Últimas indefectivações

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

Vitória...

Benfica 4 - 2 Bassano

Estreia na Champions com uma vitória relativamente segura, que até merecia um marcador mais dilatado. Sofremos o 1.º golo num Power Play, e o 2.º nos segundos finais...

Mais um ano, mais um Sorteio complicado para o Benfica! O calendário não é fácil, este Bassano será o adversário mais acessível, mas somos sempre os principais favoritos...

Boa reação...

Benfica 3 - 1 Maribor
23-25, 25-18, 28-26, 25-18

Mais uma vez, começamos mal, mas fomos a tempo de garantir a vitória, sem permitir dois Set's às adversárias! A recta final do 3.º Set poderá ter sido decisiva na eliminatória! Estamos a dois Set's da fase de grupos da Champions, ou então o Set de Ouro, espero que desta vez, evitem a má exibição das Canárias!!!

Continuamos com alguns problemas na rotação, a Dixon está de fora, a Isadora não está a 100% e a Alice foi para a ficha de jogo, mas não estava em condições!

Terceiro Anel: Bar do Cosme #30 - Debate...

Visão: Debate

Debate

Fever Pitch: Domingo Desportivo - Um Ensaio sobre a Amizade e o Amor

Backstage | SL Benfica 5-0 Bayer 04 Leverkusen | UEFA Youth League

As eleições no Benfica: um clube ou um culto?


"Como é possível que Rui Costa, apesar da mediocridade desportiva, da prodigalidade financeira, do desgoverno estratégico, da incapacidade política, da opacidade administrativa e das limitações profissionais que a sua estrutura evidenciou nos últimos quatro anos, tenha liderado a primeira volta das eleições para a presidência do Sport Lisboa e Benfica e se perfile como o favorito, segundo a generalidade dos observadores, para a vitória final?
Há quem diga que esta curiosa situação se deve a fragilidades de João Noronha Lopes, o seu principal e subsistente adversário — vítima de uma operação de assassinato de carácter montada por sicários da comunicação, condicionado pela falta de agilidade retórica própria de um administrador de empresas e destituído do magnetismo pessoal que inspira a crença e o fervor das massas. Estas explicações são superficiais. Poucos acreditam sinceramente na tese risível de que o concorrente é a segunda vinda de Vale e Azevedo ao mundo benfiquista, mesmo que alguns o escrevam em letras garrafais nas paredes imundas das redes sociais.
A falta de agilidade retórica não impediu outros candidatos à presidência de grandes clubes de alcançarem o êxito eleitoral, porque o futebol pertence ao reino da ação, não do verbo. E o carisma nunca foi, na tradição de governo portuguesa, o que conduziu os líderes ao poder, antes um atributo que adquirem pelo seu exercício; o que atrai os portugueses é a autoridade.
Este último facto insinua uma hipótese alternativa. Vencer eleições contra o incumbente é muito difícil, sobretudo entre nós. Para se ter uma ideia, só dois primeiros-ministros em funções foram derrotados nas urnas em toda a nossa história democrática — um paraquedista e um desbaratador. Quem está no poder parte com grande vantagem, mesmo que não tenha obra de monta para alardear. Mas a pobreza da gestão de Rui Costa é de tal ordem — resultados insuficientes no futebol sénior, declínio visível em várias modalidades, finanças entregues aos humores da fortuna, comportamento letárgico nas instâncias desportivas e um estado de coisas pautado pela falta de consistência, transparência e competência — que o prémio eleitoral da incumbência não tem força explicativa suficiente.
Apesar dos 42% na primeira volta não terem sido um bom resultado, são um resultado demasiado lisonjeiro para o trajeto depressivo que o Benfica percorreu neste mandato. Estamos pior em praticamente todos os planos, do rendimento desportivo à sustentabilidade financeira, do que estávamos em 2020, quando João Noronha Lopes desafiou um Luís Filipe Vieira em perda visível de resultados e influência.
Parece-me improvável que outro incumbente resistisse a esta degeneração, tendo em conta a justa impaciência e exigência dos sócios de um clube com um passado glorioso e uma grandeza única.
Ao contrário do que pensam alguns, Rui Costa não resiste ao império dos factos por os benfiquistas terem renunciado ao espírito de conquista ou por terem mergulhado no derrotismo fatalista, embora seja inegável que, entre os que viveram o calvário dos anos 90, se tenha instalado o receio da mudança e a aversão ao risco. Resiste porque, no imaginário de muitos sócios, Rui Costa não é apenas uma pessoa, cujas qualidades e defeitos possam ser apreciados com objetividade por aqueles a quem compete fazê-lo periodicamente. É um mito — o mito universal do salvador prometido. Afastá-lo da presidência do clube não é apenas uma decisão soberana dos sócios sobre as qualidades relativas dos candidatos, mas o fim doloroso de uma ilusão profundamente radicada no universo benfiquista.
Por isso, a escolha que é dada aos sócios no próximo sábado não é, como seria expectável e saudável, apenas a escolha entre dois indivíduos que se candidatam a governar os destinos de uma grande instituição dotada de uma organização complexa — um incumbente com um currículo sofrível e um concorrente com um currículo promissor. Não é apenas a escolha entre uma aglomeração desconexa de indivíduos e uma equipa de profissionais de excelência. Não é apenas a escolha entre um programa estratégico e um panfleto anedótico. É uma escolha existencial entre a realidade e a mitologia.
A redução caricatural de Noronha Lopes — convertido pelos óculos de uma fantasia sórdida em gestor de uma cadeia de hambúrgueres, dono de uma churrasqueira falida, consultor de empresas falhadas e cabeça de um corpo parasitário —, apesar de absurda, é o mecanismo de defesa que mantém viva a chama da ilusão. Esta só funciona se não for consciente, pelo que conservá-la implica reprimir, se necessário através da aliança entre a irreflexão e o sarcasmo, todos os factos que a contradigam.
Não é fácil deixar o mito cair e aceitar a crueza da verdade. Muitos sócios desejam intensamente acreditar que, com uma segunda oportunidade, Rui Costa cumprirá a profecia do salvador — dando-lhes argumentos para esfregarem na cara dos adversários que o Benfica é diferente dos outros, não apenas porque é o maior, o que é inegável, mas porque transcende misteriosamente as leis da divisão do trabalho social e a cultura prosaica dos valores profissionais.
Infelizmente, o mito é o mito e a verdade é a verdade. Se quiserem regressar ao caminho das vitórias, do equilíbrio financeiro, da supremacia estratégica e da autoridade institucional, os sócios têm de se reconciliar com o facto de que Rui Costa, o maestro dos relvados e encarnação da mística, não é feito da matéria específica que faz bons presidentes. Se persistirem na ilusão, é provável que venham a pagar o mitologismo com a moeda da degenerescência. Se esse dia chegar, o Benfica deixará de ser um clube e passará a ser um culto. Isto se, entretanto, não tiver passado para as mãos oleosas de um aventureiro ou de um cleptocrata."

Portugueses poderiam ser como os sócios do Benfica


"Estaria o adepto do Benfica disponível para esperar mais de duas horas para votar nas presidenciais, legislativas, autárquicas ou europeias?

Os adeptos do Benfica, admito-o, impressionaram-me. A forma como se mobiliozaram para estas eleições são um bom exemplo no que à capacidade de intervenção e sentido de clube diz respeito. Os adeptos do Benfica não se limitaram a bater o recorde do mundo de votantes numas eleições de clube. Eles atropelaram o anterior, reduziram a cinzas o recorde de 57 mil nas eleições do Barcelona de 2010.
Nos últimos anos, os adeptos do Benfica têm dado provas de enorme participação democrática (com destaque para as eleições e novos estatutos) sem perder o sentido crítico. É muito provável que Rui Costa vença de novo, mas os sócios vão deixar bem claro que não é um cheque em branco, pode nem ser uma avaliação positiva de mandato, é antes a confiança de que Rui Costa tem tudo para fazer melhor. E eles vão continuar democraticamente vigilantes.
Ter ouvido um sócio, numa casa do Benfica, dizer que estava há duas horas à espera para votar, justificando que «o Benfica merece tudo» fez-me sorrir. E dei por mim a pensar: estaria o mesmo sócio disponível para esperar mais de duas horas para poder eleger o próximo Presidente da República, Parlamento ou presidente de câmara? E diria «Portugal merece tudo»?
Gostaria que os portugueses votassem com o mesmo entusiasmo dos sócios do Benfica, que até já querem bater novo recorde do Mundo; gostaria que os portugueses estivessem todos disponíveis para fazer tudo por Portugal; que percebessem tanto de finanças, saúde, educação ou segurança social como de 4x3x3, opções no onze ou estratégia de jogo... Que fossem tão exigentes com o Presidente da República e Primeiro Ministro como são com o presidente e treinador do clube. Dissessem presente nos grandes desafios de Portugal como estão nos grandes jogos dos clubes; que pensassem tão alto para o futuro do país como para o futuro do clube na Europa e no Mundo; até que soubessem identificar os populistas na política como os identificam e, mesmo errando logo correm com eles, no futebol.
Gostaria também que os portugueses olhassem para Portugal como os adeptos do Sporting olham para o clube. Com fidelidade, com apoio incondicional, com resistência aos longos anos de jejum de títulos que já viveram. Gostaria que todos os portugueses olhassem para o País como os adeptos do FC Porto olham para o clube. Com sentimento de pertença, de família, de bairrismo, aguerridos e de pelo na venta quando tem de medir forças com os mais poderosos.
Não, o futebol não é o ópio do povo. O futebol mostra-nos algumas das melhores características dos portugueses e deixa-nos a desejar que se aplicassem também à política. Está no topo do mundo em termos da qualidade dos nosso profissionais. Portugal merece. Porque nós queremos e somos exigentes.
Por vezes o que parece é que é a política o ópio do povo... Adormece-o. Por organização, é um bom modelo elegermos quem nos represente. Mas é também muito saudável não abrir mão da nossa voz, sermos conhecedores e exigentes. Porque o país é nosso. Não apenas de quem elegemos. Há Há tanto a aprender com o futebol."

Benfica e Mourinho: a mudança que nada mudou


"O Benfica continua longe de jogar bem e, diante do Leverkusen, para quem gosta de separar conceitos, nem o resultado se aproveitou. O registo é humilhante. Zero pontos em quatro jogos. Penúltimo lugar

A questão não é Barreiro ser 6, 8, 10 ou 9,5 —talvez aquilo a que mais se assemelhe seja um 8 de formação de bloco baixo, que pressiona e aproveita a dimensão física para acrescentar chegada à área contrária, um pouco como acontecia no Mainz — é mais o que a decisão de colocá-lo a 10 diz da identidade da equipa que representa e das ideias do seu treinador. Aí, pouco ou nada mudou. Poderia ser Bruno Lage. Todavia, é José Mourinho. Para já, as bancadas parecem aceitar com naturalidade (talvez demasiada, mas decorrente da estabilidade interna nos resultados e do grandioso estatuto do técnico) que o Benfica possa entrar com o atual nível de ambição na Liga dos Campeões e não só.
Podiam os encarnados ter, mesmo assim, vencido? Claro que sim. Criaram boas oportunidades, uma ou outra mais flagrante, bolas nos postes, ainda que, mesmo com o domínio consentido pelos alemães, não tenham sabido desmontar na maior parte do tempo, através do ataque posicional, uma defesa alemã que desde cedo deu sinais de fragilidade. Jogou bem o Benfica? Não, claro que não, mesmo que a leitura de Mourinho, seja ou não para dar moral aos seus jogadores e mantê-los ligados ao processo, vá nesse sentido. Mais uma vez, não soube atrair, criar superioridades numéricas e virar rapidamente o centro de jogo à procura do espaço, e assim abrir a linha de 5 dos farmacêuticos. Não irá lá só com treinos, faltam jogadores, porém passam as semanas e pouca evolução se vê.
Para quem gosta de falar de intensidade, essa também não mordeu os calcanhares dos germânicos. Fisicamente ou mentalmente. Para piorar, algumas figuras como Aursnes, Lukebakio e Pavlidis estiveram bem abaixo das expetativas, apesar de Ríos querer mostrar-se e Tomás Araújo ser o que toda a gente vê: o único indiscutível na defesa. Não chegou para coletivamente se jogar bem, quanto mais para jogar bonito. Se o segundo conceito dificilmente será do léxico de Mou, o primeiro foi obrigatório durante os anos iniciais da carreira do técnico português. É a esses a que se agarram os adeptos, até mesmo o próprio.
Não discuto as contas de Mourinho, mas o Benfica tem zero pontos em quatro jogos, três da sua responsabilidade. Só o Ajax, próximo rival, está pior. E muitos orçamentos inferiores estão bem acima na tabela. Lage foi despedido depois de cumprir objetivos, com medo do desmoronamento da época. Se entendo que não era grande solução, também não vejo grandes mudanças. Só há mais desculpas."

O que quer o Benfica?


"O principal argumento para João Noronha Lopes ser eleito presidente do Benfica seria a mediocridade do ciclo-Rui Costa.
Nos quatro anos do Príncipe de Florença no cadeirão da Luz, o clube viu o Sporting saído dos escombros de Alcochete - e reerguido por Ruben Amorim - a ganhar dois campeonatos e o FC Porto intervencionado pela UEFA a conquistar um.
As águias, financeiramente pujantes, a contratarem muito e a venderem ainda mais, não foram capazes de fazer mais do que os portistas e os leões.
Ora, se a este balanço insuficiente adicionarmos a gestão danosa nas apostas e nas demissões de treinadores, a sentença pareceria unânime e pacífica: o Maestro foi um craque de bola nos pés e é um desastre de fato, óculos e gravata.
Acontece que Noronha Lopes, contra todas as minhas previsões, teve a baliza aberta e, a não mais de dois metros, cometeu a proeza de rematar por cima.
Não sei se embalado naquela alquimia entre otimismo irritante e esporádica soberba, ou se apenas por natural incapacidade comunicativa, João Noronha Lopes não soube dar o golpe de misericórdia no momento certo.
Teve Rui Costa ali aos pés, caído, desnorteado, acossado pelas polémicas do Vieirismo e pela montanha de papelada assinada sem nada ver ou saber, e não soube desmontá-lo, decifrá-lo, encostá-lo à parede e revistá-lo de cima a baixo.
Noronha permitiu ao incumbente sair vivo, e a dar sinais de conhecimento e preparação, em todos os combates televisivos. Não por mérito de Rui Costa, mas por surpreendente incapacidade do próprio Noronha. 
E era fácil, era muito fácil. Diria que básico, até primário.
Não me refiro a projetos, essa palavra tão abstrata e estafada, mas apenas e só ao futebol profissional. Nenhum presidente é contestado por culpa das derrotas da equipa de natação ou por uma goleada sofrida no hóquei em patins, por mais belo e justo que seja enaltecer o ecletismo de uma instituição.
O que realmente conta, deixemo-nos de fazer de conta, são as ideias para o futebol profissional, para as infraestruturas e para as relações institucionais dentro do edifício do futebol nacional.
Aí, nesses três pilares, os spin doctors de Noronha não souberam afiar-lhe as palavras e os argumentos. A lâmina pareceu-me desajustada, descalibrada, incapaz de ferir.
Estas são as boas notícias que tenho para a candidatura de Rui Costa que, por uma diferença de cinco mil votantes e 210 mil votos (42,13% vs 30,26%), aparenta estar sossegada e segura a aguardar a vitória do próximo sábado. A vitória final.
Em certo sentido, pelos motivos supracitados, Rui Costa tem razões para isso. Mas a história não está fechada.
Se Noronha Lopes juntar ao seu bom programa, e à sua competente equipa, uma forma de falar mais convincente, mais humana, mais clara, não tomo como certo o triunfo de Rui Costa.
Vamos a mais ses.
Se Noronha corporiza parte da mudança exigida pelos simpatizantes de João Diogo Manteigas, certamente receberá uma boa parte desses 12.259 votantes (cerca de 203 mil votos).
Acredito que também os eleitores de Martim Mayer e Cristóvão Carvalho (cerca de 1600) optarão, na sua maioria, por Noronha Lopes.
Se a minha teoria política não andar longe da verdade, serão pois os saudosistas do vieirismo, e das suas más práticas, a decidir a eleição.
E aqui já não me atrevo a antecipar o que quer que seja.
Se (só mais um) em 2025, perante todos os escândalos, processos judiciais e estratagemas fiscais conhecidos, 11.816 benfiquistas acharam que ‘sim senhor, este Vieira é o homem certo’, então assumo a minha incapacidade de analisar estas almas.
A derrota do vieirismo, já agora, foi a melhor notícia saída da primeira volta. Para o Benfica e para o ar respirado no futebol português. Os esquemas mal-amanhados, as amizades perigosas e os sacos de notas para fins dúbios morreram nas urnas.
João Noronha Lopes tem a força máxima dos argumentos do seu lado para ser o próximo presidente do Benfica. Falta-lhe o lado teatral, a agilidade retórica, a comunicação afinada e ilustrada em frases simples e impactantes.
A liderança de Rui Costa tem sido um constante ato falhado. Noronha só não a capitalizará se voltar a desperdiçar um golo de baliza escancarada.
Parece-me difícil.

PS: a degenerescência do Benfica no plano internacional, amplamente exibida na mediocridade da equipa na Champions 25/26, é outro elemento a ser dissecado e capitalizado pela candidatura de Noronha Lopes. Sem mitos, aventuras ou utopias desgarradas, o Benfica tem de saber bem o que quer. Sábado fará essa escolha."

Boi de piranha


"O ser humano é sedento por uma boa história. Uma teoria bem construída, então, alimenta durante dias, semanas ou até mesmo meses e anos o nosso desejo desenfreado pelo desconhecido.
Os fatos, por si só, são quase sempre aborrecidos. Mesmo quando nos instigam e geram interesse, rapidamente caem no esquecimento ou perdem espaço para uma especulação qualquer. A conspiração aguça a mente.
Fábio Veríssimo acusou o FC Porto de, no intervalo do jogo contra o Sp. Braga, no Dragão, colocar imagens em loop de um lance arbitrado por ele minutos antes. Para piorar, (supostamente) não havia como desligar a televisão.
O clube azul e branco, por sua vez, não desmentiu. Primeiramente, emitiu um comunicado com extensos oitos parágrafos, sem nenhuma menção ao caso. Preferiu o contra-ataque: fez acusações contra o mesmo árbitro.
No dia seguinte, o próprio presidente portista André Villas-Boas teve a oportunidade de abordar a mais nova (e vergonhosa) polêmica no futebol português. Não só chutou para o lado, como ainda ofereceu uma deliciosa distração aos jornalistas.
«Há muito tempo que o Sporting tem o presidente do Benfica no bolso», disparou o portista, que, na semana anterior, já havia falado em «santas alianças na segunda circular que visam enfraquecer» os dragões.
No Brasil, há uma curiosa expressão popular para a estratégia montada por Villas-Boas: boi de piranha. Resumidamente, é o sacrifício de um indivíduo na tentativa de livrar outro indivíduo (ou organização) de alguma dificuldade.
A definição tem como origem os criadores de gado. Ao atravessar um rio infestado de piranhas, escolhem um boi velho ou doente para atrair os peixes carnívoros, enquanto os outros fazem a travessia sem perigo iminente.
Dito e feito. Neste momento, o que aconteceu (ou não) com Fábio Veríssimo praticamente passou para segundo plano, seja nas redes sociais ou, sobretudo, na Comunicação Social. O assunto do momento é o que acontece (ou não) na capital do país."

Observador: Decisão - Da Champions aos votos de Vieira. O que esperar do debate?

BF: 5 erros de Mourinho!

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Benfica perde outra vez: derrota e consequências

Observador: E o Campeão é... - A calculadora do Benfica tem uma conta cada vez mais difícil

Observador: Três Toques - Chicharito Hernández multado por não comemorar Halloween

Zero: Saudade - S04E09 - Ronaldo...