Últimas indefectivações

terça-feira, 5 de março de 2013

Erros de Nazaré, o «timão» de Dé e 60 mil a aplaudir de pé...

"No último dia de Março de 1974, o estádio de Alvalade despediu-se de Marcello Caetano com enorme entusiasmo e com um Sporting-Benfica inesquecível (3-5)!

Faltava pouco para que os militares de Abril pusessem fim a uma regime apodrecido. Faltavam cinco jornadas para o fim do Campeonato. O Sporting era «leader», assim mesmo, inglesado porque era a moda da época. O Benfica era um campeão muito à beira de deixar de o ser. Alvalade encheu: 60.000 pessoas. Números extraordinário. Confiavam os «leões» numa vitória que, a cinco jornadas do fim, lhes haveria de quase garantir as faixas.
Havia razões para optimismos. Jogadores de excelência: Damas, Marinho, Dinis, Dé, Chico, Yazalde...
Somavam os verde-e-brancos seis vitórias consecutivas: Oriental, 8-0 (c); Farense, 2-0 (f); CUF, 6-0 (c); Montijo, 4-1 (f); FC Porto, 2-0 (c); V. Guimarães, 1-0 (f). Um ataque remível; uma defesa resistente.
Qualquer vulgar jogador de totobola faria a cruzinha na coluna da direita. Era assim que ordenava a lei das probabilidades.
No início da época, o treinador do Benfica era Jimmy Hagan. Ganhara três Campeonatos consecutivos e era uma figura indiscutível do Clube... Até que...
À terceira jornada do Campeonato, o técnico inglês, viciado na disciplina, proíbe Humberto Coelho, Toni e Nelinho de participarem na festa de despedida de Eusébio. Motivo? Terem chegado atrasados a um treino. O presidente Borges Coutinho interpreta a posição do técnico como um excesso de autoridade. Liberta os jogadores do castigo. Jimmy Hagan sai do Benfica e vai treinar o Estoril, na altura da II Divisão.
Fernando Cabrita toma o posto de treinador principal.

Marcello Caetano e Raul Nazaré
As últimas jornadas tinham sido penosas para o Benfica: derrota nas Antas (1-2); vitória na Luz sobre o V. Guimarães (5-1), empate em Aveiro (1-1).
Não havia razão para muito optimismo na visita a Alvalade.
Cabrita faz jogar: José Henrique (Bento, 45m); Artur, Humberto Coelho, Barros e Adolfo; Toni, Vítor Martins e Simões «cap»; Nené (Diamantino, 74m), Jordão e Vítor Baptista.
Mário Lino, o treinador responde com: Damas; Manaca, Bastos, Alhinho e Carlos Pereira; Vagner «cap», Nelson e Dinis (Dani, 74m); Marinho, Yazalde (Chico, 66m) e Dé.
Minutos antes de se iniciar a partida, 60.000 pessoas levantaram-se para aplaudir com entusiasmo o Presidente do Concelho, Marcello Caetano. Quem diria? Estávamos no dia 31 de Março de 1974. Menos de um mês mais tarde, a 25 de Abril, Marcello Caetano era vilipendiado pelas ruas das cidades de todo o País.
E o Benfica dessa tarde de Alvalade? Ah, pois, o Benfica...
«Insólito inesperado, sensacional...», pôde ler-se. «A superioridade dos 'monstros da Luz' foi tão evidente e continuada que nem 'os penáltis do árbitro', o senhor Raul Nazaré, conseguiu fazê-los parar».
Sim porque houve casos. Dois penáltis a favor do Sporting a merecerem notas à margem. Mas isso lá mais para o fim da contenda que até começou sorridente para o Sporting, com um golo logo aos 8m apontado por Yazalde. Se já havia confiança antes do jogo, ela cresceu depois desse minuto: os adeptos leoninos viam-se já campeões antes do tempo. Excitação natural, mas sem motivos. Quatro minutos depois já Humberto Coelho empatava e ao rodar da meia-hora Nené fazia o 1-2, e o 1-3 logo a seguir, aos 35m. A excitação tornou-se triste. Mas quase sobre o intervalo, Yazalde fez o 2-3 (42m). De penálti. Penálti estranho, tal como o segundo. Assim descritos por quem viu e registou nas páginas de «A Bola»: «O seu erro maior, porém, foi deixar-se impressionar, duas vezes, por reclamações de Marinho, que ainda tentou outra vez mas foi, então, desatendido. Até onde nos é possível confiar apenas naquilo que vimos, em nenhuma dessas ocasiões o avançado sportinguista foi rasteirado, empurrado, ou de qualquer modo impedido de jogar a bola por um adversário, em falta. No primeiro lance ainda admitimos a hipótese de um defesa benfiquista lhe haver tocado porque a bola estava a ser disputada por ambos e num jogo de futebol é impossível evitar que os jogadores toquem uns nos outros. No segundo, porém, nem isso. Bem sucedido na sua primeira tentativa, Marinho terá procurado repetir a cena, mas agora sem o mínimo vislumbre de autenticidade».
De pouco serviu a manha de Marinho. Aos 58m já Jordão assinara o 2-4, cabendo a Vítor Martins o 2-5 aos 70m. O tal penálti manhoso terminou com o encontro, no último minuto, apontado por Dé. Dé, brasileiro de categoria que passou pelo Sporting, e no final diria, admirado: «O Benfica venceu à custa de uma exibição sensacional! Me disseram que era um time de velhos mas se aquele timão é velho, como seria se os caras fossem novos?»
Era o primeiro «derby» de Dé. Inesquecível."

Afonso de Melo, in O Benfica


É só para dizer...


... que ainda ando por aqui de olho em vocês.
Não pensem que fugi ou algo do género.

Já agora... aqueles? Meh...
E os outros? Double meh...

Os nossos? Ai deles que agora percam esta (magra) vantagem! Ai deles!

Somos todos Benfica !!!

segunda-feira, 4 de março de 2013

A camisola do ridículo

"Ser árbitro em Portugal é bom. É mais do que bom, é óptimo. Ser árbitro em Portugal também roça, na maior parte das vezes, o ridículo. Mas aí a culpa não é do País, é dos árbitros. Os árbitros em Portugal estão acima da lei. Isto é, não têm de prestar contas a quem quer que seja pelas poucas vergonhas que cometem. Ou melhor, prestam contas a si próprios o que vai dar no mesmo. Há países em que os árbitros vêm a público falar dos seus erros. São países onde não fica bem a um árbitro visitar um presidente de clube na véspera de arbitrar um jogo desse mesmo clube. São países onde não fica bem a um árbitro frequentar as casas dos presidentes ou dirigentes de clubes e ponto final. Em Portugal os árbitros não têm vergonha. Não têm vergonha de, em pleno relvado, tirarem as insígnias da FIFA para oferecerem ao treinador de uma das equipas que acabaram de dirigir.
O recato não é palavra importante. Pelo contrário, é o exibicionismo que lhes marca a existência. Em qualquer país civilizado, um árbitro teria vergonha de beijar os pescoços dos jogadores no final dos jogos. É uma questão de decoro. Em Portugal, o mais barato dos árbitros faz gala em abraçar jogadores (sempre os da mesma equipa) e ser fotografado com eles exibindo sorrisos macabros. É uma questão de decência. Neste caso, de falta dela. Poderíamos ter visto tudo, mas não. Em Portugal, os árbitros fazem sempre questão de nos surpreender. Por isso até já vimos um árbitro tirar a camisola no final de um jogo e, como se fosse um jogador, oferecê-la ao público. É por isso que ser árbitro em Portugal é bom. Mas mete nojo."

Afonso de Melo, in O Benfica

Rabo competitivo

"A frase é de Bélla Guttmann, proferida em 1962. Na altura, o Benfica bicampeão da Europa, depois de aviar Barcelona e Real Madrid, perdia o Campeonato Nacional para o Sporting. Como era possível? Na fortaleza de Costa Pereira, Germano, Cavém, Coluna, José Augusto, Águas, mais os emergentes e sensacionais Eusébio e Simões. “Não há cu para duas cadeiras”, judiciou o técnico austro-húngaro, ainda hoje considerado um mago da bola.
O Benfica acaba de perder a hipótese de reconquistar a Taça da Liga. Há meses, perante o mesmo adversário, o FC Porto foi afastado da briga na Taça de Portugal. O problema é de rabo e de cadeiras? É, é mesmo. Por mais consistente que uma equipa seja, o futebol tem uma lei terrorista, mesmo cruel, essa que reza o empeço de vencer todas as competições. Guttmann tinha razão. Os rabos, maiores que sejam, não cobrem todas as cadeiras competitivas.
Surpresa com a eliminação do Benfica na Liga? Surpresa na anterior eliminação do FC Porto na Taça? Sem fundamento. Afinal, que aconteceu, recentemente, ao Barcelona, a melhor equipa mundial da actualidade  O Real Madrid, dos nossos Mourinho e Ronaldo, esmagou a turma catalã, em recinto familiar, sem ponta de controvérsia. Faltou rabo ao colectivo de Messi? Faltou mesmo. A cadeira escaqueirou-se, outras se vão fragmentar. Com rabo alheio. Rabo competente que até não é síncrise de outro rabo não menos competente. Mas menos rabo para o imperativo de mais rabo.
Guttmann introduziu a doutrina do rabo. Fê-lo sabiamente. Já lá vão anos, muitos anos. Já lá vão rabos, muitos rabos. O povo adepto fica rabioso, mas não adianta rabujar. Rábula de Guttmann? Rabugice com rábida."

Sem espinhas

"1. Foi bem mais fácil do que se esperava o nosso triunfo de domingo passado e a equipa demonstrou sempre uma frescura assinalável para quem tem já tantos jogos nas pernas nas últimas semanas. Esta época, temos um 'banco' que nos dá confiança e que permite uma certa rotatividade no plantel. Mas não pode haver distrações, até porque o FC Porto possui uma boa equipa e continua a ter grandes penalidades assinaladas a seu favor e não as tem assinaladas contra (e desta vez houve uma que poderia ter mudado muita coisa).

2. Importante a vitória frente ao Bayer Leverkusen, que nos colocou nos oitavos-de-final da Liga Europa... e com hipóteses de sonhar. Grande golo (e exibição) do jovem Ola John e grande exibição, também, da nossa claque, desta vez apenas com motivos de elogios, já que guardou os bem dispensáveis petardos, que tão caros têm saído ao Clube. Os No Name provaram que é possível fazer a festa e apoiar a equipa sem petardos. Infelizmente, voltaram a prejudicar o Clube no jogo com o Paços de Ferreira. Lamentável. Que estranha forma de benfiquismo.

3. O Boavista ganhou um recurso ainda do tempo do Apito Dourado. Não que lhe tenha sido dada razão nos motivos que levaram à sua descida de divisão em 2008, mas por questões meramente processuais. É claro que o Boavista tem razão num ponto: então e os outros? Mas que os dirigentes que estiveram na altura e que, por sinal, lá voltaram agora estiveram metidos em práticas condenáveis, isso é inegável. E por isso deveriam ter sido castigados. Mas a nossa justiça é o que é, as escutas contam o que contam, siga tudo como se nada se tivesse passado. Se o grande responsável, Pinto da Costa, passou praticamente incólume e por aí continua a 'poluir' o ambiente futebolístico nacional...

4. Ainda agora houve disso mais um exemplo. Após o jogo com o Benfica (2-2), PC fez de um erro da empresa que trata do site da Liga de Clubes um grande 'caso', afirmando que 'o resultado foi este, não foi o que a Liga queria que acontecesse'. Agora, ouvido pela Liga, afirmou que não quis prejudicar a imagem da instituição e que não houve mais que um erro. E o processo foi arquivado.
Enfim, mais uma triste actuação de quem há muito devia estar irradiado do desporto."

Arons de Carvalho, in O Benfica

Objectivamente (Afro-Benfica)

"África continua a evidenciar grande paixão benfiquista e a cada visita que faço a esse incrível continente trago experiências de paixão e exemplos de dedicação que emocionam qualquer um.
Na Guiné vão proliferando as novas «Gerações Benfica« e o «Embaixador» Mantorras não tem mãos a medir para as solicitações dos ferrenhos adeptos do Glorioso. De cada visita às Escolas de Formação o entusiasmo vai redobrando e a vontade dos jovens entrarem no Universo Benfiquista é cada vez maior.
É este o ponto fulcral que quero realçar: nunca o Benfica deve deixar aliviar a sua presença no mundo da Lusofonia, fortalecendo esses laços com presenças de nomes que estejam ligados à história do SLB nos núcleos que reclamam cada vez maior aproximação ao emblema-mãe.
Está ainda na retina a festa inesquecível que foi feita em Bissau e arredores numa visita da Equipa B para defrontar o Estrela Negra. Foram milhares e milhares de pessoas que se mobilizaram para estar perto dessa representação com os velhos ídolos Chalana, José Henrique e Reinaldo no centro de todas as atenções. Ou as manifestações espontâneas de benfiquistas em Moçambique para verem um simples jogo de futebol, basquetebol ou futsal na Televisão, promovendo tertúlias já bem famosas no país de centenas e centenas de pessoas que se reunem sempre que «há Benfica»!
Regressado muito recentemente de Angola vejo o retorno de uma maior «intensidade benfiquista» no desejo da conquista do título deste ano, após algum domínio do azul e branco nos últimos anos devido aos títulos alcançados. Voltam a agitar-se os corações encarnados.
As crianças andam equipadas a rigor na rua. Os pais mostram com orgulho a preferência clubística dos filhos e acreditam cada vez mais no êxito do Glorioso já para esta época! É por isso que a equipa deve manter esta chama que lhe tem valido bons pontos na presente época!"

João Diogo, in O Benfica

Grândola vermelha

"Foi a mais carismática senha do 25 de Abril, era uma canção de protesto, falava de fraternidade, de igualdade, de vontade, em tempos difíceis  tempos cruéis, com uma ditadura de feição rural e prática obsessiva, ainda que agonizante nos seus anos terminais. "Grândola Vila Morena", de José Afonso, está de regresso à ribalta. Cada vez que um ministro sai do gabinete, cada vez que participa numa sessão pública, povo descontente entoa a canção, sinónimo de protesto numa sociedade desumanizada, ademais com governantes que se mostram incapazes de reabilitar o País, ao invés acentuam as desigualdades, os desequilíbrios, contribuem para uma verdadeira e dolorosa depressão nacional. Num mero exercício mental, há dias, lembrei-me do que seria se os associados e simpatizantes do Benfica, na Luz ou noutros recintos desportivos, decidissem cantar "Grândola Vila Morena", nos últimos trinta anos, sempre que a nossa equipa foi vítima de injustiças. Já se percebeu o que teria acontecido? O tema seria repetido até à exaustão, tantas foram, nesse período, os atentados à verdade desportiva, perpetrados nos campos ou nos corredores institucionais da bola.
Nunca se cantou "Grândola Vila Morena"? Oportunidades não faltaram. Pior ainda, oportunidades continuam a não faltar. Só recentemente, a memória regista, há dois anos, a forma como o Benfica, no início da Liga, foi empurrado para a desilusão. A memória regista, na temporada passada, a forma como o Benfica, numa fase capital, foi prejudicado ao ponto de hipotecar as suas possibilidades na reconquista do Campeonato. A memória regista, já esta época, desempenhos arbitrais, com o Sporting de Braga em casa e com a Académica fora, a título de exemplo, jogos bastantes para podermos dizer que somos os líderes morais da competição. E para cantarmos, cobertos de razão, "Grândola Vila Morena"..."

João Malheiro, in O Benfica

domingo, 3 de março de 2013

Liderança isolada...


Beira-Mar 0 - 1 Benfica

Onde estão agora os críticos do Jesus, que diziam que ele não sabia segurar resultados, que só sabia jogar com o 'prego a fundo', não sabia controlar jogos... onde estão eles? Provavelmente, a criticar o facto do Benfica não ter goleado o Beira-Mar!!!
Jogo 'feio' do Benfica, contra um adversário que fez o seu melhor jogo da época - nada de novo!!! -, mas que apesar de tudo, até foi o Benfica a ter nos pés as oportunidades mais escandalosas de golo, tendo o Beira-Mar num pontapé de canto, a sua única verdadeira oportunidade. Num lance onde o Luisão sofre uma falta, não assinalada, que impediu o corte do nosso Capitão. É verdade que costumamos ter mais bola, é verdade que costumança ter mais remates, mas o Artur voltou a ter pouco trabalho...
Ainda me recordo, das épocas onde o Benfica, jogava para a liderança, em circunstâncias parecidas, e falhava... Todos os jogos até final da época, vão ser assim, muito difíceis, principalmente os jogos fora de casa: Guimarães, Barreiros e Olhão além do antro Corrupto. Os momentos de forma dos adversários, são completamente irrelevantes... e a ansiedade dos 3 pontos, também não vai ajudar, não é a primeira coisa que recordamos quando falamos das épocas dos títulos, mas nas últimas jornadas, se o jogo não fica decidido cedo, o estado de ansiedade dos adeptos passa para os jogadores, e as coisas tornam-se complicadas... O importante nestas situações, é a consistência defensiva, e o Benfica tem demonstrado estar bem defensivamente, depois do jogo da Choupana temos tido a baliza praticamente fechada... Este jogo também prova, as falhas dos teóricos anti-rotação: no papel este jogo era mais fácil, do que o jogo em Braga, e assim seria preferível jogar com todos os titulares em Braga, diziam eles... tenho quase a certeza, se tivéssemos jogado com tudo em Braga, hoje não tínhamos ganho!!! Estamos num ciclo terrível, que ainda não acabou, até Guimarães o ritmo de jogos vai continuar a ser infernal, é preciso manter a cabeça fria, e essencialmente, é preciso muito apoio...



PS: Muito se tem falado da renovação do Jesus. Eu sou um apoiante irredutível do Jesus. O Benfica, confiando nas noticias, ainda sem desmentidos, é a única equipa Portuguesa que já está a tratar da próxima época, com algumas contratações semi-oficiais, o que me leva a pensar, que o treinador está ao corrente dos dossier's, mas mesmo assim, surgem rumores, alguns alegando 'inside information', que o Jesus vai para os Corruptos!!! Pessoalmente, e sem qualquer informação confidencial, duvido muito. Ele até podia sair, mas para os Corruptos, não acredito. Ele em várias entrevistas já falou da relação especial que tem com os adeptos do Benfica, e que seria muito complicado trair essa confiança...
Mas neste momento, para o Benfica, até seria benéfico manter este rumor a pairar...!!! Porque a principal vitima deste esquema seria o Vitinho Sapo!!! As recentes declarações aparvalhadas do Vitinho são prova que a pressão pode-lhe estar a fazer mossa... Aliás se esta história fosse ao contrário, já haveria elogios à capacidade quase demoníaca como o Pintinho estava a jogar este jogo de rumores...!!! Seria estilo: Genial, genial sr. Presidente!!!

Confirmando os bons sinais...


Leões de Porto Salvo 0 - 3 Benfica

Bom jogo, consistente, tivemos um momento menos bom a meio da segunda, mas controlámos sempre o jogo... e só não matámos o jogo mais cedo, porque falhámos alguns golos incríveis .. Vendo este jogo, é difícil de compreender a derrota da 1.ª volta!!!
A equipa parece-me estar a passar por uma boa fase, muito melhor que no início de época, e ainda falta o regresso do Diece... e como o Sporting, tem vindo a perder fulgor, está tudo em aberto para o Play-off.

Despedida feliz...


Mais uma melhor marca pessoal - 3.39,46s -, do Hélio Gomes, na Final dos 1500m nos Europeus de Pista Coberta em Gotemburgo, premiada com um bom 6.º lugar, numa corrida tacticamente muito bem executada pelo Hélio, com força suficiente nos últimos metros para ultrapassar dois adversários...

Benfica força queda do "império"

"O Benfica é a única força em Portugal que pode anular ou amenizar o poder que a Olivedesportos conquistou no futebol português -- e a notícia de que a Benfica TV adquiriu os direitos de transmissão da Premier League para transmitir os jogos da Liga inglesa nas próximas três épocas enquadra-se numa estratégia que pode abalar as fundações que sustentam o ‘edifício político-administrativo’ do futebol português. Nada será como dantes.
A notícia surge, em dia de aniversário do emblema encarnado, no seguimento das promessas realizadas por Luís Filipe Vieira nas últimas eleições que o reconduziram à presidência do Benfica e após as recentes declarações do presidente da Liga, Mário Figueiredo, que vem alertando para o cerco que se montou em seu redor desde que se revelou contra o monopólio das transmissões televisivas em Portugal.
Mário Figueiredo tocou na ferida, que já havia sido aberta pelo Benfica. Não está nem nunca esteve em causa o mérito que se reconhece a quem construiu o monopólio. Esse mérito representa o demérito dos principais agentes desportivos do futebol em Portugal. Esse mérito construiu-se à base das demissões que se estabeleceram no seio dos clubes e perante a entrada de dinheiro fácil e imediato, quase sempre em forma de antecipação de receitas.
O problema não está nem nunca esteve na fulanização do negócio nem na patética diabolização da Olivedesportos. O problema reside no bloqueio absoluto que se assiste em redor desse monopólio, com graves implicações na verdade desportiva. Nos clubes, na Federação, nas relações com o Estado, na comunicação social, em tudo. Um bloqueio grave, que inviabilizou o diálogo e excomungou, até, os ‘não olivedesportistas’, em nome da integridade do ‘império’.
Nos clubes, a dependência e as posições societárias estrangularam a capacidade de marcar posições em muitos tabuleiros.
Na FPF, os seleccionadores nacionais e os presidentes da FPF nunca puderam avançar ou sentirem-se minimamente confortáveis sem o apoio da Olivedesportos. Nas relações com o Estado, o dinheiro também tem falado mais alto.
A existência de novos ‘players’ promete iniciar um ciclo de democratização do futebol para se acabarem com os inacreditáveis abusos da ‘posição dominante’.
O que está em causa -- e este acordo que envolve o canal de televisão do Benfica e a Premier League denuncia -- é uma reviravolta paradigmática não apenas no modelo de negócio a envolver os direitos televisivos, mas sobretudo o anúncio de uma ‘nova ordem’ para o futebol nacional, que só um clube com a força (comercial) comparável à do Benfica poderia desencadear.
Estamos perante uma ‘guerra’, Joaquim Oliveira quererá fazer valer os seus ‘argumentos’, mas, a partir daqui, nada será como dantes. O Benfica força a queda do ‘império’ e agora deu um sinal claro que não há marcha-atrás possível.

JARDIM DAS ESTRELAS
O Real Madrid fez um grande jogo em Barcelona: colectiva e tacticamente.
Mourinho promete ‘vingar-se’ perante todos aqueles que contestaram e lhe diminuíram as capacidades, através de um final de época ‘em grande’, muito dependente daquilo que conseguir fazer na ‘Champions’, já a partir de terça-feira, em Manchester, onde acredito que consiga derrubar o United.

O CACTO
O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, afirmou que o Estado paga milhões de euros pela segurança fora dos estádios de futebol, mas algo está a falhar provavelmente nas polícias ou na coordenação entre elas, não apenas por aquilo que veio dizer o presidente do V. Guimarães, Júlio Mendes, sobre o que aconteceu no recente jogo com o Sp. Braga (‘BB’), mas também pelos danos provocados no autocarro do Benfica, que foi atingido sob um viaduto no seu regresso a Lisboa. Independentemente da lei, da sua aplicação ou revisão, interessa um olhar mais atento e responsável sobre o fenómeno. Sem contemplações para os prevaricadores.

TEMPO EXTRA
FC Porto visita hoje Alvalade, com 30 (!!!) pontos de vantagem sobre o adversário -- uma diferença apenas justificada pelo caos que tomou conta do ‘futebol do Sporting’ não apenas na presente época mas também nas últimas temporadas. Um jogo importante para as contas do título, uma vez que para o FC Porto -- até em razão dessa vantagem pontual -- só a vitória importa.
Um jogo que coloca Jesualdo Ferreira, ex-treinador do FC Porto e tricampeão, na rota dos azuis e brancos. Um jogo que coloca os ex-leões Varela (potencial titular) e Izmailov (preterido por James?) e ainda Liedson (suplente) na rota dos verde e brancos. Um jogo que só não coloca a ‘maçã podre’ (Moutinho) de novo em Alvalade por causa de uma lesão inesperada. Um jogo que desencadeou declarações dos três candidatos à presidência do Sporting em torno de subserviências e... ‘intrusos’. Onde começa e acaba a ‘independência’ dos ‘leões’? A dependência financeira estende-se à dependência desportiva? Quem devem ser, no pós-eleições’, os parceiros preferenciais do Sporting?
Quem está mesmo ‘em grande’ é Cristiano Ronaldo, que desta vez não deu a mínima hipótese no seu confronto directo com... Messi.
Tardou a reconhecer mas na realidade, não obstante o valor de outros, o Real depende muito de Cristiano Ronaldo. Sempre igual, ao mais alto nível, durante toda a época. Brutal!"

Desnorte total

"A repristinação das equipas B tem sido pródiga na emergência de infracções disciplinares, cuja resolução se tem encarregado de evidenciar a incapacidade (ou mesmo ligeireza intelectual ou cognitiva) de quem, na FPF, aplica os regulamentos.
No passado fim-de-semana, alguns “adeptos” (?!) do V. Guimarães e do Sp. Braga envolveram-se mutuamente em provocações e desacatos, em lançamento de tochas e em arremessos de cadeiras nas bancadas do D. Afonso Henriques. A equipa de arbitragem interrompeu o jogo por temer pela integridade física dos intervenientes directos na partida e o jogo entre as respectivas equipas B não se concluiu. Os relatórios do jogo chegaram ao Conselho de Disciplina (CD) da FPF. Vejamos as decisões.
1. Castigo sumário ao Vitória por “arremesso para dentro do terreno de jogo” de objectos “que pela sua própria natureza sejam idóneos a provocar lesão de especial gravidade” aos diversos agentes presentes no jogo e que leve à interrupção do jogo por mais de 5 minutos: 2 jogos à porta fechada e multa de 10.000 euros. Onde se viram objectos no relvado? Quais foram os objectos no terreno que eram susceptíveis de provocar perigo para a vida ou privar de órgão ou desfigurar os participantes? Ficou prejudicada a realização do jogo por causa dos objectos perigosos presentes nas quatro linhas ou próximo delas?
2. Abertura de processo disciplinar ao Vitória por “distúrbios” dos seus “adeptos” que inviabilizaram a continuação do jogo. Esta sim foi a infracção disciplinar que se terá cometido – para ambos os clubes! Então porquê o castigo sumário (só para o Vitória?) na infracção inexistente e a instauração de processo à que existiu? Talvez só para se reconhecer que este processo tinha que ser arquivado, como foi na Comissão de Inquéritos da Liga: não se pode castigar duas vezes pelos mesmos factos…
3. Abertura de processo disciplinar ao Vitória por “falta de condições de segurança imputáveis ao clube” antes do jogo se realizar. Como assim, se a infracção indicada pelo CD pressupõe que o jogo não se tenha iniciado? Resultado: mais um arquivamento na Liga.
4. Castigo sumário da Braga SAD pelo “comportamento incorrecto  dos seus “adeptos” com multa. Como? Então só os “adeptos” do Vitória é que foram os responsáveis pela interrupção do jogo? Resultado: a SAD já não pode ser castigada como foi o Vitória: os mesmos factos não podem ser sancionados mais do que uma vez!
E assim chegámos a este estado de desnorte jurisdicional, em que todos, aparentemente sem excepção  se sentem confortáveis. Agora sim, decide-se bem e a contento!"

Brincar à violência

"1. A violência nua e crua. Das agressões a árbitros aos "distúrbios" provocados por espectadores. Esta realidade surge agora embrulhada numa discussão tendo por base um diploma sobre o regime de policiamento de espectáculos desportivos. É uma desculpa para fugir à assunção das responsabilidades públicas e privadas, estatais e associativas.
2. Não deixando de enfatizar que graves situações de violência se verificam bem para além das competições profissionais, é nestas que se tem projectado a ausência, no recinto desportivo, das forças de segurança. Se o Governo pode ser criticado, certo é que, num aspecto, o Decreto-Lei n.º 216/2012, de 9 de Outubro, nada alterou àquilo que era lei (conselho?) neste infeliz país, desde 1992: a responsabilidade pela ordem e segurança no interior do recinto desportivo e pelos resultados da sua alteração é dos promotores dos espectáculos, ou seja, dos clubes. Só assim não será se houver lugar à requisição de policiamento, no respeito dos critérios determinados pela lei.
3. Mas pode o povo deste infeliz país descansar. Vem aí, lesta, a obrigatoriedade do policiamento nas competições profissionais. Não tardará, ainda, uma nova lei sobre a violência no desporto, apresentada como a última das maravilhas e, agora sim, depois de tantas outras, com sucesso garantido na sua eficácia. E os jornalistas trarão essa iniciativa do Governo para as manchetes. Tolerância Zero. Para acabar de vez com a violência. Não se pactue. E tantas outras frases de propaganda serão lançadas no mercado.
4. Voltaremos, isso é seguro, alguns tempos depois, a brincar com a violência."

Juniores - 3.ª jornada - Fase Final

João Gomes

Sporting 3 - 2 Benfica

Sporting.........7
Braga............7
Benfica........4
Corruptos......4
Setúbal.........3
Guimarães.....3
Rio Ave.........2
Nacional.......0

Dessa já estamos safos

"Não é o facto de o Sporting se encontrar numa posição surreal na tabela– em 11.º lugar, 7 pontos abaixo da Europa e 7 pontos acima da despromoção – que rouba ao jogo de Alvalade o estatuto de “clássico”. Há e haverá sempre a questão dos pergaminhos quando dois “grandes” desta envergadura se encontram mesmo que um dos deles tenha encolhido substancialmente em tamanho e ambição, como é o caso do anfitrião desta noite.
O FC Porto vai entrar em Alvalade na liderança e, se o seu treinador assim o entender, pode fazer alinhar quatro valiosos ex-jogadores do Sporting que se mudaram para o Dragão dentro daquele respeito pela política de desanuviamento instaurada entre os dois emblemas. E se em Dezembro, quando o Sporting recebeu o Benfica, o líder dos Super Dragões foi recebido em Alvalade com “tratamento VIP” não há razão alguma para recear que o ambiente desta noite fraterna possa vir a ser perturbado por alguma facção mais independentista de sportinguistas.
O FC Porto apresenta-se com quatro ex-jogadores do Sporting e o Sporting apresenta-se com um ex-treinador e um ex-jogador do FC Porto. Entre os três candidatos à presidência do Sporting, há um, José Couceiro, que se apresenta como ex-treinador do FC Porto e há outro que parece preocupado com os eventuais absurdos desta “entente cordiale” entre os dois supostos rivais. Trata-se de Carlos Severino a quem a imprensa tem tratado como o típico candidato do “queijo da serra”, isto é, o que não tem qualquer espécie de hipótese de triunfar. Severino insurgiu-se esta semana contra o facto de Jesualdo Ferreira, que é o treinador da equipa de futebol do Sporting, se ter referido à derradeira prestação de Rui Patrício em termos que “fragilizaram” o guarda-redes e, sem grandes cuidados diplomáticos, afirmou ainda que no seu Sporting não quer “infiltrados”.
Perante todos estes relambórios e dados factuais, digam lá o que interessa o resultado do jogo de hoje em Alvalade? Longe vão os tempos em que Pedro Santana Lopes era presidente do Sporting e teve de conviver com a “entente cordiale” entre Pinto da Costa e Manuel Damásio. “Que se fundam!”, disse-lhes uma vez Santana Lopes, lembram-se? Mas não se fundiram. Dessa já estamos safos.

ERRAR É HUMANO
Uma questão de ponto de vista
O futebol para os jogadores é uma questão de bola. Para o resto dos envolvidos – dirigentes, técnicos e público em geral – é uma questão de ponto de vista. Tomemos o exemplo da meia-final da Taça da Liga. O Braga ganhou nos penáltis e foi justa a sua vitória frente a um Benfica de segunda linha em prol da gestão de esforços, fenómeno recorrente em todas as equipas que se obrigam a múltiplos objectivos. Sob o ponto de vista do futebol-romance foi um final perfeito. Dois proscritos do Benfica, Quim e Ruben Amorim, revelaram-se determinantes no sucesso bracarense. Quim defendeu dois penáltis, Amorim converteu um da série de cinco e ambos gozaram a sua vingança na cara de Jorge Jesus.
Sob o ponto de vista do futebol-fado, o futebol mais dado ao lamento, o desfecho do jogo também se aceita. O Braga ganhou nos penáltis, pois sim, mas começou a ganhar nos penáltis logo aos 78 minutos do jogo quando o árbitro não viu o derrube intencional de Salino a Gaitán na área minhota e ainda faltavam uns bom quarto-de-hora para o fim do jogo corrido. Errar é humano, como bem sabem Luisão, Roderick e Gaitán que, no espaço de poucos minutos, conseguiram falhar o mesmo número de penáltis que Van Wolfswinkel já desperdiçou ao longo de toda a época. É obra!

POSITIVO
Mota arranca
O Vitória de Setúbal comandado por José Mota somou três vitórias nas últimas três jornadas do campeonato e fugiu da zona da aflição a que parecia condenado. Tem valor, sim senhor.

Quim, o herói
Nos 90 minutos da meia-final da Taça da Liga o veterano Quim nem teve muito que fazer. Uma defesa por instinto a um remate de cabeça de Rodrigo e pouco mais. Mas na lotaria final, foi ele o herói.

NEGATIVO
Patrício censurado
Tem sido o salvador do Sporting em inúmeras ocasiões mas no Estoril teve o seu momento-não e viu-se criticado publicamente por Jesualdo Ferreira. Injusto? Sim, um bocadinho.

PÉROLA
“Izmailov está a colocar muitas coisas em causa.”, Domingos Paciência
O ex-treinador do Sporting questionou publicamente a milagrosa recuperação do jogador russo que, em Alvalade, raramente saía da enfermaria e que no Dragão parece vender saúde. Para Domingos o renascimento de Izmailov coloca em causa “treinadores, médicos e o seu próprio profissionalismo”."

Encarnados em regime de poupança

"Benfica apostou na contenção mas só caiu nos "penalties"
Presente em várias frentes competitivas, ao Benfica deparava-se (e depara-se ainda) o grande problema de ter que estabelecer prioridades na hora de atacar a sério os títulos em discussão. As datas, inicialmente flexíveis, "amontoaram-se" de repente e há que saber gerir o plantel, que nunca como agora pareceu tão exíguo. Por isso, para a Taça da Liga, a prova nº3 a nível interno, Jesus entendeu prescindir de alguns "notáveis", correndo naturais riscos, mas não se pode dizer que foi isso que determinou o ingrato desfecho (0-0 e 2-3 g.p.).
Uma conclusão que seria bem diferente se, no final dos 90', o Braga tivesse terminado em vantagem. Nessas circunstâncias, poderia dizer-se, especulando sempre é certo, que as apostas de Jorge Jesus teriam estado na base do fracasso. Mas nem sequer foi esse o caso. Mesmo com estes jogadores de recurso, digamos assim, o Benfica, com maior ou menor mérito, conseguiu impor um nulo no terreno do seu adversário e só na lotaria dos "penalties" é que acabou por ser batido.
O que se poderá afirmar é que com os tais "notáveis" - Garay, Matic, Salvio e Lima - o Benfica teria tido (teoricamente) mais possibilidades de resolver o assunto dentro do tempo regulamentar. Uma convicção que é estribada na lógica (melhores jogadores, logo melhores resultados), mas que carece sempre de demonstração. Porque, por outro lado, os que jogaram até poderiam ter assegurado o resultado máximo. Bastava que uma falta sobre Gaitán, dentro da área, tivesse sido assinalada...
Mas entremos então no jogo que se faz tarde. Jesus optou por Carlos Martins e Roderick como médios mais defensivos - essa foi a grande inovação - com Gaitán e Urreta nos flancos e Rodrigo no apoio a Cardozo. Ficou desde logo provado que aquela dupla de trincos se encontrava em desvantagem perante os adversários directos de um miolo mais rotinado e com muito maior "pedalada". De facto, Viana e Custódio, com Amorim nas costas de Éder e Alan e Mossoró a completarem o xadrez, mostraram sempre maior dinâmica e entendimento.
O que não invalidou que tivesse sido o Benfica a entrar melhor no jogo e a assinar a melhor ocasião, num remate à barra de Rodrigo. Mas o Braga depressa inverteria a situação a seu favor, criando sucessivos lances de apuro para Artur, para o que contribuiu também a acção decisiva dos seus laterais Salino e Baiano. Um cenário que se repetiria no 2º tempo, com o Benfica a revelar maior clarividência, mas aqui por força da entrada de Aimar e Enzo Peréz, importantes no "arrumar de casa", passando Martins para o flanco direito, uma posição mais consentânea com as suas características.
Mas o Braga voltou a empertigar-se e, através de um futebol mais apoiado, com mais gente a incorporar-se nas acções ofensivas, viria a criar novos lances de muito perigo que Artur foi resolvendo. A necessidade de reforçar o ataque levou Peseiro a apostar (bem) em João Pedro, mas em detrimento de Mossoró, que vinha sendo um dos mais esclarecidos da equipa. Até final, a equipa da casa não deixou de tentar resolver o assunto em tempo útil, mas tudo teria ficado comprometido se o juiz da partida assinalasse um castigo máximo a favor do Benfica, no tal lance em que Gaitán foi derrubado na área. 
Depois, no desempate através das grandes penalidades, o Braga acabou por superiorizar-se(3-2) e qualificar-se para a final. E, face ao que ficara visto anteriormente, ninguém levou a mal."

Sangue, Suor e Lágrimas... de alegria!!!


Física 2 - 3 Benfica

Foi já no cair do pano, que conseguimos o golo da vitória, num jogo extremamente complicado, com mais uma arbitragem verdadeiramente escandalosa!!! E são quase sempre os mesmos Pintos, a fazer estas tristes figuras...!!! Os Corruptos hoje foram a Valongo (uma das deslocações mais difíceis) e rapidamente os da casa, levaram com 3 cartões azuis !!! O Benfica em Torres, foi um festival de faltas, penalty's,  LD e cartões azuis aos jogadores do Benfica!!!
Continuamos a falhar LD em catadupa... mas pelo menos já percebemos que o Pedro Henriques defende melhor os penalty's e os LD, do que o Ricardo!!! Foi muito importante vencer num pavilhão onde os Corruptos perderam, pelas minhas contas temos mais duas deslocações difíceis: Paço de Arcos e Oliveirense, e depois sobra o jogo no antro da Corrupção... e tenho esperança, que até lá os Corruptos vão escorregar... Turquel!!!

PS: Após vários meses lá saiu o castigo para o animal, deixo aqui o elucidativo comunicado do Benfica:
"Após agressão a adepto no clássico...
Comunicado: uma tentativa de sanção disciplinar?
Surpreendente o relatório e decisão do Conselho Disciplinar da Federação Portuguesa de Patinagem, reportando ao inquérito aberto devido à agressão do hoquista Edo Bosch a um adepto do Sport Lisboa e Benfica, no último clássico de Hóquei em Patins.
Vamos a factos: o atleta Edo Bosch realizou uma boa exibição no jogo, não deixando, porém de provocar regularmente os assistentes nas bancadas afectos ao Benfica; após o final da partida, o atleta e cidadão Edo Bosch agrediu um adepto que estava na bancada, fazendo para isso um gesto intencional e premeditado, com o seu stick a passar entre a “manga” de acesso aos balneários e o vidro colocado atrás do banco de suplentes. Sobre este aspecto não existem quaisquer dúvidas e tal pode ser facilmente comprovado nas imagens da transmissão televisiva da Benfica TV, repetidas depois nos canais generalistas.
Incompreensível, por ficarem aquém, o relatório e decisão apresentados.
O Conselho Disciplinar da FPP preferiu acreditar nos esclarecimentos do autor da agressão – apresentados por escrito e a fazer lembrar um episódio da sitcom televisiva Seinfeld que focava uma “cuspidela” –, do que nas imagens disponíveis, suficientemente elucidativas do sucedido. Afinal, pasme-se, o agressor, “num acto reflexo e natural (…) abriu o seu braço direito, naturalmente ainda com o stick de jogo na mão (…)”. Passará este tipo de actos cobardes a ser considerado meramente reflexo e natural?
Aviso! Cuidado adeptos do Hóquei nos pavilhões onde se desloca a equipa do senhor Bosch: é melhor irem de armadura para a bancada, não vão Edo ou algum dos seus colegas voltar a mostrar dotes de gladiador, de maneira meramente reflexa e perfeitamente natural. 
Tal como constou do relatório de policiamento, “os dirigentes do FC Porto dificultaram a identificação dos seus jogadores”.
Realidades diferentes, modalidades diferentes, critérios diferentes e credibilidade muito diferente da instância disciplinar: em 1995, o francês Eric Cantona foi sancionado com oito meses de suspensão por ter agredido um adepto num estádio de futebol em Inglaterra.
A decisão de aplicar três jogos de suspensão a Edo Bosch por "tentativa de agressão" não passou, no fim de contas, de uma bem-intencionada tentativa de sanção disciplinar."

Campeões Nacionais de Corta-Mato Curto


O investimento acabou por dar resultados, e o Benfica sagrou-se hoje em Coimbra, Campeão Nacional de Corta-Mato por equipas, na sua versão Curta... Parabéns a todos: Alberto Paulo (2.º), Tiago Costa (3.º), Ricardo Ribas (4.º), José Moreira (8.º), Rui Pinto (10.º)...

PS: Em Gotemburgo, foi um dia com poucos atletas do Benfica em prova: o Ricardo Monteiro, como se esperava não conseguiu a qualificação para a Final dos 60m, mas a presença na Meia-final já foi muito bom... O Hélio Gomes, bateu a sua melhor marca, 3.40,82 , e como prémio teve a qualificação para a Final dos 1500m, através das repescagens. Parabéns.

Vitória inequívoca...


Fonte Bastardo 0 - 3 Benfica
21-25, 20-25, 22-25

Vitória na Praia da Vitória... o resultado não espelha as dificuldades, tivemos a perder em todos os Set's, e só 3 excelentes pontas finais, nos permitiram vencer... no 2.º Set tivemos mesmo a perder 12-6 !!!
Com este resultado a Fonte Bastardo, fica fora da luta pela Final do Campeonato, até porque tem ainda que ir a Espinho e à Luz, neste momento aquilo que falta decidir é a ordem na classificação entre o Sp. Espinho e o Benfica, algo que provavelmente só será decidido na deslocação do Benfica a Espinho. Mas mais importante do que isso, é preciso recuperar o Coelho e o Tavares, continuamos a jogar sem o plantel completo, e depois na Final logo se vê...!!!