Últimas indefectivações

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Invictos...

Benfica 4 - 2 Liceo

Jogo complicado, com o líder da Liga Espanhola, que começou equilibrado, mas no início do 2.º tempo conseguimos uma vantagem de 3-0!!! Tudo parecia encaminhado, quando os Galegos fazem o 3-2... e só nos últimos segundos, quando o Liceo arriscou o guarda-redes avançado, conseguimos fazer o 4-2 da tranquilidade!

Aumentámos a vantagem, agora são 8 pontos, com 5 jogos, quando faltam outros 5!

Agora, volta o Campeonato, em Oliveira de Azeméis, que hoje derrotaram o Sporting!

Rafa


É oficial, Rafa está de regresso. Pessoalmente, não concordo com esta decisão. Independentemente do preço, com a idade do jogador, com as suas características, e com a personalidade conhecida do Rafa, acho que é um risco enorme o seu regresso. Compreendo que o Mourinho tenha dado o seu aval, é um jogador que encaixa bem no estilo de jogo do actual treinador, mas para ser uma mais valia, terá que estar ao seu melhor nível...


O Benfica tem poucos Alas, esse terá sido o principal problema na construção do plantel. Foi uma opção do Lage que nunca compreendi. Estamos a precisar de Alas, até porque o Lukebakio (e o Bruma) o jogador do plantel que mais cria desequilíbrios naturalmente tem estado lesionado...


Agora, um dos principais problemas do actual Benfica, que ficou bem evidente em Turim, é a falta de 'golo'! Além do Pavlidis, os outros jogadores mais ofensivos têm pouco faro de golo, e temos vários jogadores que normalmente decidem mal o último passe... E como todos sabemos, o Rafa, não vai alterar essa situação! Durante anos, queixámos dos golos desperdiçados, e das decisões erradas perto da baliza!!!

Dito isto, o Rafa até poderá ser útil nos jogos contra os principais adversários: Corruptos, Sporting e o Braga, mas contra os autocarros do Tugão, dúvido!

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Rui Costa tem de explicar negócio Rafa


"Avançado tem de se justificar aos adeptos e presidente tem de explicar aos sócios o que mudou entretanto e justificar ainda internamente o regresso.

O regresso de Rafa ao Benfica está iminente. Passado ano e meio, o internacional português vai voltar à Luz, depois de no verão de 2024 ter recusado renovar contrato com os encarnados, que tinha representado durante oito anos.
Não questiono o valor do avançado, indiscutivelmente uma mais-valia. De resto, os 94 golos e 67 assistências de águia ao peito dizem tudo. Tão-pouco os 32 anos — comemora 33 daqui a menos de quatro meses — me parece que sejam um handicap, mesmo tratando-se de um jogador que tem na velocidade a principal arma — estou curioso por ver onde José Mourinho o irá encaixar no onze, se como extremo, a posição de origem, ou como segundo avançado, como tem jogado ultimamente.
Mourinho trabalha com um plantel que não foi por ele escolhido, pelo que reforçá-lo nesta reabertura de mercado seria como que obrigatório. Sidny já é opção, Rafa está a caminho e não me admirava que até ao final do mês mais alguém se juntasse.
Até aqui tudo perfeitamente normal. O que me surpreende é que o Benfica esteja disposto a investir cinco milhões de euros na contratação de Rafa, isto depois de há ano e meio as partes, que estavam ligadas desde 2016, não terem chegado a entendimento para a renovação do contrato.
Sim, sei que há a ressalva de o Benfica ser credor de muitos milhões sobre o Besiktas pelas transferências de Kokçu e Gedson Fernandes, pelo que pode descontar o valor a pagar da conta dos turcos, mas cinco milhões são cinco milhões, não são uma verba de deitar à rua. A isto acrescem também os vencimentos, mesmo admitindo que o internacional português esteja disposto a fazer um desconto, ou seja que agora aceite a proposta que rejeitou há ano e meio.
Percebo Rafa. Percebo que queira voltar a casa, percebo que esteja arrependido de ter emigrado, percebo que tenha saudades dos amigos e dos adeptos encarnados, percebo que Mourinho queira trabalhar com ele, mas já tenho mais dificuldades em perceber que o Benfica queira Rafa. Principalmente Rui Costa, que há ano e meio ouviu o avançado dizer-lhe que não queria continuar no Benfica.
O presidente terá não só de explicar aos sócios o que mudou entretanto, como, na minha opinião, terá também de justificar internamente o regresso.
O Benfica tem uma identidade muito própria e é, sem dúvida, um dos melhores clubes formadores do mundo. A cada ano produz enorme talento no Seixal e todos esses jovens sonham um dia representar a equipa principal. Jogar de águia ao peito não pode ser uma ponte, tem de ser um fim. Há que sentir a camisola com a qual milhões de benfiquistas se identificam. E estes não podem ter dúvidas sobre a que tem o número 27 nas costas, que Rafa vai voltar a vestir.
Um clube tem de se sobrepor a qualquer individualidade, por mais influente ou decisiva que seja. Rafa, que tem também de se justificar aos adeptos, não é, obviamente, caso virgem. Não há muito tempo, por exemplo, o espanhol Marcano também deixou o FC Porto a custo zero e depois regressou ao Dragão, que o recebeu de braços abertos.
Tudo depende do contexto e do rendimento. Individual e coletivo. Quando se ganha nada se questiona, mas quando não se ganha tudo é suscetível de críticas. E o Benfica está obrigado a ganhar. Ainda mais agora com o regresso de Rafa…"

O simbolismo do penálti de Pavlidis


"O Benfica tem vida muito difícil na Europa e na Liga e para que a próxima época não seja como o penálti do grego, há coisas a definir já: a começar por Mourinho.

O Benfica caiu em Turim como caiu noutras noites europeias esta temporada, com a exceção de Newcastle. Ali, no norte de Inglaterra, foi atropelado pela equipa britânica e nem um vislumbre de felicidade teve no St. James's Park. O penálti de Pavlidis é a imagem da equipa encarnada nesta Champions. À beira da felicidade, caiu-lhe uma montanha em cima.
Vejamos: o Benfica vencia 2-0 com o Qarabag e acabou a perder; jogou bem em Stamford Bridge e acabou por perder; foi melhor que o Leverkusen e também acabou por perder; venceu o Ajax, fez uma grande exibição e vitória com o Nápoles e em Turim dominou, ficou a perder e quando parecia que ia reentrar na discussão do resultado escorregou de forma imprevisível, insólita até. Tudo isto foi fruto do azar? Obviamente, não!
Um jogo não são 30 minutos, são todos os momentos que decorrem entre o primeiro e último apito e em vários desses o Benfica foi incompetente nos vários jogos. Aliás, Mourinho falou ontem na ineficácia e o que não é ela se não a incompetência, mesmo que momentânea, de colocar uma bola na baliza?
O Benfica precisa de um «milagre futebolístico» para continuar na Champions e uma introspeção para pensar o futuro. Dos cinco objetivos para 2025/26, um foi conquistado [Supertaça], outros dois perdidos, a vida na Europa está por uma batida de coração e a da Liga vive-se na fé, muito mais do que na probabilidade.
Com poucas perspetivas de sucesso em 2025/26 (ser segundo nunca pode ser encarado como tal), é já tempo de o Benfica decidir o que quer fazer para 2026/27, para que a próxima época não seja como o penálti de Pavlidis, um tiro muito ao lado.
José Mourinho falou outra vez do plantel em Turim: antes do duelo e depois. O Benfica tem de começar por aí: definir se quer ou não Mourinho, e saber se Mourinho quer ou não o Benfica. Com deadline. Sim, todos sabemos que maio ainda está a meses de distância, mas convém definir já o que se quer e executar.
A partir daqui, a única incógnita para maio tem de ser saber se se joga [a qualificação da] Champions ou não em 2026/27. Quando questionado em italiano sobre a Juventus, Mourinho respondeu que «é um clube forte financeiramente, dá boas condições aos treinadores, bons jogadores, bom plantel, um bom banco». Não é preciso ser bom entendedor, basta saber italiano para se perceber o que Mourinho quis dizer."

Faltaram os golos


"O Benfica saiu derrotado, por 2-0, da visita à Juventus na 7.ª jornada da fase de liga da Liga dos Campeões. Este é o principal tema nesta edição da BNews.

1. Sem eficácia frente à baliza
Na opinião de José Mourinho, a equipa merecia outro resultado: "Os jogadores têm de sair daqui valorizados com esta experiência e transformar a tristeza em motivação com base na confiança com que sais do jogo. Até aos últimos 15, 20 metros do campo, fomos muito, muito, muito competentes, muito, muito, muito corajosos. Depois, temos de partir a baliza, e não partimos."

2. Lutar até ao fim
Otamendi recusa atirar a toalha ao chão: "Temos de continuar a acreditar e a pensar que tudo é possível. É continuar. Temos de converter as oportunidades que criamos, porque o futebol é isto: defender bem e fazer golos."
Dedic lamenta o resultado: "Estamos ainda mais dececionados porque sentimos e pensamos que merecíamos mais."
Aursnes realça o equilíbrio verificado entre as equipas: "O jogo podia ter caído para qualquer um dos lados."
Para Barreiro, a ineficácia penalizou a equipa: "Jogámos bem, tivemos oportunidades, mas não marcámos golos e foi isso que faltou hoje."

3. Jogo do dia
Na Luz, às 20h30, há jogo europeu de hóquei em patins entre Benfica e HC Liceo.

4. Em vantagem
O Benfica ganhou, por 3-2, frente ao Altekma SK na 1.ª mão dos oitavos de final da CEV Challenge Cup.

5. Sorteio
Está definido o próximo adversário do Benfica na Taça de Portugal de futsal no feminino.

6. Europeu de andebol
Acompanhe a prestação dos jogadores do Benfica na competição.

7. Bons desempenhos
Arialis Martínez e David Landim em destaque no Aarhus Sprint'n'Jump."

História Agora