JÁ NEM HÁ VERGONHA! pic.twitter.com/KGzPFlUpVq
— SL Benfica (@SLBenfica) April 3, 2026
sábado, 4 de abril de 2026
Qual vergonha?! Nem sequer conhecem o conceito !!!
Rapidinha...
Fundação...
🦅 8 jogadores de elite, duas claques ao rubro e um desafio solidário: consignar 1% do IRS… com os pés.
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Quem vencerá o IRS Challenge? 👀
Acompanha os jogos e apoia a #FundaçãoBenfica, sem custos, colocando o NIF 509 259 740 no quadro 11 do IRS. pic.twitter.com/4iYOcjExdN
Seleção: de jeans e ténis no Azteca
"Portugal não levou o seu melhor futebol a México e Estados Unidos. Algumas ideias que ficam dos dois jogos da Seleção, e o que parece ainda por decidir e eventualmente resolver
Sem Ronaldo, Rúben, Bernardo e Leão, não foi um Portugal trajado de gala aquele pisou o palco do Golo do Século do barrilete cósmico e o magistral punchline de Carlos Alberto, com vernáculo e gestos a apontar para os céus, a pontuar a melhor sentença coletiva da história. Enquanto esses gritos ecoavam, e assim o será para sempre, no betão retocado do Azteca, via-se em campo uma Seleção cinzenta, ainda que tapada por uns trapos vermelhos que a tantos quilómetros se viam desbotados após uma primeira lavagem. Daí para Atlanta, onde pelo contrário nunca foi erguido qualquer altar aos deuses, resultado e exibição melhoraram um pouco.
Havia curiosidade de perceber se alguns jogadores se chegariam à frente, e talvez aí tenha Trincão ficado a apontar para o golo que marcou. A definição do jogador do Sporting ficou patente, falta-lhe contudo o tricotar do extremo que vai chegar ao Mundial já sem contrato com o Manchester City e provavelmente com outro patrão. Terá o leão ganhado o lugar? Arrisco que não, porque na projeção daquilo que Portugal quer ser com o espanhol ao leme, assumindo bola e controlo do jogo, não restam grandes dúvidas de que Bernardo faz parte do plano.
Pior estiveram Ramos, a atravessar mau momento em termos de confiança, e um desastrado e emocionalmente frágil — imagem que teima em não conseguir diluir, sobretudo quando a exigência cresce — Inácio. Razão esta suficiente para Tomás Araújo reivindicar mais atenção, precisando de ter aí a cumplicidade de Mourinho a sustentar a sua afirmação primeiro na Luz e, consequentemente, na Cidade do Futebol.
Numa das muitas conversas que temos, e com quem espero não estar aqui a cometer inconfidências, eu e o Nuno Travassos tirámos conclusões semelhantes. Se João Neves é a melhor companhia para Vitinha e Vitinha é a reserva de clarividência e criatividade da equipa, há questões identificadas no que diz respeito ao terceiro elemento. Bruno Fernandes é absolutamente imprescindível, mas a química com aqueles dois terços do meio-campo campeão europeu não é a melhor.
A linguagem é diferente. Vitinha e João Neves querem escolher o momento certo e o Manchester United pretende acelerar à primeira. Definir. Está completamente viciado nesse momento sempre que se veste de Manchester United e não há nada de mal nisso, apenas precisa de enquadramento diferente. A própria forma de Cristiano Ronaldo abordar os ataques mais associativos, quando de forma errática e quase sempre estéril deixa a companhia dos centrais para se chegar à linha, irá também implorar que Bruno Fernandes ocupe o seu lugar. Logo, talvez até faça mais sentido se se aproximar da área. Uma ideia que cruza com o posicionamento de Bernardo, a cada dia mais médio e menos avançado.
Por que razão não colocar Bernardo mais perto da construção, a dividir despesas e a combinar com Vitinha e João Neves, e Bruno Fernandes a abrir o corredor direito para as sobreposições de Cancelo ou Dalot? Em tese, surgiria melhor química na fase de criação, com os três a falar na mesma língua. E teríamos maior presença no momento da decisão por quem define muito bem, como Bruno Fernandes. Que fez mais duas assistências, assinale-se. Talvez noutros tempos, um Bruno mais paciente, que não sentisse a cada momento que tem de carregar a equipa às costas, fosse possível. Não o é.
Paralelamente, a experiência de Samú terá sido isso, uma forma de perceber da prontidão do médio do Maiorca para assumir a posição 6 no grupo, não necessariamente no 11.
À frente, resta uma vaga. Martínez gosta muito de Pedro Neto. E é verdade que o extremo do Chelsea teve no passado vários azares que o afastaram das fases finais. Só que, neste momento, não é certo que seja ele a partir na frente. Estará no grupo se tudo correr bem fisicamente, mas há um novo João Félix, motivado e sem ter deixado evaporar uma pinga de talento nos desertos da Arábia Saudita — que paradoxalmente lhe devolveu algo minimamente parecido com um rumo —, disposto a baralhar as contas. O 10 conseguiu evitar as miragens e descobrir-se a si próprio em todo o espaço à sua volta.
Entretanto, Rafael Leão, pela época que está a fazer e até pelo deslocamento para o corredor central no Milan, poderá vir a ser um grande ponto de interrogação até ao verão.
Serão eventualmente as hesitações do selecionador, o desejo de não se expor tanto ou a gestão do momento ou da condição física de alguns elementos que o farão decidir-se por Rúben Neves (6-quarterback para aproveitar espaço nas costas da defesa e variações de centro de jogo), Samú Costa/João Palhinha (6 posicional, com forte incidência na recuperação da bola), Gonçalo Guedes (avançado de transição e ataque rápido que brilha no espaço) ou Francisco Conceição (extremo de 1x1).
Paulinho, a rábula das últimas semanas, terá surgido em cena para apenas expor o racional divulgado por Martínez. Nunca teve perfil semelhante a Ronaldo e Gonçalo Ramos, e rapidamente passou de ponta de lança esquecido (como nós dizíamos nos baldios onde jogávamos) a opção com minutos nos dois jogos. Um episódio perfeitamente evitável.
Do mítico Azteca e de Atlanta não chegaram novidades sobre a evolução da maior lacuna da equipa nacional: como transformar os níveis de retenção da posse de bola que a equipa atinge com um ataque posicional efetivo, capaz de ultrapassar blocos baixos. Diante dos mexicanos, Portugal criou muito pouco e, perante os norte-americanos, desequilibrou a partida após uma recuperação de bola a meio-campo e um ataque rápido. Consolidou o triunfo, no segundo tempo, através da bola parada.
É verdade que Vitinha tem e terá papel importante nesse momento, mas é daqueles problemas que só se resolvem de forma coletiva, e talvez até com mais nomes. Mateus Fernandes é uma boa ideia que só necessita de trilhar um pouco de caminho. Tal como Pote e Horta. Pedro Gonçalves ficará à espera do tamanho e estado certos da relva, embora tal como o avançado do SC Braga, e pela forma como leem o espaço, não esteja a ser valorizado o suficiente nesse contexto que nos perseguiu em alguns momentos do apuramento. Fará sentido abdicar deles quando o que entregam é pelo menos parte do que procuramos? Na verdade, Martínez até agora e desde os tempos da Bélgica, e com outros jogadores, nunca encontrou a solução. Será que é desta? A contagem decrescente começou há muito é cada vez mais sonora. A resposta poderá significar uma despedida em glória. Para o selecionador. E para Ronaldo."
Algarve, Varandas e AVB: dois tipos de pressão
"Do fórum da Associação Nacional de Treinadores de Futebol ao gabinete da ministra do Desporto, onde apareceram engravatados e solenes Varandas e Villas-Boas.
Enquanto o país desportivo se ia distrair com visitas ao Governo e ao Parlamento, o Algarve serviu de refúgio para a essência do jogo. Ali, no fórum da ANTF, discutiu-se, entre outras coisas, a metamorfose do treinador, que passou de mestre da tática a gestor de ativos financeiros sob pressão constante. A mudança de paradigma na propriedade dos clubes dominou a intervenção de Nuno Espírito Santo, por exemplo. Mas podia ser aplicada a vários outros treinadores, inclusive alguns da nossa Liga.
A «ditadura dos investidores» trouxe um novo e espinhoso dilema: escolher um 11 por valor de mercado. Como gerir a relação com um proprietário que questiona se o jogador Y, que pode ter uma proposta de saída, vai jogar, quando o treinador já escolheu, e sabe, que o X é o indicado para começar frente ao próximo adversário. Isto pode levar a uma espécie de erosão da autoridade técnica e se a derrota chega ninguém vai perguntar ao dono se ele se sente responsável. Pior do que isso, provavelmente nem se importa, desde que aquele ativo afinal tenha rendido bem e o negócio se faça. O treinador moderno não luta apenas contra o adversário; luta contra a folha de Excel do dono do clube..
A ciência também reclamou o seu espaço. A introdução de dados analíticos no treino já não é uma tendência, mas uma linguagem obrigatória e que cada vez mais dá ferramentas ao treinador para ter mais e melhor informação.
Mas o melhor, na minha opinião, ficou mesmo para o fim. Num bom momento de partilha entre homens com a mesma função, Paulo Fonseca revelou as suas inquietações sobre a evolução das pressões homem a homem. Destacou o FC Porto de Farioli como equipa que muda entre a «perseguição» individual e o rigor da defesa zonal com uma fluidez que desafia qualquer preparação prévia.
Rui Borges também contribuiu com o exemplo prático do que foi todo o ciclo Bodo Glimt, fora e casa, e depois Alverca. Seria ótimo perceber também ao pormenor a diferença de preparação que o Sporting teve, por exemplo, para o Benfica (joga apenas segunda-feira) neste pós-seleções.
Depois de tudo isto, não deixou de ser «enternecedor» ver Frederico Varandas e André Villas-Boas, engravatados e solenes, de visita ao gabinete da Ministra do Desporto para discutir o ‘estado a que chegámos’. Ou que eles chegaram. Nesta semana, debateram-se dois tipos de pressão. Homem a homem e a política. Para a primeira, há quem já esteja a pensar como solucioná-la. Para a segunda, duvido que tenha solução possível, ou que até haja vontade para isso."
Imaginemos copiar a parte boa dos italianos
"Itália tem problemas de fundo que impedem a evolução do futebolista nacional, mas continua com um campeonato forte. Fundamentalmente porque tem adeptos fiéis
Itália vive um psicodrama: se há país cuja paixão pelo futebol é proporcional ao orgulho nos feitos do passado é este fantástico povo e belo território, cuja ausência deixa mais pobre qualquer competição, ainda mais tratando-se um Mundial. São três vezes seguidas a ver navios.
Para quem gosta de analisar causas, a falência do calcio é um rico material de estudo. Porque é o exemplo de como o atavismo ou uma certa prepotência na persistência de ideias ultrapassadas podem levar à derrocada. Há dois motivos estruturais para o falhanço de uma inteira geração de jogadores italianos: um modelo de formação que trava a evolução dos futebolistas quando saem dos juniores e infraestruturas arcaicas que não permitem escalar receitas proporcionais à dimensão do país e da sua economia.
Já visitei muitos estádios em Itália e fiquei surpreendido pelas deficientes condições que a maioria oferece para os padrões modernos, como se o país futebolístico tivesse parado no Mundial-1990. Atualmente, o Juventus Stadium é o único que preenche os requisitos de elite exigidos pela UEFA, ainda assim nenhum dos palcos dos três grandes portugueses fica atrás no conforto, estética ou acessibilidades.
Mas depois há o outro lado: a Serie A continua no top 5 das ligas europeias e sem dar sinais de quebra. Há duas razões fundamentais: a primeira, de ordem financeira; a segunda, e talvez a mais importante, de dimensão social.
Quase metade dos 20 clubes do campeonato (Juventus, Inter, Milan, Roma, Atalanta, Como, Nápoles, Fiorentina e Bolonha) são detidos por multinacionais, seja na tradição dos poderosos grupos familiares ou através de fundos de investimento; e todos os estádios, sem exceção, têm taxas de ocupação elevadas (média de 82 por cento). Ao contrário do que acontece em Portugal (55 por cento), estas médias não são calculadas com base em três ou quatro visitas dos colossos, antes em venda de lugares anuais (os abonnati). Damos o exemplo do Lecce: 19.000 cadeiras vendidas para um recinto com capacidade para 25 mil lugares. Cada clube tem vida própria, portanto.
E a que preços, já agora? Em termos nominais são mais elevados que em Portugal, porém mais baratos se compararmos com o salário médio, já que um italiano gasta 5,4% do seu ordenado pelo preço médio de um bilhete, enquanto um português despende 7 por cento.
Em comparação, Portugal tem modelos de formação superiores, infraestruturas melhores, mas falta gente nos estádios. Imaginemos que daríamos esse salto e até que ponto não se podia ambicionar com algo bem maior. Seleção e talento temos a rodos, falta o resto.
ELEVADOR DA BOLA
A subir
Bruno Fernandes, jogador da Seleção Nacional
Na ausência de Cristiano Ronaldo, é ele a grande figura da Seleção. Num relvado péssimo, mostrou, nos States, que está em grande forma. Mesmo que estivesse envolvido numa Champions ou Liga Europa, a dedicação seria a mesma. Um craque de cabeça aos pés.
Estagnado
Roberto Martínez, selecionador nacional
Voltou a deixar pontas soltas na forma como geriu a comunicação acerca da utilização de jogadores, exemplo de Paulinho ou agora de Pedro Gonçalves. Decidir é tomar medidas que não são consensuais, embora legítimas.
A descer
Frederico Varandas/André Villas-Boas, presidentes de Sporting e FC Porto
Discutir quem começou primeiro ou quem tem mais razão nesta guerra entre clubes pode levar à esquizofrenia. É tempo de os senadores (se é que ainda os há) aparecerem e lembrarem os seus presidentes de que eles não se representam apenas a si"
Avençados...
Há 1 ano saltava a tampa el pleno directo ao Pipa. Este ano já não importam os descansos do Diogo Costa ou Pote. Há muita gente nas televisões que não suporta ver o Benfica campeão. pic.twitter.com/czriCTfVz2
— Capitao Supositorio (@Capitao23_) April 3, 2026
Muitos jogos para ganhar
"O destaque nesta edição da BNews é a participação de dois jogadores do Benfica numa sessão de autógrafos, na qual Dahl expressa o foco em vencer os jogos por disputar.
1. Lutar até ao fim
Dahl e Ivanovic acarinhados por muitos Benfiquistas em sessão de autógrafos. Em declarações à comunicação social, o lateral partilha a abordagem do plantel às jornadas que restam do Campeonato: "Temos 7 jogos para disputar e são 7 finais muito importantes, por isso vamos lutar até que seja matematicamente impossível."
2. Contrato renovado
Banjaqui renova o contrato que o liga ao Benfica até 2031.
3. Foco no Casa Pia
O grupo de trabalho às ordens de José Mourinho prepara o próximo embate, agendado para segunda-feira, às 20h45, em Rio Maior.
4. Contributos internacionais
O desempenho dos jogadores do plantel profissional de futebol e de formação ao serviço das seleções.
5. Apontar ao hexa
Nycole Raysla, em declarações à BTV após visita à Benfica FM, só pensa na revalidação do título nacional: "Continuamos a trabalhar constantemente em prol do objetivo maior."
6. Últimos resultados
O Benfica obteve vitórias pelas suas equipas masculinas de andebol (35-34 ante o Póvoa AC nos quartos de final da Taça de Portugal) e futsal (1-5 na visita ao Caxinas a contar para o Campeonato).
7. Jogos do dia
Hoje há dois jogos na Luz: às 15h00, a equipa feminina de andebol encontra-se com a Academia São Pedro do Sul nos quartos de final da Taça de Portugal; às 19h00, a equipa masculina de voleibol recebe o Leixões no jogo 1 das meias-finais dos play-offs do Campeonato Nacional.
A equipa feminina de futsal joga às 17h00 no reduto da Novasemente, naquela que é a primeira partida dos quartos de final dos play-offs da Liga Placard.
No Estádio Universitário de Lisboa, às 15h00, o Benfica recebe o Cascais em râguebi.
8. Agenda do fim de semana
No sábado há Benfica-Sporting em juniores (11h00), Benfica-Rio Ave em juvenis (12h00) e Benfica-FC Porto em iniciados (16h00) no Benfica Campus. Em basquetebol, a equipa masculina de basquetebol visita o Galitos (15h00) e a feminina atua no pavilhão do Esgueira (21h00). A equipa feminina de voleibol tem embate na casa do FC Porto (17h00).
No domingo, a equipa feminina de futebol recebe o Torreense às 16h00. A equipa masculina de futsal visita o SCU Torreense (14h00).
9. Protagonista
Agate Sousa, campeã do mundo do salto em comprimento em pista curta, é a entrevistada da semana.
10. Entrevista
A basquetebolista do Benfica, Schaquilla Nunn, fala sobre a recente conquista da Taça de Portugal e do que se pode esperar da equipa feminina de basquetebol do Benfica nos play-offs do Campeonato.
11. Taça das Nações
Acompanhe o desempenho de 9 hoquistas do Benfica na competição ao serviço de várias seleções.
12. História agora
Veja a rubrica habitual das manhãs de quinta-feira na BTV.
13. Apoie a Fundação Benfica
Sem custos, pode ajudar a Fundação Benfica a ajudar quem mais precisa. É só colocar o NIF 509 259 740 na declaração anual de IRS."
Assédio sexual
"No seguimento do nosso artigo da semana passada, referente a alterações regulamentares no seio da Federação Portuguesa de Futebol, e dentro do mesmo enquadramento normativo, tendo presente a evolução das exigências em matéria de integridade e proteção dos agentes desportivos, foram igualmente aprovadas propostas de alteração ao regime disciplinar relativas ao assédio sexual, a vigorar na próxima época desportiva.
Estas alterações incidem sobre o reforço do quadro sancionatório aplicável a condutas de natureza sexual indesejada, com o objetivo de promover um ambiente desportivo mais seguro, respeitador e livre de qualquer forma de intimidação ou abuso.
Em concreto, prevê-se o agravamento das sanções aplicáveis a dirigentes, treinadores ou outros agentes desportivos que adotem comportamentos de assédio sexual, seja sob a forma verbal, não verbal ou física, aumentando-se a moldura disciplinar, de modo a refletir a gravidade destas condutas e o seu impacto na dignidade das vítimas.
Do mesmo modo, são objeto de agravamento as sanções aplicáveis a situações de constrangimento à prática de atos de natureza sexual contra a vontade da vítima, reforçando-se a resposta disciplinar em linha com a política de tolerância zero para este tipo de infrações.
Adicionalmente, é introduzido um maior grau de responsabilização de todos aqueles que, tendo conhecimento de comportamentos suscetíveis de configurar assédio sexual, não atuem de forma adequada à sua prevenção ou repressão, sendo agravadas as consequências disciplinares associadas a atitudes passivas.
Com estas medidas, pretende-se não apenas sancionar de forma mais severa as condutas ilícitas, mas também afirmar um compromisso inequívoco com a proteção da integridade física e moral de todos os intervenientes no fenómeno desportivo, reforçando os mecanismos de prevenção e dissuasão deste tipo de comportamentos."






