Últimas indefectivações

domingo, 14 de abril de 2013

Empatas !!!


Paço de Arcos 2 - 2 Benfica

Empate muito penalizador, tornando as contas do título muito complicadas - estamos agora em 2.º a um ponto dos Corruptos -, nem que seja no ponto de vista psicológico  Sabia-se que o jogo ia ser difícil, o Paço de Arcos tem um estilo de jogo muito 'irritante', mas eficaz - este ano não perderam um único jogo, com o Benfica e com os Corruptos para o Campeonato!!! -, só um Benfica, num grande dia, poderia aspirar à vitória... e hoje, mais uma vez, falhámos 3 Livres Directo, e 1 penalty!!! Arrisco afirmar, que esta época, arriscamos perder o Campeonato, devido ao fraquíssimo - paupérrimo mesmo... -, aproveitamento nas situações de bola parada - só com o guarda-redes pela frente!!!

Pensar nos Play-off's


Fundão 4 - 4 Benfica

Começamos a perder (2-0), mesmo antes do intervalo empatámos. Conseguimos mesmo fazer a remontada, para 2-4, mas nos minutos finais acabámos por permitir o empate num livre de 10 metros, num jogo onde foi proibido marcar faltas a favor do Benfica!!!
As ausências do Joel e do Gonçalo foram sentidas, as dificuldades eram esperadas. A equipa parece-me mais solta, mas temos que melhorar, até porque este Fundão será provavelmente o nosso adversário nas Meias-finais...!!!

8.ª Corrida do Benfica - António Leitão


Mais um grande e festivo fim-de-semana no Estádio da Luz, com a corrida do Clube, com muitos participantes, em dois belos dias de sol...
Parabéns, mais uma vez à organização, e a todos os participantes.



PS1: Uma palavra de apreço para a Ana Oliveira, que na Quinta-feira, na Bola TV, teve que aturar dois Lagartos aziados - o 3.º manteve-se neutro!!! -, situação que merece ainda mais destaque, devido às responsabilidades que ambos têm, ou tiveram, no Desporto nacional, respectivamente Natação e Ciclismo.
A contaminação das estruturas federativas, por adeptos Lagartos é completamente desproporcional à pequenez da instituição!!! Se em muitos casos, os Benfiquistas preferem manterem-se afastados dos 'cozinhados' federativos, também é verdade que a jactância Lagarta, e a vontade em serem protagonistas, os empurra para elevados cargos, explicando assim muita da incompetência que grassa no Desporto Português...

PS2: Parabéns ao João Ribeiro, a Joana Vasconcelos pela vitórias na Taça de Portugal de Canoagem. Desta vez a Teresa Portela ficou em 2.º, sempre atrás da Joana!!!

Sem borbulhas

"A Schweppes tinha razão. Patrocinadora da Taça da Liga, resolveu tomar uma posição drástica: considerando que o Futebol português não tem qualquer tipo de credibilidade, que é, pelo contrário, um universo de trafulhices e poucas vergonhas, recusou ver o seu nome associado à porcaria, mas continuou a pagar o patrocínio durante a época que ainda estava assinada no contrato mas ordenou que quaisquer referências ao patrocinador fossem mantidas longe da organização dos jogos. Confirmando a razão dos senhores da Schweppes, o Conselho de Justiça da Federação decidiu emporcalhar ainda mais a competição oferecendo o troféu administrativamente ao FC Porto à revelia de todas as decisões tomadas anteriormente sobre a mesma matéria e que envolveram outros clubes.
Sabe-se como o camarote presidencial das Antas costuma polular destas figuras sinistras que arrastam pela lama a seriedade da magistratura, mas até a necessidade de fazer fretes e pagar favores deveria ter limites. Como deveria ter limites a estupidez gravosa de uma Liga que força alargamentos todas as semanas ao mesmo tempo que é incapaz de lutar contra vergonhosas situações de incumprimento e nem um patrocinador para a Taça da dita consegue arranjar.
Mais uma vez o que importa é o frete nem que para a próxima época se encha uma I Liga de clubes devedores e de jogadores sem dinheiro para o pequeno-almoço. A Schweppes é que tem razão: o Futebol português fede e exige distância. Sem borbulhas!

P.S.- Pedro Proença faz o que quer. Não lhe apetece apitar um jogo menor, justifica viagens ao estrangeiro ou testes escritos por completar. Em seguida é nomeado para os jogos maiores, de preferência em que participem os seus amigalhaços do FC Porto."

Afonso de Melo, in O Benfica

Pois é...

"«Campeonato está entregue ao Benfica COM TODO O MÉRITO». Quem disse? Luís Filipe Vieira? Jamais o faria nesta altura. Jorge Jesus? Jamais o faria nesta altura. O capitão, Luisão? Jamais o faria nesta altura. Outro responsável benfiquista? Jamais o faria nesta altura. Quem disse? Quem disse mesmo? Miguel Sousa Tavares, esse que gosta de destilar peçonha contra o Benfica nos seus escritos, nas suas declarações. 
MST ter-se-á rendido a uma evidência, naturalmente que a contragosto. Deve ter concluído, sardonicamente, que o Benfica é a melhor equipa portuguesa da actualidade. E é mesmo? É, sem margem para hesitações. Até MST já percebeu. Até MST já escreveu. Só que MST não é do Benfica, MST é contra o Benfica. Ao dizer que o Benfica é o melhor colectivo da bola indígena, MST quer ganhar em dois tabuleiros. Se o Benfica vencer a Liga, vai ufanar-se da sua previsão; se o Benfica não vencer a Liga, vai ufanar-se de ter expedido triunfalismo desapropriado para o grupo liderado por Jorge Jesus. MST faz o seu papel. Nós fazemos o nosso. Verdade mesmo (e isso dói a MST), há um ano que a turma rubra não perde nas competições domésticas. Já lá vão 39 jogos, 32 vitórias e 7 empates. Notável registo, um dos melhores da história centenária do nosso Clube. Só que ainda falta um pedacinho.
Nada ganhamos, haveremos de ganhar. MST, esse, aconteça o que acontecer, já perdeu, perdeu pesado, perdeu dorido. Mesmo que de pena sofrida ou teclado amargo, obrigar MST a escrever que «o Campeonato está entregue ao Benfica COM TODO O MÉRITO» dá muito gozo. Gozo vermelho."

João Malheiro, in O Benfica

Utopia, sonho e realidade

"À medida que o campeonato avança para o fim e a final da Liga Europa está ali mesmo ao virar da esquina cresce a tensão e a ansiedade de todos os benfiquistas. Confesso-vos que é uma tensão e uma ansiedade que dá, gosto e prazer sentir e respirar. É como se fosse uma dor que nos faz sofrer e que nenhum remédio nos pode tirar. Mas que sabe muito bem sofrer. Nenhum benfiquista quer tirar ou aliviar a dor, porque todos estão dispostos a suportá-la.
Há muito que mereciam este nervoso miudinho, esta sensação que tem estado tão distante da Luz. Até a estátua do grande e único Eusébio está nervosa porque lhe tiraram durante tantos anos essa felicidade. Quem pelos lados da Luz repare na cara de Eusébio, parece que nos quer transmitir a mensagem que a vitória está a um passo tão pequeno de vir a concretizar-se.
Em St. James Park, o Benfica, embora com alguma sorte, que também merece, foi enorme. A vantagem conseguida e a qualidade superior, em relação ao Newcastle, fizeram a diferença. Mesmo com a falha no primeiro golo cometida pelos dois grandes pilares desta equipa, Matic e Garay. Salvio num golo pleno de oportunidade fez o resto, concretizando uma jogada fantástica. Longe vão os tempos em que o Benfica não conseguia virar uma desvantagem no marcador.
E, agora, o Sporting e o Fenerbahçe. Os Deuses do Futebol estão connosco.
O Sporting não vai salvar a época, como disse o seu capitão, convenhamos com um fraco argumento, ganhando ao seu rival. Esta gente não é do Sporting é, antes, anti-benfiquista. Os adeptos que têm sido incansáveis, Jesus e os jogadores não vão deixar que se concretize esta profecia do Diabo. E que tal espalhar pelas paredes do balneário, em letras gordas, esta frase, de Rinaudo, como fazia Mourinho.
O Benfica vai ganhar ao Sporting e prosseguir a caminhada rumo ao título. E quanto à Liga Europa, a sorte mais uma vez esteve do nosso lado. A equipa turca, sendo difícil, tem menos qualidade e é acessível. Mas o futebol não é para brincadeiras e não se pode facilitar. Rigor, concentração, disciplina, muito suor e humildade são os ingredientes do êxito. O Benfica vai viajar para a final em Amesterdão.
Mais duas notas uma positiva e outra negativa nesta jornada da Liga Europa. Foi bonito e honrou todos os benfiquistas a homenagem mais que merecida e justa da direcção a um grande senhor do futebol mundial, Bobby Robson. A mancha negra desta festa bonita foi cometida por alguns adeptos do Benfica que agrediram um repórter de imagem e um polícia. Actos que devem ser condenados. Como dizia Victor Hugo: «Não há nada como o sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã."

Olho clínico

"O dia de ontem acabou com um treinador a fazer uma figura triste perante milhões de pessoas que tinham acabado de ver pela televisão o que aconteceu na final de Coimbra. Já não é coisa deste tempo, mas alguns treinadores insistem na dialéctica esfarrapada.
Uma das decisões da semana foi precisamente a adopção do olho de falcão por parte da Liga inglesa, por meio de um investimento obsceno, para ajudar os árbitros a decidir um ou dois lances por ano. Para felicidade de alguns deslumbrados com as chamadas “novas tecnologias”, esta decisão da FIFA e dos clubes ricos não terá qualquer efeito prático sobre a “verdade desportiva”, tal a raridade dos lances para análise, mas seria bem-vinda num campeonato obtuso como o português só para tirar a dúvida se podia servir para erradicar do discurso de treinadores e dirigentes a cobardia de associar a sua incapacidade ao trabalho dos árbitros.
Será possível, mesmo com olhos de falcão, um juiz para cada quatro jogadores, meios de intercomunicação electrónicos  processos sofisticados de preparação e análise, que a arbitragem ainda possa ser responsabilizada pela derrota de uma equipa apenas com base na visão distorcida de um treinador em estado de choque? Não devia ser.
Os treinadores são metódicos e cautelosos com o trabalho de campo, mas mostram-se frágeis e vulneráveis no território demarcado das conferências de imprensa, onde surgem tensos e perturbados, completamente subjugados pela angústia. A imagem ridícula que um treinador dá de si num momento de derrota devia ser assacada aos responsáveis pela comunicação dos clubes, sob pena de se poder pensar que tal discurso lhes foi incutido perversamente para os deixar ainda mais mal vistos perante os próprios adeptos. A estes, aliás, bastam o olho clínico e a sabedoria empírica para perceber claramente quando as arbitragens não fazem parte do problema. O que é o caso do FC Porto actual."

E o encolhimento aqui tão óbvio!

"A necessidade de abrir a porta à reintegração do Boavista na Liga, por força de um acórdão do Conselho de Justiça que alternativa não deixa, voltou a agitar a bandeira do alargamento e a unir na assembleia geral da LPFP os votos que meses antes o tinham ingloriamente aprovado, sem reservas e sem tino.
Hoje, colocados diante da vergonha e do descrédito dos múltiplos incumprimentos, sobretudo de ordem salarial, mas fiéis aos valores da justiça e a outros que mais alto se levantam - como os de natureza indemnizatória... - da readmissão do clube do Bessa parece não haver dúvidas e o mesmo se afigura valer quanto a um entendimento entre FPF e LPFP.
O preocupante, para quem deve pensar o futebol português, não é a justa imposição do retorno da pantera à elite mas a ligeireza com que tão depressa se recuperaram as exclusivas virtudes de um alargamento.
É que a ideia de alargamento é, desde logo, assustadora. Perguntar-se-à: mas como devolver então o Boavista ao lugar que lhe está encaminhado, já que esta é a questão que todos atiram para o ar?!...
Sejamos sérios. Depois do que se tem visto, com a desonra dos caloteiros já na praça pública e a perspectiva de ruína a ensombrar certos competidores da Liga, não seria mais ajuizado, competente e salutar avançar para o encolhimento, sem deixar, naturalmente, de respeitar as consequências da decisão do CJ?...
Com este alargamento, corremos vários riscos: o do Boavista não preencher os requisitos e ser excluído antes do apito inicial, abrindo vaga para um terceiro a sair de um liguilha cuja legalidade outros ora contestam; o de dois ou três outros clubes falharem o acesso por excesso de dívidas e termos de recorrer a nova fórmula de cooptação; o de, no limite, sermos obrigados a ir buscar o 10.º classificado da 2.ª Liga porque todos os demais terão entretanto falido!..."

Paulo Montes, in A Bola

Pagar sem culpa?

"Um dos princípios norteadores da disciplina no desporto é a responsabilidade objectiva  o castigo dos clubes independentemente da sua culpa por condutas dos seus dirigentes, outros seus agentes, representantes e funcionários, e adeptos.
Todavia, chegou a hora de discutir se os clubes devem pagar (só ou também) por infracções cuja autoria não podem ser imputadas à orientação, instrução e tolerância de quem os gere e representa. Ou seja, tem sentido continuar a fazer pagar as “instituições” por todos os “pecados” de quem actua em sem nome ou de quem as apoia sem qualquer ética e juízo? (1) Se um presidente de um clube se encontra com um árbitro e lhe dá um saco com notas antes ou depois de jogos; (2) se um ex-dirigente proeminente de uma SAD, manifestamente actuando no seu interesse, ameaça e pressiona árbitros para a autuação favorável nas partidas dessa SAD; (3) se um treinador alicia o treinador da equipa adversária para esta se apresentar inferiorizada contra o seu clube; compreende-se que o clube “pague”.
Todos estes comportamentos geram consequências gravosas para os clubes e SAD, entre descidas de divisão e outras privações desportivas. Claro que os adeptos e associados dos clubes sempre apreendem os castigos como injustos. Mas foram esses associados que deram, conservaram ou fizeram recuperar o poder de quem dirige os clubes. Se estes são castigados por comportamentos que apresentam um nexo de imputação à vontade e ao comportamento desses dirigentes (ainda que o sejam “de facto”) e dos agentes por eles escolhidos, então só há que responsabilizar com severidade os dirigentes “culpados” pelas sanções aplicadas aos “seus” clubes e mandá-los embora, em vez de os exaltar (ou ressuscitar) e alimentar teorias da conspiração contra os aplicadores das leis e regulamentos.
Outro caso é o desfasamento entre o ato e as pessoas que gerem e representam os clubes. Os recentes castigos (com jogos à porta fechada) ao Guimarães (por violência de uma claque) e à Leixões SAD (por coros xenófobos de um grupo restrito de adeptos contra um jogador adversário) são ilustrações. É razoável que os regulamentos castiguem os clubes por comportamentos que não foram instruídos, orientados ou aceites pelos representantes e agentes máximos desses clubes (muito menos demonstrativos das suas enormes massas simpatizantes), em vez de punir os autores materiais das infracções e, eventualmente por cumplicidade, os agentes “menores” dos clubes? Separar o trigo do joio é fundamental: em suma, traçar uma linha. Sob pena de todas as revoltas serem iguais. E não são!"

Um Benfica europeu

"Tanto desperdício quase dava em moléstia.
Prossegue vitoriosa a saga do Benfica nas competições da UEFA. Os representantes das mais conceituadas ligas europeias têm vindo a soçobrar perante os argumentos da equipa portuguesa e, agora, foi a vez da Premier League, através do Newcastle, conhecer mais uma desfeita na Liga Europa, uma competição onde os encarnados, com um percurso notável, ainda não registaram qualquer derrota.
A deslocação ao St.James Park até poderia constituir excepção neste particular e permitir um desaire, desde que não fosse além do tangencial, tendo em conta o 3-1 da primeira "mão" na Luz. Mas o Benfica fez questão, mais uma vez, de não conceder facilidades e, desta forma, prestigiar o futebol nacional. Passaria, porém, por desnecessários sustos, quando a solução esteve ali mesmo à mão de semear...
Continuando a gerir sabiamente o plantel, Jesus optou, como se previa, pelo plano B, isto é, com o 4.2.3.1, reforçando a linha de trincos (Matic e Enzo Perez) e reduzindo para um (Lima) o número de jogadores mais adiantados. No miolo, Salvio e Ola John, nos flancos, com Gaitán a jogar nas costas do ponta de lança, foram as unidades utilizadas.
O Benfica iniciou o jogo assumindo o controlo das operações e criando várias (e o plural não é exagero) ocasiões para marcar, destacando-se Gaitán e Lima no desperdício, embora, como é norma nestas situações, o guardião (Krul) tivesse tido papel preponderante em toda a trama, numa equipa que não estaria à espera de tamanha desinibição por parte do adversário.
Já na 2ª parte, as coisas foram diferentes. Alan Pardew, o técnico da casa, foi buscar ao banco o possante Ameobi - que já em Lisboa tinha sido suplente e para cumprir apenas 10' - e, com ele, o Newcastle ganhou nova alma, tornando-se uma equipa muito mais perigosa e mais directa no ataque. À tendência ofensiva, contudo, não conseguiam os ingleses juntar o golo, uma vez que a defensiva encarnada continuava a revelar-se atenta, como o comprova a forma inteligente como colocava em fora de jogo os adversários, Cissé sobretudo, autor de dois "golos", que, por essa razão, não valeram.
Mas à terceira foi de vez. Mesmo assim foi preciso um brinde da defesa do Benfica, já que Garay e Matic não se entenderam para o despacho de bola que se aconselhava, permitindo a Ameobi assenhorear-se do lance e servir Cissé, que, então sim, facturou a valer. E como Pardew já tinha esgotado as substituições, com as entradas de Ben Arfa e Marveaux (incrível como também Marveaux - um dos melhores do Newcastle - não foi titular), surgiu então o momento de Jesus dizer de sua justiça quanto às mudanças a efectuar na equipa.
Depois da troca Lima/Cardozo, saiu Ola John para entrar Rodrigo, o que foi elucidativo quanto à forma como o Benfica encarava o resto da partida, sem tentar recorrer a quaisquer expedientes mais defensivos, dada a vantagem global de que ainda usufruía  E o certo é que resultou em pleno. Apesar do sufoco inglês e de alguns sustos nesta fase final do jogo, sobretudo num lance de Ben Arfa que quase deu golo, a verdade é que a equipa da Luz soube comportar-se com a frieza necessária para se opor à cavalgada adversária e, depois, desferir o golpe na altura certa.
Uma jogada bem estruturada, com a bola a ser jogada com precisão entre Cardozo e Rodrigo, e o centro deste para a entrada fulgurante de Salvio. Sobre a hora, o Benfica chegava ao 1-1 e, para lá de garantir a qualificação, assegurava, mais uma vez, a imbatibilidade na prova. Um 2 em 1 notável que lhe abre as portas para a consagração inteiramente merecida."

sábado, 13 de abril de 2013

Grandes !!!


Benfica 30 - 28 Corruptos

Vitória importantíssima do nosso Andebol... Jogo muito difícil, quase sempre equilibrado, mas com uma ponta final mais esclarecida por parte dos nossos jogadores, a rotação efectuada pelo nosso treinador, na minha opinião foi decisiva. O aparecimento do Pedroso em grande, acabou por ajudar muito, já que normalmente 'perdemos' para os Corruptos nos remates de 2.º linha!!!

A impunidade tem muitas consequências... Ouvir o treinador Corrupto no final do jogo queixar-se da arbitragem, é revoltante, mas até é natural. O comportamento deste senhor na linha lateral é do mais asqueroso e ofensivo que já assisti, mas a impunidade é total. Impunidade, que os jogadores sentem, como é óbvio, a maneira como estiveram praticamente o jogo todo, a trocar palavras com os adeptos do Benfica, e a fazerem gestos ofensivos para a bancada, acaba também por ser natural... Parece que o Edo Animal Bosh fez escola, e agora como eles sabem que não são punidos...
Admito que o critério usado no Andebol na marcação das faltas não é fácil para os árbitros. Mas é muito difícil assistir às exclusões do Pedroso, as 2 do Costa, e a do Rodrigues, e depois assistir à maneira como o nosso Pivot é tratado em todos (repito: todos!!!) os nossos ataques!!! A 'adidas' faz camisolas com muita qualidade!!!
Ainda a semana passada, vários jogadores Corruptos ao serviço da Selecção foram excluídos repetidamente no jogo contra a Suíça, com uma dupla de arbitragem Sueca, que até deu um critério bastante largo. Como eles, em Portugal estão habituados à impunidade total, compreende-se!!!
Se pensam que tudo isto são pormenores, olhem para as estatísticas: toda a gente sabe que o Benfica, é uma equipa extremamente forte, no jogo para o Pivot, e mais fraca no jogo exterior. Pois bem, hoje o José Costa marcou 2 golos!!! Os Corruptos apesar de terem o melhor Pivot nacional (pessoalmente, um animal asqueroso), usam muito mais o remate de 2.º linha, mas hoje só o Pivot marcou 8 golos, e na 2.º linha só marcaram 7 golos!!! Eles pensaram que 'fechando' o Zé Costa, ganhavam o jogo, mas enganaram-se...



Nada está decidido, nas próximas duas jornadas, vamos a Odivelas jogar com os sempre raivosos Lagartos, e depois vamos à Maia. Se os Lagartos com os Corruptos nem dão luta, contra o Benfica jogam sempre o triplo, os jogos com eles esta época, têm sido sempre complicados. O Águas Santas parece estar em queda, mas não podemos confiar, basta nomearem um Caçador (e amigo) ou os irmãos Metralha Martins, e o jogo terá um nível de dificuldade elevadíssimo!!!

Até ao fim...

Vamos a eles !!!


Guimarães 0 - 3 Benfica
22-25, 14-25, 19-25

Fim da 2.ª Fase, mais uma vez Benfica na frente - já tinha assim no final da 1.ª Fase -, mas o título (o trabalho de toda a época!!!) vai-se decidir nos próximos 3 jogos - ou 2 !!! -, desta vez o 1.º jogo é na Luz, o 2.º em Espinho, e em caso de necessidade, o 3.º jogo será novamente na Luz...
A equipa não está na máxima força - eles, também não... -, mas não poderá haver desculpas, temos equipa para vencer. Por favor, nada de bloqueios psicológicos!!!

Manual de como falhar golos...!!!


Covilhã 2 - 2 Benfica

Jogo muito aberto, com muitas oportunidades, para as duas equipas - algumas das oportunidades falhadas foram mesmo escandalosas!!! -, muitos erros defensivos, nas duas equipas, jogo de resultado imprevisível... Com um bocadinho mais de cabeça, esta poderia ter sido uma vitória fácil, no final acabámos por beneficiar de uma expulsão - acertada -, para empatar pelo 'inevitável' Deyverson!!!

Play-off à espreita !!!


Ovarense 62 - 79 Benfica
20-15, 12-22, 17-14, 13-27

Última jornada da Fase regular, com vitória em Ovar, com um 4.º período muito bom... Apesar de todos os problemas físicos e respectiva gestão do plantel, continuamos a vencer...
Chegados ao Play-off, vai começar os jogos a sério!!! O 1.º adversário vai ser o Lusitânia, que curiosamente também defrontámos o ano passado, nas Meias, mas o Ricky Franklin já não está lá... portanto teoricamente será mais fácil!!! Concentração, e a vitória não escapará....

Glorioso, de regresso à cidade Luz !!!

"Uma primeira palavra de admiração e reconhecimento pelo vosso exemplo. Nunca é fácil assumir a decisão de deixar Portugal, de arriscar, de procurar no estrangeiro as condições que não se encontram em Portugal. 
A verdade é que quaisquer que tenham sido as razões que vos levaram a deixar o país, nunca abandonaram Portugal, porque Portugal está onde estão os portugueses. Seja aqui, na Suíça, na Austrália ou no Brasil.
É exactamente o que acontece com o Benfica, porque o Benfica está onde estiverem os seus sócios e adeptos e a vossa presença nesta sala é o melhor exemplo do que acabo de dizer!
A identidade de uma nação constrói-se a partir da sua história, da sua língua e cultura, da sua capacidade de realização, mas também de algumas das suas instituições. Pois bem, o Benfica é uma dessas “marcas” que contribuíram no passado e continuam, no presente, a reforçar em todo o Mundo a identidade de Portugal.
O Sport Lisboa e Benfica é, seguramente, uma das maiores referências de Portugal no Mundo, porque é o Clube mais representativo do país e uma das suas maiores bandeiras no estrangeiro.
Isto é um enorme motivo de orgulho para mim e deve ser também motivo de orgulho para todos os benfiquistas. O reconhecimento que goza a comunidade portuguesa em França, bem como as suas exemplares qualidades de relacionamento e integração na comunidade de acolhimento, são marcas que registo e acentuo com muito apreço e orgulho e que estão na origem do respeito que os franceses e as suas autoridades manifestam pelos portugueses, reconhecendo dessa forma a sua contribuição para o desenvolvimento e modernização deste país.
Admiro a forma como estando longe, todos vocês se conseguem manter tão perto de Portugal. Admiro, igualmente, a forma como o Benfica é recebido em França. Jogar em França é jogar em casa!
Como presidente do Benfica, mas principalmente como português, tenho orgulho em poder estar aqui hoje a celebrar com todos vocês a inauguração de mais esta “embaixada” portuguesa no Mundo.
A dinâmica de crescimento do Benfica também se vê pela expansão das suas Casas, pelo esforço que os nossos adeptos emprestam à divulgação do Clube e ao seu crescimento.
Vocês são o principal activo com que o Clube pode contar, pelo vosso apoio, pela vossa dedicação, pelo vosso entusiasmo!! E isso é uma riqueza única que não pode ser desperdiçada!
Vocês são, mesmo estando a milhares de quilómetros de Portugal, os verdadeiros “proprietários” do Benfica. O Clube é vosso e nós, que formamos parte da Direcção, temos a obrigação de garantir que assim vai continuar a ser no futuro.
É uma das nossas marcas de identidade, é uma das preocupações que sempre orientou a minha acção desde o primeiro dia que aqui cheguei. O trabalho que desenvolvemos até aqui serviu para transformar o Benfica num Clube mais sólido, mais competitivo, mais inovador e mais global. Um Clube com ambição, onde sonhar voltou a ser permitido, onde voltamos a ser uma referência europeia. Um Clube respeitado e admirado, um clube credível e cada vez mais observado e mais seguido nas soluções que adopta.
Acreditem que vivo hoje o mesmo entusiasmo e a mesma ilusão que experimentei no primeiro dia em que cheguei ao Benfica. Os desafios de hoje não são menores daqueles que encontrei há 12 anos, mas são diferentes e exigem a nossa total determinação.
A cidade de Paris é conhecida, como bem sabem, como a cidade Luz. Permitam-me que diga aqui que Lisboa também é uma cidade Luz, em função de um estádio fantástico, que é o nosso, que há 10 anos nos enche de orgulho e que será no próximo ano palco da final da Liga dos Campeões.
Obrigado a todos."

Juniores - 9.ª jornada - Fase Final

Hélder Costa

Setúbal 0 - 1 Benfica

Excelente vitória, num campo sempre difícil... recordo que no Seixal o resultado foi 2-2 !!!
O 'regresso' de alguns jogadores que estavam a jogar pela equipa B, tem sido fundamental na melhoria dos resultados dos Juniores. Pessoalmente, acho que essa decisão foi tardia, porque nesta Fase Final, todos os Juniores deviam estar à disposição do Tralhão!!!
Para a semana recebemos os Lagartos no Seixal, será um jogo decisivo na discussão do título, a 'não vitória' será fatal... e este ano, os derbys, têm corrido, quase sempre mal!!!

Sporting...........20
Benfica..........17
Corruptos........16
Braga..............11
Rio Ave............9
Guimarães........9
Setúbal...........8
Nacional..........5


Iniciados - 1.ª jornada - Fase Final

Benfica 0 - 1 Gafanha

Péssimo inicio...!!! Não deu para acompanhar o jogo com atenção, já que as interrupções da transmissão da Benfica TV foram constantes!!!
Esta equipa do Benfica, qualificou-se para esta Fase Final com muitas dificuldades... a equipa tem jogadores talentosos, mas não é equilibrada. Na defesa, e o início da construção ofensiva, tem muitas falhas... a ausência do Rachid tem sido demasiado sentida.
Este seria teoricamente o jogo mais fácil - daquilo que vi, esta equipa do Gafanha vai ganhar muitos pontos nesta Fase, a todas as equipas!!! -, assim não será surpresa que os próximos 5 jogos, sejam um autêntico calvário... espero que a equipa melhore...

«Não havia necessidade»

"Benfica sofreu desnecessariamente em St. James Park.
O domínio no futebol tem alternâncias, umas vezes é contínuo outras é mais repartido. A equipa que mais se aproxima da vitória é aquela que cria mais oportunidades para marcar. Contudo, o que decide a predominância, ou não, são os golos. O Benfica iniciou o jogo em St. James Park a todo o gás, e em cinco minutos criou duas ocasiões flagrantes para sentenciar a eliminatória. Lima com um soberbo calcanhar e Gaitan com um remate precipitado colocaram em sentido a equipa inglesa que viu Haidara salvar em cima da linha.
Jesus ao escolher o sistema de 4x3x3 visava o equilíbrio em todos os sectores  O plano resultou durante toda a primeira parte. O trio de meio campo foi preponderante ao interpretar quase perfeitamente o binómio defesa-ataque. Um autêntico acordeão que explanava o jogo e fechava os caminhos às iniciativas adversárias.
Nas acções ofensivas, Lima, muito móvel e activo  solicitava passes com os médios alas muito fortes no um contra um. A dupla função de Gaitan, excelentemente interpretada, cotou-o como o melhor em campo. Por tudo isto, as Águias na primeira metade realizaram um jogo veloz, intenso, electrizante e bem praticado.
O pecúlio encarnado foi positivo, só faltou a eficácia, pois para além das duas madrugadoras ocasiões o Benfica gerou mais uma, quando após excelente jogada de Ola John, Sálvio desperdiçou ao cabecear ao lado.
Nas poucas vezes em que o Newcastle tinha a bola em sua posse, um Benfica precavido defendia coeso e em bloco. Por isso, o primeiro remate dos ingleses foi aos 41 minutos. À excepção dos últimos 5 minutos, o Benfica foi sempre superior aos “magpies”. Lá está, dominou, criou oportunidades, mas não marcou.
No recomeço da segunda parte, o Benfica impôs-se novamente, embora, aos poucos, os ingleses tentassem equilibrar o jogo. Porém, o Benfica teve sempre mais perto de marcar. Ola John em boa posição rematou por alto. Depois de outra boa jogada entre Ola John e Gaitan, este serviu Lima que isolado atirou ao lado. No entanto, a oportunidade mais evidente pertenceu a Gaitan aos 62 minutos, mas o argentino não acertou com a baliza.
Alan Pardew, aos 65 minutos, lançou Ben Arfa e o perigo mudou de baliza. Aos 71, Matic e Garay não comunicaram e o francês, recém entrado, meteu-se de permeio serviu Ameobi e este ofereceu o golo a Cissé.
A partir deste momento o jogo ganhou emoção e a incerteza pairava no St. James Park. O futebol é isto. O Benfica que poderia estar descansado se não desperdiçasse meia dúzia de oportunidades via-se neste período na contingência de poder ser afastado da competição. Depois do golo inaugural, o Newcastle acreditou, pressionou, ganhou dois cantos e dois livres frontais mas felizmente para o Benfica ficou-se por aí.  
Entretanto, Jesus, atento, mexeu. Introduziu Cardozo e Rodrigo e o domínio do jogo na fase final voltou a pender para as Águias, as quais remataram por 6 vezes nos últimos 10 minutos. E Sálvio já no tempo extra acabou por resolver a questão.
Porém, o sofrimento era latente apesar de ser mais psicológico do que real. É verdade que tudo poderia ter acontecido. O receio de que os ingleses marcassem o segundo golo passou pela cabeça da equipa encarnada e até de Jesus, pois no final acabaria por confessar ter sido um jogo «complicado, sobretudo nos últimos 20 minutos».
Contas feitas para os ingleses, ficou apenas a ânsia do espectacular público britânico em eliminar o Benfica e a forma como criou um formidável ambiente de apoio para catapultar, entusiasmar e motivar os magpies. Mas não passou disso pois, futebolisticamente, os ingleses na prática não criaram nenhum perigo ao longo do jogo."