Últimas indefectivações

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

O que faz o futebol pelos direitos humanos?


"Reflectir sobre um Mundial de futebol em que os oitavos de final renderam cerca de 16,4 milhões de Euros à Federação Portuguesa de Futebol e uma indemnização de 4,5 milhões de Euros a Fernando Santos será reflectir não só sobre economia mas também sobre política.
Mas para levarmos a cabo este exercício teremos de ter em conta aquilo que ele poderia ter sido – o possível – e aquilo que foi na realidade – o real. “(…) o possível é quase infinito, ao passo que o real possui fronteiras rigorosamente delimitadas. O real é sempre um possível único, eleito numa série de possíveis. Um caso particular do possível. Esta a razão por que o pensamento pode abordá-lo de várias maneiras. Ingressar no possível corresponde a modificar a nossa perspectiva do real.”
Tudo começou, apesar de todas as objecções que já foram apresentadas, com a atribuição do Mundial ao Qatar. No campo do possível, seria mais bonito (talvez até politicamente mais correcto) organizar o Mundial de futebol de 2022 nos Estados Unidos porque seria logo a seguir ao Mundial organizado na Rússia – tal como desejava Blatter, presidente da FIFA na altura. No campo do real, Platini, presidente da UEFA, foi chamado ao Eliseu (estávamos em 2010) e de lá saiu já com o voto pronto para o Qatar… porque o presidente Sarkozy necessitava de vender cerca de 14,6 mil milhões de Euros em caças Mirage ao Qatar (o que veio a acontecer algum tempo depois).
A partir daqui foi tudo aquilo que se sabe e já foi denunciado. A partir daqui tudo foi uma bola de neve até se chegar ao ponto – real – do Qatar seduzir 34 parlamentares britânicos e com eles ter gasto cerca de 300 mil Euros a fim dos mesmos promoverem uma imagem positiva deste país. De tal maneira real que dentro dos muitos possíveis, um veio à luz do dia: a Vice-Presidente do Parlamento Europeu, Eva Kaili, foi detida em flagrante delito em Bruxelas e acusada de branqueamento de capitais, corrupção e participação em organização criminosa (“o Qatar está entre os países líderes na defesa dos direitos dos trabalhadores” é uma frase sua!).
É facto assente que o futebol não sai da política, nem a política sai do futebol. Tal como a economia. A economia não sai do futebol nem o futebol sai da economia. Ou o negócio… diríamos nós!
De 20 de Novembro a 18 de dezembro estivemos hipnotizados, apesar de todo o anátema deste Mundial, por aquilo a que alguns autores franceses chamam o “ópio do povo” num duplo sentido, como refere Pierre Laguillaumie (2): “por um lado, obscurantismo das faculdades críticas (evasão, fuga, êxtase); por outro lado, compensação, substituição e esquecimento das reais infelicidades”. Apesar de todos os atropelos do Qatar aos direitos humanos denunciados, o espectáculo e o consumismo levaram-nos a uma trégua tornando-nos cúmplices desses atropelos. A melhor confirmação vem precisamente de uma jogadora de futebol: “Já que, infelizmente o país organizador não promove a normalização dos direitos humanos, o que é habitual do campeonato do Mundo, estejamos cá para desfrutar de um bom espectáculo de futebol”. Afirmação de Madalena Marau, defesa do Lank Vilaverdense («O Jogo», 27.11.2022).
No jogo entre Portugal e o Uruguai o italiano Mário Ferri invadiu o campo tendo na parte de trás da ‘t-shirt’ escrita a frase “respeito pelas mulheres iranianas” e na parte da frente “salvem a Ucrânia”, ao mesmo tempo que transportava na mão uma bandeira LGBTQIA+… O marroquino Jawad El Yamiq celebrou a passagem aos oitavos de final com a bandeira da Palestina dentro de campo… Nas bancadas múltiplas manifestações estiveram presentes… Uma adepta do Irão foi expulsa do Estádio Ahmed Ben Ali por ter homenageado Mahsa Amini apresentando a imagem desta numa ‘t-shirt’…
Jogadores e adeptos do Irão permaneceram calados durante o seu hino no jogo contra a Inglaterra enquanto antes do pontapé de saída os jogadores ingleses colocaram um joelho no chão para assinalarem a importância de se respeitarem os direitos humanos… Jogadores alemães, antes de jogo com o Japão, protestaram contra a decisão da FIFA de impedir uso da braçadeira "One Love" deixando-se fotografar com a mão sobre a boca…
Como respondeu Portugal? Depois de altos dignatários terem estado presentes como forma de apoio aos nossos jogadores, só depois da eliminação da nossa selecção nacional o nosso Parlamento aprovou um projecto de resolução que propunha a condenação da realização do Mundial 2022 no Qatar… Só depois!
Como respondeu a FIFA? Alargando o Mundial de Clubes para 32 equipas e o Mundial de futebol em 2026 para 48 selecções nacionais sem ter em conta o desgaste dos jogadores ou os calendários nacionais.
Entretanto a Supertaça de Espanha vai para Riade, na Arábia Saudita, tal como a Supertaça de Itália. País em que entre 10 e 23 de novembro foram executadas 17 pessoas (das quais 4 sírias, 3 paquistanesas e 3 jordanas). País em que ao todo houve 144 execuções em 2022 de acordo com uma contagem da Agence France-Presse, mais do que o dobro de todo o ano anterior. E em Março do ano findo, num único dia, 81 pessoas acusadas de terrorismo foram executadas. Grandes competições saem dos seus próprios países para se realizarem num país que não respeita os direitos humanos… Motivos? O negócio!
Agora temos, também na Arábia Saudita, o encontro entre o Paris Saint-Germain e uma selecção do próprio país naquilo que se designa como o encontro entre Messi e Cristiano Ronaldo. É o poder do dinheiro!
Já em 1976 – ano em que Carlos Lopes venceu o Campeonato do Mundo de corta-mato e conquistou a medalha de prata nos J. O de Montreal –, Brohm (3) nos dizia que o desporto é “em todas as áreas, uma empresa florescente, um «big business» capitalista, que incentiva numerosos grupos financeiros, empresas industriais, entidades comerciais, públicas ou privadas, municípios, até países, a envolverem-se na organização de grandes eventos desportivos, torneios, competições e Jogos Olímpicos, cujas repercussões económicas são enormes.” Quase há cinquenta anos!
Talvez o título deste artigo não devesse ser o que o encima. Porque a questão é: o que fazem os dirigentes desportivos pelos direitos humanos?"

Lixívia 18 (+1 jogo)


Tabela Anti-Lixívia
Benfica......................50 (-2) = 52 (+1 jogo)
Corruptos.......42 (+4) = 38
Sporting........35 (+5) = 30

Jornada sem grandes Casos de apito, mas com um jogo, onde a atitude dos jogadores, deixou claro como água, que a partida foi 'comprada'!!!

O pagamento antes do jogo duma dívida com 16 anos, dos Corruptos ao Marítimo, só por si foi um indicador para aquilo que aí vinha!!!
O 11 inicial do Marítimo, com alguns dos seus melhores jogadores no banco (já tinha dois castigados), e uma estratégia de dois avançados, aumentou a desconfiança...
E depois, nos minutos iniciais, erros, atrás de erros, principalmente na defesa... Erros não provocados, diga-se... Mas mesmo assim, alguns dos jogadores do Marítimo, em zonas mais avançadas, entraram na 1.ª parte, com uma boa atitude... agressivos.
Algo que mudou completamente ao intervalo...!!!
Acompanho o Tugão à muito tempo: jogadores claramente comprometidos!!!
Uma coisa posso garantir, o Marítimo, com esta derrota, garantiu a permanência na I Liga... e as contas bancárias de alguns jogadores, tiveram um bónus!!!

Em relação á arbitragem do Verdísismo, a habitual maluquice... Incompetência misturada com má vontade, só pode dar merda! Do mal ou menos, a arrogância do bicho, não o deixa comer sapos, nem dos Corruptos, e assim treinador principal e adjunto para a Rua!!!
As expulsões, com duplo Amarelo, foram ambas erradas... sendo que o 2.º Amarelo ao jogador do Marítimo um absurdo completo!!!
Agora, outros jogadores do Marítimo poderiam ter levado o 2.º Amarelo, a começar por um tal Val Soares... assim, como alguns Corruptos, também podiam ter levado mais Amarelos, principalmente nas simulações!!!

Os dois jogos do Benfica desta semana, foram razoavelmente tranquilos!!!
Ambas arbitragens irritantes e inclinadas, mas sem grandes Casos...
Em Paços, a equipa da casa acabou sem Amarelos... Em Arouca vários Cantos a favor do Benfica, transformados misteriosamente em Pontapés de Baliza!!!
Se em Paços o Amarelo ao Tino foi justo, já que não existe qualquer intencionalidade no pisão; em Arouca a agressão ao Tó passou completamente em claro, nem falta...

Os Lagartos voltaram ao registo 'normal'! Depois de terem sido roubados na Taça da Liga com os Corruptos, regressaram aos benefícios contra todos os outros!!!
A expulsão do Central do Braga, até pode ter sido 'justa', mas se o critério fosse o mesmo, os Lagartos não acabavam um jogo com 11 jogadores, tais os protestos constantes, e as faltas de educação reiteradas, a começar pelo Pote...
O penalty assinalado no final, para mim, é mal assinalado: o jogador do Sporting, faz a cueca, o defesa tenta 'fechar' as pernas, e é o avançado que provoca o contacto com o defesa, que tem as pernas no chão, ainda antes do avançado iniciar a passada...


Anexos (I):
Benfica
1.ª-Arouca(c), V(4-0), Mota(V. Santos, Licínio), Prejudicados, (5-0), Sem influência
2.ª-Casa Pia(f), V(0-1), Martins(Nobre, P. Ribeiro), Prejudicados, Sem influência
3.ª-Paços de Ferreira(c), V(3-2), Soares Dias(Malheiro, Coimbra), Prejudicados, Sem influência
4-ª-Boavista(f), V(0-3), Pinheiro(L. Ferreira, J. Silva), Prejudicados, Sem influência
5.ª-Vizela(c), V(2-1), Veríssimo(Nobre, N. Pereira), Prejudicados, (3-1), Sem influência
6.ª-Famalicão(f), V(0-1), Almeida(Melo, B. Costa), Prejudicados, (0-2), Sem influência
7.ª-Marítimo(c), V(5-0), Nobre(V. Santos, Mesquita), Nada a assinalar
8.ª-Guimarães(f), E(0-0), Rui Costa(L. Ferreira, S. Jesus), Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
9.ª-Rio Ave(c), V(4-2), M. Oliveira(Rui Oliveira, L. Costa), Nada a assinalar
10.ª-Corruptos(f), V(0-1), Pinheiro(Martins, Godinho), Prejudicados, Sem influência
11.ª-Chaves(c), V(5-0), Godinho(Malheiro, Coimbra), Nada a assinalar
12.ª-Estoril(f), V(1-5), Almeida(Hugo, B. Jesus), Nada a assinalar
13.ª-Gil Vicente(c), V(3-1), M. Oliveira(C. Pereira, A. Costa), Nada a assinalar
14.ª-Braga(f), D(3-0), Pinheiro(Hugo, Mota), Nada a assinalar
15.ª-Portimonense(c), V(1-0), V. Ferreira(V. Santos, B. Costa), Nada a assinalar
16.ª-Sporting(c), E(2-2), Soares Dias(Martins, Pinheiro), Prejudicados, (3-2), (-2 pontos)
17.ª-Santa Clara(f), V(0-3), Veríssimo(R. Oliveira, Cunha), Nada a assinalar
18.ª-Arouca(f), V(0-3), Rui Costa(V. Santos, P. Ribeiro), Prejudicados, Sem influência
20.ª-Paços de Ferreira(f), V(0-2)Godinho(Melo, S. Jesus), Nada a assinalar

Sporting
1.ª-Braga(f), E(3-3), Veríssimo(Martins, H. Ribeiro), Nada a assinalar
2.ª-Rio Ave(c), V(3-0), Mota(Narciso, P. Brás), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
3.ª-Corruptos(f), D(3-0), Almeida(Hugo, Martins), Prejudicados, Impossível contabilizar
4.ª-Chaves(c), D(0-2), Narciso(V. Santos, D. Silva), Beneficiados, Sem influência
5.ª-Estoril(f), V(0-2), M. Oliveira(Pinheiro, L. Maia), Nada a assinalar
6.ª-Portimonense(c), V(4-0), C. Pereira(V. Ferreira, Cunha), Nada a assinalar
7.ª-Boavista(f), D(2-1), Pinheiro(Melo, B. Costa), Nada a assinalar
8.ª-Gil Vicente(c), V(3-1), Martins(Godinho, R. Teixeira), Nada a assinalar
9.ª-Santa Clara(f), V(1-2), Soares Dias(Malheiro, Cidade), Nada a assinalar
10.ª-Casa Pia(c), V(3-1), Malheiro(C. Pereira, A. Costa), Prejudicados, Beneficiados, (2-2), Impossível contabilizar
11.ª-Arouca(f), D(1-0), Rui Costa(Hugo, Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
12.ª-Guimarães(c), V(3-0), Mota(Martins, A. Campos), Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar
13.ª-Famalicão(f), V(1-2), Soares Dias(V. Ferreira, Cunha), Beneficiados, (2-2), (+2 pontos)
14.ª-Paços de Ferreira(c), V(3-0), Nobre(Melo, S. Jesus), Nada a assinalar
15.ª-Marítimo(f), D(1-0), Malheiro(C. Pereira, A. Costa), Nada a assinalar
16.ª-Benfica(f), E(2-2), Soares Dias(Martins, Pinheiro), Beneficiados, (3-2), (+1 ponto)
17.ª-Vizela(c), V(2-1), Rui Costa(Esteves, Baixinho), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
18.ª-Braga(c), V(5-0), Almeida(Hugo, B. Vieira), Beneficiados, Impossível contabilizar

Corruptos
1.ª-Marítimo(c), V(5-1), Malheiro(Esteves, R. Cidade), Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar
2.ª-Vizela(f), V(0-1), Veríssimo(Correia, I. Pereira), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
3.ª-Sporting(c), V(3-0), Almeida(Hugo, Martins), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Rio Ave(f), D(3-1), Martins(Rui Costa, C. Martins), Beneficiados, Sem influência
5.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Pinheiro(Melo, Manso), Nada a assinalar
6.ª-Chaves(c), V(3-0), Nobre(Narciso, V. Marques), Beneficiados, Impossível contabilizar
7.ª-Estoril(f), E(1-1), Godinho(Soares Dias, Licínio), Beneficiados, (3-1), (+1 ponto)
8.ª-Braga(c), V(4-1), Soares Dias(Hugo, B. Jesus), Beneficiados, (2-1), Impossível contabilizar
9.ª-Portimonense(f), V(0-2), Mota(Martins, A. Campos), Nada a assinalar
10.ª-Benfica(c), D(0-1), Pinheiro(Martins, Godinho), Beneficiados, Sem influência
11.ª-Santa Clara(f), E(1-1), Soares Dias(R. Oliveira, C. Campos), Beneficiados, Prejudicados, (0-0), Impossível contabilizar
12.ª-Paços de Ferreira(c), V(4-0), M. Oliveira(Correia, J. Afonso), Nada a assinalar
13.ª-Boavista(f), V(1-4), Godinho(Nobre, N. Pereira), Beneficiados, Prejudicados, (1-2), Impossível contabilizar
14.ª-Arouca(c), V(5-1), Martins(Narciso, P. Brás), Beneficiados, (4-1), Sem influência
15.ª-Casa Pia(f), E(0-0), Almeida(Hugo, N. Pires), Beneficiados, Impossível contabilizar
16.ª-Famalicão(c), V(4-1), Correia(Macedo, Manso), Beneficiados, Impossível contabilizar
17.ª-Guimarães(f), V(0-1), Godinho(V. Santos, S. Jesus), Nada a assinalar
18.ª-Marítimo(f), V(0-2), Veríssimo(Godinho, R. Teixeira), Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar

Anexos (II):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
Soares Dias - -2
Martins - -2

Sporting
Soares Dias - +3
V. Ferreira - +2
Rui Costa - +2
Esteves - +2
Martins - +1

Corruptos
Veríssimo - +3
Correia - +3
Godinho - +1
Soares Dias - +1

Anexos(III):
Árbitros:
Benfica
Pinheiro - 3
Almeida - 2
M. Oliveira - 2
Soares Dias - 2
Veríssimo - 2
Godinho - 2
Rui Costa - 2
Mota - 1
Martins - 1
Nobre - 1
V. Ferreira - 1

Sporting
Soares Dias - 3
Mota - 2
Malheiro - 2
Rui Costa - 2
Almeida - 2
Veríssimo - 1
Narciso - 1
M. Oliveira - 1
C. Pereira - 1
Pinheiro - 1
Martins - 1
Nobre - 1

Corruptos
Godinho - 3
Pinheiro - 2
Soares Dias - 2
Martins - 2
Almeida - 2
Veríssimo - 2
Malheiro - 1
Nobre - 1
Mota - 1
M. Oliveira - 1
Correia - 1

VAR's:
Benfica
V. Santos - 4
Nobre - 2
L. Ferreira - 2
Malheiro - 2
Hugo - 2
Martins - 2
R. Oliveira - 2
Melo - 2
C. Pereira - 1

Sporting
Martins - 3
Hugo - 3
V. Ferreira - 2
Melo - 2
C. Pereira - 2
Narciso - 1
V. Santos - 1
Pinheiro - 1
Godinho - 1
Malheiro - 1
Esteves - 1

Corruptos
Hugo - 3
Martins - 2
Correia - 2
Narciso - 2
Esteves - 1
Rui Costa - 1
Melo - 1
Soares Dias - 1
R. Oliveira - 1
Nobre - 1
Macedo - 1
V. Santos - 1
Godinho - 1

AVAR's:
Benfica
Coimbra - 2
B. Costa - 2
S. Jesus - 2
P. Ribeiro - 2
Licínio - 1
J. Silva - 1
N. Pereira - 1
Mesquita - 1
L. Costa - 1
Godinho - 1
B. Jesus - 1
A. Costa - 1
P. Mota - 1
Pinheiro - 1
Cunha - 1

Sporting
Cunha - 2
A. Costa - 2
H. Ribeiro - 1
P. Brás - 1
Martins - 1
D. Silva - 1
L. Maia - 1
B. Costa -1
R. Teixeira - 1
Cidade - 1
Felisberto - 1
A. Campos - 1
S. Jesus - 1
Pinheiro - 1
Baixinho - 1
B. Vieira - 1

Corruptos
Manso - 2
Cidade - 1
I. Pereira - 1
Martins - 1
C. Martins - 1
V. Marques - 1
Licínio - 1
B. Jesus - 1
A. Campos - 1
Godinho - 1
C. Campos - 1
J. Afonso - 1
N. Pereira - 1
P. Brás - 1
N. Pires - 1
S. Jesus - 1
R. Teixeira - 1

Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Pinheiro - 3 + 0 = 3
Almeida - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 2 + 0 = 2
Martins - 1 + 1 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Hugo - 0 + 2 = 2
Melo - 0 + 2 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Nobre - 0 + 1 = 1
R. Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1

Sporting
Soares Dias - 3 + 0 = 3
Pinheiro - 1 + 1 = 2
Malheiro - 1 + 1 = 2
Hugo - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Rui Costa - 1 + 0 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
V. Ferreira - 0 + 1 = 1
C. Pereira - 0 + 1 = 1

Corruptos
Godinho - 3 + 1 = 4
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Martins - 1 + 1 = 2
Soares Dias - 1 + 1 = 2
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Mota - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
Correia - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
R. Oliveira - 0 + 1 = 1
Nobre - 0 + 1 = 1
Hugo - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1

Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
V. Santos - 0 + 4 = 4
Pinheiro - 3 + 0 = 3
Nobre - 1 + 2 = 3
Martins - 1 + 2 = 3
Almeida - 2 + 0 = 2
M. Oliveira - 2 + 0 = 2
Soares Dias - 2 + 0 = 2
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 2 + 0 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Malheiro - 0 + 2 = 2
Hugo - 0 + 2 = 2
R. Oliveira - 0 + 2 = 2
Melo - 0 + 2 = 2
Mota - 1 + 0 = 1
V. Ferreira - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 0 + 1 = 1

Sporting
Martins - 1 + 3 = 4
Soares Dias - 3 + 0 = 3
Malheiro - 2 + 1 = 3
C. Pereira - 1 + 2 = 3
Hugo - 0 + 3 = 3
Mota - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 2 + 0 = 2
Almeida - 2 + 0 = 2
Narciso - 1 + 1 = 2
Pinheiro - 1 + 1 = 2
V. Ferreira - 0 + 2 = 2
Melo - 0 + 2 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Godinho - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1

Corruptos
Godinho - 3 + 1 = 4
Martins - 2 + 2 = 4
Soares Dias - 2 + 1 = 3
Correia - 1 + 2 = 3
Hugo - 0 + 3 = 3
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Almeida - 2 + 0 = 2
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Nobre - 1 + 1 = 2
Narciso - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
Mota - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
R. Oliveira - 0 + 1 = 1
Macedo - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1

Anexos(IV):
Jornadas anteriores:

Anexos(V):
Épocas anteriores:

Modalidades #114 - Semanada...

Representação...


""Só queremos jogadores que queiram respeitar o Benfica. Aqui só estarão jogadores, vale também para a formação, 𝘀ó 𝗲𝘀𝘁ã𝗼 𝗷𝗼𝗴𝗮𝗱𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝘁ê𝗺 𝗼𝗿𝗴𝘂𝗹𝗵𝗼 𝗲𝗺 𝗿𝗲𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗮𝗿 𝗮 𝗰𝗮𝗺𝗶𝘀𝗼𝗹𝗮 𝗱𝗼 𝗕𝗲𝗻𝗳𝗶𝗰𝗮."
Rui Costa, Presidente do Sport Lisboa e Benfica"

Dixit...


""Criamos a solução de o Enzo ficar cá até ao final da época sem perder dinheiro. O jogador mostrou-se completamente negativo. Um jogador assim nunca poderia ficar no Benfica. Este jogador não podia entrar mais no balneário." - Rui Costa"

5 minutos: Rui Costa...

Visão: Entrevista de Rui Costa...

RabonaTV: Enzo...

Agora...


"E finalmente foi dada a autorização ao SL Benfica para consultar os processos da qual, a SAD e alguns dirigentes e ex-dirigentes, foram constituídos arguidos.
✅ Agora, depois de se saber que o FC Porto já consultou e até já se andou a vangloriar disso.
✅ Agora, depois de já terem divulgado, na comunicação social, partes das matérias que constituem o processo.
✅ Agora, depois das toupei... (quer dizer, as fontes) já terem divulgado na comunicação social."

22


"No caso de Sérgio Conceição da mesmo a entender, pelas multas, que não é reincidente. Parece sempre a primeira vez.
E vão 22 expulsões na carreira de treinador.
A máquina de propaganda do FC Porto bem tenta passar uma imagem (cosmética) de bom profissional, simpático e sorridente, mas as evidências comportamentais vêm sempre à tona.
Sem paralelo no mundo inteiro."

A Verdade do Futebol #737 - FC Porto é segundo, Sporting reentra

Terceiro Anel: Arouca...

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

Vinte e Um - Como eu vi - Arouca...

As bravas do pelotão


"Este VI episódio de «Por águas nunca dantes navegadas», intitulado "as bravas do pelotão" é exclusivamente dedicado às atletas olímpicas portuguesas e à evolução do Movimento Olímpico no feminino.
Se olharmos retrospetivamente para os Jogos Olímpicos em 1894, importa recordar à data da sua criação pelo Barão Pierre de Coubertin, que os Jogos eram vistos como uma celebração da virilidade masculina, daí serem exclusivamente reservados aos atletas do sexo masculino. As mulheres começaram a sua participação apenas em 1900, numa primeira fase com limitações e como participantes de desportos considerados compatíveis com a sua feminilidade e fragilidade, mas foram excluídas, por exemplo, de uma das provas rainhas dos Jogos, como são as de atletismo.
Por iniciativa da francesa Alice Milliat e da Federação Internacional de Desportos Femininos (FSFI), iniciou-se uma disputa de poder com o Comité Olímpico Internacional (COI), as Olimpíadas Femininas foram organizadas de 1922 a 1934 num esforço para justificar uma pretensão que se exigia que fosse uma natural aspiração. As Olimpíadas embora lentamente, foram tornando-se mais femininas, mesmo com o desequilíbrio de género ter sido nota dominante ao longo do século XX, inclusive no próprio seio do COI, exclusivamente masculino até 1981, mantendo a maioria masculina até ao final do século. Para combater os efeitos de género, a carta olímpica tornou obrigatória a presença de mulheres em todos os desportos desde 2007. Em 2014, a Comissão Europeia defendeu a igualdade no desporto e o COI incluiu a paridade de género na agenda das Olimpíadas de 2020. A Delegação dos EUA em 2012 foi maioritariamente feminina, e pela primeira vez na história dos jogos o COI esteve perto de atingir a paridade de género nas Olimpíadas de Tóquio 2020, com uma representação quase igualitária de atletas homens e mulheres, neste ano, com 48,8% dos participantes a serem mulheres.
Desde 2007 a Carta Olímpica afirma que: "O papel do COI é encorajar e apoiar a promoção das mulheres no desporto a todos os níveis e em todas as estruturas, com vista à implementação do princípio da igualdade entre homens e mulheres" (Olimpíadas de 2015, Carta, Regra 2, parágrafo 7). A União Europeia aprovou esta orientação, e após organizar a conferência Igualdade de Género no desporto em Vilnius em 2013, a Comissão Europeia publicou em 2014 as Ações Estratégicas sobre a Igualdade de Género no desporto. Nesse mesmo ano, a 11.ª recomendação do foi adicionada à agenda olímpica de 2020, tornando a paridade de género um objetivo.
Como referido no início da crónica, este episódio de «Por águas nunca dantes navegadas» é feito em homenagem às 137 "bravas do pelotão", atletas olímpicas que são parte integrante da história do desporto e do olimpismo no feminino em Portugal, aquelas que ajudam e ajudaram a escrever as páginas mais brilhantes do desporto nacional, extensivo a todas homens e mulheres que de forma direta ou indireta contribuíram para estes êxitos, como por exemplo os seus treinadores. Não foram unicamente conquistas desportivas, foram avanços num caminho difícil da emancipação, afirmação e igualdade de direitos das mulheres, com um reflexo evidente e positivo na sociedade.
Contextualizado que está a história, e de uma forma necessariamente resumida, do início da participação feminina nos Jogos Olímpicos e a sua evolução até aos dias de hoje, importa agora falar das 137 lusas, as "bravas do pelotão" uma prosa contada em números. Elas representaram e afirmaram a presença feminina em mais de 20 edições dos Jogos Olímpicos de Verão e Jogos de Inverno, valendo a pena nomear de forma extensiva cada uma destas Olímpicas — Albertina Dias, Albertina Machado, Ana Alegria, Ana Antas de Barros, Ana Barros, Ana Cabecinha, Ana Catarina Monteiro, Ana Cristina Pereira, Ana de Sousa, Ana Dias, Ana Francisco, Ana Hormigo, Ana Moura, Ana Rente, Ana Rodrigues, Angélica André, Auriol Dongmo, Aurora Cunha, Bárbara Timo, Beatriz Gomes, Camille Dias, Carla Ribeiro, Carla Sacramento, Carla Salomé Rocha, Carmo Tavares, Carolina João, Catarina Costa, Catarina Fagundes, Cátia Azevedo, Clara Piçarra, Clarisse Cruz, Conceição Ferreira, Dália Cunha, Daniela Cardoso, Daniela Inácio, Débora Nogueira, Diana Durães, Diana Gomes, Diana Neves, Diana Teixeira, Dulce Félix, Eduarda Coelho, Elsa Amaral, Esbela da Fonseca, Evelise da Veiga, Fernanda Marques, Fernanda Ribeiro, Filipa Cavalleri, Filipa Martins, Florence Fernandes, Francisca Laia, Fu Yu, Helena Cunha, Helena Maria Mendes Sampaio, Helena Rodrigues, Inês Henriques, Inês Monteiro, Irina Rodrigues, Isabel Joglar (Chitas), Isilda Gonçalves, Jéssica Augusto, Jieni Shao, Joana Arantes, Joana Castelão, Joana Figueiredo, Joana Pratas, Joana Ramos, Joana Soutinho, Joana Vasconcelos, Lei Mendes, Liliana Cá, Lorene Bazolo, Luciana Diniz, Lucrécia Jardim, Mafalda Queiroz Pereira, Manuela Machado, Margarida Carmo, Maria Avelina Alvarez, Maria Caetano, Maria Carlos Santos, Maria João Falcão, Maria José Nápoles, Maria José Schuller, Maria Laura Silva Amorim, Maria Leonor Tavares, Maria Martins, Mariana Lobato, Maribel Gonçalves, Marisa Barros, Marta Moreira, Marta Onofre, Marta Pen, Melanie dos Santos, Naíde Gomes, Natália Cunha e Silva, Nédia Semedo, Patrícia Jorge, Patrícia Mamona, Patrícia Sampaio, Paula Saldanha, Petra Chaves, Raquel Felgueiras, Raquel Queirós, Regina Veloso, Rita Borralho, Rita Gonçalves, Rochele Nunes, Rosa Mota, Salomé Afonso, Sandra Godinho, Sandra Neves, Sandra Tavares, Sara Antunes, Sara Carmo, Sara Moreira, Sara Oliveira, Sara Ribeiro, Sílvia Cruz, Sónia Moura, Susana Costa, Susana Feitor, Tamila Holub, Telma Monteiro, Telma Santos, Teresa Bonvalot, Teresa Gaspar, Teresa Machado, Teresa Portela, Vanessa Fernandes, Vânia Neves, Vânia Silva, Vera Barbosa, Vera Santos, Victoria Kaminskaya, Yahima Ramirez, Yolanda Sequeira e Zoi Lima.
Desde 1952 até aos recentes jogos de Tóquio, são mais de 20 edições começando com a devida homenagem a 4 destas Bravas que já não se encontram entre nós, falo necessariamente da primeira participação portuguesa feminina nos Jogos de Helsínquia 1952 com 3 ginastas, e das irmãs, Dália da Cunha-Sammer e a sua irmã mais velha Natália Cunha e Silva que foram e muito bem consideradas pioneiras na ginástica feminina portuguesa. De Teresa Machado a melhor lançadora de disco portuguesa da sua época, com participação em quatro Jogos Olímpicos (1992, 1996, 2000, 2004), ficando em 10.º lugar no lançamento do disco, em Sydney 2000 e 11.º em Atenas 2004. E da Cristina Pereira, referência nacional no voleibol e atleta de Voleibol de Praia, formando dupla com Maria José Schuller, ao lado de quem conquistou seis títulos de campeã nacional (entre 1994 e 2000) e o 9.º lugar nos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000.
De novo voltando aos números que relatam a História feminina da participação portuguesa, são 233 participações olímpicas, modalidades desde o Atletismo, Natação, Ginástica, Judo, representando estas 4 modalidades quase 80% das participantes, com o Atletismo à cabeça (49), seguida da Natação (21) a Ginástica (13) e o Judo (12) depois a Vela, Canoagem, Tiro, Ténis de Mesa, Esgrima, Equestre, Badmínton,Triatlo, Surf, esta com a curiosidade de ser 100% no feminino, Tiro com Arco, Remo, Voleibol de Praia, Ciclismo-MTB.
Em Los Angeles 84, em 39 atletas presentes, já tivemos uma representação condigna de 9 atletas femininas, o que significava uma percentagem de 24%, até então o máximo de participação no feminino, estava em 5 atletas em Roma 1960. Os Jogos de Los Angeles tiveram uma curiosidade com a participação de Jane Figueiredo na natação feminina na especialidade de saltos para a água, e acima de tudo um momento especial e único, com a nossa Rosa Mota a menina da Foz, a estrear-se nas medalhas com o Bronze na maratona, prova que fazia a estreia nestes Jogos Olímpicos, aliás o caminho até à glória para conquistar uma medalha olímpica seria uma enorme maratona de 32 anos. Em Seul 88 novamente no feminino e mais uma vez com a Rosa Mota, tivemos a primeira medalha de ouro no feminino, o ponto de viragem da participação feminina em Jogos Olímpicos deu-se em 1992 Barcelona, com 22 atletas, e nos Jogos seguintes em Atlanta 96 com a maior delegação de sempre até aos dias de hoje, 107 atletas no total, estivemos com 24 atletas femininas e com mais uma brilhante medalha de ouro da fantástica Fernanda Ribeiro, com a curiosidade de levar a bandeira nacional na cerimónia de abertura, prenuncio da medalha e do recorde olímpico na distância de 10.000 metros. Mas foi em Tóquio que batemos o recorde de participação feminina com 36 atletas, sublinhado pela brilhante medalha de prata da Patrícia Mamona no triplo Salto.
No que toca às medalhas são 7 as conquistadas, 5 no atletismo, uma no Triatlo e outra no Judo. As 2 medalhas de Ouro pertencem a atletas de renome mundial, a Rosa Mota na Maratona em Seul a Fernanda Ribeiro nos 10.000 metros em Atlanta, que também conquistaram o bronze respetivamente em Los Angeles 84 e Sydney 2000. As 2 medalhas de Prata são da surpreendente Vanessa Fernandes no Triatlo em Pequim 2008, e da Patrícia Mamona em Tóquio 2020 com um brilhante triplo salto, e finalmente uma fabulosa medalha de Bronze da Telma Monteiro no Judo Rio 2016,modalidade que já vinha a somar conquistas internacionais, sendo que, quer a Vanessa, quer a Telma quebraram o paradigma da relevância do atletismo nacional nos palcos internacionais, ao ganharem medalhas nas suas modalidades.
São 59 as atletas que repetiram edições dos jogos, no topo da lista com 5 participações, temos a Susana Feitor a menina da marcha, a Fernanda Ribeiro a atleta mais titulada do atletismo nacional, e a Telma Monteiro, que deu uma visibilidade contada em tantas vitórias internacionais ao Judo, mas temos mais, com 4 participações Olímpicas a Ana Cabecinha, Ana Dias, Conceição Ferreira a malograda Teresa Machado, Sara Moreira, Teresa Portela, Carla Sacramento, e com 3 participações a Jéssica Augusto, Filipa Cavalleri, Aurora Cunha, Albertina Dias, Luciana Diniz-Knippling, Esbela da Fonseca, Inês Henriques, Tamila Holub, Albertina Machado, Manuela Machado, Patrícia Mamona, Joana Pratas, Joana Ramos, Ana Rente e Vânia Silva, e são ainda mais 25 atletas com 2 participações, com a Rosa Mota em destaque, já que nas suas duas participações conquistou 2 medalhas, uma de Bronze em Los Angeles e uma de Ouro em Seul, ambas na Maratona.
Para um desporto no feminino não falado só em medalhas, temos resultados dignos de registo, são 45 resultados entre o 4.º lugar e o 11.º lugar em 9 modalidades (diploma olímpico até ao 8º lugar) destacamos o 4º lugar de Auriol Dogmo e os 5º? lugares de Liliana Cá no Atletismo, Teresa Gaspar no Judo (demonstração), Catarina Costa no Judo e Yolanda Hopkins no Surf, temos ainda posições relevantes como os sextos lugares de Aurora Cunha uma atleta de renome nacional internacional e uma "marca" do norte, Carla Sacramento, Jéssica Augusto, Ana Cabecinha e Patrícia Mamona todas no Atletismo, uma referência especial até pela disciplina em causa e por ser uma estafeta, o 8.º lugar no Atletismo em 4×400 em Barcelona 92, com a Marta Moreira a Lucrécia Jardim, a Elsa Amaral e a Eduarda Coelho e ainda de destacar a Joana Vasconcelos e a Beatriz Gomes na Canoagem com um sexto lugar.
Tivemos ainda até ao 10.º lugar, no 7º Lugar a Manuela Machado do atletismo por duas vezes, a Teresa Portela da canoagem a Filipa Martins na Ginástica, a estrear o célebre movimento em Português o "Martins", a Paula Saldanha no Judo, quase apurada para as medalhas, e mais 3 diplomas no 8.º lugar com a Ana Cabecinha Marcha, Teresa Portela Canoagem, Vanessa Fernandes Triatlo, ainda em posições de relevo temos os nonos lugares de Albertina Machado Atletismo, Vera Santos Marcha, Susana Costa Triplo Salto, Maria José Schuller / Cristina Pereira Voleibol Praia, Filipa Cavalleri Judo,Telma Monteiro Judo, Joana Ramos Judo, Bárbara Timo Judo, Patrícia Sampaio Judo, Rochele Nunes Judo, Teresa Bonvalot Surf, e em 10.º lugar, Albertina Dias Atletismo, Teresa Machado Atletismo, Carla Sacramento Atletismo, Clarisse Cruz Atletismo, Teresa Portela Canoagem.
Por quatro vezes a honra de transportar a bandeira na inauguração dos jogos, foi concedida no feminino, começando na cerimónia de abertura em 1980 com Esbela da Fonseca, seguindo em 1992, pela Judoca Filipa Cavalleri, em 1996 a Fernanda Ribeiro foi quem liderou a marcha olímpica, e em 2012 e 2020, a distinção coube á Judoca Telma Monteiro. A nossa primeira participação nos Jogos Olímpicos de Inverno coube a Mafalda Queirós Pereira em Nagano 98 no Japão em Esqui acrobático, depois desta estreia tivemos mais 2 atletas, a Camille Dias nos Jogos Olímpicos de Sochi 2014 em Esqui Alpino e Vanina Guerillot em Pequim a competir nas provas do slalom e slalom gigante em Beijing 2022.
Destas atletas de alto rendimento verdadeiras Bravas do Pelotão, cerca de 30% estão ainda em atividade, continuando o pós-carreira a ser um problema transversal e atual extensivo a todas as modalidades, no panorama desportivo nacional, e ainda por resolver. As profissões vão desde a área da saúde onde temos 13 profissionais de saúde, e referenciando apenas alguns exemplos, como médicas o caso da Petra Chaves, arquitetas a Débora Nogueira, Bancárias a Sandra Sarmento, enfermeiras a Cátia Azevedo, fisioterapeutas a Naide Gomes, algumas empresárias Diana Gomes, treinadoras a Ana Hormigo, muitas a trabalharem em autarquias como a Albertina Machado, institutos públicos a Ana Sousa, Professoras Universitárias a Eduarda Coelho, licenciadas em Educação Fisica e desporto a Paula Saldanha, Engenheiras a Rita Gonçalves, enfim uma grande heterogeneidade de profissões e actividades, mas sempre tendo como premissa um problema de fundo para resolver e que ainda subsiste, a integração no mundo do trabalho, após uma parte substancial de uma vida dedicada ao desporto. Sabemos ainda por cima que cada vez mais uma atleta de alto rendimento fruto de uma carreira exigente e a terminar cada vez mais tarde, tem dificuldade no acesso ao mercado de trabalho, e quando tal acontece, sem as soft skills necessárias para uma integração num mundo e realidade nova, o que torna necessário por da parte das entidades competentes que regulam estas matérias e de todos os intervenientes no desporto e nas causas dos atletas, uma abordagem mais estruturante a este tema.
Assim, neste contexto de dificuldade e superação as Bravas do pelotão inspiraram e inspiram também uma nação com evidente influência na forma como os simpatizantes fãs do desporto e a sociedade civil, passaram a perceber e aceitar estes sinais de mudança no feminino.
Este não foi, e contínua a não ser um caminho fácil para as mulheres, ainda com muitos obstáculos e preconceitos para derrubar, mesmo assim comparando as diferentes épocas, os avanços efetuados representam uma evolução significativa da sociedade, no reconhecimento de direitos das mulheres olímpicas.
Em Portugal, como noutros Países do mundo, o desporto e por maioria de razão o desporto no feminino, deve ser encarado não como um fim em si, mas como um meio poderoso de criar uma sociedade mais justa, mais inclusiva, mais solidária, mais educada e com mais cultura desportiva, razão pela qual acabo esta crónica a dar os parabéns e a prestar a nossa homenagem às "Bravas do Pelotão" aproveitando ainda para reforçar também a máxima responsabilidade de cada uma destas mulheres, como exemplo que são dos valores olímpicos do respeito excelência e amizade!
Os desportistas, atletas de alto rendimento, lutam contra vários estigmas, que serão abordados no próximo episódio de «Por águas nunca dantes navegadas»."

2 de Fevereiro


PitchCam: Arouca...

Empate...

Benfica 1 - 1 Estoril


Mais de 70 minutos com 10, e golo do empate aos 94 minutos, de canto!!!
Este é basicamente o resumo do jogo! Numa partida com mais arbitragem horrível...
1 ponto, acabou por ser mal menor, na 1.ª jornada da fase decisiva da Liga Revelação!

Com João Rego e Zambrano a estrearem-se...

𝗦𝗲𝗺 𝗮𝗹𝗹-𝗶𝗻


"A narrativa de que o Benfica fez all-in e gastou excessivamente em jogadores para se fortalecer tem-se tornado frequente durante a temporada. Uma falácia que importa esclarecer:

𝗘𝗡𝗧𝗥𝗔𝗗𝗔𝗦:
• Enzo Fernández: 44,25 M €.
• David Neres: 15,30 M €.
• Fredrik Aursnes: 13,00 M €.
• João Victor: 9,50 M €.
• Andreas Schjelderup: 9,00 M €.
• Alexander Bah: 8,00 M €.
• Casper Tengstedt: 7,00 M €.
• Petar Musa: 5,50 M €.
• Julian Draxler (empréstimo): 2,50 M €.
• John Anthony Brooks: custo zero.
• Mihailo Ristić: custo zero.
• Gonçalo Guedes: empréstimo.
𝗧𝗢𝗧𝗔𝗟: 𝟭𝟭𝟰.𝟬𝟱 𝗠𝗜𝗟𝗛𝗢̃𝗘𝗦 𝗗𝗘 𝗘𝗨𝗥𝗢𝗦.

𝗦𝗔𝗜́𝗗𝗔𝗦:
• Enzo Fernández: 121,00 M €.
• Darwin Núñez: 80,00 M €.
• Roman Yaremchuk: 16,00 M €.
• Éverton: 14,00 M €.
• Jota: 7,50 M €.
• Gedson Fernandes: 6,00 M €.
• Carlos Vinícius: 5,00 M €.
• Tomás Tavares: 3,00 M €.
• Pedro Pereira: 2,50 M €.
• Diogo Gonçalves: 2,00 M €.
• Haris Seferovic (empréstimo): 1,00 M €.
• Nuno Santos: 1,00 M €.
• Gil Dias: 1,00 M €.
• Rodrigo Pinho: 500 mil €.
• Ilija Vukotic: 500 mil €.
• John Anthony Brooks: 300 mil €.
• Pizzi: custo zero.
• Adel Taarabt: custo zero.
• Jan Vertonghen: custo zero.
• Helton Leite: custo zero.
• Germán Conti: custo zero.
• Mile Svilar: custo zero.
• Yony González: custo zero.
• André Almeida: custo zero.
𝗧𝗢𝗧𝗔𝗟: 𝟮𝟲𝟭.𝟯𝟬 𝗠𝗜𝗟𝗛𝗢̃𝗘𝗦 𝗗𝗘 𝗘𝗨𝗥𝗢𝗦.

O Benfica encerra, assim, o mercado de verão e de inverno com um 𝘀𝗮𝗹𝗱𝗼 𝗽𝗼𝘀𝗶𝘁𝗶𝘃𝗼 𝗱𝗲 𝟭𝟰𝟳.𝟮𝟱 𝗺𝗶𝗹𝗵𝗼̃𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗲𝘂𝗿𝗼𝘀, reforçado na liderança do campeonato e a disputar a Taça de Portugal e Liga dos Campeões.
Não existe nenhum all-in do Benfica, tal como também não existem transferências nem pagamentos a clubes adversários em dias de jogos, como o FC Porto hoje fez com o Marítimo em relação a uma dívida com quase 17 anos que sempre se recusou a pagar.
E também não existem negociatas fictícias para inflacionar as contas e fugir ao controlo financeiro da UEFA. Se houvesse o mesmo rigor para escamotear as finanças e transferências do FC Porto como fazem com o Benfica, talvez se viesse a descobrir muita coisa.
Por fim, não podemos ficar indiferentes à mensagem de despedida de Enzo Fernández na sua página pessoal e deixamos, também nós, uma mensagem de despedida:
“A hipocrisia, suprema perversão moral, é o charco podre e dormente que impregna a atmosfera de miasmas mortíferos ... é o réptil que se arrasta por entre as flores e morde a vítima descuidada.” - Alexandre Herculano.
Terminada a novela."