"Abrimos o site da FPF e vemos
invariavelmente Pedro Proença. Ligamos o Canal 11 e lá está
Pedro Proença em todos os
espaços de emissão entre programas e jogos. Começo a
temer que as Selecções passem a usar a foto de Proença,
em vez das tradicionais Quinas
– como nos aventais do restaurante do Barbas.
Lembremos que este era o
homem que vinha para pacificar o futebol. E que há poucos
meses dizia, perante a estupefação geral, que o futebol português vivia um momento de
união.
O certo é que, apesar de toda a
cosmética e culto de personalidade tipo norte-coreano, se
olharmos sobretudo para a
arbitragem, as coisas andaram
muitos anos para trás.
Desde que existe VAR, não
tenho memória de 12 meses
tão negros na arbitragem portuguesa. O jogo de Arouca foi
apenas mais um exemplo de
uma actuação desastrada e
tendenciosa de árbitro e vídeo-árbitro.
Em jornadas sucessivas, lances
faltosos dentro da área dos
adversários do Benfica nem
sequer são revistos. Pelo contrário, ao arrepio dos protocolos,
qualquer picadela de mosquito
na área benfiquista é escrutinada até se encontrar a borbulha
que fundamente o castigo máximo. A gestão disciplinar dos
jogos é, digamos, criativa. E com
os rivais vai sucedendo o inverso. Em Arouca, o próprio árbitro
agarrou e empurrou Dahl com
modos que não me recordo de
ver em nenhum país do mundo.
E a forma despótica como tirou
António Silva da próxima jornada deixa poucas dúvidas sobre o
estado de espírito com que certos juízes entram hoje em
campo.
Muitos benfiquistas queixam-
-se do apoio do Clube a este
elenco federativo. Mas, além de
ser injusto inverter o ónus da
culpa (como a rapariga violada
porque estava de minissaia), a
verdade é que, mesmo sem o
suporte do Benfica, eles estariam lá. Porventura ainda com
menos vergonha do que a
pouca que já demonstram."
Luís Fialho, in A Bola

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