que tem sido este futebol de pandemia nos estádios, num vazio que a todos priva na emoção, na intensidade e vivência de um jogo que sem público perde muito da sua essência. Vai ser diferente, para muito melhor. Assim a variante Delta não comprometa o desconfinamento. Estamos juntos!

2 - Rodrigo Pinho, um dos reforços para a nova temporada, falou em exclusivo ao Jornal O Benfica. É uma lógica que pretendemos oferecer todas as semanas aos nossos leitores: conteúdos diferenciados capazes de tornar a nossa informação ainda mais apetecível. Na conversa com os nossos repórteres destacou a enorme responsabilidade que representa vestir a camisola do Benfica e traçou objectivos claros: conquistar títulos naquele que é o maior desafio da sua carreira. O avançado brasileiro já está familiarizado com as dinâmicas do Benfica Campus, numa recuperação que começou há algumas semanas com o propósito de estar a 100 por cento no dealbar dos trabalhos e assim poder retribuir com golos e confiança nele depositada.

3 - O projeto Eco Benfica merece igualmente destaque nesta edição, num merecido reconhecimento pelo trabalho que está a ser desenvolvido pelo Clube no respeito por uma crescente sustentabilidade ambiental, a juntar à sustentabilidade financeira e à enorme responsabilidade social que tem acompanhado o trajecto do Sport Lisboa e Benfica ao longo dos últimos anos. É com orgulho que acompanhamos a presença do nome Benfica nos maiores fóruns internacionais em defesa do ambiente."

Pedro Pinto, in O Benfica

Uma Semana do Melhor...

William Saliba | Uma opção viável para a Luz?


"A ligação entre William Saliba e Arsenal FC é sol de pouca dura. Arteta não conta com ele, e Saliba tem a porta da saída escancarada. SL Benfica, Olympique de Marseille e Stade Rennais FC perfilam-se como opções de continuidade e, depois de dois anos emprestado, é hora de consolidar presença no plantel principal de uma equipa que lute por títulos.
Como na questão Guendouzi, SL Benfica e Marselha são os mais prováveis em assegurar o passe do jovem defesa-central. Custou 30 milhões de euros aos Gunners em 2019, mas em Londres não cumpriu qualquer minuto na primeira equipa, emprestado sucessivamente a Saint-Étienne e OG Nice.
As semelhanças com a situação de Jean-Clair Todibo não podem tornar-se obstáculo à aproximação do clube da Luz: é internacional jovem francês, é-lhe reconhecido enorme potencial e desenvolveu capacidades no OG Nice nos últimos meses – todos esses paralelismos apontam para oportunidade única de emendar o erro de apreciação cometido com a devolução de Todibo ao FC Barcelona, em janeiro último.
William Alain André Gabriel Saliba, de origem francesa e ascendência camaronesa, desperta para o futebol em Saint-Étienne. Nascido em 2001, ingressa nos escalões formativos do AS aos seis anos, escalando até aos seniores e onde se estreia em 2018, com 17 anos.
Em 2018-09, completa 16 jogos na Ligue 1, assumindo-se como titular na reta final da temporada: nas últimas sete jornadas da Liga francesa, é titular em seis. Os colossos reparam nele, obviamente. Arsenal FC é o mais conclusivo nas suas intenções, e desembolsa trinta milhões a pronto para afastar potenciais compradores: entre eles já estava o SL Benfica, que sondou o jogador após a conquista 37º título, assinado por Bruno Lage.
Com valores impraticáveis para a realidade benfiquista, cedo o clube se remeteu a papel secundário. O Arsenal FC fechou negócio rapidamente, reconhecendo, porém, uma certa precipitação ao manter a pérola em Saint-Étienne para aprimorar qualidades – achou-se que não estava preparado para a Premier League. Unai Emery dava o mote: “Estamos muito felizes por William se juntar a nós. Interessava a muitas equipas, mas ele optou pelo Arsenal e decidiu fazer parte do nosso futuro. Permanecerá em França na próxima temporada para obter mais experiência e esperamos tê-lo connosco a tempo inteiro na época seguinte”.
Nesse verão é eleito pela UEFA como um dos “50 jovens promissores a acompanhar” em 2019-20. De estatuto reforçado, só uma lesão prolongada como a fratura do metatarso, sofrida em novembro, impediu que se cimentasse como imprescindível do conjunto: apenas recuperou três meses depois, regressando em janeiro (período durante o qual falhou 15 jogos).
Ainda assim, conseguiu acumular 17 presenças em todas as competições (1441 minutos, uma média de 84’ por participação), sendo peça importante na caminhada da equipa até à final da Coupe de France, onde não chegavam desde… 1981-82.
A interrupção por motivos pandémicos bloqueou a evolução do defesa. De regresso a Londres, não encaixava nos planos de Arteta. “Quando cheguei, o Arsenal tinha acabado de terminar a época. Não treinei com a equipa, não treinava há meses”, afirmava Saliba aos microfones do RMC Sport e em declarações reproduzidas pelo Transfermarkt em Janeiro de 2021. “A equipa foi de férias e eu fiquei a treinar sozinho. Quando voltaram, tive uma semana com eles, em conjunto. Jogámos dois ou três amigáveis, mas eu não tinha ritmo. Queria continuar, mas o treinador decidiu o meu caso nesses dois jogos e meio”.
Não contava. Até janeiro, seis jogos pela equipa de reservas dos Gunners, sendo aí que surge a hipótese OG Nice: não hesitou. Às ordens de Adrean Ursea, técnico interino dos franceses, assumiu-se prontamente como titular – sete titularidades nos primeiros sete jogos e prémio de Jogador do Mês para a Ligue 1.
Terminou o ano com 20 jogos completos, 1800 minutos e um golo marcado. Só o episódio caricato de uma partilha de vídeos de cariz sexual, num escândalo que envolveu alguns colegas das seleções jovens francesas e que chegou às últimas instâncias governativas do futebol francês, fazendo soar alarmes em Clairefontaine, podia limitar a sua ascensão desportiva enquanto certeza gaulesa.
Se Mikel Arteta achava que o jovem não estava pronto para a Premier League, ainda com pior impressão terá ficado a partir desse momento: a novela da contratação de Ben White, central inglês do Brighton FC que o Arsenal FC persegue há semanas, confirmou os piores indícios – Saliba não conta para o técnico espanhol.
Surgem agora duas hipóteses: mais uma época de empréstimo, desta vez ao Newcastle United FC, principal opção para os responsáveis ingleses; ou a saída em definitivo, vontade do jogador, que vê cada menos espaço no Emirates.
É aqui que surge o SL Benfica como hipótese para o seu futuro, numa luta a três entre portugueses e franceses, com Olympique de Marseille e Stade Rennais FC como interessados.
Na Luz, ainda se espera resolução do caso Vertonghen, ouvindo as suas pretensões e como se podem conciliar com as de Jorge Jesus, que demonstrou confiança reforçada em Lucas Veríssimo e Otamendi como parelha preferencial nos momentos de defesa a quatro, só integrando o veterano belga em ocasiões de 3-4-3.
Qualquer que seja a vontade do técnico, o belga ofereceria qualidades significativas, tanto no campo como no balneário, essenciais numa fase pós-Jardel. Contudo, sem essa quarta opção, resta optar pelo regresso de Ferro, a aposta definitiva em Morato como solução viável e com bastantes minutos ao longo da temporada ou abordar o mercado na busca por alguém que se enquadre no perfil técnico da equipa.
William Saliba, com o seu conjunto de características específicas – velocidade de reação, facilidade no controlo de bola e agressividade nos duelos – encaixaria que nem uma luva no projeto encarnado, representando, no entanto, avultada operação financeira: novo empréstimo não seria do agrado nem do jogador nem dos responsáveis encarnados, que pretendem assegurar talento que possa ser desenvolvido a longo prazo no Seixal."

sexta-feira, 25 de junho de 2021

Gil Dias


Anúncio da 2.ª contratação, novamente no mercado interno, desta vez, Gil Dias. Jogador que pertencia ao Mónaco, mas que tem passado por vários empréstimos, o último em Famalicão...
Foi um jovem muito pretendido, mas tem tido dificuldade em confirmar como sénior o potencial que demonstrou quando era mais novo... Não era a minha 'primeira opção', mas com o historial do Jesus em adaptar extremos a laterais (o Digui na última época, por exemplo...), pode ser que resulte!
Como extremo até pode jogar nos dois flancos e inclusive como 9,5!
Aliás ofensivamente tem de facto muito potencial, tem drible e passe... vamos ver como se adapta à pressão do Benfica, e ao esquema táctico... muito provavelmente o 343!
Agora não me parece uma primeira opção para a titularidade...

1.ª dia....


Começou hoje a época 2021/22, com os habituais exames médicos e ainda com muitas indefinições no plantel. Com o início da Liga e com as duas pré-eliminatórias da Champions logo no início de Agosto, o tempo é curto...

Apresentaram-se: Chiquinho, David Tavares, Ferro, Paulo Bernardo, Cervi, Gabriel, Grimaldo, Henrique Araújo, João Ferreira, Weigl, Svilar, Nuno Tavares, Samaris, Pizzi, Samuel Soares, Tiago Gouveia, Tomás Araújo, Krovinovic e Waldschmidt.
Em quarentena por precaução: Helton Leite, Gilberto, Morato e Vinícius.
Entregues ao departamento médico: André Almeida, Lucas Veríssimo, Diogo Gonçalves, Darwin, Rodrigo Pinho e Tiago Araújo.
Nas seleções: Rafa, Seferovic, Everton, Otamendi e o Vertonghen.
Apresentação 'atrasada' devido a seleções: Gonçalo Ramos, Odysseas, Florentino, Tomás Tavares, Jota, Gedson e Taarabt.

Muitos jovens da B, mas suspeito que somente o Tomás Araújo e o Morato terão lugar no plantel principal... gostaria de ver o Tiago Gouveia e o Paulo Bernardo com tempo de jogo na pré-época! O Henrique, o Tiago Araújo, o David e o João Ferreira deveriam ser emprestados a equipa da I Liga... tal como o Jota e o Tomás Tavares.
Chiquinho, Cervi e Nuno Tavares parece que estão de saída... e não acredito na permanência do Ferro, nem do Gesdon!
A permanência do Vinícius seria uma grande notícia... tal como o Florentino.
Com boas propostas vendia o Weigl, o Gabriel, o Rafa, o Seferovic, o Odysseas e o Grimaldo!
A situação do Gilberto vai depender da recuperação total ou não, do Almeidinhos... já em relação ao Krovi, a jogar com 3 Centrais, poderá fazer a posição do Adel tão bem ou melhor!
Aliás será importante perceber se os lesionados mais graves, vão ou não estar disponíveis e em forma para os primeiros jogos oficiais, principalmente o Lucas e o Darwin!
Os rumores indicam que o Nzonzi, o Ugarte e o Gil Dias estão 'confirmados'... se os dois primeiros são consensuais, em relação ao Gil se vamos continuar a jogar com 3 Centrais parece-me uma boa 2.ª opção!
O Vinagre seria bem-vindo... e estamos a precisar de extremos!!! João Mário, não por favor...

38


"Em cima: Marcelo (que colocou o SLB nas meias finais da Taça de Portugal, batendo Nuno Espirito Santo com a resposta de cabeça a um cruzamento rasteiro), Ricardo (que ainda não era Gomes), Kenedy (antes de chumbar controlos anti doping) Hélder (a 8 anos de discutir uma braçadeira de capitão com o actual director de relações internacionais), Brassard (um dos maiores suplentes do futebol português), e agora preparem-se mentalmente para os 5 que seguem, Paulo Pereira, Paulão, Hassan, Paredão, King (que nem para a porra de uma foto se conseguia posicionar condignamente).
No Meio: Pedro Henriques (uuiiissshhh), Dimas (quando ainda vestia bem), Calado (se fizesse juz ao nome, era um poeta), Luiz Gustavo (que substituiu outro Luiz Gustavo no plantel, partilhando nome e falta de jeito), Bruno Caires (o falso lento que era mesmo muito lento)
Sentados: Preud'homme (Saint, se faz favor) Veríssimo (El Rey de las buelas paradias), Paulo Bento (já era cliente do tal cabeleireiro), Edgar (que ao contrário do Beto, assinou mesmo pelo Real Madrid), Marinho (junto com Amaral, foi a resposta de Manuel Damásio à pilhagem do Pacheco e do Paulo Sousa e não vale rir, porque isto é motivo para chorar), JVP (antes de ser dispensado pela direção que tinha como vice presidente para o futebol José Capristano), Valdo (até sentado tinha classe), Iliev (talvez o último jogador a ser contratado pelo SLB depois de treinos à experiência), Panduru (o lado esquerdo do pirilau do Autuori) e Veiga (só contou para a foto).
Entre meados de verão de 1995 e início do de 1996, acordei todos os dias a olhar directamente para a foto do (vamos-lhe chamar assim) plantel do SLBenfica, que sob o comando de Artur Jorge posava alinhado em frente a umas decrépitas bancadas do Estádio do Jamor, onde estava meia dúzia de transeuntes, que podiam muito bem estar mais capacitados para representar o Glorioso do que a maioria das personagens equipadas de encarnado e branco. Sem saber se por ingenuidade juvenil ou fanatismo Benfiquista, colei este poster na parede do quarto por acreditar genuinamente que estava ali o futuro campeão nacional. Os nomes não contavam para o meu totobola, só as camisolas e o emblema tricotado ao peito.
A idade traz maturidade a muita gente, mas pelo menos quando o Benfica é o assunto, essa verdade passa-me totalmente ao lado. Mesmo com um presidente que desprezo, um treinador que odeio e um plantel cuja formação ainda desconheço, olho para o pontapé de saída da temporada 21/22 como a preparação da festa do 38. O cortejo de campeão começa hoje. Façam exames médicos aos atletas, mudem o óleo ao autocarro descapotável e comecem a montar o raio do palco techno. Até com 11 Gilbertos só paramos no Marquês. Mais magros, com os sistemas nervosos profundamente alterados e quase todos divorciados, mas bêbados de glória. Isto é mais do que acarditar, é acertezar. Saiam da frente ou sejam atropelados com estrondo. Cá vai o Sport Lisboa e Benfica 21/22."

O Cantinho Benfiquista - Euro 2020 Special | We Survived To See Another Day

Tóquio #18: Raquel Queirós...

O grande baile do Ballet Azul


"Chamavam-lhe Ballet Azul. Tinham um jogador mágico, de proteção divina. Pés de Deus, diziam alguns. Alfredo Stéfano Di Stéfano Laulhé, assim mesmo, de nome repetido, nascido em Buenos Aires. Quando começou a jogar pelo River Plate, em 1945, com 19 anos, os companheiros perdiam as estribeiras com ele: só via a baliza. Fixava os olhos naquele retângulo de madeira que ficava lá do outro lado do campo, media o tamanho do guarda-redes adversário, e partia na sua velocidade de flecha que lhe valeria uma alcunha, La Saeta Rubia, devastando defesas à medida da sua cavalgada que era digna de um flagelo. Os seus colegas de equipa, ignorados e despeitados, não tinham remédio se não festejar com ele as vitória que bastas vezes arrancava sozinho. Quando lhe perguntavam quem era o melhor jogador do mundo, respondia com humildade: «Don Adolfo Pedernera, sin dudas».
Foi lado a lado com Adolfo Pedernera que chegou à Colômbia, em 1949. Com eles ia outro abençoado ao qual a bola obedecia sem reclamar: Nestor Rossi. Alfredo Senior, presidente do Millionarios de Bogotá, tomara a decisão irreversível de criar a melhor equipa do universo, gastasse o dinheiro que gastasse, e tirar proveito da sua fama para se dedicar à política com o decorrer da idade. A Colômbia desse tempo fervilhava de jogadores de todas as nacionalidades como uma verdadeira Babilónia. Se o Millionarios era o clube dos Argentinos, os clubes de Cali e Medellín contrataram todos os grandes jogadores peruanos. Em Barranquilla concentravam-se os brasileiros. Em Santa Fe, ingleses, italianos e húngaros. O povo gostava e enchia os estádios. Alfredo e Alfredo enchiam os bolsos. O clube não se chamava Millionarios por mero acaso.
Alfredo Di Stéfano foi campeão colombiano com o Millionarios. Campeão de um Campeonato Pirata já que não reconhecido pela FIFA que expulsara a Federação Colombiana do seu seio por os seus clubes se recusarem a pagar o preço das rescisões dos jogadores que iam buscar a todo o lado. Alfredo Senior estava-se perfeitamente marimbando para a FIFA. Cumprira o que prometera e fizera do Millinarios a melhor equipa da Terra e, em princípio, de todo o sistema solar.
Di Stéfano tinha um profundo respeito por Adolfo Pedernera. Com ele não fazia farinha. A Saeta Rubia passou a aprender a permitir que os seus companheiros contribuíssem activamente nos movimentos de ataque que a sua imaginação pródiga inventava a todo o momento. Com Pedernera e Rossi, com Julio Cozzi e Antonio Baéz, com Reinaldo Mourin, Alfredo Mosquera e Hugo Reyes, aos quais se juntaram os tremendos uruguaios Hector Scarone e Shubert Gambetta, o treinador Carlos Aldabe passava horas e horas tranquilas no banco de suplentes, dando-se ao luxo de dispensar os cigarros. O público fazia filas infindas na tentativa de arranjar um lugar em El Campín. Havia gente que ia de véspera e dormia no chão em frente dos portões do estádio. Até o jovem Che Guevara e o seu amigo Alfredo Granado, que viajavam pela América na garupa de uma motoreta, mergulharam nessa confusão. Nunca se vira nada assim. E a inveja não tardou a medrar, como é seu hábito.
Em Madrid, o presidente do Real, Santiago Bernabéu, quis comemorar com pompa os 50 anos do clube. Bernabéu queria ir além do que fizera Alfredo Senior e fazer do Real o clube mais incandescente do mundo civilizado. A ideia de contratar Alfredo Di Stéfano tornou-se fixa. Mas primeiro tinha de o fazer conhecer a Europa e o futebol dos madridistas. No dia 15 de março de 1952, as estrelas dos Millionarios pousaram na capital espanhola.
O Ballet Azul passeou-se um pouco antes do prometido confronto de Chamartín que iria tirar teimas sobre quem era, de facto, a melhor equipa do mundo. Tudo foi organizado ao jeito de um combate de boxe – Santiago Bernabéu exigiu um KO aos seus rapazes. Um KO principescamente pago.
Em Mestalla, frente ao Valência, o público desiludiu-se: 0-0. Em seguida, uma viagem até Las Palmas e uma derrota (2-3) frente ao Unión. Depois, em Chamartín, novo empate, desta vez por 2-2, perante o Norköping da Suécia. ‘Joder’, queixava-se a imprensa e o público espanhol, «adonde están las estrellas?».
Di Stéfano, Pedernera e os seus acólitos pareciam ter estado a guardar-se para o grande confronto de 30 de março. Mais de 40 mil pessoas puderam assistir, finalmente, aos passos ritmados do Ballet Azul. O Real Madrid foi reduzido a uma equipa de província. «Millonarios el mejor equipo del mundo – Lo más grande que ha visto Madrid», trazia, no dia seguinte, em manchete, o El País. Don Alfredo marcara dois golos nas duas primeiras oportunidades que lhe surgiram. A forma como os sul-americanos bailavam por entre os jogadores madrilenos tornava-se aporrinhante. Baéz e Perdernera marcaram os outros dois golos e houve quem atirasse chapéus para dentro do campo como se estivesse numa arena. O perfume azul das violetas de Bogotá enchia todos os espaços de Chamartín."

O desporto, as grandes competições desportivas e a política


"O desporto apresenta-se como um facto social massivo. Ele tornou-se uma vitrina da vitalidade e da grandeza das nações. As relações entre desporto e política são, não raras vezes, objeto de apreciações contraditórias. De um lado, temos os atores do mundo desportivo (dirigentes, praticantes, educadores ou jornalistas) que acreditam num desporto apolítico. Veem nos grandes confrontos internacionais desportivos momentos privilegiados de fraternização entre as nações. Do outro lado, para a imensa maioria dos sociólogos e historiadores desejosos de compreender o fenómeno desportivo, são inúmeras e variadas as manifestações políticas no desporto. De facto, o desporto é promovido como um instrumento de propaganda política (Wahl, 2004).
A queda do Muro de Berlim, em 1989, e o desmoronamento do sistema comunista, colocou em causa o modelo do desporto utilizado como meio de propaganda política. Todavia, se colocou em causa o modelo, não modificou a substância. Os grandes eventos desportivos, como o Mundial de Futebol ou os Jogos Olímpicos, continuam a ter um papel importante nas relações internacionais. Continuam a ser um terreno de confronto entre Estados rivais. Para os países que os acolhem, as competições desportivas são a ocasião de mostrar ao mundo as capacidades de organização e de acolhimento da nação. A conquista de taças e medalhas é fonte de rivalidade entre os Estados. E na “diplomacia do pingue-pongue”, procura-se apagar as incompreensões do passado, como diria o Presidente Richard Nixon (1913-1994). Não existe nada de novo. O renascimento dos Jogos Olímpicos, em 1896, já estava impregnado dessa vontade em pacificar as relações entre as nações. E os Jogos da Antiguidade procuravam a instauração de uma trégua no seio do mundo grego.
Em 15 de maio de 2004, as televisões comunicam ao mundo uma notícia histórica para o desporto. A Federação Internacional de Futebol (FIFA) atribuiu à África do Sul a organização do Campeonato do Mundial de Futebol de 2010. A candidatura sul-africana derrotou o Egipto e Marrocos. A população africana saiu às ruas para festejar a escolha do continente africano como terra de acolhimento de um dos maiores eventos desportivos do planeta. Recorde-se aqui que a África do Sul já tinha acolhido dois importantes eventos: em 1995, o Campeonato do Mundo de Rugby; e, em 2003, o de críquete, dois desportos de origem inglesa. Mas esta escolha tem um outro significado: ele assinala a saída definitiva da África do Sul do apartheid (regime de segregação racial), dois anos depois da eleição de Nelson Mandela (1918-2013). Esta decisão dá, pela primeira vez, à África a possibilidade de organizar a competição desportiva internacional mais popular. A escolha parece demonstrar, pelo menos em aparência, o fim do eurocentrismo e o americanismo do mundo desportivo (Pivato, 2004). A maior parte das vezes, o Mundial de Futebol se desenrola nos continentes europeu e americano. E isso também vale para os Jogos Olímpicos.
Não podemos resumir o combate ao racismo na atribuição do Mundial de Futebol à África do Sul. No decurso da última década do século XX, o desporto partiu em luta contra os velhos demónios e as grandes competições desportivas testemunham uma recusa cada vez maior do racismo. A emblemática utilização do desporto pelos regimes ditatoriais, como foi o caso dos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, ficou, felizmente, para trás.
O desinteresse pela política, fenómeno generalizado no mundo ocidental, conduz o cidadão a se identificar, no seu próprio país, com os desportos nacionais, mais do que através das instituições do Estado ou dos símbolos políticos. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, sabe isso muito bem, quando declara, em Budapeste, em 15 de junho de 2021, que todos deveriam estar focados no jogo da seleção portuguesa contra a Hungria. Com isso, recusou comentar as palavras do primeiro-ministro, António Costa, afastando um conflito institucional entre os dois. “Hoje é dia de futebol, e aqui estamos todos unidos em torno do futebol e, portanto, eu não vou agora estar a falar de outros temas, porque é desconcentrar o fundamental. Temos de estar focados, e estamos todos focados: o senhor primeiro-ministro, o senhor presidente da Assembleia da República, eu próprio, o senhor presidente [da Federação Portuguesa de Futebol] Fernando Gomes, os portugueses todos”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa. No fundo, pede-se ao desporto, em geral, e ao futebol, em particular, a resolução de curar os males da sociedade.
Desde 1952, ano de entrada da União Soviética nos Jogos Olímpicos, até à queda do Muro de Berlim, as grandes competições desportivas internacionais constituíram um terreno de confronto permanente entre as superpotências rivais que encarnam dois estilos de vida e economias opostas: capitalismo e comunismo. Pela proeza dos atletas, queria-se denotar o primado moral de um sistema sobre o outro. O futebol continua a ser a expressão do orgulho cidadão e nacional. Ele transformou-se num “esperanto” universal. A “pátria desportiva”, que é criada nos estádios e na televisão, redefine as próprias fronteiras. Mas a descentralização das grandes competições desportivas para os países em vias de desenvolvimento, mesmo se ela se torna numa necessidade pelo número e pela democracia inerente às grandes organizações internacionais, não toca no monopólio económico detido pelo Ocidente. Os poderes políticos mantêm relações tortuosas com o desporto. E é mais do que evidente a politização crescente dos encontros desportivos internacionais."

quinta-feira, 24 de junho de 2021

Filip Krovinovic | Um regresso com a bênção de Jesus


"Numa altura em que o SL Benfica procura por um ‘8’ no mercado, uma das soluções poderá passar mesmo pelo regresso de um dos (muitos) jogadores emprestados. Filip Krovinovic, médio croata de 25 anos, deverá regressar à Luz para realizar a pré-época sob o comando de Jorge Jesus.
Na temporada 2020/2021, Krovinovic esteve ao serviço do West Bromwich Albion, na Primeira Liga Inglesa, e do Nottingham Forest, na Segunda Liga Inglesa. O croata tinha sido emprestado ao emblema do primeiro escalão inglês na temporada 2019/2020, onde realizou 43 jogos e marcou três golos.
Devido ao bom desempenho, os responsáveis quiseram avançar para um prolongamento do empréstimo por mais um ano, mas acabou por ser mais curto dado que, em janeiro de 2021, Krovinovic rumou ao Nottingham Forest FC, onde realizou 31 jogos, totalizando 2248 minutos.
Tal como já foi referido, Jorge Jesus procura um jogador capaz de desempenhar a posição de médio-centro e vai experimentar o croata nessa mesma posição. De relembrar que Adel Taarabt deixou “muito a desejar” nessa função devido à sua impaciência na construção de jogo, à sua ineficácia de passe e, sobretudo, ao pouco golo que apresenta. Nestes parâmetros, Krovinovic poderá acrescentar e, eventualmente, jogar até numa posição de avançado recuado à semelhança do que fez na sua primeira passagem pelos encarnados.
Ainda que há umas semanas tenha sido noticiada a tentativa dos responsáveis do Nottingham Forest FC em avançar para a contratação em definitivo do médio croata, o interesse “caiu por terra” e levou Krovinovic a decidir apresentar-se na Luz no próximo dia 28 de junho.
Segundo o transfermarkt.pt, Filip Krovinovic está avaliado em quatro milhões de euros, valor muito próximo daquele que foi pago pelo SL Benfica ao Rio Ave FC em 2017, cerca de três milhões e meio. O médio croata tem contrato com as águias até 2023."

Sonho do Olimpo #9: Telma Monteiro salvou a honra portuguesa no Brasil!


"Pela Primeira Vez, Jogos Falam a Língua Portuguesa
A última edição dos Jogos, em 2016, foi histórica e memorável por várias razões. Primeiro, porque foi a primeira vez que uma cidade de um país cuja língua oficial é o português acolheu o maior evento desportivo do planeta, um grande motivo de orgulho e satisfação para toda a comunidade lusófona. Foi também a estreia absoluta da América do Sul nestas andanças e o regresso à América Latina, que não organizava as Olimpíadas desde 1968, quando estes foram disputados na Cidade do México.
Continuando com as curiosidades, foi o regresso ao Hemisfério Sul, depois de 16 anos passados desde a edição de 2000, na cidade Australiana de Sydney. A escolha da cidade-sede era uma incógnita, pois não havia nenhum favorito declarado no início da votação, que se restringiu a quatro finalistas: Chicago, Tóquio, Madrid e Rio de Janeiro.
Na primeira ronda de votações, que eliminou a cidade de Chicago, havia um relativo equilíbrio entre as outras três, mas a partir da segunda ronda começou-se a desenhar um tal domínio nas votações que não deixava muitas dúvidas que a cidade maravilhosa ia albergar os jogos no ano de 2016. Como habitual e como a logística na preparação de um evento desta magnitude exige, o vencedor foi conhecido em 2009, no dia 2 de Outubro, em Copenhaga, capital da Dinamarca.
Mas não se pense que esta edição não teve qualquer polémica, antes pelo contrário. Desde logo, o problema com o estado das águas onde iriam decorrer as provas de canoagem, remo e vela, devido à concentração de diversos agentes poluentes que colocavam em risco a integridade física e, no limite, a própria saúde dos atletas, mas este problema foi identificado e conseguiu-se resolver sem grande alarido e com eficácia.
Depois, surgiu um outro que colocou em causa a realização dos Jogos na data prevista, o surgimento da epidemia do vírus Zika, causada pela mordidela de um mosquito em tudo semelhante ao bicho responsável pela Dengue, com o pico de casos a acontecer no ano de 2015, mas o COI e as autoridades de saúde locais entenderam, e bem, que não haveria problema ao deixar entrar pessoas vindas de países estrangeiros e o certame avançou, decorrendo dentro da normalidade.

Participação Cinzenta No Rio
A missão portuguesa contava com 92 atletas representando 16 modalidades. Quanto ao aspeto desportivo, e olhando friamente para o número de medalhas, a participação portuguesa não foi brilhante, apenas uma medalha de bronze conquistada por Telma Monteiro, em -57 kg, no judo.
Pese embora a ausência de mais lugares no pódio, há que destacar os atletas que ficaram classificados até ao oitavo lugar nas suas modalidades, conquistando assim um diploma olímpico.
Assim, falamos de Patrícia Mamona, sexta no triplo salto, Nélson Évora, sexto na mesma prova mas na variante masculina, posição também de Ana Cabecinha nos 20 km marcha, Fernando Pimenta no k1 1000m, o nosso k2 e k4, todos na canoagem, o Nélson Oliveira no contrarrelógio individual em ciclismo de estrada, o Marcos Freitas na prova individual de ténis de mesa, a seleção sub-23 de futebol, o Rui Bragança no Taekwondo e o João Pereira no triatlo.
Desta feita, tivemos muitos atletas a disputar medalhas e que, por meros detalhes não o conseguiram, e por isso é que a esperança na missão portuguesa em Tóquio 2020 é muito grande, até pelos atletas que estiveram menos bem nesta edição ou nem sequer participaram e vão estar no Japão a representar as nossas cores e a dar o seu melhor por Portugal! 

Novidade em 2016: Rugby Sevens
Apesar de não ser um grande apreciador de rugby de XV, esta versão do jogo mais rápida e dinâmica entusiasma-me bastante. Com apenas 7 jogadores de cada lado, ao invés dos tradicionais 15, as regras básicas do jogo mantêm-se, apesar de algumas diferenças na especificidade do jogo e substituições, mas a única grande diferença consiste no tempo de jogo: 7 minutos para cada parte perante os 40 do rugby tradicional.
Normalmente quem joga um pode obviamente jogar a outra versão, mas nesta os jogadores mais velozes ganham aos “tanques” do desporto convencional, porque o espaço a percorrer parece bem maior e a velocidade torna-se um fator ainda mais importante nesta variante. No Rio, a medalha de ouro recaiu sobre as Ilhas Fiji, veremos qual a seleção que sucede em Tóquio."

Contas...

Modalidades #52: Semanada...

Euro2020: Portugal 2 - 2 França

Euro2020: Alemanha 2 - 2 Hungria

Euro2020: Suécia 3 - 2 Polónia