Vítor Catão a disparar verdades inconvenientes.
— MasterPT (@MasteringPT) November 14, 2023
Lampiões infiltrados que foram para a AG do FC Porto assobiar e desestabilizar.pic.twitter.com/jqVUjGX5x8
Últimas indefectivações
quarta-feira, 15 de novembro de 2023
Os infiltrados!!!
Parece muito, mas não é
"1. A jornada de Trás-os-Montes, ao frio, à chuva e ao vento, saldou-se por uma vitória límpida do Benfica e terminou em festiva confraternização com os adeptos que estiveram em Chaves a apoiar - do princípio ao fim - a nossa equipa de futebol. Parabéns ao Benfica pelos 3 pontos somados e parabéns aos benfiquistas nortenhos pela demonstração - já mil vezes demonstrada - de amor incondicional.
2. Os resultados da última ronda do campeonato nacional consentem ao Benfica a ambição de atingir a liderança caso vença o seu compromisso da próxima jornada, que se joga no domingo, na Luz, frente ao Sporting. Que os benfiquistas da Luz, os benfiquistas que vão encher as bancadas, coloquem os olhos nos benfiquistas de Trás-os-Montes e na lição que deram em Chaves. O benfiquismo é o mesmo de norte a sul, vamos lá prová-lo!
3. Moinhos chegou ao Benfica em 1973 vindo do Boavista. Representou o nosso clube durante 4 temporadas. Cumpriu 100 jogos de vermelho. Marcou 27 golos. Foi tricampeão nacional em 1974/75, 1975/76 e 1976/77. Foi por 7 vezes chamado à seleção nacional. Morreu nesta semana o nosso Moinhos, um tipo especial e jogador de características muito especiais que encantou o Terceiro Anel na década de 70 do século passado. Moinhos, tricampeão nacional de futebol pelo Benfica em 4 épocas oficiais, um dos nossos.
4. No fim de semana passado, Odysseas Vlachodimos, que foi o guarda-redes do Benfica nas últimas cinco temporadas, estreou-se na baliza do Nottingham Forest. Vlachodimos deu por estes dias uma entrevista ao jornal grego Gazzeta e falou sobre aquela que foi a sua casa entre 2018 e 2023. 'O Benfica ajudou-me muito. Tornou-me no guarda-redes que sou hoje. Terei sempre o Benfica no meu coração, irei assistir sempre aos jogos. Espero que continuem no caminho do sucesso'.
5. E mais disse o ex-guarda-redes do Benfica: 'Não ficou nenhuma amargura, foram cinco anos fantásticos. Um incidente no final não vai mudar a imagem que tenho do Benfica'. Tudo dito. As maiores felicidades para Odysseas Vlachodimos é o que todos os benfiquistas lhe desejam.
6. É aviltante para o Benfica confundir com adeptos do Benfica os indivíduos que, a coberto das nossas cores, estiveram no campo da Real Sociedad e que lançaram tochas para as bancadas, obrigando o árbitro a pedir a intervenção dos nossos jogadores.
7. O Benfica disse um tristíssimo adeus à Liga dos Campeões. Resta-lhe agora lutar pela qualificação para a Liga Europa. E, de um ponto de vista mais imediato, resta-lhe vencer o Sporting no domingo e ascender à liderança do campeonato. Parece muito, mas não é."
Leonor Pinhão, in O Benfica
Ao ritmo de Lisboa
"Perante uma das melhores equipas do mundo, Carlos Lisboa realizou uma exibição memorável
Na temporada 1995/96, calhou ao Benfica defrontar o Partizan de Belgrado, para a 2.ª eliminatória do Campeonato da Europa de Clubes. A imprensa mais pessimista rapidamente traçou um cenário dantesco: 'o basquetebol nacional está ainda a 'quilômetros' de distância do que se pratica em Espanha, Itália, França, Grécia, Croácia ou Jugoslávia'. Os encarnados tinham pela frente 'uma das velhas relíquias do basquetebol mundial', em que quatro dos seus jogadores tinham conquistado o título europeu pela Jugoslávia, nesse verão.
Na 1.ª mão, em Belgrado, registou-se um empate a 64 pontos, que dava boas perspectivas para a 2.ª mão. Ranko Zeravica, treinador do Partizan, justificou o resultado com a má atuação da sua equipa na parte final do encontro e, principalmente, por estarem 'afectados pelas lesões de cinco jogadores'.
Na semana seguinte, em Lisboa, os jugoslavos apresentaram-se na máxima força. Perante isso, os media portuguesa indicavam a fórmula do sucesso: 'O jogo exterior do Benfica tem, forçosamente, de aumentar a sua eficácia, ou seja, Carlos Lisboa e Pedro Miguel sao obrigados a melhores percentagens do que as alcançadas nos últimos tempos'.
Com o pavilhão cheio, e nada supera um pavilhão cheio pela adrenalina que incute nos jogadores, o entusiasmo dos adeptos foi como que uma primeira faísca numa fogueira. Os encarnados entraram de rompante e alcançaram uma vantagem por 23-9. O Partizan reagiu e chegou ao intervalo a vencer por 47-50.
Mas não havia nada a fazer, o processo já estava em ebulição! Na segunda parte do encontro, a cada jogada e a cada reação do público, a faísca que tinha dado lugar à chama repercutia-se por muitas mais. A cada bola encestada, as chamas ganhavam maior dimensão. Da mesma forma que quando deambulam de um lado para o outro, vigorosas, nos fazem esquecer que até então eram apenas pedaços de madeira, remetendo-nos a uma hipnose que nos faz acompanhar o seu bailado. Assim era Carlos Lisboa, de um lado para o outro do campo, conseguindo cesto após cesto, fazendo-nos olvidar de que do outro lado estava o temível Partizan. Os seus movimentos era arte pura, pela forma como a bola insistia em entrar no cesto, consecutivamente. Em 14 tentativas de lançamento triplo, acertou 10!
Numa exibição estupenda, em que somos 45 pontos, contribuindo para a vitória por 112-95, e consequente apuramento para a fase seguinte da competição, resumiu-se desta forma a sua prestação: 'Carlos Lisboa, capitão e número 7 do Benfica, é, sem dúvida, a grande figura da equipa, pois é um jogador que sabe melhor do que ninguém como dar espectáculo. Um verdadeiro jogador de classe!'
Saiba mais sobre um dos melhores basquetebolistas portugueses na área 2 - Joias do Ecletismo, do Museu Benfica - Cosme Damião."
António Pinto, in O Benfica
O papagaio lusitano
"Existem cerca de 100 milhões de papagaios no planeta Terra, de 400 diferentes espécies. Cerca de 50 milhões vivem em cativeiro, em gaiolas, parques privados, jardins zoológicos ou feiras. Os outros 50 milhões andam por aí, livres, às vezes em bando nas árvores das cidades, noutras vezes, felizes na vida nas florestas e bosques dos vários continentes. E há ainda uns quantos que conseguiram singrar na vida de outra forma, mas já lá vou.
Os papagaios terão sido domesticados pelos romanos há mais de 2000 anos. Chegaram à Europa vindos da Índia, trazidos por Alexandre, O Grande. No Brasil, crê-se que os papagaios foram domesticados há cerca de 5000 anos, e, após as incursões de espanhóis e portugueses por África e pelas Américas, estas aves começaram a ficar populares na Europa a partir do século XV. Mais do que o colorido das penas, a atração pelos papagaios vem, claro, da sua capacidade de vocalizar, de imitar sons humanos, palavras e frases. Sabendo que um destes animais, como o papagaio-cinzento africano, consegue depressa se percebe a utilidade que os papagaios podem ter, por exemplo, no futebol português.
Não é preciso entender o que se diz, basta repetir uma série de idades feitas e/ou encomendas e fazer carreira disso. Sejam verdes, azuis ou amarelos às riscas, os papagaios lusitanos são muito úteis para vender banha da cobra. Esqueçam o 'louro quer bolacha' ou os assobios insinuantes quando alguém passa. O papagaio nacional decorou outras frases feitas, como 'o Benfica está em crise', 'houve mau planeamento da época' e 'que bem jogam os adversários do campeão nacional'. Como o vocabulário não chega para tudo, estas aves acabam por não conseguir articular ou vocalizar o que quer seja sobre acusações a departamentos médicos, ameaças de saída no final da época, linhas de fora de jogo inventadas ou tempos suplementares insuficientes."
Ricardo Santos, in O Benfica
Ganhar ou ganhar
"Domingo há dérbi! É uma pena que não se possa realizar no final da tarde de sábado, como é habitual nos jogos disputados no Estádio da Luz, mas há uma explicação fácil de compreender: apesar de felicidade de muitos dos seus adeptos pela negativa campanha do Benfica na Liga dos Campeões, é bom lembrar que neste ano o Sporting tem jogado à quinta-feira. É uma nota que registo com o maior humildade, porque, na verdade, também quero muito ainda poder ver o Benfica a jogar à quinta-feira nesta época.
Em todo o caso, fosse qual fosse o dia, este seria sempre um jogo de enorme simbolismo. Quase 10 anos depois, os sportinguistas têm agora, finalmente, a oportunidade de rever o Cardozo se forem espreitar o Mural de homenagem aos 20 anos da Catedral. Na última temporada de águia ao peito, a menos inspirada do paraguaio, o Tacuara ainda foi capaz um hat-trick ao Sporting. Este é o tipo de momentos que devem ser relembrados para o Benfica recuperar a inequívoca superioridade nos embates com os leões. Para os recordar na primeira pessoa, temos o Luisão no balneário, mas no domingo podemos também recorrer ao Rúben Amorim caso a memória do eterno capitão já não retenha algumas detalhes.
Até à hora do jogo, Roger Schmidt não precisa de exercícios de treino elaborados nem de grandes discursos. A melhor preparação é uma sessão de cinema com um filme dos melhores momentos do dérbi na Luz. O golo do Lima na jogada de magia com o Gaitán; o Enzo a sentar o Dier; o Cardozo a fuzilar o Patrício. E, até, as bancadas a apoiarem com paixão aos 70', mesmo a perder por três. Não é que isto se trate de uma questão de vida ou morte. É muito mais do que isso."
Pedro Soares, in O Benfica
Assalto à liderança
"Mesmo com todas as criticas que têm envolvido a nossa equipa (algumas delas legítimas e construtivas, outras visando apenas desestabilizar), mesmo depois de um conjunto de exibições menos conseguidas, mesmo com as dúvidas e inquietações que os adeptos possam ainda manter, mesmo com a onda de lesões que tem limitado fortemente as escolhas de Roger Schmidt, a verdade é que, ganhando o próximo jogo, seremos líderes do campeonato.
Não se trata, obviamente, de um jogo qualquer.
Teremos pela frente os líderes isolados do campeonato, que, se porventura nos vencerem, sairão da Luz com uma vantagem de 6 pontos na tabela classificativa - a qual, não sendo ainda determinante, constituirá desde logo um obstáculo bastante difícil de ultrapassar nas jornadas seguintes. Não vamos permitir que tal aconteça, para mais na nossa casa, com 60 mil nas bancadas a ajudar.
A equipa de Rúben Amorim tem-se mostrado bastante organizada e confiante, e até agora só não venceu em Braga. Sabemos que o seu modelo de jogo passa em larga medida por bloquear os pontos fortes dos adversários, não os deixando jogar, para a partir daí explorar os erros e os espaços em seu favor. Temos de atuar como um bloco sólido e estar atentos às investidas rápidas dos avançados contrários. Além de ser pacientes e perceber que não necessitamos de ganhar o jogo logo aos 5, aos 10 ou aos 15 minutos, mas, sim, no final dos 90 mais os descontos que o árbitro conceder. As oportunidades hão de surgir. É uma questão de as saber aproveitar.
Também nas bancadas temos de entender que o jogo pode vir a ter momentos diferentes, e nem todos eles de brilhantismo ou espetacularidade ofensiva. Há que apoiar a equipa sem reticências nem hesitações, sobretudo nas alturas em que ela mais precisar.
O que nos interessa é vencer. Apenas vencer."
Luís Fialho, in O Benfica
Mais um ano!
"A escola está de volta, e o projeto Para ti Se não faltares!, da Fundação Benfica, também. Por isso o ambiente nas escolas está ao rubro. Os jovens retomam velhas amizades e constroem outras novas ao mesmo tempo que, em conjunto com os seus colegas de equipa, estabelecem de novo objetivos ambiciosos para si próprios e para o grupo no ano escolar e desportivo que agora se inicia.
A ambição de todos é o sucesso, e a receita para o alcançar é uma combinação virtuosa entre motivação, talento e o trabalho. O talento vem de origem, é intrínseco a cada jovem, mas por si só não garante sucesso, tem de se apurar com trabalho, ou, melhor, com muito trabalho. É aqui que entra o papel da motivação na preparação física e mental para superar desafios e estabelecer novas metas num processo de melhoria constante e de valorização escolar e pessoal desportiva e pessoal.
A Fundação Benfica através do Para ti Se não faltares!, está nas escolas o ano todo, ao lado de cada jovem, para ajudar a manter o foco e a resiliência necessária para alcançar a superação e o sucesso que todos ambicionam.
Bom ano de trabalho, e contem connosco, jovens, como nós, no Benfica, contamos sempre convosco!"
Jorge Miranda, in O Benfica
Núm3r0s d4 S3m4n4
"1
Diogo Ribeiro e Madalena Lousa foram distinguidos na Gala de Natação 2023 como melhor nadador do ano e melhor jogadora de polo aquático do ano, respetivamente;
3
Aursnes ascendeu à 3ª posição no ranking da participação direta na finalização de golos na atual temporada, com 2 golos e 4 assistências. A lista é liderada por Rafa, com 10 (5+5), seguido por Di María, com 8 (7+1). No que respeita às assistências, só Rafa fez mais do que o norueguês e apenas Neres o iguala neste capítulo;
12
Rafa passou a ser o 6º com mais golos pelo Benfica na Liga dos Campeões. Soma 12 golos, tantos quanto Cardozo. Eusébio é o máximo goleador benfiquista na prova, com 46 golos;
15
Rafa passou a ser o 15º com mais jogos pelo Benfica em competições da UEFA (61). E é agora o 34º que mais vezes alinhou na primeira equipa do Benfica em jogos oficiais (291);
Otamendi é o 15º, a par de Fernando Caiado, em número de jogos (incluindo particulares) que envergou a braçadeira de capitação do Benfica (134);
27
Otamendi é o 27º futebolista a representar o Benfica em pelo menos 30 jogos na Taça dos Clubes Campeões Europeus / Liga dos Campeões, uma lista encimada por Luisão (69), Eusébio (64) e Coluna (58). Rafa é o 10º, com 46;
30
João Mário chegou aos 30 golos em competições oficiais de águia ao peito (20 no Campeonato Nacional). Leva 3 em 2023/24 e é o 3º melhor marcador da equipa, atrás de Di María (7) e Rafa (4)."
João Tomaz, in O Benfica
SL Benfica 2-1 Sporting CP: Melhor o resultado que a exibição
"Resiliência, milagre de Deus ou culpa da arbitragem. Assim soam os ecos de uma vitória arrancada a ferros do SL Benfica. Num espaço de dois minutos, João Neves e Casper Tengstedt encontraram a Luz num túnel que até o maior visionário teria dificuldades em caminhar. O Sporting, que já dominava a Águia com pé e meio, escorregou e caiu estrondosamente num precipício de dor e frustração. Há jogos com drama. E depois há este Benfica x Sporting. Até ao apito final, o futebol é o espelho da imprevisibilidade. Refira-se a um simples jogo ou inclusive a um campeonato.
Esquecendo arbitragens (percebo que seja difícil, mas não sou especialista para avaliar), falemos do futebol. No geral, o Sporting foi a melhor equipa em campo. Houve superioridade ofensiva e defensiva na primeira parte e justifica-se o golo, apesar do Benfica ter também oportunidades. Na segunda parte, Gonçalo Inácio foi expulso (condicionamento claro do Sporting), mas o Benfica, mesmo a jogar contra 10, criou muito pouco comparado ao que deveria. Sentiu-se algum desespero encarnado e já cansava a quantidade de cruzamentos fracassados. Diria que Roger Schmidt podia ter voltado a mexer no jogo e mais cedo, onde se via um João Mário enfraquecido e Tiago Gouveia ou Gonçalo Guedes no banco, por exemplo. Além disso, também há nova confirmação que o técnico não confia em Jurásek, preferindo Morato na lateral-esquerda.
Esta vitória do Benfica pode ser uma moeda de duas faces: incrível reviravolta contra o rival Sporting, subida ao primeiro lugar, alívio de pressão para Roger Schmidt, reforço da ligação clube-adeptos e sentimento positivo da situação. Porém, esta vitória pode também fazer acreditar que tudo resolveu-se. Que o Benfica não está numa fase menos boa, estando a jogar como deveria. Que tem a equipa e o plano de jogo consolidado, esquecendo as constantes mudanças táticas nas últimas partidas. Que Roger Schmidt está a liderar e tem tudo controlado.
No final da partida, Roger Schmidt já se mostrou muito confiante e Ángel Di María já gozou com a suposta crise. Para os benfiquistas são horas de glória, mas não se enganem. O desempenho exibicional continua muito aquém das expetativas depois de um investimento de milhões, além de um fracasso colossal na Europa. Até pode ser um ponto de viragem e o Benfica começar a arrasar e ganhar. Tudo depende agora da mentalidade adotada. É preciso humildade e trabalhar arduamente nos aspetos menos bons. Neste momento, a paragem de seleções é o melhor que podia acontecer tanto ao Sporting (derrota dolorosa que podia afetar psicologicamente caso houvesse calendário apertado agora e pouco tempo para balançar) como ao Benfica (excesso de confiança e desvalorização da situação que vive).
A nível individual, há que destacar três génios: Viktor Gyokeres, Morten Hjulmand e João Neves. Com um perfil que aparenta ter sido criado em laboratório, o sueco é dos melhores avançados que passou na Liga nos últimos anos. Fora de série. Morten Hjulmand é um guerreiro. Não tem medo, é agressivo nos duelos (tem de ter cuidado) e é uma mais-valia defensiva. E depois há João Neves. É daqueles jogadores criticados por serem muito bons. Depois de uma partida muito dominante, foi herói no golo do empate. Começam a faltar as palavras. Que jogaço."
Épico
"Esta é a melhor palavra para descrever o que aconteceu, este domingo. Desde logo, porque não se tratou de uma reviravolta num dérbi entre o Sporting e o Estrela da Amadora, em Alvalade, como aconteceu recentemente, em relação ao qual também se usou esta expressão. Mas sim no chamado dérbi eterno. E aquele mito urbano do futebol, segundo o qual ganha quem está em pior momento, saiu reforçado.
Depois de San Sebastián, depois das mudanças e hesitações táticas, o Benfica apresentava-se numa situação bem mais frágil, enquanto o Sporting beneficiava por estar três pontos à frente e ter um modelo de jogo e jogadores mais estabilizados.
Mais, o Benfica chegava a este jogo com uma enorme pressão sobre o treinador com muita gente, incluindo muitos benfiquistas, a exigir a cabeça do treinador alemão, caso o jogo corresse mal.
Para quem, como eu, defendia a estabilidade e a continuidade da equipa técnica em qualquer caso não podia haver melhor resposta, nem forma mais exuberante de a dar. Uma vitória na raça, feita de crença e de mística liderada por um jovem jogador, João Neves, que foi um verdadeiro gigante em campo. Dramático, também encaixa bem no que aconteceu. Depois de um Benfica bem melhor na maior parte da primeira parte, o Sporting chega à vantagem, vê-se reduzido a dez e resiste muito bem mantendo o jogo controlado até aos minutos finais.
Depois, foi épico. Schmidt venceu o seu terceiro clássico, esta época, e o Benfica não foi do inferno ao céu. Foi ao contrário, depois de morto, e no céu do Anoeta, voltou para o Inferno da Luz em ebulição e levado à loucura."
Vamos ganhar isto!
"Depois do 1-1 aos 93 minutos
RÁPIDO QUE AINDA VAMOS
GANHAR ISTO!
Grande António Silva, outro que respira Benfica por todos os poros, outro baluarte da recuperação da mística do Benfica."
Agora queixam-se?
🚨 Relato arrepiante de um jovem sócio do FC Porto sobre os incidentes desta noite. pic.twitter.com/qmiLAanQIz
— Daily Dragões (@dailydragoes) November 14, 2023
"1. Aplaudiram a cultura de ódio que Pedroso e Pinto da Costa enraizaram no clube.
2. Riram-se cinicamente quando o guarda Abel perseguia e agredia impunemente jornalistas.
3. Ignoram, com absoluto desprezo, as ameaças dos Super Dragões a árbitros e às suas famílias, e o vandalismo que praticavam nos seus estabelecimentos comerciais.
4. Ficaram indiferentes quando um adepto foi brutalmente assassinado durante os festejos do título.
5. Tudo isto sob a vista e complacência de um poder político e judicial vergonhosamente conivente.
Agora queixam-se?
Têm o clube que ajudaram a criar. O clube que merecem. São a maior escumalha do desporto mundial."
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