quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Visões...


"A deslocação a Braga resultou num jogo difícil, frente a uma boa equipa, bem orientada, que joga bom futebol e tem bons jogadores, com Horta e Zalazar à cabeça. Durante a primeira parte, o Benfica tentou contrariar tudo isto com sentido posicional, organização defensiva e aproveitamento dos lances de bola parada. Conseguiu-o fazer durante meia hora, ganhando vantagem no marcador e enervando o adversário que, após sofrer um golo contra a corrente do jogo, dava sinais de alguma ansiedade, quando, o pecado do costume, erros evitáveis, "deram a volta" ao marcador. Na segunda parte, foi um grande Benfica aquele que se viu em Braga, encostando o adversário à sua área, impedindo qualquer oportunidade e marcando o golo da reviravolta que o VAR deixou anular, apesar de nas repetições ser visível que o jogador do Braga "fez-se a falta".
Seria interessante ouvir aqueles que agora clamam a existência de uma axila ferida, se manteriam esta opinião se o lance fosse ao contrário e resultasse num eventual penálti que, estou convicto, os mesmos diriam não ter existido. Tudo isto num jogo em que o árbitro teve um critério largo, e bem, é ainda mais incompreensível que o VAR, que não viu a agressão de Matheus Reis, continue sem ver nada que possa ser decidido a favor do Benfica. Quem também continua sem ver mesmo nada é Luciano Gonçalves que depois da imprudente, para não dizer provocatória, nomeação de António Nobre, o da rasteira com a cabeça, para o dérbi, tenha decidido fazer regressar este VAR num jogo desta importância. Como escreveu o sempre clarividente Jan Vertonghen, "os árbitros em Portugal não são bons o suficiente para um nível profissional". A FIFA e a UEFA também concordam."

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