Últimas indefectivações

segunda-feira, 27 de junho de 2022

Eneacampeões!


"A conquista do nono título consecutivo do Benfica no hóquei em patins feminino, o arranque da época no futebol encarnado e a negra que decide o Campeonato de hóquei em patins masculino são os temas em destaque na News Benfica.

1
Que feito extraordinário da nossa equipa feminina de hóquei em patins: o Benfica é eneacampeão nacional! Nove títulos consecutivos, como só as Marias, do voleibol, tinham conseguido de águia ao peito numa modalidade de pavilhão. A vitória, por 3-2, na Luz, ante o Sporting, num pavilhão repleto de benfiquistas incansáveis no apoio à equipa, selou nova conquista na modalidade. Veja as imagens do jogo e da festa e o resumo da partida.

2
Constatamos que o despudor da tomada de posição das entidades federativas, às quais cabe regular de forma equidistante e na defesa de todos os clubes as competições, é cada vez mais gritante. Ontem, já chegámos ao ponto que quem entrega o troféu de campeão de hóquei em patins feminino ter tatuado na mão "1906", o ano de fundação do Sporting Clube de Portugal, adversário do Benfica nessa luta pelo título. Já não há vergonha nenhuma em assumir que as federações estão capturadas por interesses clubísticos. Não é admissível e lutaremos para que esta situação se altere.

3
Já arrancou a preparação da nova temporada do futebol. Ontem foi dia de exames médicos no Hospital da Luz, hoje é dia de testes físicos no Benfica Campus. Veja as imagens do primeiro dia de trabalho e conheça quem são os membros da equipa técnica liderada por Roger Schmidt. Veja também a entrevista exclusiva de Gilberto aos meios do Sport Lisboa e Benfica. "Vamos começar uma nova era"é o mote dado pelo lateral.

4
A final do Campeonato Nacional de hóquei em patins está ao rubro, com tudo a decidir-se na negra (quarta-feira, dia 29, às 20h00 no Dragão Arena).
No quarto jogo, realizado ontem na Luz, vencemos o FC Porto por 5-3, num embate em que, mais uma vez, temos razões de queixa legítimas em relação à arbitragem.
A contribuir decisivamente para o triunfo esteve o impressionante apoio vindo das bancadas, o que mereceu palavras de enaltecimento do técnico Nuno Resende: "Os adeptos mais uma vez a carregar-nos, dá-nos uma crença e uma felicidade de que valeu tudo o que fizemos." Sobre a negra, o nosso treinador deixou uma certeza: "Por mais que nos quisessem tirar desse jogo, nós não deixámos. Vamos dar tudo em prol desta camisola e dos adeptos do Benfica, respeitando, e muito, o adversário, que é extremamente forte."
Veja o resumo e leia a reportagem do jogo, aqui.

5
Terminou a temporada da nossa equipa de futsal, classificando-se no segundo lugar do Campeonato. A final, apesar das três derrotas sem qualquer triunfo ante o Sporting, pautou-se pelo equilíbrio, com todos os jogos saldados pela margem mínima e os dois primeiros a serem resolvidos no prolongamento. Foi insuficiente, mas voltaremos mais fortes!

6
Já é conhecido o primeiro adversário do Benfica na Liga dos Campeões de futebol feminino, é o Hajvalia, campeão do Kosovo. Em caso de vitória na meia-final da ronda 1 segue-se o confronto com o vencedor do FC Twente-Agarista CSF Anenii Noi 2020, dos Países Baixos e Moldávia, respetivamente. A ronda 2, de acesso à fase de grupos, é disputada em duas mãos.
Entretanto, a seleção portuguesa voltou a defrontar a Grécia no âmbito da preparação para o campeonato da Europa. Andreia Faria, Carole Costa e Lúcia Alves alinharam de início, Catarina Amado, Jéssica Silva e Sílvia Rebelo foram chamadas do banco. Carole Costa marcou o golo da vitória lusa. Nota ainda para Cloe Lacasse, convocada pela seleção do Canadá para a Concacaf Women's Championship 2022.

7
Os CTT evocam os 60 anos do Benfica Bicampeão Europeu. Conheça os selos comemorativos, aqui."

Gilberto...

O meio campo do Benfica – Com quem “casará” Enzo?

Fura Redes: Grimaldo...

domingo, 26 de junho de 2022

Perdeu-se a pouca vergonha que ainda existia nesta modalidade. Um vice-presidente da FPP com "1906" tatuado nos dedos. Vergonhoso.

O crime compensa


"Francisco J. Marques e Júlio Magalhães, então responsáveis pelo Porto Canal, assim como o comentador Diogo Faria vão mesmo ser julgados por terem divulgado o conteúdo de vários e-mails do Benfica no Porto Canal.
Claro está que nenhum dirigente do FC Porto, a começar pelo seu Presidente, teve conhecimento, foi conivente e coautor da prática dessa série de crimes. Na verdade, nenhum deles vê televisão, nomeadamente o canal do próprio clube, nem esteve presente na Gala Dragões de Ouro, em 2017, quando Francisco J. Marques foi distinguido como funcionário do ano e, no seu discurso de agradecimento, se mostrou orgulhoso pelo trabalho desenvolvido na divulgação de emails do Benfica, em prol de “um futebol português mais saudável”. Provavelmente dirão que estava a brincar e foi só para fazer humor, em substituição da Joana Marques.
Ao longo dos últimos anos temos afirmado, de forma reiterada, e pondo de lado a nossa paixão clubística pelo Benfica, que não vislumbrávamos na divulgação dos e-mails, mesmo truncada, a prática de qualquer ilícito criminal, muito menos o de corrupção desportiva. Também sempre afirmámos que, tendo Francisco J. Marques e Diogo Faria passado a pente fino 10 anos de correspondência eletrónica privada furtada, se tivessem encontrado qualquer prova da prática - ou da mera suspeita da prática - de algum crime teriam, imediatamente, reportado às autoridades para que fossem instaurados os devidos procedimentos criminais. Como nada encontraram, porque nada havia para encontrar, resolveram truncar os e-mails e andar a divulgá-los durante um ano no Porto Canal, montando uma telenovela semanal para fazer crer que o Benfica tinha praticado ilícitos criminais, quando bem sabiam que isso não correspondia à verdade.
O despacho de pronúncia proferido esta semana pelo Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC) veio corroborar tudo o temos escrito. Para o juiz Carlos Alexandre, ficou claro na instrução que os arguidos “preferiam que os papéis estivessem invertidos e fossem eles os assistentes”, mas resume o caso em dois pontos:
1) Os arguidos obtiveram informação que acreditavam ter sido obtida através de crimes contra as assistentes;
2) Os arguidos devassaram essa informação ilegalmente obtida, filtraram-na, reportaram-na, reorganizaram-na e montaram uma telenovela semanal sob capa de investigação jornalística, de forma a destruírem a credibilidade do Sport Lisboa e Benfica.
E, para o magistrado, fizeram-no apenas com duas motivações: pela rivalidade clubística e pelas audiências. Porém, no nosso entender, as motivações não eram apenas essas. Andaram a acusar o Benfica da prática do crime de corrupção desportiva com o intuito claro de desestabilizar, interna e externamente, e de pôr em causa o seu bom nome, de afetar os patrocínios do clube e de intimidar e pressionar a arbitragem no sentido de esta prejudicar o Benfica. E conseguiram-no!
Curiosamente, a comunicação social, nomeadamente a de investigação, aderiu à narrativa do FC Porto e não se preocupou em investigá-la e confirmá-la. Como é óbvio, essa comunicação social foi mais um instrumento, um peão, ao serviço do crime organizado. Toda a informação foi trabalhada pela equipa de comunicação do FC Porto onde filtraram, truncaram e deturparam documentos fora do seu contexto, de modo que viessem a dar origem a denúncias via Porto Canal, resultando assim na abertura de processos-crime, como o E-Toupeira. Os avençados nos média fizeram o resto.
Foi montado um esquema criminoso de manipulação de massas, concertado por certos dirigentes e diretores de informação. Existem provas cabais de uma reunião em Lisboa, no hotel Altis, em maio de 2017 entre os diretores de comunicação do FC Porto e do Sporting, juntamente com Manuel Tavares, Diretor Geral da FC Porto Media, onde se concertou uma estratégia para denegrir a marca SL Benfica. Essa estratégia passou por uma vasta equipa multidisciplinar que contou com a colaboração de hackers, jornalistas, comentadores, Polícia Judiciária e Ministério Público. Agora todos tentam limpar as mãos dos crimes que cometeram.
Embora sejam de retórica porque as respostas são óbvias, várias questões se impõem:
Quem furtou os e-mails ao Benfica?
Com que intuito?
Qual é o clube do Rui Pinto?
Quem furtou os e-mails fê-lo a mando de quem?
A quem foram entregues os e-mails furtados?
Como é que os e-mails furtados foram parar ao FC Porto, nas mãos dos seus funcionários Francisco J. Marques e Diogo Faria?
Qual a razão para estes não terem entregado os e-mails às autoridades?
Qual a razão para estes terem truncado os e-mails, alterando o seu sentido, procurando enganar a opinião pública?
Por que razão as instâncias desportivas ficaram em silêncio perante a divulgação ilícita por parte do FC Porto, no seu canal televisivo?
Por que razão o Conselho de Disciplina não atuou?
Por que razão o Conselho de Disciplina continua a não atuar?
De que está à espera o Conselho de Disciplina para atuar?
De que estão à espera os Presidentes da FPF e da Liga de Clubes para se pronunciarem sobre a situação em questão e para atuarem?
Tendo o FC Porto tido acesso a 10 anos de e-mails do Benfica, nomeadamente, com informações confidenciais sobre estratégias de negócio, patrocínios, dados clínicos de jogadores, scouting e muitas outras, para além da questão do crime de furto desses dados, o FC Porto não beneficiou, ilicitamente, de todas essas informações numa clara concorrência desleal?
As instâncias do futebol assobiam para o ar em relação a essa concorrência desleal?
Sucederia o mesmo, por exemplo, numa Premier League ou na Fórmula 1?
Muito mais haveria a dizer, mas é notório que depois da conquista do tetra o FC Porto quis evitar, a todo o custo, que o Benfica conquistasse o penta e, por isso mesmo, não olhou a meios para a persecução desses fins.
Não tendo o FC Porto capacidade para evitar, dentro do campo, a conquista desse penta, jogou por fora para desestabilizar, interna e externamente, o Benfica, lançar a suspeição sobre ele, pôr em causa o seu bom nome, afetar os patrocínios do clube encarnado e intimidar e pressionar a arbitragem no sentido de esta prejudicar o Benfica e beneficiar o FC Porto (e Sporting, que também fez parte da estratégia).
Evidentemente que Francisco J. Marques, Diogo Faria e Júlio Magalhães são apenas 3 peões do FC Porto sem importância e que foram sacrificados para a persecução dos objetivos a atingir.
Quiseram acusar a Benfica SAD de corrupção, e o fundamento? Com que sustentação se fez a acusação? Não houve compra de árbitros, não houve viciação de resultados, Luís Filipe Vieira não recebeu nenhum árbitro na sua habitação, os padres afinal não eram padres, Varandas Fernandes não depositou dinheiro na conta de nenhum árbitro assistente, no estádio da Luz não foram encontrados, dentro de um cofre, envelopes timbrados com o emblema do Clube com dinheiro, nada. Absolutamente nada. Mas o julgamento público foi feito e a imagem do Benfica destruída, o que para os mais incautos é suficiente.
Nesse sentido, porque os danos reputacionais causados pelo FC Porto e sofridos pelo Benfica são irreversíveis, uma eventual condenação judicial dos 3 funcionários do clube levar-nos-á a concluir algo muito simples: o crime compensa."

Eneacampeãs...

Benfica 3 - 2 Sporting

Vitória da equipa com melhores jogadoras e o 9.º título consecutivo, confirmando o nosso domínio na modalidade...
Mas como eu já referi noutras épocas, se o Benfica quiser dar o passo em frente, e voltar aos triunfos Europeus, temos que melhorar...

Em relação ao Lagarto, Vice-Presidente da Federação, só mesmo um mono, estúpido, que nunca pensou ser dirigente duma Federação, é que se lembrava de fazer uma tatuagem daquelas! É só a prova, da qualidade de gentalha que os Lagartos, sobre a presidência do ex-presidente, distribuíram pelas diversas Federações...

Ainda estamos vivos...

Benfica 5 - 3 Corruptos

Valeu, principalmente por ver alguma da escória corrupta a ser corrida do pavilhão...!!!
Mesmo sem o Lucas, e com o Nicolía expulso, conseguimos vencer e empurrar a decisão para a negra, que será certamente mais um festival de intimidação e roubalheira, como é tradição!!!

Já se viu de tudo neste desporto, mas a expulsão do Nicolía, foi mais um marco da canalhice...

Teoricamente, as nossas hipóteses são muito baixas, mas esta equipa, este ano, já fez várias vezes o impossível!!!

Fim de época...

Sporting 4 - 3 Benfica

Hoje, o último lance reflete o que se passou: só o Arthur acertou 4 vezes nos ferros, e desperdiçou uma oportunidade isolado de forma ridícula!

Foi um play-off final, onde além das variáveis dos apitos, jogámos sempre sem todos os jogadores disponíveis, ou por lesões, ou por castigos! Hoje, apesar do regressado Robinho (em sacrifício), ainda ficámos sem o Rocha ainda na 1.ª parte... e com o Nilson, de fora de toda a próxima época!!!!

Vem aí aparentemente mais uma revolução na secção, e quase de certeza nada vai mudar! Porque enquanto a impunidade continuar, o Benfica pode trazer os melhores jogadores do mundo e arredores, com os melhores treinadores do mundo e nada muda!!! Hoje, voltámos a assistir a mais um manual de comportamento animalesco nas bancadas, com paragens constantes do jogo devido aos adeptos e nada irá acontecer ao clube da casa, porque isto acontece à anos, e das outras vezes as consequências foram nulas!!!
Dentro do campo, com 2-0 na Final, e com uma boa vantagem no marcador neste jogo, deram-se ao desplante de marcar a 6.ª faltas aos Lagartos, algo praticamente inédito no Tugão!!!
Sendo que a 'marca' deste play-off foram os mergulhos para a piscina!!! Constantemente a simularem agressões, constantemente... Sempre à procura dos bloqueios ilegais, sempre com a colaboração dos
apitadeiros... E se formos visionar as faltas assinaladas contra o Benfica, só dá para rir...!!!

Hoje, no hóquei feminino, tivemos um dos fanáticos, Lagartos, anti-Benfiquistas militante, a entregar a Taça... Uma das heranças mais pesadas do reinado do Babalu, foram os boys que ele conseguiu meter em praticamente todas as Federações... E depois, alguns ainda acham coincidência o facto do Benfica, em todas as modalidades ser constantemente espoliado pelas arbitragens, acabando as épocas, em análises internas, mudando jogadores e treinadores, quando a causa está noutro lado...

5 oportunidades a custo zero para o SL Benfica


"Gostarias De Ver Algum Destes Nomes Chegar À Luz?

Dez milhões+oito por 75% poderá ser considerado um excelente negócio por Enzo Fernández, mas é quantia considerável para os cofres encarnados, apesar da boa campanha europeia ou da venda de Darwin.
Surge uma dualidade que mete os responsáveis encarnados a refletir – pagar mais pela transferência de jovens que não exigem tanto salário ou abordar jogadores conceituados em final de contrato que, não havendo necessidade pelo dinheiro da transação, exigem – os empresários, claro – montantes irrisórios pelos serviços de intermediação, pelos prémios de assinatura e o salário, na maioria dos casos inatingível para a realidade portuguesa?
Reunimos cinco exemplos, alguns deles já muito badalados na imprensa, que se inserem nesta premissa do ‘custo zero’, que se sabe ser uma falácia, e que exigiriam ao SL Benfica outra abordagem ao mercado e à forma de negociar mas que dariam frutos – desportivos – logo a curto prazo, sem necessidades de maturação.

1. Di María
A Juventus é a principal interessada, o Barça entrou na corrida assim que percebeu não ter em caixa o dinheiro que o Leeds pede por Rafinha (75M€), Atlético é uma possibilidade distante e o SL Benfica encaixa num horizonte ainda mais longínquo, com o único argumento da ligação emocional e a competitividade europeia, além da possibilidade Champions – tão essencial em ano de Mundial.
Ángel saberá que, optando pela Liga Bwin, nunca seria solução para continuar no mesmo patamar financeiro, sendo esse o ponto crucial nas negociações difíceis que se diz existirem entre Rui Pedro Braz e o seu empresário.
As únicas labaredas de esperança surgem da onda “informada” dos Twitters locais, onde o prefixo ‘das transferências’ dá certeza de nada de substancial saberem.
Portanto, o sonho do regresso do argentino ao SL Benfica só tem validade pela sua amizade com Nicolás Otamendi, por exemplo, ou pela interferência de Pablo Aimar (que já ajudou no negócio de Enzo) que, sendo adjunto de Scaloni na seleção, tem opiniões de peso junto dos habitualmente selecionados.

2. Eriksen
A tragédia e o milagre fizeram parte da sua vida nos últimos dois anos, e o regresso ao futebol de elite pela porta do Brentford foi uma boa notícia para todos.
Acontece que o contrato, de apenas seis meses, termina agora a 30 de Junho e Christian procura novo desafio para prosseguir com a recuperação quase plena do seu estatuto de um dos melhores organizadores do continente.
E Ten Haag surge, inesperadamente, como um dos grandes pretendentes do dinamarquês, sendo o United o mais sério interessado a contar com o jogador nas suas fileiras de forma a ter uma solução séria às hipotéticas ausências de Bruno Fernandes ou Van de Beek.
Na mesma linha argumentativa utilizada para Isco, ao SL Benfica e a Schmidt caía bem uma possível abordagem por Eriksen, dotando a equipa de um jogador de classe internacional – o principal impedimento seria sempre o real estado físico do atleta.

3. Isco
Falhada a contratação de Mario Gotze, surge a obrigação de fornecer a Roger Schmidt um playmaker do mesmo gabarito do alemão e ninguém se iria opôr a uma possível aproximação a Isco.
Cinco Ligas dos Campeões e três La Ligas colocam o médio-ofensivo de 30 anos como uma das grandes atracções do mercado, e certamente que já teria arranjado colocação se a algum colosso faltasse de forma urgente alguém para jogar nas costas do ponta-de-lança – o Benfica parece mesmo ser dos únicos na alta roda que procura persistentemente alguém para a posição.
Isco e Benfica não seria tão descabido como foi Porto e Casillas ou Sporting e Schmeichel: a probabilidade de suceder um apertar de mãos é baixa mas ao Benfica falta-lhe ‘O’ craque e a Isco faltam pretendentes pelas especificidades do seu jogo e pela idade. Na última época completou 407 minutos – sempre atormentado por lesões ou doença.
Bétis e Sevilha vêm nele mais um motivo para se de gladiarem e são até agora os mais sérios interessados. Celtic, por intermédio do próprio Ange Postecoglou, chega em terceiro – o treinador viajou para Espanha para encetar conversações com o médio, como relatou a Marca.

4. Lingard
Depois do empréstimo mais que positivo na primeira metade de 2021, o Manchester United FC decidiu mantê-lo para 2021-22, sem que para ele tivesse qualquer plano de utilização ou desenvolvimento.
Jesse serviu como backup dos backups, fez 549 minutos divididos por… 22 jogos (dá 24’ por presença) – o que voltou a atirar o inglês de 29 para outra espiral negativa nos meios mediáticos, que o seguem mais pelo conteúdo das suas redes sociais que pelas potencialidades desportivas.
E até nesse sentido seria um boa movimentação do SL Benfica, preenchendo o plantel com alguém desde sempre habituado à intensidade e qualidade da Premier e com 32 internacionalizações pela seleção dos Três Leões.
West Ham continua atento e é o mais provável destino para ele, mas o Milan já fez questão de se assumir como candidato à sua contratação.

5. Strakosha
Nome laziale desde o início da carreira, Thomas Strakosha ascendeu dos Primavera biancocelesti depois de ser campeão e ganhar a taça nacional do escalão.
Em 2016-17 assume os séniores e constrói história bonita que terminará a 30 de Junho, depois das negociações para renovação do contrato terem caído e Sergio Rico mostrar-se disponível a mudança para Roma: Strakosha ajudou o clube romano a ganhar duas Coppas e duas Supercoppas, registo respeitável dum guardião que poderia agora alargar o seu palmarés na Luz, assumindo-se como o substituto de Odysseas Vlachodimos que tantos exigem.
O seu estilo não se define nos mesmos parâmetros daqueles supostamente pedidos por Roger Schmidt – como o jogo de pés assinalável – mas a custo zero as opções do mercado para a posição são escassas, sobretudo depois da ida de Steffan Ortega para o City.
Pretendentes até agora? Fulham especialmente e Chelsea, caso Kepa saia neste mercado."

sábado, 25 de junho de 2022

E assim vai começar...


Exames médicos - Dia 25 de junho (Hospital da Luz)
Testes físicos - Dia 26 de junho (Benfica Campus)
Treinos no Benfica Campus - Início a 27 de junho
Estágio em Inglaterra - De 8 a 14 de julho (local: Saint George Park)
Estágio em Inglaterra - Jogo particular - Dia 9 de julho (adversário: Reading)
Troféu do Algarve - Jogo no dia 15 de julho (adversário: OGC Nice)
Troféu do Algarve - Jogo no dia 17 de julho (adversário: Fulham FC)
Suíça (Genebra) - Jogo particular no dia 22 de julho
Eusébio Cup - Jogo de apresentação no Estádio da Luz no dia 26 de julho (adversário: Newcastle)

Benfica FM - Temporada 1995/96

Revisionismo...


"Para os analfabetos que defendem a mentira do revisionismo histórico, como o Octávio Lopes, bastam 2 imagens para expor a fraude propagada pela cartilha lagarta.

Em cima a Taça do Campeonato de Portugal e a Taça de Portugal.
São uns tristes, uns burros e uns mentirosos!

A decisão do Campeonato Nacional ser o mesmo que o Campeonato da Liga foi tomada, oficialmente, em 1938 pela FPF, e consta no seu Relatório e Contas, artigo n.º 6. Campeonato de Portugal antecede a Taça de Portugal. Campeonato da 1ª Liga antecede o Campeonato Nacional da 1ª Divisão.

Na base do Troféu da Taça de Portugal constam o nome de todos os vencedores do Campeonato de Portugal, a par dos vencedores da Taça de Portugal, em placas de prata referentes às épocas desportivas desde 1921–22 até ao presente.

Se porventura a proposta do Sporting de converter magicamente 4 Taças de Portugal em campeonatos e retirar 3 títulos nacionais ao Benfica for aprovada em AG de FPF, o Benfica deve recorrer para os tribunais cíveis e, entretanto, abandonar todas as competições organizadas pela FPF.
Há coisas com as quais não se brinca.

O Benfica não pode de forma alguma aceitar que lhe retirem 3 títulos já reconhecidos e homologados, em defesa da honra de todos os dirigentes, treinadores e atletas que os conquistaram.
Tenham VERGONHA e RESPEITO."

Fura Redes: Pré-época...

Palha!!!


"1️⃣ O dia de apresentação foi antecipado em 2 dias. Inicialmente estava marcado o regresso ao trabalho para dia 27.
2️⃣ O João Mário foi de lua de mel antes do casamento para não interferir com a pré época.
3️⃣ O casamento está marcado e organizado há alguns meses. Existe este constrangimento, mas, ainda assim, sem alaridos, o jogador vai trabalhar de manhã para se casar a tarde. Outros teriam riscado o nome da lista dos exames médicos e posto "smiles" ao lado.
4️⃣ Não comam tudo o que a CMTV vos põe no prato!
5️⃣ O João Mário é um profissional de mão cheia:
Faz exames médicos de manhã.
Casa-se à tarde.
Faz testes físicos à noite."

Roger Schmidt chega a Lisboa e a CMTV: «...and Ricardo Horta?» Nunca desiludem!


Iniciados - 10.ª jornada - Fase Final

Académica 0 - 4 Benfica

Ontem, em Coimbra, última jornada, com uma vitória esperada, garantindo o 2.º lugar...

sexta-feira, 24 de junho de 2022

Fim de semana decisivo


"Continuamos a disputar três finais, sendo que amanhã temos a oportunidade de conquistar o Campeonato Nacional de hóquei em patins (feminino). Este é o tema em destaque na News Benfica, mas há mais.

1
Sábado é dia de finais.
Às 15h00, na Luz, começa o quarto jogo da final, com o FC Porto, do Campeonato de hóquei em patins. Precisamos de ganhar para levar a final para a negra. Os Benfiquistas presentes no pavilhão foram determinantes no sucesso alcançado na segunda partida e sabemos que amanhã não será diferente. Apoie a nossa equipa!
No hóquei em patins feminino, estamos a um triunfo do eneacampeonato. O segundo jogo da final com o Sporting é amanhã, na Luz, às 20h00. É fundamental estarmos junto da nossa equipa e ajudá-la a conquistar o nono título nacional consecutivo. Não deixe de marcar presença na Luz, a entrada é livre.
E, no Pavilhão João Rocha, disputa-se o terceiro jogo da final do Campeonato de futsal (21h00). A nossa equipa procura vencer e manter-se na luta pelo título, depois de ter sido derrotada nas duas partidas anteriores, ambas no prolongamento.

2
O período de venda e renovação dos Red Pass começa hoje e prolonga-se até 7 de julho. Como em anos anteriores, há duas modalidades: normal (competições nacionais) e total (todas as competições). Saliente-se que os preços se mantêm inalterados relativamente aos praticados na temporada 2019/20, época em que os bilhetes de época esgotaram, e há a possibilidade de pagamento em três prestações. O Red Pass dá também acesso à Eusébio Cup, com o Newcastle (26 de julho). Saiba mais, aqui.

3
"Só há um Benfica" é a atividade inédita da visita guiada ao Museu e aos Pavilhões, uma iniciativa que está a despertar enorme interesse e que já esgotou para o dia de estreia, amanhã, 25 de junho.
A enorme adesão dos adeptos motivou já uma segunda edição, agendada para 2 de julho, às 10h00. Não perca esta oportunidade de conhecer, por dentro, os nossos pavilhões!

4
A exposição "Primaveras Estudantis: da crise de 1962 ao 25 de Abril", patente no Museu da História Natural e da Ciência, em Lisboa, inclui o troféu, cedido a título de empréstimo, da Taça de Portugal conquistada pelo Benfica, em 1969. Veja a reportagem da BTV.

5
Portugal venceu a Grécia, por 4-0, em jogo de preparação para o Campeonato da Europa de futebol (feminino). Francisca Nazareth bisou e Jéssica Silva também marcou. Catarina Amado, Sílvia Rebelo, Carole Costa e Andreia Faria foram as restantes benfiquistas em ação. Veja os golos no Instagram oficial da equipa Feminina de Futebol do SL Benfica.
Nota ainda para a nossa guarda-redes Katelin Talbert, considerada a melhor da Liga BPI 2021/22 pelo Sindicato dos Jogadores.

6
A nossa equipa feminina de futsal, Pentacampeã Nacional, estará presente amanhã, às 17h30, na Benfica Official Store, no Estádio da Luz, para uma sessão de autógrafos. Antes, a equipa será homenageada durante o intervalo do jogo de hóquei em patins com o FC Porto."

Jupp Heynckes | O primeiro treinador alemão do SL Benfica


"Como Classificas O Trabalho De Jupp Heynckes Na Luz?

A chegada de Roger Schmidt não é um exclusivo histórico em nenhuma vertente, apesar de ser um corte transversal com a recente política do clube em relação a treinadores – portugueses desde 2008 – e de significar uma esperança em recuperar terreno para a vanguarda europeia, contratando alguém da mesma escola de alguns da moda como Rangnick ou Klopp.
Em 1999, o contexto desportivo do clube era tudo idêntico ao actual: não se vencia títulos há três anos, não se era campeão há cinco. Depois de Graemme Sounness, Vale e Azevedo arregaçou as mangas e foi recuperar o campeão europeu de 97-98 do ano sabático.
Jupp Heynckes, o alemão que fez o Real Madrid regressar ao topo da Europa 32 anos depois, fora despedido na semana seguinte a esse triunfo – além do medíocre 4º lugar no campeonato (a 11 pontos do Barcelona de Van Gaal, primeiro classificado), perdera o balneário dos ainda não galácticos. Pelo menos foi essa a razão apontada por Lorenzo Sans, presidente madridista.
Sentindo-se injustiçado pela exigência espanhola e desconsiderado pelo próprio sucesso, tirou férias. Obviamente que não se sentiu valorizado, ele que sempre estivera habituado aos maiores palcos – como treinador e jogador, já que levou o Borussia Monchengladbach às costas nos anos 70, com 218 golos em 309 jogos.
Quatro Bundesligas (três seguidas), uma Pokal e a UEFA de 1974-75, numa final onde despacha o Twente com hattrick e 5-1 no placard. Ainda perde uma final da Liga dos Campeões para o demolidor Liverpool de Shankly e Dalglish, em ’77.
A lenda também se construiu na selecção: com a Maanschaft é campeão europeu (1972) e mundial (1974), acumulando 39 internacionalizações e 14 golos. Sim, poderia ser melhor se não coabitasse com Gerd Muller, o mesmo que lhe tirou três troféus de melhor marcador da Bundesliga.
Como treinador, mantém a bitola. Aos 34 anos – estamos em 1979 – substitui o lendário Udo Lattek no banco do Monchengladbach. Um ano depois, é finalista da Taça UEFA – que perde frente ao Eintracht Franfurt. Está no clube até 1987, onde acumula boas campanhas internas e façanhas europeias, como os 5-1 ao Real Madrid em 1985-86, mas acaba sem títulos.
Isso não impede o Bayern de o ir buscar e é com os bávaros que se estreia nos troféus: duas Bundesligas e duas Supertaças. Em 1992 ruma a Bilbau para treinar o Athletic, em 94 volta á Alemanha para treinar o Frankfurt, experiência que lhe correu mal pela sua tendência de pôr tudo em causa pelos anárquicos métodos de liderança no balneário – Okocha e Yeboah já não o podiam ver à frente.
Naturalmente, pois, volta no ano seguinte à La Liga, assentando as malas nas Ilhas Canárias com o Tenerife à sua espera. É o trabalho meritório – meias-finais da Taça UEFA, além dum 5º lugar – que lhe dá o emprego em Madrid. Portanto, até 1999, já fora campeão alemão e europeu, além de registos respeitáveis em clubes de segunda linha. Sabia o que era ganhar e manter-se no topo.
Muitas bocas abriram-se de espanto então pelo coelho tirado da cartola por Vale e Azevedo, que conseguiu atrair para aquele Benfica moribundo alguém habituado a ganhar consecutivamente há duas décadas.
O dinheiro em falta nos cofre não permitiu grandes remodelações de plantel, pelo que as adições feita cingiram-se a regressos de emprestados – Maniche, Marco Freitas e José Soares – , contratações a custo zero como Chano, de baixo custo como um ainda desconhecido Robert Enke ou empréstimos: Okunowo, vindo do Barça, Tote – e não Totti, como se pensou inicialmente na comunicação social – do Real Madrid.
Preud’Homme despede-se no jogo de apresentação, entregando a baliza a Bossio e a um verdinho Enke. Um prenúncio do que aí viria – não levado a sério pelos adeptos, eufóricos pelas circunstâncias de início de época e por um começo de campeonato avassalador, com seis vitórias e um empate nos primeiros sete jogos – um recorde que só Jorge Jesus, em 2009-10, superou.
O SL Benfica era primeiro no final de Outubro. Milagre. A equipa ia bem por cá e lá fora, com vitórias em Bucareste (0-2) frente ao Dynamo (que tinha como dupla atacante Marius Niculae e Adrian Mutu) e em Salónica (1-2) frente ao PAOK.
Ia tudo de vento em popa até Jaime Pacheco pôr água na fervura e vir à Luz com o seu Boavista dividir pontos. Estávamos na 8ª jornada, a 24 de Outubro. O início do fim.
Na noite de Halloween, o Benfica foi ao Ribatejo ser massacrado pelo Alverca. 1-3. A 4 de Novembro, recebe o PAOK para uma segunda mão que se pensava confortável – errado, que os gregos fizeram-se efectivamente gregos e arrancaram um resultado em espelho do da primeira mão, obrigando o jogo a ir para os penalties. O Benfica lá se safou com Enke em destaque: duas defesas, que não teriam sido feitas soubesse ele o que se seguiria.
Mas antes, e dando fôlego para o ciclo infernal, vitória frente ao Braga (2-1) e ao Torres Novas (1-0) para a Taça. Ufa, fixe. Pena que o próximo passo fosse a visita às Antas, o que nos anos noventa significava quase sempre derrota: sim, outra, por 2-0. Nem foi preciso voltar a Sul a seguir que a meio da semana havia competições europeias ali perto. Em Vigo, nos Balaídos.
E pronto, estávamos a 25 de Novembro com a época perdida. No final do pesadelo, Vale e Azevedo atira culpas para os jogadores, obrigando João Vieira Pinto a dar a cara em conferência de imprensa caricata. O clube estava em reboliço, o escândalo instalou-se e nunca se vira algo assim. Era o fundo do poço para o Benfica, que ironicamente estava… em primeiro lugar do campeonato: 10ª jornada, mais quatro pontos que o FC Porto e cinco que o Sporting, que – spoilers – viria a ser campeão.
Se não era visível ainda o completo descalabro, espera-se cinco jornadas: à 15ª, derrota em Guimarães contra o Vitória de Quinito, que resulta em quatro pontos de distância para o FC Porto, que agora já era primeiro. O Sporting, que estivera a cinco, estava três acima. O Benfica era último do pódio em Janeiro.
Com a abertura do mercado, o Benfica reteve da eliminatória com o PAOK dois craques. Sabry, que marcara de livre na Luz, e Machairidis, médio de equilíbrios. Vieram os dois e veio João Tomás, uma promessa farta de acumular golos na Segundona.
Vinham juntar-se a um plantel no qual destoavam Nuno Gomes, João Vieira Pinto ou Poborsky, por terem tanta qualidade relativamente aos restantes colegas. O contraste era notório. E sim, as movimentações simularam, por instantes, um efeito positivo – entre a 18ª e a 22ª jornada, série de cinco vitórias consecutivas, que aguentavam o Benfica no comboio do título.
A 27 de Fevereiro, porém, o destino futebolístico orquestrou uma brincadeira dos infernos: e que tal meter Jorge Jesus – treinador do Estrela da Amadora – a atropelar o Benfica e a acabar com as esperanças patetas dum título impossível? 3-0 na Reboleira, com Gaúcho e Verona a dinamitarem a defesa encarnada. Acabava tudo ali.
Até final, mais três derrotas e um empate nas 11 jornadas restantes. O único momento válido de restituir parte da muita dignidade perdida foi o livre de Sabry a gelar Alvalade, numa noite em que o Sporting poderia ser campeão. O Benfica rejeitou o papel de bobo da corte e empurrou os festejos para a última jornada.
O final da época trouxe o erro histórico da dispensa de João Pinto e o definitivo choque entre massa adepta e o treinador alemão, remetido a moço de recados na disputa entre jogador e presidente. Ao treinador alemão faltou tino, faltou a identificação com a realidade benfiquista e assim tomou o lado errado. João Pinto dava a sua versão em 1999, no dia que anunciou ser jogador livre e que iria desempregado ao Euro 2000, uma situação inimaginável aos dias de hoje.
«Foram eles (Vale e Azevedo e Jupp Heynckes) que me dispensaram. O treinador julgo que disse á admnistração da SAD que prescindia dos meus serviços. Por isso..»
Quando questionado sobre se tinha falado com qualquer um deles, atirava um «Não. Porque o treinador não me disse pessoalmente isso, visto que teve oportunidade de o fazer. Disse previamente a todos os outros meus colegas que foram dispensados e no último dia que trabalhei no Benfica despedi-me dele, normalmente, e ele não teve a coragem de me dizer na cara que me dispensava».
Para um alemão, geralmente estereotipados como cautelosos e ultra racionais, foi um erro de palmatória ir contra o símbolo do balneário e ídolo dos adeptos. Foi um Verão dificil para Heynckes, que se manteve no cargo e tentou acautelar a saída do capitão e de Nuno Gomes com as chegadas de Van Hooijdonk, Marchena ou Fernando Meira.
O plantel era (pouco) melhor que o anterior, mas o inicio catastrófico impediu qualquer oportunidade de redenção na segunda época: primeiro, uma derrota frente a um semi-profissional Halmstads, na Suécia (1-2).
Depois, uma esforçada vitória em casa frente ao… Estrela da Amadora. Heynckes reagiu a quente no rescaldo à partida («Já não aguento mais isto neste clube. Se quiserem que vá embora, vou-me já amanhã») e no dia seguinte já não era treinador encarnado. Seria substituído por um tal de José Mourinho.
Foi um desencontro penoso. Lamentavelmente, um técnico da sua estirpe merecia um Benfica mais estável e mais capacitado de lhe conseguir fornecer o material para o sucesso – como teve no Bayern uma década depois, onde perdeu tudo primeiro para ganhar no ano seguinte, numa das histórias mais bonitas dos tempos recentes e que, ironicamente, o Benfica repetiu logo a seguir.
Foi um treinador geracional, que quebrou recordes recorrendo a um 4-4-2 de vertigem que tentou implementar na Luz – mas a matéria prima disponível estava longe de conseguir replicar as suas ideias. Era como treinador o que foi como ponta-de-lança: incisivo, voluntarioso, criterioso mas com um feitio difícil. Que, olhando de relance pelas muitas peripécias da carreira, foi o que o impediu de ser ainda maior."

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