Últimas indefectivações

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Prata, 14 em 14 !!!


Em catorze Europeus, a décima quarta medalha, desta vez Prata!!! Mais uma marca inacreditável da nossa Telma Monteiro... O Ouro esteve perto, mas depois de tantos títulos, tantas vitórias, depois das lesões, a Telma ainda tem fome e capacidade de chegar aos momentos decisivos das grandes competições!
Provavelmente a melhor atleta de alta competição que Portugal alguma vez apresentou... em qualquer modalidade!

Boletim Clínico


- André Almeida: rotura do ligamento cruzado anterior e do ligamento lateral interno do joelho direito; 
- Todibo: tendinopatia do Aquiles à direita;
- Pedrinho: fratura do cuboide no pé esquerdo;
- Nuno Tavares: rotura muscular na anca direita;
- Darwin: infetado com COVID-19;
- Weigl: infetado com COVID-19.

PS: Mais uma vez, a paragem das selecções só serviu para aumentar a lista de indisponíveis, com nenhum dos lesionados a recuperar das suas mazelas!!!

Caloteiros...!!!


"Denúncias anónimas, buscas e circo mediático, capas de jornais e reportagens sensacionalistas, acusações de fantoches, continua a valer tudo para desviar atenções e garantir a sobrevivência.
As encomendas são giras, mas não pagam dívidas, quanto muito, fazem aumentar. Paguem, caloteiros!"

Feito histórico


"A recente aposta benfiquista na vertente feminina do futebol continua a dar passos seguros na afirmação de um projeto à imagem de um clube com a grandeza do Benfica.
Depois de, no ano de estreia, nos termos sagrado campeões da Segunda Divisão e vencedores da Taça de Portugal, e de uma época interrompida abruptamente devido à pandemia, na qual celebrámos a conquista da Supertaça, a presente temporada é marcada, para já, pelo apuramento para a final da Taça de Portugal 2019/20 (as finais desta prova e da Taça da Liga referentes à época passada serão disputadas em 13 de dezembro e 6 de janeiro, respetivamente), e pela estreia na Liga dos Campeões. 
Eliminado, na Grécia, o PAOK, o desafio não se afigurava fácil para as nossas bravas jogadoras. Novamente o sorteio da Liga dos Campeões feminina ditou uma deslocação ao terreno do adversário, em mais uma eliminatória disputada somente a uma mão.
Desta feita o Benfica teve como opositor o Anderlecht, 39 posições acima no coeficiente de clubes, o que não amedrontou as nossas jogadoras, antes as motivou a tudo fazerem para comprovarem que o favoritismo se demonstra em campo.
O equilíbrio entre ambas as equipas prevaleceu na fase inicial do jogo, com o Benfica, pouco a pouco, a superiorizar-se ao adversário. A primeira oportunidade de golo da equipa belga, por volta dos vinte minutos, reequilibrou a contenda, verificando-se o nulo ao intervalo.
As comandadas por Luís Andrade voltaram a entrar melhor no encontro na segunda parte, mas viram-se em desvantagem, contra a corrente do jogo, na sequência de um pontapé de canto.
O infortúnio não desmoralizou a nossa equipa, que rapidamente reagiu, pressionando imediatamente a equipa do Anderlecht. A excelente reação foi premiada, com o Benfica a chegar ao empate, através de um magnífico golo da internacional Sub-20 brasileira Nycole, que está convocada, assim como Ana Vitória, para a seleção A do seu país. Já no último quarto de hora de jogo, Nycole voltou a marcar um golo de belo efeito, selando o resultado e o grande triunfo benfiquista, que deu o apuramento para os 16 avos de final da Liga dos Campeões.
O sorteio está agendado para a próxima terça-feira, dia 24. A eliminatória será disputada a duas mãos (8/9 e 15/16 de dezembro), sabendo-se que o Benfica terá de defrontar um dos cabeças de série e que a segunda mão será disputada no campo adversário.
Os possíveis adversários são os seguintes, ordenados por coeficiente: Lyon; Wolfsburg; Barcelona; PSG; Bayern; Manchester City; Slavia Praga; Chelsea; Rosengard; Atlético Madrid; Fortuna Hjorring; Brondby; LSK Kvinner; BIIK-Kazygurt; Glasgow City; FC Zurich."

O Brinco do Baptista #60 - Divergir para unir

Histórico...


Anderlecht 1 - 2 Benfica


Grande vitória das nossas meninas, depois da desilusão do último fim-de-semana, espectacular reacção, com uma vitória europeia e consequente qualificação para os 16 avos da Liga dos Campeões!

Provavelmente pela primeira vez, desde da criação da nossa secção feminina, vi o Benfica a defrontar um adversário a jogar com a linha defensiva alta, e com o Benfica a jogar mais retraído, a apostar no contra-ataque! Talvez por isso, notou-se um Benfica menos exposto, mais sólido... E com uma enorme atitude de todas as jogadoras... Esta foi mesmo na raça!!!

Talvez seja injusto, destacar algumas jogadoras, mas para mim neste momento temos duas jogadoras acima de todas as outras: Cloé e a Pauleta, cada uma nas suas posições, mas hoje, a Chrissy, a Vitória, a Amado também fizeram grandes jogos... e a Nycole que até fez uma 1.ª parte abaixo do esperado, acabou por marcar dois grandes golos!!!

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Vitória em Belém...

Belenenses 1 - 4 Benfica

Mais uma, na caminhada perfeita que tem sido esta época... mais um bom jogo!

Informação do Futebol Profissional


"O Diretor-Geral do Futebol Profissional do Benfica, Tiago Pinto, terminará a sua ligação profissional ao nosso Clube no próximo dia 31 de dezembro.

Oito anos depois da chegada ao Sport Lisboa e Benfica, a convite do Presidente Luís Filipe Vieira, Tiago Pinto decidiu aceitar o desafio de liderar a gestão desportiva da AS Roma, iniciando funções no clube italiano no início de 2021.
"Estarei sempre agradecido ao Benfica, e ao nosso Presidente, pela oportunidade que me foi dada. Foram oito anos intensos. Dei o melhor de mim e todos os que me conhecem sabem que esta decisão foi a mais difícil de todas as que tomei enquanto responsável por este clube", afirma Tiago Pinto.
"Gostaria de ter contribuído ainda mais, mas estou certo de ter feito tudo o que estava ao meu alcance. Aceitei, nos últimos dias, um novo desafio e uma nova oportunidade, não sendo ainda o tempo certo para falar sobre a próxima etapa da minha carreira", afiança.
"A prioridade continua a ser o Benfica e o dia a dia da nossa equipa profissional de futebol, projeto no qual continuarei fortemente empenhado até ao último dia, estando certo de que o Clube saberá encontrar as melhores soluções para dar continuidade ao seu projeto de sucesso", declara Tiago Pinto."

Compras...

Desafiemos as organizações locais para a retoma do desporto de formação!


"O COVID-19 trouxe novos desafios às sociedades atuais e ao modo como se têm organizado ao longo dos últimos anos. Estamos a atravessar um dos momentos mais críticos em termos de saúde pública mundial, mas também um dos momentos mais desafiantes para encetar mudanças que permitam novas lógicas de organização, novas formas de comunicação e novas formas de prática e competição desportiva.
Nas últimas semanas assistimos a diferentes manifestações, realçando a necessidade da retoma da prática desportiva de competição pelos escalões de formação. Olhando apenas para o futebol e futsal masculino e feminino verifica-se que o número de jovens inscritos nos escalões de formação caiu cerca de 80% (valores semelhantes têm sido reportados por outras federações), significando que cerca de 122 mil jovens não estão a praticar futebol e futsal. De forma alarmante, significa que cerca 122 mil jovens aumentaram as suas taxas de sedentarismo e provavelmente estarão de forma galopante a aumentar as suas pregas adiposas e a contribuir para que a epidemia da obesidade, e da iliteracia motora, que tanto nos preocupavam até há bem pouco tempo, e para o qual a DGS criou inclusivamente um programa específico (Programa Nacional para a Promoção da Atividade Física), ganhem vantagem.
Todos sabemos que estamos a enfrentar uma pandemia! Renomados epidemiologistas e intensivistas deste país argumentam, com a realidade dos números, sobre a necessidade de medidas mais severas e restritivas sobre as atividades individuais, sociais e profissionais da população para achatar a curva. O que sabemos, e sobretudo sentimos, é que as medidas impostas não são coerentes e que o discurso e as ações são muitas das vezes desconexos.
Ora vejamos… Ao mesmo tempo que os médicos referem que a escola não pode parar e que os jovens devem manter a sua vida o mais “normal” possível, pois apesar de estarem sujeitos a contrair a doença apresentam-se numa esmagadora maioria dos casos como assintomáticos, a DGS e o governo não permitem a retoma da atividade desportiva de competição pelos jovens contribuindo para o surgimento de uma pandemia mais silenciosa que irá ocorrer a médio prazo nos jovens adultos da próxima geração. Para além disso, como referido e demonstrado inúmeras vezes, a relação entre prática desportiva e rendimento escolar é muito alta! O desporto também pode ser escola!
Enquanto que a retoma do desporto federado exige “Contextos de treino ajustado para garantir o distanciamento física permanente de pelo menos três metros entre praticantes: todos os escalões etários.” (orientação Nº36/2020 de 25/8/2020), as orientações para o ensino da educação física, apesar de fazer referência aos 3m metros recomendam que as estratégias pedagógicas tenham também por base “situações de ensino com grupos reduzidos, ajustados aos espaços de atividade física e valorizando a utilização de formas de jogo reduzidas e condicionadas, em função dos propósitos e do contexto de aprendizagem”. Não se percebe muito bem…
Como assumido pelas mais diversas entidades responsáveis da área do desporto estas recomendações e restrições, ao invés de suportadas em evidências técnicas e científicas, são de carater e responsabilidade exclusivamente política! Neste campo, em relação ao desporto, já verificámos que apenas importa o desporto mediático e que supostamente impacta economicamente… para todo o “outro desporto” não existem ideias, neste momento!
Se o poder político não quer pensar, pensemos nós, e tenhamos a coragem de propor novas formas de organização do desporto jovem que permita ir ao encontro das medidas já tomadas pelo governo e das necessidades dos clubes:
I) As escolas são o setor da sociedade onde o governo menos pretende intervir, pretendendo manter tanto quanto possível o “normal” funcionamento diário.
II) Nas escolas as crianças até aos 10 anos não necessitam uso obrigatório de máscara e podem praticar educação física, possibilitando de entre os quais “o desenvolvimento de situações de ensino de grupos reduzidos … e valorizando a utilização de formas de jogo reduzidas e condicionadas…”.
III) Os grupos escolares são grupos fixos permitindo manter controlada a rede de contactos entre os jovens.
IV) Os clubes e associações que fomentam o desporto de formação nas diferentes modalidades encontram-se com grandes perdas de praticantes até ao momento e não possuem qualquer competição, mantendo em muito dos casos, os seus treinadores de formação, sem qualquer remuneração ou apoio. 
Tendo por base esta realidade consideramos que, de facto, está na hora de unir esforços entre o setor federativo e escolar, dando corpo a uma lógica tantas vezes apregoada e que tarda em sair da gaveta… mas sem burocratizar!
Deixemo-nos de clubismos bacocos e aproveitemos esta oportunidade para transformar a formação de base e criar verdadeiros centros de fomento da prática desportiva escolar criando clubes-escola multidesportos. A sugestão é que até ao escalão de sub-12 se potencie a prática e competição desses desportos, numa primeira fase em contexto de escola, e numa segunda fase em contexto de agrupamento ou concelho em função das especificidades.
Tendo por base os clubes com maior tradição no contexto da população escolar promova-se a prática de equipas e definam-se horários de treino coincidentes ou posteriores aos horários letivos que permitam que, quer nas instalações das escolas, quer nas instalações dos clubes, e de forma controlada, as crianças iniciem a sua prática competitiva. Consideramos que cada equipa nestas idades deveria poder praticar de forma competitiva 2 a 3 modalidades desportivas (1 individual e outra coletiva por exemplo) potenciando diferentes habilidades e capacidades físicas, percetivas, cognitivas e psicológicas. Pode parecer um pouco estranho, mas para além de diminuirmos bruscamente o abandono da prática desportiva, nesta fase critica, estaremos a potenciar o desenvolvimento desportivo destes jovens. Tal como as evidências demonstram, a variabilidade de prática é um dos fatores fundamentais para potenciar o desenvolvimento desportivo para o futuro e suportar o seu processo escolar.
Dos sub-13 aos sub-15, proceda-se de forma semelhante, mas potenciando a especialização de uma única modalidade desportiva e potenciando a competição entre turmas escolares e posteriormente entre escolas.
Dos sub-16 aos sub-19, deem as mesmas garantias que estão a dar ao desporto sénior, permitindo pelo menos competições distritais e com modelos competitivos diferenciados que limitem as deslocações e os contactos entre os jovens.
Então e quem seriam os treinadores desses jovens dos clubes-escola? Os treinadores dos clubes ou os professores de educação física. Quem tivesse competências para orientar cada atividade desportiva de forma competitiva como regulamentado pelo programa nacional de formação de treinadores. Os clubes beneficiariam no momento, e no futuro, aumentando o número de potenciais praticantes.
Mas mesmo assim não aumentamos o risco de contágio? Sim, claro! Todas as decisões têm risco ora mais imediato ora a médio e a longo prazo como se irá verificar com o aumento da obesidade e do baixo nível de prática desportiva no futuro, se continuar tudo na mesma. No entanto, hoje existem também evidências claras de que o uso de máscara não diminui a performance desportiva, aumentando ligeiramente a retenção de CO2 e a perceção subjetiva de esforço dos jogadores. O seu uso, mesmo que não ideal, poderá contrabalançar o maior risco de contágio da competição. No entanto, as evidências vêm demonstrando que o tempo de contacto aquando da prática desportiva, sobretudo em desportos coletivos, é reduzido mantendo o risco de contágio num nível médio (contacto de 6 minutos menos de 2 metros num jogo de futebol) (ver https://www.mdpi.com/873722).
A grande preocupação e o que pretendemos reduzir com esta proposta, são os contactos externos e entre jogadores de equipas diferentes que aumentam a rede de contactos de cada jogador participante expondo-os a um maior risco de contágio.
Esta proposta pode parecer estranha e difícil de implementar, como sucede em toda a mudança, mas o momento que estamos a viver é por si só suficientemente desafiador para que não fiquemos parados a lamentar-nos sobre o que poderíamos ter feito e com a chatice do vírus. Basta querer e ajustar os recursos para que seja possível, ou o futuro não será risonho…
Estará o leitor a questionar-se, e quem operacionalizará este projeto? Como iremos colocar em contacto todas estas instituições? De forma simplificada, os clubes diretamente com as escolas e com as associações de pais, coordenados com as autarquias e com o apoio das federações nacionais e distritais das respetivas modalidades. Sobretudo que a implementação seja realizada por equipas de trabalho simplificadas, que utilizem a experiência adquirida e os recursos das associações distritais e federações para organização de competições. Os projetos deverão ser locais e permitindo agilizar e juntar esforços e não burocratizar o sistema como aconteceu com o desporto escolar! Desta forma facilitamos a decisão aos decisores políticos a nível central!!!
Se com projetos desta natureza, de carater sobretudo local e regional, não convencermos o governo a alterar o quadro de prática de formação atual, é porque não existe qualquer interesse no fomento da prática desportiva e no desenvolvimento desportivo. Deste modo, as incoerências revelar-se-ão maiores e as consequências para o futuro desastrosas!!!"

Casas do Benfica


"É com enorme satisfação que constatamos que as Casas do Benfica, sempre que chamadas a participar em atividades que se revestem de grande complexidade, são capazes de dar a resposta que lhes é solicitada, contribuindo decisivamente para o engrandecimento do Sport Lisboa e Benfica.
Hoje todos reconhecemos a relevância da existência e ação das Casas aos níveis associativo, desportivo e comercial do Clube.
O fomento e a fixação do benfiquismo, a promoção do convívio entre benfiquistas, a descentralização e disponibilização de serviços do Clube aos associados, o crescimento da massa associativa, a divulgação das atividades desportivas e acompanhamento das equipas por todo o país, a contribuição para o incremento das receitas de bilhética e merchandising e a promoção do desporto, em muitos casos, participando, com equipas próprias, em competições (supera os 40 000 atletas em mais de 46 modalidades), são apenas alguns exemplos demonstrativos da relevância que as Casas assumem no quotidiano do Clube.
E, no decorrer do presente ano, as Casas do Benfica assumiram ainda maior relevância, ao revelarem-se fundamentais em duas situações distintas.
Relativamente à pandemia que assola o mundo, não obstante as enormes dificuldades que a crise sanitária criou também às Casas, multiplicaram-se os exemplos de apoio às comunidades locais. O diretor das Casas do Benfica, Jorge Jacinto, fez questão de enaltecer a capacidade das Casas em conseguirem "inventar formas de apoiar os mais necessitados", concluindo que "isso é conseguir levar o Benfica mais longe e estar mais perto dos que mais precisam de todos nós".
Mais recentemente, por ocasião da realização das eleições, as quais foram, de longe, as mais participadas de sempre (38 102 votantes, mais 15 426 que o recorde anterior), as Casas assumiram um papel decisivo, com 24 locais de voto, além do Estádio, em Portugal continental.
A forte afluência às urnas é indissociável, em parte, da possibilidade do exercício de voto em todo o país, num processo eleitoral que primou por uma adesão sem precedentes e em que ficou patenteada a capacidade de organização das Casas, em colaboração com os serviços do Clube.
É cada vez mais notória a relevância das Casas do Benfica, em várias vertentes, para o modelo de desenvolvimento do Sport Lisboa e Benfica. Aos benfiquistas que diariamente se empenham no sucesso das Casas, o nosso muito obrigado!"

Jorge Jesus | Um 11 de verdadeiros flops no SL Benfica


"Segundo o dicionário, um flop é uma falha, um erro. A verdade é que no futebol o significado continua a ser o mesmo. Desde a chegada de Jorge Jesus ao comando técnico do SL Benfica, em 2009/10, muitos foram os jogadores que chegaram a pedido do técnico da Amadora, mas nem todos singraram de águia ao peito.
Hoje faremos um onze de autênticos flops que vestiram (ou não) a camisola dos encarnados e que chegaram a Lisboa pela mão de Jorge Jesus.

Guarda-redes
Roberto Não há volta a dar! Roberto marcou uma geração por tão mau que foi de águia ao peito. 
Custou 8,5 milhões de euros aos cofres encarnados, isto na sua transferência, porque em termos de rendimento desportivo, devia ter pagado para jogar. Foram 41 jogos na baliza benfiquista, em que sofreu 46 golos, um registo notável pela negativa.
Até podia dizer para ficarem descansados, que o pior deste XI já passou, mas não seria verdade.

Lateral direito
Luís Felipe Parece inacreditável, mas esta entrada no XI foi o mais perto que Luís Felipe esteve de integrar um XI do Sport Lisboa e Benfica. É uma hipérbole, claro, mas não anda muito longe da verdade.
Chegou à Luz em 2014/15 e totaliza uns incríveis zero jogos pelo Benfica. Tendo custado dois milhões de euros, o brasileiro nunca se afirmou no Benfica onde tinha a concorrência de Maxi Pereira e André Almeida.
Acabou por sair em definitivo em 2016/17 para o Vitória FC, onde também não teve sucesso.

Defesa central
Steven VitóriaDecorria a temporada 2013/14 quando chegou à Luz um dos melhores jogadores da temporada anterior da Primeira Liga portuguesa.
Steven Vitória havia realizado duas temporadas de alto nível no GD Estoril-Praia, ao disputar 67 jogos e marcar 25 golos, números estonteantes para um defesa central, pelo que era esperado muito do luso-canadiano.
No SL Benfica realizou apenas cinco jogos e não mostrou a sua qualidade, nem a sua veia goleadora, que, ao que parece, ficou na cidade de Estoril até aos dias de hoje.

Defesa central
César Atualmente no SC Farense, e a realizar uma temporada, até ao momento, bem conseguida, entrou no campeonato português e no SL Benfica em 2014/15, pela mão de Jorge Jesus.
O defesa central brasileiro realizou nove jogos pela equipa principal encarnada, mas não se conseguiu impor no plantel, tendo sido emprestado consecutivamente a vários emblemas portugueses e brasileiros.
Atualmente com 27 anos, César encontrou no CD Santa Clara um lugar para se reinventar, onde realizou duas temporadas de qualidade até se transferir para o Farense.

Lateral esquerdo
Bruno Cortez Chegou ao Sport Lisboa e Benfica no “carrossel” de defesas esquerdos que fechou apenas com a chegada de Grimaldo.
Quando chegou a Lisboa, Cortez vinha rotulado de craque, um dos melhores jogadores do brasileirão, mas em Portugal nunca mostrou o seu talento.
Foram seis jogos de águia ao peito e seis exibições que deixaram os adeptos com saudades daquilo que ainda não haviam vivido. Finalmente chegou Grimaldo, uma esperança para a massa adepta dos encarnados.

Médio centro
Bryan Cristante Este é um daqueles casos em que um jogador foi flop, mas só num clube. Resta descobrir se foi por culpa do jogador, se por culpa do clube.
A verdade é que o Sport Lisboa e Benfica não conseguiu retirar o melhor do internacional italiano Bryan Cristante, que já provou o seu valor na Atalanta BC e na AS Roma.
A qualidade do jogador é inegável, mas em Lisboa passou pelos “pingos da chuva” sem nunca mostrar toda a sua qualidade. Realizou 20 jogos em duas temporadas e marcou um golo.

Médio ofensivo
Filip Djuricic Este é, provavelmente, o jogador que mais deixou a desejar neste XI.
Vinha rotulado de craque, o “Kaká dos Balcãs”, mas nunca mostrou a sua qualidade nos relvados portugueses. Luís Filipe Vieira chegou mesmo a admitir que Djuricic foi um dos jogadores que mais o desiludiu; pois bem, aos adeptos também.
Realizou uma primeira temporada aquém das expectativas, com 22 jogos e dois golos, mas podia ser apenas uma temporada de transição, o que não se verificou.
Atualmente joga na liga italiana, no Sassuolo, onde é uma das figuras da equipa. O que faltou para brilhar em terras lusitanas?

Extremo direito
Miralem SulejmaniDecorria a temporada 2013/14 quando chegou a Portugal Miralem Sulejmani, um extremo direito sérvio com faro de golo.
Pois bem, na Luz, ainda que tenha realizado uma primeira temporada razoável, com três golos em 26 jogos, esperava-se mais de Sulejmani.
Ficou no Benfica por mais uma temporada em que realizou apenas oito jogos e transferiu-se para o Young Boys, onde vive tempos felizes.

Extremo esquerdo
Bebé Tiago Manuel Dias Correia chegou a ser denominado de “novo Ronaldo”, o que coloca logo uma certa esperança no jogador.
Em Manchester representava o United, numa experiência que não correu de feição; no entanto, Jorge Jesus “repescou-o” com o intuito de recuperar o talento deste jogador.
No Sport Lisboa e Benfica disputou apenas seis jogos e não marcou qualquer golo. Um registo bastante negativo, para não dizer horrível, do “novo Ronaldo”.

Avançado centro
Yannick DjalóDjaló foi mais conhecido por atuar ao serviço do Sporting CP, clube de onde saiu depois de uma transferência falhada para o OGC Nice por pormenores.
O SL Benfica achou por bem resgatar o avançado, uma vez que havia mostrado qualidade no rival da Segunda Circular, uma transferência que se viria a provar um autêntico erro.
No Benfica realizou cinco jogos e escusado será dizer que marcou um total de zero golos.

Ponta de lança
Alan Kardec Em janeiro de 2010, Jorge Jesus indicava um avançado que brilhava em terras brasileiras e que poderia dar o salto no futebol europeu. Não foi bem o caso.
Kardec ainda disputou 45 jogos pelos encarnados e apontou oito golos, mas nunca atingiu o seu potencial, chegando mesmo a ser emprestado a meio do seu contrato com o SL Benfica.
Não rendeu aquilo que se esperava no futebol europeu, mas por terras asiáticas, na liga chinesa, Kardec é um autêntico goleador, com 55 golos em 107 jogos ao serviço do Chongquing Dangdai."

O Cantinho Benfiquista - O Meu Benfiquismo #2 - Luís...

Fever Pitch - João, Miguel & Pedro... Trio!

Fever Pitch - João & João... Espanha!

terça-feira, 17 de novembro de 2020

Foi apenas um fantasma vermelho de passagem


"No próximo dia 26, o Benfica vai a Glasgow jogar em Ibrox. Só por uma vez lá esteve, no dia 28 de Setembro de 1965, perdendo um particular por 3-1. Quarenta e oito horas mais tarde, estava no Luxemburgo e golear o Dudelange por 8-0 para a Taça dos Campeões Europeus.

O Benfica recebeu o Rangers para a terceira jornada da fase de grupos da Liga Europa, e será caso para dizer, lançando mão ao jargão popular, que se viu da cor dos gatos para sair do jogo com um resultado mais ou menos positivo: 3-3. No próximo dia 26, será a vez de visitar Ibrox, um dos estádios mais fascinantes do mundo, situado nas margens do Clyde e cuja primeira versão data de 1899, o que faz dele igualmente peça digna do museu.
Todos os que já lá estiveram conhecem o ambiente esfuziante que os adeptos do Rangers lhe emprestam desde que saíram do Kinning Park, o local de disputadas antes de Ibrox. Hoje está reduzido a uma capacidade de pouco ou mais de 50 mil espectadores - e o mal que se infiltrou entre nós de forma velhaca fá-lo-á estar mais silencioso do que nunca quando os encarnados lá jogarem -, mas já foi um gigante capaz de albergar, num Rangers - Celtic, o exagero de 118567 pagantes - calcule-se quantas pessoas estiveram nessa tarde de 2 de Janeiro de 1939 se contabilizarmos convidados e borlistas. É evidente que não são números que assustem benfiquistas que viram, na velha Luz, apertarem-se como sardinhas em lata, multidões que ultrapassavam os 120 mil. Mas, seja como for, dispus-me aqui a falar de Ibrox e, já agora, da única vez que o Benfica lá jogou, em 1965, num encontro particular.
Em 1965, todo o mundo, dos Estados Unidos à Austrália, passando pelo Irão e pelo Iraque, queria ver o famoso Benfica. Duas Taças dos Campeões Europeus conquistadas e mais duas finais perdidas tinham colado aos lábios dos amantes desse jogo que os ingleses tratam por association nomes como os de Eusébio e Coluna, Germano e José Augusto, Torres e Simões. Pois, todos eles estiveram em Glasgow no dia 28 de Setembro. Ou, melhor, não estiveram, mas já lá vou.

Um entrave
A expectativa era muita. A despeito de se tratar de um amigável e estar um tempo de alfinetes, mais de 45 mil pessoas correram para os seus lugares na expectativa de verem aquela que era considerada, quase unanimemente, a melhor equipa da Europa. Infelizmente para os adeptos escoceses, o Benfica faltou à chamada. Isto é, esteve mutos e muitos furos abaixo do seu real valor. E, no entanto, lá estavam, vestindo as mágicas camisolas vermelhas, berrantes, os nomes que apaixonavam os maiores amantes do futebol.u
Quando José Augusto, aos 26 minutos, abriu a contagem, todos ainda se convenceram de que o Benfica iria partir para um daqueles atropelamentos mais próprios de um comboio do que de um grupo de apenas onze homens. Nada disso. Mas o golo do meu querido amigo Zé foi lindo: ameaçou e avançou, fez que ia mas não ia, os defesas recuando, recuando, e com a baliza na mira saiu um pontapé colocado e indefensável para o pobre Richie. Edward Kerry, um jornalista escocês que esteve presente nesse jogo de Ibrox, tratou de escrever. 'Acabado um período inicial de dez minutos fulgurantes, nos quais o Benfica demonstrou aquele futebol fluído, agradável e fácil que a todos nós encanta, o Rangers começou a assentar o seu jogo de luta constante no meio-campo e passes longos para os dois pontas-de-lança, McLean e Johnson, e engasgou a máquina portuguesa'.
William Handerson, um rapazinho de apenas 21 anos, natural de Baillieston, um subúrbio industrial de Glasgow, começou a dar água pela barba a Coluna, surgindo consecutivamente nas costas do capitão do Benfica e diminuindo-lhe o habitual raio de acção. A atenção de Coluna passou a ser mais defensiva que ofensiva, e isso mexeu duramente com o colectivo português.
O jogo fora para intervalo com 1-1 (golo de McLean aos 43 minutos), e a verdade é que, apesar do domínio escocês e das escassas investidas do Benfica, com Eusébio e Simões (seria substituído por Yaúca) quase sempre incapazes de desequilibrarem a defesa contrária, matéria em que eram autênticos mestres, deixando Torres à mercê dos poderosos centrais do Rangers, dava a sensação de que iria terminar assim. Diziam os latinos: 'audax fortuna juvat', que é como quem sentencia - a sorte protege os audazes. Mais audazes, os escoceses fazem golos tardios, ambos por Forrest, aos 83 e aos 89 minutos. O público delirou. A surpresa caía sobre Ibrox como uma nuvem escura. Coluna veio a público explicar a derrota: 'O Benfica jogou abaixo das suas possibilidades, mas foi evidente o cerco que fizeram a Eusébio, nem sempre de forma muito correcta. No entanto, quero dizer que perdemos contra uma equipa que jogou com todo o afinco e que mostrou jogadores de qualidade como Handerson, Forrest e McLean, para citar os principais'. Forrest, encontrava outra resposta: 'O Benfica é uma equipa terrível. Tanto defende como ataca no espaço mais curto de tempo possível. Acho que o facto de terem um jogo para a Taça dos Campeões aí a chegar pesou na exibição deles'.
Dois dias depois, em Ech-sur-Alzette, no Luxemburgo, o Benfica iniciava o seu percurso na maior prova da Europa com uma goleada de 8-0 sobre o Stade Dudelange. Talvez tenha valido a pena a poupança."

Afonso de Melo, in O Benfica

O desequilibrador das segundas partes


"Panchito reencontrou a paixão de jogar no Benfica e retribuiu com momentos de pura magia

Para um seguidor de hóquei em patins, falar-se de talento é recordar Panchito Velásquez. Exímio patinador, o argentino aliava à velocidade uma qualidade técnica apurada, que lhe permitia tirar os adversários do caminho com enorme facilidade. Em rinque, era ele e um pavilhão completamente lotado, pois mesmo os adeptos das equipas rivais deslocavam-se aos recintos para o ver jogar. Fruto do seu virtuosismo, ganhou a alcunha de 'Maradona do hóquei'.
Representou o Benfica durante quatro épocas, após ter estado afastado da modalidade ao longo de uma temporada, em conflito com o detentor do seu passe, o Barcelona. De 'águia ao peito' reencontrou a alegria de jogar, condessando: 'vestia a camisola e arrepiava-se, sentia pele de galinha'.
Tornou-se benfiquista e revelava esse sentimento dentro de campo, sendo o principal impulsionador da equipa nos momentos-chave. Dirigentes e colegas 'depositavam a confiança num homem a viver um dos melhores períodos da sua carreira, considerado por muitos o melhor jogador do Mundo'.
A 24 de Março de 2001, o Benfica recebeu o FC Porto, na última jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões, considerando 'o jogo do ano'. A partida era determinante para o futuro de ambos na competição. Os 'encarnados' necessitavam de uma vitória para selarem o apuramento para a final four, enquanto que para os portistas bastava o empate.
No Pavilhão da Luz cheio, os 'encarnados' contaram 'com um impressionante apoio dos fervorosos adeptos'. Após uma primeira parte equilibrada, Panchito realizou um segundo tempo estupendo. Com uma prestação magistral, 'encheu o rinque de jogadas fabulosas', coroada com um golo de antologia, 'em que ultrapassou tudo e todos'. Os benfiquistas venceram por 7-4, mas o placard até podia ser mais desnivelado, tal foi a forma como se superiorizaram, e 'só não aconteceu porque os postes da baliza portista devolveram a bola por cinco vezes'.
Duas semanas depois, o argentino voltou a ser protagonista! Na final da Taça de Portugal, frente ao Óquei de Barcelos, as equipas foram para intervalo empatadas a uma bola. Na segunda parte, Panchito apenas precisou de dois minutos para bisar na partida, arrancando para uma exibição à dimensão do seu talento. Desequilibrou o encontro 'através dos seus constantes golpes de génio, brilhou intensamente e empurrou a equipa para a vitória'. O Benfica ganhou por 4-2 e arrecadou, dessa forma, o troféu.
Saiba mais sobre esta conquista na área 3 - Orgulho Eclético do Museu Benfica - Cosme Damião."

António Pinto, in O Benfica

Fundação Benfica


"A pandemia não é igual para todos, em particular as suas consequências económicas e sociais, acentuando desigualdades e expondo crescentemente os mais necessitados.
O Estado tem reforçado os apoios e implementado medidas que visam diminuir o impacto, a vários níveis, da pandemia, enquanto as instituições de solidariedade tentam alargar o raio de ação, bem como o universo de beneficiários, tentando ultrapassar constrangimentos e desafios que se avolumam, incluindo no modo como se implementam os projetos.
É neste contexto que a Fundação Benfica procura manter ininterrupta a sua atividade e, simultaneamente, contribuir para minorar adversidades emergentes da crise pandémica, criando para este efeito o projeto "Juntos cuidamos de Si".
Logo numa primeira fase, houve a doação ao SNS que permitiu a aquisição de milhares de máscaras, fatos, termómetros e dois ventiladores. Colaborou ainda com a GNR na entrega de 3000 kits alimentares para idosos em contexto de fragilidade social e isolamento e procedeu à oferta de mais de cinco toneladas de alimentos às pessoas em situação de sem-abrigo. Mais recentemente, numa parceria com a empresa Active Capital, foram doadas 25 000 máscaras a escolas e 10 000 viseiras a hospitais.
Igualmente relevante é a capacidade demonstrada para assegurar a continuidade dos projetos implementados e dos quais beneficiam milhares de pessoas. São onze as iniciativas a decorrer presentemente.
O projeto "Para ti Se não faltares", de capacitação e combate ao absentismo e abandono escolar, abrange, no presente ano letivo, 480 crianças em dez escolas de Paranhos, Ponte de Sor/Montargil e Lisboa.
O "Community Champions League", presente em 12 freguesias de Lisboa, visa o fortalecimento dos laços comunitários e a promoção da cidadania ativa em pessoas de diferentes origens, incidindo em 150 jovens e respetivas comunidades envolvidas.
O "Hat-trick: Treinar, Jogar e Vencer" destina-se a 75 jovens de 15 a 21 anos da Escola Profissional Gustave Eiffel. É um projeto de intervenção e inclusão, com foco no desenvolvimento de competências pessoais e sociais, e assente nos princípios do projeto "Para ti Se não faltares" e da prática desportiva de Futebol de rua.
O "Benfica Faz Bem", que consiste em proporcionar um conjunto de experiências e interações com atletas e símbolos do Sport Lisboa e Benfica a diferentes grupos que de alguma forma se encontram em contexto de fragilidade social ou de saúde, continua mesmo em contexto de pandemia, destacando-se o recurso às videochamadas com elementos do plantel da nossa equipa de futebol profissional.
O "KidFun – Educação para valores", implementado desde 2014 em itinerância (150 escolas de 18 distritos e 50 concelhos) e que abrangeu 20 000 a 25 000 crianças do 1.º ciclo, teve de ser reformulado nesta fase para eliminar o risco de propagação do novo coronavírus, nomeadamente através da transição para formato online, com adaptação em curso dos conteúdos. As atividades têm início previsto em dezembro, com as inscrições a decorrerem até final do ano.
O combate ao racismo e outras formas de discriminação é feito através do projeto "Show Racism the Red Card". Foram envolvidas 400 crianças, outras 800 têm a participação pendente face à pandemia e serão envolvidas ainda 2400, de forma mais pontual em ações de sensibilização.
Os projetos "Walking Football" (envelhecimento ativo) e "Futebol Adaptado" (desporto inclusivo) têm os treinos e eventos suspensos, o que não significa que estejam parados, com trabalhos preparatórios a decorrerem conforme as necessidades, em particular o reinício dos treinos do futebol adaptado na próxima quinzena.
"Welcome through football" trata-se de um projeto europeu em colaboração com a EFDN e outros clubes membros com o objetivo de promover a inclusão social e a empregabilidade junto de refugiados. O Protocolo já foi estabelecido com o Alto Comissariado para as Migrações, o início das atividades será em dezembro e terá mais de 30 participantes.
Há ainda o projeto "Faz da tua escola um viveiro", em parceria com a Lousitânea - Liga de Amigos da Serra da Lousã, para educação ambiental e apoio específico à reflorestação das zonas afetadas pelos incêndios de 2017, com uma metodologia participativa envolvendo alunos, professores e famílias das Escolas Básicas do 1.º Ciclo.
E, finalmente, o "Benfica Contigo | Assistência Humanitária", através do qual se concebem e implementam estratégias e ações de colaboração em torno de determinadas causas e respostas muito específicas a desenvolver. Enquadram-se, em particular, neste projeto, as causas relacionadas com as catástrofes ambientais que cada vez mais impactam de forma extremamente significativa o nosso planeta.
A Fundação Benfica é um dos ativos mais importantes do Sport Lisboa e Benfica, tornando-se, desde cedo e pelo impacto muito positivo na vida de milhares de pessoas, absolutamente imprescindível."

E a culpa é do denunciante!!!


"Frederico Varandas: «Tenho na minha lista dois juízes-conselheiros do Supremo, um procurador da República, um juiz-desembargador. Acha que estas pessoas não vão fazer braço-de-ferro na justiça pelo Sporting?»
Paulo Silva acusou o Sporting de lhe pedir para corromper jogadores.
Sporting é ilibado e o Paulo Silva é acusado de corrupção.
Afinal o Paulo Silva corrompia em nome de quem? Andava a corromper jogadores por iniciativa própria e só por diversão?
Está tudo dito. Escutas e mensagens de whatsapp a comprarem árbitros e jogadores. Não passa nada. Siga a marinha!"

Benfica FM #134 - Mudanças táticas à vista?