Últimas indefectivações

segunda-feira, 18 de maio de 2026

3.ª Taça de Portugal

Benfica 2 - 0 Corruptos
Moller(2)

Pauels; Amado, Carole(Christy, 82'), Diana G., Lund; Pauleta, Gasper(Clarinha, 82'); Lúcia, Moller(Tristão, 77'), Nycole; Diana S.(Chandra, 61')

Como se esperava, contra uma equipa muito combativa, vitória do Benfica, conquistando a dobradinha, num jogo onde o nosso domínio pedia mais golos, mas onde defensivamente acabámos por passar por poucos sustos!


Uma nota sobre a Pauleta: depois das lesões, a recuperação foi lenta, e não foi fácil ganhar ritmo, mas a nossa Capitã está de volta! Fundamental no equilíbrio desta equipa! Não ser titular na Seleção é criminoso!


Fim de época feliz, numa época com muitas lesões (duas jogadoras nem jogaram; Norton e Borges!!!), com um novo treinador, que mudou o esquema de jogo, deu minutos a jogadores jovens, mas ainda não convenceu totalmente. Na Europa ficámos aquém das épocas anteriores...  sabendo que a saída da Kika é impossível de colmatar, é necessário encontrar forma de voltar a subir o nível! Agora tanto o Sporting como o Braga baixaram claramente o investimento e a qualidade, a diferença para os rivais aumentou, mas não foi porque o Benfica subiu de nível...


Juvenis - 14.ª jornada - Fase Final

Sporting 0 - 1 Benfica
Ferreirinha


Apesar da épocas abaixo das expectativas, é sempre agradável ganhar em Alcochete...

4 tarefas prioritárias


"PREPARAR O FUTURO

Ponto prévio.
Não sou costista, vieirista ou noronhista, sou Benfiquista. Mantive-me por vontade própria fora da luta pelo poder, trato por tu todos os seis que se candidataram, dei a minha opinião a todos os que ma pediram, quero é o sucesso dos presidentes e dos treinadores sejam eles quais forem - do Benfica não quero se não títulos e contas certas. Finda a época, é altura de corrigir erros, este post é o contributo de um Benfiquista preocupado com o rumo que o clube está a levar, é um convite à reflexão, este post não é a favor nem contra Rui Costa.

1. Rui Costa não pode continuar a rodar jogadores e treinadores. Perdeu 17 titulares em cinco épocas, contratou dezenas de jogadores que não se impuseram como titulares, Rui Costa vai em cinco treinadores em cinco épocas, dois deles despedidos ainda a época estava no início, assim não há projeto desportivo que conduza ao sucesso. Rui Costa tem, portanto, que ser capaz de estabilizar o projeto desportivo, o Benfica é quem tem maior capacidade de investimento, é quem tem a maior massa salarial, é quem oferece melhores condições de trabalho, o Benfica está obrigado a ganhar mais. A estabilidade não garante só por si títulos, mas é o caminho mais curto para lá chegar. É importante travar as compras de jogadores em alta no mercado, voltar a descobrir talento a preço acessível (scounting), aproveitar mais e melhor a produção de talento interna (formação).

2. Rui Costa tem que ter coragem para colocar um ponto final no burguesismo anti competitivo que tomou conta do clube, nas patéticas guerrinhas internas pelo poder, tem que se revoltar com o conformismo de ver os outros festejar e não reagirmos de raiva, tem que garantir para o clube uma cultura de exigência competitiva a todos os níveis: dirigentes, equipas técnicas, jogadores e atletas, da formação à alta competição, dos homens às mulheres. Sem isto jamais voltará a ganhar continuadamente.

3. A Liga Europa não produz receitas comparáveis às da Champions, o clube já tem um défice de exploração elevado, em 2026/27 será, portanto, pior. A necessidade de reduzir custos é uma oportunidade para cortar gorduras desnecessárias e próprias de um novo riquismo indesejável e inadmissível, é uma oportunidade de colocar o clube num patamar mais próximo da sustentabilidade, porque a sustentabilidade é necessária e reduz a necessidade de vender jogadores para tapar o buraco de exploração.

4. Rui Costa não pode ser pisado na cabeça, dar um pontual murro na mesa e continuar tudo na mesma. As épocas 2024/25 e 2025/26 foram um escândalo de erros arbitrais a favor do Sporting e a prejuízo do Benfica. Pela verdade desportiva, o presidente do Benfica tem que por a comunicação do clube a comunicar, tem que fazer exigências à medida da grandeza do clube junto das entidades que comandam o futebol português, tem que liderar um processo de mudanças na arbitragem e na disciplina. Se exigir medidas concretas não for o suficiente, tem que passar à ação, se necessário tem que ser capaz de mobilizar os adeptos num movimento de revolta, o futebol português sem o Benfica não é nada!"

Mundial’26: Junior Kroupi, a surpresa de Roberto Martínez


"Junior Kroupi, uma das grandes revelações da Premier League 2025/26, pode muito bem tornar-se a grande surpresa de Roberto Martínez na convocatória de Portugal para o Campeonato do Mundo. Se isso vai ou não acontecer, só ficará esclarecido no próximo dia 19 de maio, às 13 horas, na cidade do futebol, momento em que o selecionador nacional divulgará os 26 convocados portugueses.
A Federação da Costa do Marfim continua a tentar convencer Eli Junior Kroupi, avançado franco-marfinense do AFC Bournemouth, a representar os Elefantes, mas a decisão do jovem de 19 anos permanece em aberto. Nascido e criado em França, Kroupi encontra-se numa rara encruzilhada internacional: pode representar a França, país onde nasceu e pela qual é internacional jovem; a Costa do Marfim, terra do pai; ou Portugal, graças à nacionalidade da mãe e da avó.
Até ao momento, o jogador não tomou qualquer decisão oficial. Didier Deschamps também não o incluiu na lista da seleção francesa para o Mundial. E é precisamente neste contexto que Portugal surge como uma possibilidade e talvez até estratégica.
Kroupi não é apenas mais um jovem talento emergente. É uma das maiores explosões competitivas do futebol europeu nesta temporada. Aos 19 anos, tornou-se o primeiro jovem jogador desde Robbie Fowler, em 1993/94, a atingir os 12 golos na época de estreia na Premier League. Um feito impressionante, sobretudo quando percebemos que há apenas uma temporada jogava na Ligue 2 francesa ao serviço do FC Lorient.
Hoje, o seu nome circula nos departamentos de scouting dos maiores clubes europeus. Barcelona, Manchester City e Arsenal acompanham atentamente a sua evolução. O Bournemouth já deixou claro que não pretende vender e que valores próximos dos 100 milhões de euros poderão nem ser suficientes para abrir negociações.
Mas o mais interessante em Kroupi não são apenas os números. É a forma como interpreta o jogo. Num futebol cada vez mais mecanizado, ele joga com instinto. Não é um ponta-de-lança clássico, nem um 10 puro. É aquilo que muitos treinadores definem como um 9,5: um avançado híbrido, móvel, inteligente e extremamente difícil de controlar entre linhas. Tem agressividade competitiva, capacidade de ligação, leitura espacial e uma naturalidade rara na finalização, tendo em conta a sua idade.
Os números apenas confirmam essa sensação: média de um golo a cada 121 minutos, apenas atrás de Erling Haaland na Premier League, e 20 remates enquadrados em 43 tentativas. Entre os jogadores sub-20 das principais ligas europeias, apenas Lamine Yamal apresenta números ofensivos superiores nesta temporada.
A maturidade competitiva de Kroupi impressiona. Quem trabalhou com ele no Lorient fala de um jogador obcecado pela evolução, sem nunca perder a alegria de jogar. O guarda-redes Yvon Mvogo resumiu-o recentemente de forma perfeita: − Ele diverte-se a jogar. E há coisas que não se aprendem numa escola de futebol.
Talvez seja exatamente isso. Talvez existam jogadores que simplesmente nascem com algo diferente. Filho do antigo avançado marfinense Eli Kroupi, Junior cresceu entre diferentes referências culturais e futebolísticas. Nasceu em França, tem raízes marfinenses pelo pai e ligação portuguesa através da mãe e da avó. E é precisamente aí que entra Portugal.
Seria uma aposta inesperada de Roberto Martínez? Sem dúvida. Mas também seria uma decisão perfeitamente coerente com aquilo que o selecionador tem procurado construir. Martínez valoriza jogadores inteligentes, versáteis e capazes de acrescentar dinâmica coletiva. Kroupi encaixa totalmente nessa lógica moderna: pressiona bem, interpreta espaços com qualidade, liga o jogo ofensivo, tem golo e oferece algo cada vez mais raro no futebol atual: imprevisibilidade.
Portugal tem talento de sobra. Tem experiência, qualidade técnica e referências consolidadas. Mas também precisa de renovação, energia e novas dinâmicas competitivas. E é precisamente aí que um perfil como o de Junior Kroupi pode acrescentar valor para o presente e futuro de Portugal.
Há jogadores que entram numa convocatória para completar o grupo. Outros que entram para mudar o ritmo de uma competição. Junior Kroupi tem o potencial para mudar o ritmo de uma competição e acrescentar um valor claro a Portugal, uma das seis grandes candidatas a vencer o Mundial juntamente com Espanha, França, Argentina, Brasil e Alemanha.
Se Roberto Martínez decidir surpreender, pela positiva, no próximo dia 19 de maio, dificilmente encontrará uma surpresa mais entusiasmante do que Junior Kroupi. E se isso acontecer, Portugal ganha muito mais do que uma promessa. Ganhar uma das próximas grandes figuras do futebol europeu."

Mourinho atira-se à estrutura do Benfica


"Indiretas do técnico das águias no final da época foram bastante... diretas. «Aqui não há parvos», disse. E, como para bom entendedor meia palavra basta: para Mou, Rui Costa está mal acompanhado

José Mourinho nunca dá ponto sem nó. No rescaldo de uma noite de emoções no Estoril, que deveria servir apenas para baixar o pano sobre a Liga 2025/2026, o técnico decidiu levantar o véu sobre o que ferve nos bastidores da Luz.
Oficialmente, Mourinho diz que «há 99% de hipóteses» de ficar, agarrando-se à única proposta formal que tem em mãos: a renovação oferecida pelas águias. Mas o diabo, como sempre, mora no detalhe. E esse detalhe chama-se um por cento.
«Aqui ninguém é parvo», atirou, com o sorriso de quem detém o tabuleiro de xadrez. Ao admitir que Jorge Mendes já dialoga com Florentino Pérez, o ainda treinador do Benfica não está só a confirmar o óbvio; está a enviar um pré-aviso de despejo.
Mas o verdadeiro sismo não reside na iminente viagem para Madrid, mas sim no diagnóstico letal que fez da estrutura encarnada.Mourinho foi cirúrgico na separação de águas. De um lado, «o Benfica do Seixal»: o campus, o centro de estágio, a fábrica de talento e as condições de trabalho que classificou como irrepreensíveis. «O Seixal está preparado para títulos, mas isso não chega», sentenciou.
É aqui que a indireta se torna uma direta no queixo da SAD. Ao elogiar o Seixal para logo de seguida apontar que «isso não chega», Mou aponta o dedo à outra estrutura: a da Luz, a dos gabinetes, a das decisões estratégicas que parecem colidir com a exigência de quem está no relvado.
O técnico fez questão de blindar Rui Costa ao nível da questão da renovação, ou não, de contrato: «Nenhuma crítica ao presidente». Mas, para bom entendedor, o silêncio sobre o resto e sobre quem rodeia o líder é ensurdecedor.
Ou seja, Mourinho está, por exclusão de partes, a colocar sob fogo quem decide e quem gere a SAD. O contraponto é claro: a equipa invisível que cerca o presidente padece de uma anemia de competência que Mou não está disposto a tolerar se decidir, por milagre, gastar os seus 99% na Luz.
A mensagem é um ultimato disfarçado de balanço. Se o Real Madrid chamar, o adeus será o desfecho natural de quem percebeu que, no Benfica atual, a excelência do Seixal morre à porta da burocracia ou da falta de visão da estrutura central.
Mourinho sabe que, para ganhar, não basta ter bons campos; é preciso ter quem saiba navegar as tempestades do mercado e da política desportiva com a mesma acutilância que ele coloca em cada palavra.
No final, fica a sensação de que Mou já partiu, deixando para trás um espelho onde a estrutura da Luz terá, obrigatoriamente, de se olhar."

Esta será sempre a tua casa, Nico 🦅

Obrigado, Capitão 🫡❤️‍🔥

Comunicado


"O Sport Lisboa e Benfica informa que o Capitão Nicolás Otamendi entende ter chegado ao fim o seu ciclo no Clube, depois de seis épocas em que honrou a nossa camisola e a nossa braçadeira até à última gota de suor.
Nicolás Otamendi foi sempre exemplo de paixão, dedicação, competência, liderança e profissionalismo, contribuindo de forma decisiva para a conquista de um Campeonato, uma Taça da Liga e duas Supertaças.
Para lá dos troféus, tocou e encheu de orgulho e gratidão o coração dos Benfiquistas, pelo que fará para sempre parte da nossa família e esta será sempre a sua casa. O Sport Lisboa e Benfica deseja-lhe todas as felicidades para o futuro.
Obrigado, Capitão!"

Benfica FM: Rugby Campeões...

Bombeiro Sebastião !!!

Boxe?!

19.º Encontro Nacional das Benfica Escolas de Futebol 🎥 ⚽

BF: Acabou...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Observador: E o Campeão é... - Invicta abençoada, Sporting menos mal e Benfica correu pouco

Época concluída com vitória


"O Benfica ganhou, por 1-3, na visita ao Estoril na última jornada da Liga Betclic, terminando a prova na 3.ª posição, num dia em que celebrou três títulos nacionais, um deles – râguebi masculino – passados 25 anos da conquista anterior. Ainda o anúncio oficial da saída de Otamendi. Estes são os destaques na BNews.

1. Obrigado, Otamendi
Otamendi, capitão de equipa, está de saída do Benfica após 6 temporadas de águia ao peito.

2. Mereciam mais
José Mourinho deixa uma palavra de alento ao plantel e a quem trabalha no Benfica Campus: "Tenho um orgulho tremendo neste balneário, no Benfica do Seixal, no grupo de jogadores, no grupo de pessoas que ali trabalham à volta da equipa. Só há coisas boas. Há organização, há disciplina, há empatia, há amizade, há alegria de trabalhar juntos, há dignidade, há respeito pelo Benfica. O 3.º lugar nem de perto nem de longe reflete o trabalho que ali foi feito."

3. Homem do jogo
Eleito Man of the Match, Richard Ríos deixa uma palavra aos benfiquistas: "Agradeço muito o apoio que os adeptos nos deram sempre, nunca abandonaram o Clube, independentemente de onde jogássemos, e acho que é difícil encontrar isso noutro clube."

4. Campeão 25 anos depois
O Benfica é campeão nacional de râguebi pela 10.ª vez! Na última jornada da fase de apuramento do campeão, a jogar com menos um jogadorainda desde a 1.ª parte, foi derrotado pelo Cascais, por 28-14, não permitindo o ponto de bónus ao adversário. Na mensagem de felicitações, o Presidente do Sport Lisboa e Benfica, Rui Costa, salienta que o Benfica "volta a levantar o título nacional, recuperando o prestígio que a centenária modalidade do Clube merece".

5. Heptacampeãs 
A equipa feminina de polo aquático do Benfica venceu, por 7-8, na piscina do Fluvial Portuense e revalidou o título nacional. Em mensagem dirigida ao grupo de trabalho, Rui Costa enaltece os "sete títulos consecutivos que refletem a qualidade, a dedicação, o espírito de equipa e a ambição de um grupo que continua a elevar o nome do Benfica e a afirmar a força do desporto feminino no Clube".

6. Tricampeãs
A equipa feminina de râguebi do Benfica ganhou o Circuito Nacional de sevens pela 3.ª época seguida.

7. Lutar pela dobradinha
Hoje, às 17h15, no Estádio Nacional, Benfica e FC Porto disputam a final da Taça de Portugal de futebol no feminino.

8. Troféu entregue
As já Pentacampeãs Nacionais de andebol venceram o ABC, por 37-18, e receberam a taça.

9. Outros resultados
No futebol de formação, os Sub-23 empataram 0-0 com o Santa Clara, nos Açores, na 1.ª mão das meias-finais da Taça Revelação. Os Juniores sofreram um desaire em Famalicão (2-1) e terminaram o Campeonato na 2.ª posição. Nesta manhã, os Juvenis visitaram o Sporting e venceram, por 0-1. No hóquei em patins, a equipa masculina ganhou, por 10-1, à Sanjoanense e a equipa feminina triunfou no rinque do HC Maia, por 1-9.

10. Taça do Mundo de Brandemburgo
Acompanhe o desempenho dos canoístas do Benfica.

11. 19.ª edição
Realiza-se, no Estádio da Luz, a 19.ª edição do Encontro Nacional das Benfica Escolas de Futebol. Participam 7275 alunos de 46 escolas.

12. Casa Benfica Abrantes
Esta embaixada do benfiquismo celebrou o 32.º aniversário."

Benfica FM: Golo...

VITÓRIA A FECHAR UMA ÉPOCA QUE DÁ MUITO QUE PENSAR


"Estoril 1 - 3 BENFICA

Últimos apontamentos.
> começar a marcar é bom. Entrámos bem, aos 7 minutos estávamos na frente. Bom golo. O apitador Miguel Nogueira, entretanto, ia marcando tudo contra nós. Foi assim toda primeira parte. E na segunda com mais uma série de decisões ao arrepio da verdade e do bom senso. Foi um bom exemplo de tudo aquilo a que assistimos ao longo da época na maior parte dos nossos jogos.
> segundo golo como o primeiro, bola oportunamente empurrada ao segundo poste. E como o primeiro a coroar superioridade inquestionável. E logo depois o terceiro. Três-zero aos 15 minutos, jogo resolvido, mas ficámos a dever a nós próprios não ter ampliado mais o marcador na primeira parte e na segunda.
> se o Pavlidis estivesse em alta, a vitória de hoje teria sido mais expressiva. Acabou a época como começou a anterior: sem espontaneidade no remate, a perder bolas fáceis, sem confiança, pese embora toda a atitude e entrega. Não foi o único, diga-se, a falhar golos hoje.
> Aursnes muito justamente tributado quando saiu aos 78 minutos. É enorme, com mais destes... Schjelderup também muito aplaudido um pouco depois, foi o nosso motor na segunda parte da época, foi quem mais se valorizou esta época. Que esteja connosco no início da próxima.
> este jogo devia ter acabado praí 7-2.
> foi bom ver o Pizzi fechar a carreira (como capitão) contra o Glorioso. E teve bonita homenagem com aplausos dos nossos ao minuto 21. E depois quando saiu: a gratidão é coisa nobre, muito nobre.
> o que mais me custou esta época, mais até do que muitos pontos inútil e infantilmente perdidos, foi sentir o clube pequeno, sem capacidade para responder à altura às roubalheiras a que fomos assistindo. É humilhante sermos continuadamente "pisados na cabeça" e não mostrarmos que com o Benfica não se brinca.
> alguma, ou muita coisa, está errada quando somos quem mais investe, quem tem a folha salarial mais elevada também, e estamos há três épocas seguidas sem ganhar o campeonato. Esta época, pior, porque vamos com o terceiro lugar recambiados para a Liga Europa. Autocrítica precisa-se!!! Medidas precisam-se!!!
ATÉ PARA O ANO. VIVA O BENFICA!!!"

Meio milagre não bastou porque o outro meio não chegou


"Benfica fez o que lhe competia na jornada 34, com três golos antes dos 20 minutos. Mas como as notícias de Alvalade não eram as esperadas pelos benfiquistas, ficou uma Liga sem derrotas

Se era preciso um milagre para chegar ao segundo lugar, como José Mourinho foi repetindo quase até à exaustão, cedo o Benfica começou a fazer a sua parte. Grande pressão sobre os médios e defesas do Estoril, quase sufocante até, impedindo-os de ter bola e de sair de perto da área de Robles. Logo aos 40 segundos (!), as águias mostraram que queriam resolver bem rápido a sua metade do milagre: canto de Prestianni e Bah, de cabeça, a desviar rente ao poste esquerdo.
O Estoril não respirava. Limitava-se a tentar sobreviver. O Benfica, com Prestianni e Schjelderup endiabrados nas alas, ia anunciando o golo. E, aos 7 minutos, Prestianni metamorfoseou-se em Richard Ríos e abriu, longuíssimo, da esquerda para a direita, onde estava Schjelderup. O norueguês da primeira metade da época teria perdido a bola na luta com Ricard Sánchez, mas quem recebeu a bola foi o norueguês da segunda metade, que arrancou, mudou da terceira velocidade para a quinta em menos de um piscar de olhos, cruzando bem rasteiro para a pequena área, onde surgiu Ríos, metamorfoseado no Pavlidis da primeira metade da época, que encostou e fez golo.
Demorou sete minutos o primeiro golo e até poderia ter demorado bem menos, tal a avalancha atacante do Benfica. Logo de seguida, Prestianni fura, como se fosse uma broca, médios e defesas estorilistas, fica na cara de Robles, mas permite que o guarda-redes espanhol desvie pela linha de fundo.
Não havia pausas, não havia quebras, não havia Estoril. Havia apenas Benfica e uma velocidade estonteante, dribles e fantasia, misturados com uma tremenda pressão encarnada. E, entre os 15’ e os 16’, dois golos: Bah e Rafa, 3-0 antes dos 20 minutos. Algo que o Benfica não conseguia há já muito tempo.
O ritmo, então, abrandou. Talvez na sequência de o Sporting ter marcado um minuto antes do golo de Rafa e, assim, o Benfica ter voltado ao 3.º lugar da Liga, de onde saíra entre os minutos 7' (golo de Ríos) e 15’ (1-0 do Sporting).
Só pouco depois da meia hora o Estoril voltou a respirar sem taquicardias. Begraoui entra pela direita e remata, à entrada da área, após Pizzi ter recuperado a bola e lançado o marroquino. O remate deste, porém, foi relativamente frágil e Trubin defendeu sem dificuldade. Até ao intervalo, o Benfica viveu dos rendimentos de três golos e descansou. Meio milagre estava consumado, com classe, mas de Alvalade vinham más notícias: 2-0 para o Sporting.
O segundo tempo começou quase como começara o primeiro: com o Benfica perto do golo. Rafa, logo aos 46’, esteve perto do quarto do Benfica e do seu segundo. Porém, durou pouco, pois o Estoril, mais descontraído e menos pressionado, começou a ter mais bola e a andar mais perto da área de Trubin, ficando o jogo muito mais dividido.
Pedro Amaral (51’) ameaçou, Schjelderup fez o mesmo (54’), mas foi Prestianni (57’) quem mais perto andou do golo, rematando rente ao poste direito de Robles. Até que, aos 59’, surge o momento emocionante do jogo, com Pizzi a deixar o relvado no último jogo da carreira, com os jogadores de ambas as equipas a fazerem uma guarda de honra. Luís Miguel Afonso Fernandes, 36 anos, bem mereceu a homenagem.
Até ao final, enquanto os benfiquistas esperavam boas notícias de Alvalade (que nunca chegariam), o jogo ficou ainda mais partido, sobretudo a partir do momento em que Ian Cathro e José Mourinho começaram a mexer nos onzes: Lacximicant por Peixinho; Prestianni e Rafa por Lukebakio e Leandro Barreiro.
Foram mesmo dois dos que entraram que estiveram perto de marcar: Peixinho (71’ e 73’) e Lukebakio (72’, 74’ e 82’). E Peixinho, aos 90+1’, ainda reduziria para 1-3, com um grande golo, num remate de pé esquerdo, à entrada da área. O Estoril dos primeiros 15 minutos não merecia o golo, mas o da segunda parte mereceu-o.
O apito final de Miguel Correia ditaria o 3.º lugar do Benfica e o 10.º para o Estoril. Os encarnados terminam a Liga sem derrotas, sim; com muitos empates, sim; sem os muitos milhões da Liga dos Campeões, igualmente sim."

Com este Ríos (e 15' assim em mais jogos) talvez para o ano dê


"Melhor versão do colombiano ajudou a resolver o jogo ainda na 1.ª parte. Entrada de rompante também com dedo de Schjelderup e Prestianni. Pavlidis em noite de desacerto no adeus de Otamendi

Melhor em campo: Richard Ríos (7)
O internacional colombiano terminou a época no nosso País com o pé direito. A exibição na Amoreira deixou sinal de esperança em relação ao futuro individual do médio na Luz, porque se apresentou no Estoril em versão 'gourmet' e tem tudo para assim continuar. Assinou exibição musculada e autoritária, sobretudo nos primeiros 45', em que tomou conta do meio-campo e varreu os canarinhos do primeiro terço da águia, fazendo sinal STOP a muitas jogadas. Iniciou e concluiu o lance do 1-0, aos 7', esteve perto do 4-0 num remate frontal aos 27' e, depois, aos 85', num chapéu sobre Robles que Boma evitou que fosse golo. Este Richard Ríos que desaguou na Linha promete muito mais para a próxima época. Com esta versão de Ríos, e repetindo a equipa mais vezes os primeiros 15' de ontem, o sucesso ficará sempre mais perto.

Trubin (5) — Esteve a segundos de despedir-se de 2025/26 com uma clean sheet, mas nem com asas parava o remate de Peixinho que valeu o golo de honra do Estoril aos 90+1'. Isto num jogo em que praticamente não teve defesas para fazer. Só aos 33' foi chamado à primeira, detendo com facilidade remate frontal de Begraoui. Depois limitou-se a ver as bolas rondarem a área, mas sem passar por calafrios, até que Peixinho soltou o génio...

Bah (6) — Boa exibição no regresso à titularidade. Não tem a vertigem vertical de Dedic, mas visou a baliza de Robles logo aos 41 segundos e fez o 2-0 aos 15', emendando desvio de Tomás Araújo ao primeiro poste após canto de Prestianni. Não teve grande trabalho defensivo, controlando as subidas de Gonçalo Costa e companhia.

Tomás Araújo (5) — Não esteve nos melhores dias no capítulo do passe, mas controlou a sua zona de jurisdição. Desviou a bola para Bah no lance do 2-0. Pecou na pressão sobre Peixinho no lance em que o Estoril reduziu a desvantagem.

Otamendi (6) — Fez a despedida do Benfica. No jogo 281 de águia ao peito teve trabalho com o poderio físico de Lacximicant e foi resolvendo os poucos apuros provocados pelo Estoril.

Dahl (5) — Menos vertical que noutros jogos, ficou atento às incursões de Begraoui e evitou que o Estoril marcasse aos 60' com alívio na hora H.

Aursnes (6) — Ajudou (e muito) a conter as investidas do Estoril no primeiro tempo, oferecendo ascendente nas operações no miolo que ajudou a explicar os 15 minutos à Benfica que cedo resolveram o jogo. Manteve a toada após o intervalo, mas com mais trabalho perante Estoril mais determinado.

Prestianni (7) — Ajudou muito a que os primeiros 15' (16', vá...) fossem à Benfica e deixou marca nos lances dos três primeiros golos: no 1-0 fez boa viragem de flanco para Schjelderup cruzar; marcou o canto que deu o 2-0; e deixou a bola com Rafa para este resolver em posição frontal e fazer o 3-0. Na retina ficou ainda grande slalom aos 10', a tirar defesas do caminho e a ver o golo negado por Robles. Voltou a tentar aos 57', num remate rasteiro a passe de Rafa.

Rafa (6) — Chegou à Amoreira à esquina do golo 100 pelo Benfica e conseguiu-o aos 16', com remate de pé esquerdo após bom gesto técnico a esconder a bola do opositor. Esteve perto de bisar, de cabeça, logo no início da 2.ª parte, obrigando Robles a boa defesa.

Schjelderup (7) — Deixou o flanco direito da defesa do Estoril em brasa desde cedo, fazendo a cabeça em água a Ricard Sánchez. Grande cruzamento para Ríos no 1-0, disparo fortíssimo aos 12' e várias tentativas para furar o desenho ofensivo dos canarinhos.

Pavlidis (4) — Jogo frustrante.Voltou à titularidade, mas quase nada lhe correu de feição. Sobretudo nos primeiros 45', em que fez mais lembrar o Pavlidis acabado de chegar, pouco rotinado e pouco esclarecido, quase um corpo estranho lá na frente, por vezes trapalhão. Teve chance aos 77', num cabeceamento frontal, mas não marcou e ainda foi apanhado em fora de jogo.

Leandro Barreiro (5) — Rendeu Rafa e ajudou a manter a pressão ofensiva atrás de Pavlidis.

Lukebakio (5) — Teve três tentativas: obrigou Robles a boa defesa aos 72', ameaçou com remate a rasar aos 74', e desperdiçou aos 82', quando podia ter dado a Schjelderup, em melhor posição.

Dedic (5) — Manteve o corredor direito ativo nos últimos 15'.

Manu (-) — Colecionou alguns minutos num final de época discreto e com pouca utilização.

Bruma (-) — Entrou para os últimos minutos no provável adeus ao Benfica."

Terceiro Anel: React - Rescaldo - Estoril - Mourinho

Observador: Relatório do Jogo - Estoril...

Terceiro Anel: Estoril...

BI: Rescaldo - Estoril...

Terceiro Anel: Live - Estoril...

5 Minutos: Live - Estoril...