VENCER E CONVENCER


"Casa Pia 0 - 7 Benfica

PRÉ-JOGO

1. Por mais absurdo que possa parecer, o Casa Pia tem sido uma autêntica 'besta negra' do Benfica nas últimas três épocas, se não reparem: 6 jogos, 2 vitórias, 3 empates, 1 derrota. Hoje é absolutamente obrigatório ganhar - não me venham com a história de que as contas se fazem em maio porque as contas de maio fazem-se a somar pontos semana a semana.

2. A equipa base do Marco Silva neste início da época para dentro do campo. Boa sorte, rapazes!

3. Antes do jogo, espetacular convívio no restaurante Cem Gramas do grande Benfiquista Paulo, ali bem à beirinha do estádio. E a maté vermelha nas bancadas? Incrível! No dia em que usarmos a arma dos adeptos não irem aos jogos fora de casa cai esta vergonha de centralização.

JOGO (apontamentos escritos em direto e publicados imediatamente após o final do jogo)

4. Allez, allez, allez, Benfica allez. Ambiente lindo nas bancadas. Prestianni com a ajuda de alguém que não sei quem foi, nem interessa, foi carambola, e já lá mora o primeiro. Melhor começo era impossível. Oĥ, SLB, SLB, SLB, força SLB.

5. Vamos matar o borrego, ai vamos, vamos: assistido pelo Pavlidis - o grego joga muito! -, o Rafa, em grande forma, mandou meter dois-zero no marcador do estádio, acontece que, acreditem, não existe marcador de tempo ou resultado! Bela entrada no jogo, sim senhor.

6. Cada vez que um jogador escorrega - e vão escorregando muito - é um tufo daqueles que se solta do relvado. Relva de caca, relva até perigosa, isto no futebol português não interessa para nada. Entretanto continuamos a criar jogadas de golo. O nosso processo ofensivo, o que está melhor neste início de época, a mostrar serviço.

7. Casa Pia não consegue criar perigo, Benfica entrou em modo de gestão. Sudakov precisa de um golo para ganhar confiança, mas crl, tem que aproveitar ao menos uma oportunidade. Prestianni é que vai pintando a manta toda na ala esquerda: a atacar, muito, o jogo é quase todo carrilado por ele, e a defender também! Ouvi falar numa proposta de muitos milhões: proibido vender!

8. Pa-vli-dis!!! Entrada na segunda parte tal e qual a primeira - e vão três. Bem, mais uma grande jogada do Prestianni já podia ter acabado no quarto. O Pavlidis já tratou do assunto: quatro-zero! É hora de rodar a equipa: poupar estes para quinta-feira e dar oportunidades a outros. Mas não, o Pavlidis tratou do hat trick que dá o cinco-zero! Este nem por oitenta camelos pode ser vendido!

9. Já perdi a conta aos golos, agora um na própria baliza para dar para todos os gostos. Crl, o Durán acabou de entrar e já faturou, aquele pé esquerdo é fogo! Isto vai acabar aos quantos? E dentro da área deles vale tudo para tirar a bola aos nossos. Alô, João Pinheiro? No meio campo marcas faltas iguais...

10. Eles já só querem tirar a bola da área, biqueirada pra frente para ver se o tempo passa, se isto acaba só nos sete. E têm a ajuda do João Pinheiro que marca tudo contra nós e quase nada, faltas até mais evidente, contra eles.

11. Equipa tem vindo a subir visivelmente de forma de jogo para jogo. Gosto de muita coisa, gosto da intensidade ofensiva que nos põe a atacar logo que recuperamos a bola, gosta da rápida reação à perda, gosto da forma como eles não andam ali ó improviso, tudo taticamente muito bem arrumado, hoje - pudera! - gostei de tudo!

12. Quinta-feira é casa cheia! Carrega, Benfica!!!"

O Benfica teve pressa a enterrar, à goleada, o seu trauma com Rio Maior


"Nas duas épocas anteriores os encarnados não tinham ganhado em Rio Maior, no dérbi (supostamente) de Lisboa, mas, desta vez, cedo começaram a desmontar o frágil Casa Pia, sem piedade: o Benfica marcou dois golos na primeira parte e cinco após o intervalo, vencendo (0-7) com uma farta goleada. Pavlidis fez um hat-trick em sete minutos, o seu quinto ao serviço do clube

Mais uma época, mais um dérbi de Lisboa que deixou de ser lisboeta. É só um jogo, já que transladado foi para a região oeste e assim continuamos, o Casa Pia com a casa em obras sem que as obras comecem, tendo uma casa postiça a 90 quilómetros do seu estádio. Equivale a uma viagem a rondar uma hora, lá teve o Benfica de se fazer à auto-estrada em vez de arrepiar caminho até Pina Manique, pela 2ª Circular, num espirro de minutos.
Ir a Rio Maior equivalia a carga pesada, Marco Silva ainda era londrino quando os encarnados não ganharam nas últimas duas visitas. O passado não calça chuteira, jogam os jogadores que têm mini-traumas, mas desta feita não pareceu: também num rápido atchim o Benfica marcou apressado, aos 3’, graças a um serpenteio de Gianluca Prestianni da esquerda para o centro, rematando a bola que fez ricochete em David Sousa, desviando para a baliza.
O Benfica cedo se calcetava na partida. O golo tricotou-o na esquerda com a sintonia entre Georgiy Sudakov, um 10 deambulante com o novo treinador, de preferência nos espaços centrais mais virados para a esquerda, e Prestianni, o endiabrado rente-à-relva que acelera, encara o adversário e reativo é a evadir-se de corpos. A equipa procurou sempre um dos dois, em qualquer bola, sem se fazer de rogada.
Esta versão do Benfica é vertical, quer a bola para a jogar adiante, de preferência em gente a espreitar a profundidade - ajuda ter os defesas centrais que tem, de bom pé -, não precisa de ir devagarinho, de passe curto em toque curto, para se refastelar no meio-campo adversário. E monta armadilhas. Num lançamento lateral do Casa Pia, à direita, Rafa fez-se lesto a roubar Rochinha, olhou para a frente, tocou em Pavlidis, recebeu a bola de volta e picou-a (14’) sobre o corpo de André Gomes, guardião formado nos encarnados.
Voltaria à caça depois, emulando o roubo num arremesso com as mãos do lado oposto. Prestianni ficou com a sobra, correu para a entrada da área e serviu Sudakov, demasiado gentil a denunciar o jeito que ia dar à bola no pontapé. Era macio o Casa Pia nesses momentos, como entupido se mostrava a progredir no campo: pelo centro, ‘Seba’ Pérez tinhas as vias tapadas para filtrar passes e os poucos que ligava sucumbiam a Henrique Araújo, errático a jogar em apoio, incapaz de dar continuidade à jogada.
Os anfitriões apenas se aproximavam da área por fora, com cruzamentos. Um deles, com um ressalto pelo meio, deixou Gabi a bater de pé canhoto a bola que tocou no poste esquerdo da baliza de Samuel Soares, homem que encara os próprios postes, levanta as mãos ao céu, fecha os olhos e se dedica à oração antes de cada parte do jogo. Eram dois os guarda-redes com escola de Seixal em campo.
De novo o Benfica se adiantou à pressa, mal a segunda parte conheceu apitos, quando Sudakov, no meio de corpos vestidos de preto, virou-se por duas vezes entre linhas e, na segunda, deixado à vontade pelos adversários, serviu Pavlidis para o grego rematar com intento, aos 47’. Foi o desatar das grilhetas do avançado rico em pólvora esta época, marcando pelo quarto jogo consecutivo.
O primeiro do goleador leve nos pés brotou de uma perda de bola do Casa Pia pouco após a recuperar, desorganizado e suave a contestar as intenções do Benfica. Um par de minutos volvidos, outra perda culminou com Vangelis e os seus pézinhos a sapatearem na área que nem bailarina a desviar-se de mobília: o segundo golo foi de cetim, dois adversários fintados antes do remate em jeito. E aos 54’, tão gritante a cratera entre defesas e médios dos anfitriões, que Tomás Araújo encontrou Rafa e o português lançou Pavlidis.
Em três passes se completou o hat-trick de sete minutos do providenciador-mor do Benfica. São já nove golos esta temporada para o grego que Marco Silva, terraplanado o Casa Pia, inofensivo o adversário, pôs a descansar no banco. Entrou Jhón Durán, bruto colombiano, dador do seu corpanzil à área onde deu uma referência à equipa para trocar passes dentro do retângulo em torno da baliza com farto à-vontade.
Seria o avançado a marcar a sétima bofetada dada a um frágil adversário (61’), quase inerte com as suas pretensões de gerir a bola, construir apoiado de trás e ter calma a avançar no campo, mas traída pelo desfasamento entre jogadores, a falta de coesão e a gritante passividade a reagir ao que o jogo oferecia. Com uma chapada na bola, Durán festejou após os encarnados reclamarem uma segunda bola, mais outra; e fê-lo depois do sexto golo, este vindo de um cruzamento de Samuel Dahl desviado na esquerda (58’) por Lawrence Ofori para a sua baliza. O Casa Pia era trucidado.
Não haveria um Benfica tão molesto na meia-hora final, mas nem por isso menos capaz de tal. Sem piedade pelo adversário, Marco Silva lançou Scheljderup e as suas mudanças de direção para a esquerda, deixou Prestianni para se aproximar do norueguês e pôs Dodi Lukebakio na direita, para frustração própria do treinador - gesticulou com desagrado quando o belga, numa jogada ao ralenti, perfilado com a última linha do Casa Pia, se deixou ficar em posição de fora-de-jogo antes de receber um passe longo de Richard Ríos. Já estava 0-7, mas o técnico não amainou na exigência.
Vimo-lo a instruir, pedir coisas, chamar este e corrigir aquele até ao fim, cirandando à frente do banco de suplentes para afinar a equipa que refrescou ao longo da segunda parte, acautelando a partida de quinta-feira, na Luz, contra o Aarhus da Noruega para o play-off da Liga Europa. Para lá chegar a equipa terá de regressar do dérbi supostamente de Lisboa pela auto-estrada rumo a Lisboa, uma ironia que já vai na quarta época de vida. Desta vez, o Benfica voltou de Rio Maior sem traumas. Ganhou um o Casa Pia, destroçado sem dó."

Águia insaciável trucidou um anémico ganso


"Dois golos ao intervalo e mais cinco entre os 47 e 61 minutos. O Casa Pia nunca teve oxigénio para tentar equilibrar o que tão desequilibrado estava e em cima da mesa chegou a estar a hipótese de o Benfica reeditar o 10-0 ao Nacional de 10 de fevereiro de 2019...

Imagine-se um elefante a pisar uma formiga. O pequenino inseto não tem hipótese de sobreviver sob a pata pesada do mamífero, pois não? Aconteceu mais ou menos isto em Rio Maior. O Benfica entrou sem piedade no jogo e sem piedade continuou na maior parte do tempo. O Casa Pia, esse, tentou sobreviver face aos ataques mortíferos que foi sofrendo, mas nunca o conseguiu, acabando esgotadíssimo, sem oxigénio e impotente para evitar que o resultado se fosse transformando de uma derrota aceitável numa goleada impressionante: 7-0.
O Benfica, porém, não teve culpa da fragilidade do Casa Pia. Defesas e médios pareciam de porcelana e o ataque, se existiu, não se viu. O primeiro ar de graça dos encarnados surgiu logo em cima dos 150 segundos de jogo. Prestianni recebeu a bola, fez uma curta simulação e rematou cruzado. A bola, a dar início à noite amarga dos gansos, embateu em David Sousa, enganando por completo o guarda-redes André Gomes.
Era um excelente ponto de partida para as águias. Desbloquear tão cedo o jogo quando, dentro de três dias, receberiam o Aarhus não era bom: era ótimo. Mas, claro, havia 87 minutos pela frente e era preciso que o Benfica não descansasse em cima da vantagem e, por outro lado, que o Casa Pia não se descontrolasse.
Mas descontrolou-se. Ou foi obrigado a descontrolar-se pelo ímpeto do Benfica. Dez minutos depois, aos 14', Rochinha perdeu a bola perante a maior impetuosidade de Rafa. Este cedeu-a a Pavlidis, que a recolocou na frente do camisola 27. Rafa correu, correu, correu e, quando se aproximou de André Gomes, picou-lhe a bola, que ainda tocou na cabeça do guarda-redes antes de entrar.
Um minuto depois do 2-0, o Benfica passou pelo seu único susto, quando Gabi Pereira, num remate meio enrolado, acertou no poste direito de Samuel Soares. Seria o início de uma potencial reviravolta?
Não, não seria. O jogo entrou, então, numa fase de rame-rame. O Benfica, pensava-se, passaria a controlar as incidências, deixando o tempo correr. Só aos 36' voltou a haver perigo junto de André Gomes: Sudakov rematou fortíssimo e o guarda-redes, esticando-se quase até aos limites, evitou o 3-0.
O intervalo chegou e acreditou-se que a segunda parte bem poderia ser mais do mesmo daquilo que se passara no pós-2-0: jogo controlado pelo Benfica, bola a rodar entre a maioria dos seus jogadores, sempre à espera que chegasse o último apito de João Pinheiro para que Marco Silva começasse, de vez, a pensar no Aarhus.
Quem acreditou nessa teoria depressa percebeu que se equivocara. A reentrada em cena do Benfica foi trucidante: aos 47', 3-0 por Pavlidis; aos 49', 4-0 por Pavlidis; aos 53', 5-0 por Pavlidis; aos 58', 6-0 por Ofori (autogolo ao tentar intercetar um cruzamento de Dahl); aos 61', 7-0 por Jhon Durán. O hat-trick do grego do Benfica, então, foi fulminante: seis minutos e 33 segundos para o atingir. Impressionante!
Era o tal elefante a pisar a formiga e a torcer a robusta pata quando sentia o corpo do inseto. Com sete golos marcados até à hora de jogo, começaram a estar em cima da mesa as recordações de 10 de fevereiro de 2019: Benfica 10-0 Nacional. Havia em campo um homem que se lembrava muito bem desse jogo de há mais de sete anos: Rafa, que apontou, nessa noite histórica na Luz, o 9-0.
O Benfica estava muito modificado relativamente ao início do jogo (Manu, Ríos, Lukebakio, Durán e Schjelderup nos lugares de Tomás Araújo, Barrenechea, Pavlidis, Sudakov e Rafa), mas continuava a excitar-se com o cheiro a medo e a ineficácia que via nos corpos e nos olhos dos adversários.
E assim continuou por mais meia dúzia de minutos: insaciável, voraz, devorador. Até que, ao sétimo golo, tendo o Benfica terminado a sua obra, descansou — como vem na Bíblia. Nem chegou a ultrapassar os 7-0 à B SAD em novembro de 2021, os 7-2 ao Farense em março de 1984 e os 7-1 ao Olhanense em maio de 1974, as últimas vezes em que, para a Liga, os encarnados tinham marcado mais de seis golos fora de casa."

Pavlidis em noite escaldante, Rafa e Prestianni 'calientes'


"Três golos e uma assistência para o avançado grego que esteve endiabrado em... 59 minutos. Avançado português foi mais 'modesto': golo e assistência. Ala/extremo argentino está num bom momento de forma

O MELHOR EM CAMPO
8 PAVLIDIS O avançado grego de 27 anos voltou a demonstrar que é um caso sério no que a golos diz respeito. Mas não só, como se viu ao minuto 14', quando assistiu Rafa para o então segundo golo dos encarnados. Sempre ativo e à procura de espaços, aos 44' encontrou-os e obrigou André Gomes a sensacional defesa, mas estava fora de jogo. Em jogo (e de que maneira) esteve na fase inicial da segunda parte: aos 47' recebeu passe de Rafa e no coração da área não perdoou, tal como aconteceu dois minutos depois, bis após fantástico trabalho individual. Aos 54' aproveitou cruzamento de Barreiro para, de pé direito, encostar para o quinto golos das águias e terceiro da conta pessoal. Com a vitória no bolso e encontro para a Liga Europa na quinta-feira, foi substituído aos 59' pelo colombiano Jhon Durán.

5 SAMUEL SOARES O guarda-redes português de 24 anos voltou a ser opção inicial (relegando Trubin para o banco) e aos 15' sofreu enorme susto ao ver a bola rematada por Gabi Pereira acertar no poste direito. E se a primeira parte foi tranquila, a segunda foi ainda mais tranquila.

5 BAH Com Dedic transferido para o Newcastle, o dinamarquês de 28 anos foi aposta no onze e por certo não imaginaria uma noite tão tranquila. Defensivamente sem problemas, procurou, nem sempre com sucesso, combinar com os companheiros.

5 TOMÁS ARAÚJOO internacional português de 24 anos e capitão dos encarnados não foi sujeito a muito trabalho, já que o Casa Pia foi quase inexistente a nível ofensivo. E com a vitória no bolso, deu, ao minuto 59, o lugar a Manu.

5 LENGLET O experiente central francês de 31 anos tem bom toque de bola e aos 13' fez sensacional passe para Prestianni. Praticamente de folga a nível defensivo, apareceu aos 59' para receber a braçadeira de capitão.

6 DAHL O back esquerdo de 23 anos deu nas vistas aos 11' com um corte providencial no interior da área. Também de folga a nível defensivo, tem uma nota superior aos restantes companheiros de setor porque esteve no sexto golo, ao cruzar da esquerda para o desvio decisivo de... Ofori, que marcou na baliza errada.

5 BARRENECHEA O médio defensivo argentino de 25 anos fechou bem os espaços na sua área de ação e beneficiou da falta de comparência do Casa Pia a nível ofensivo. Noite, pois, descansada.

6 LEANDRO BARREIRO O luxemburguês de 26 anos tentou a sorte aos 7', mas o remate, à entrada da área, saiu fraco e à figura de André Gomes. Estava dado o mote para exibição de bom nível.

7 RAFA O velocista português de 33 anos começou por ameaçar com um remate à entrada da área e aos 14' fez mesmo o segundo golo. Recuperou a bola e voltou a recebê-la de Pavlidis para, na cara de André Gomes, picá-la sobre o keeper. Nem sempre decidiu bem, mas acertou aos 47', quando descobriu Pavlidis para o 3-0. Saiu, aos 5-0, aos 59'. Quinta-feira há jogo europeu...

6 SUDAKOV O médio criativo ucraniano de 23 anos revelou... criatividade aos 20', passe sensacional para Rafa (que tentou assistir Pavlidis). Já aos 36' podia e devia ter feito (muito) melhor, remate no coração da área para defesa de André Gomes. Tem belos pormenores, mas falta-lhe consistência para voar mais alto.

7 PRESTIANNI O extremo/ala argentino de 20 anos atravessa belo momento de forma e logo ao terceiro minuto deixou marca no jogo, remate à entrada da área com David Sousa a trair André Gomes com um desvio de cabeça. Aos 12' entrou na área pela esquerda, rematou, mas o tiro saiu muito por cima. Já aos 49' o remate à entrada da área não passou nada longe do poste esquerdo da baliza de André Gomes. É um perigo quando embala, mas não embalou para exibição como as já vistas esta temporada.

6 JHON DURÁN Entrou aos 59' e não demorou muito a festejar, já que aos 61' recebeu a bola de pé esquerdo à entrada da área e disparou para o fundo da baliza de André Gomes.

5 MANU Entrou aos 59' e foi para o lugar de Tomás Araújo, ou seja, para central. E não foi sujeito a muito trabalho.

5 SCHJELDERUP Também foi lançado aos 59' (para o lugar de Rafa) e deu água pela barba à defesa (já dizimada e desmotivada, diga-se) dos anfitriões. Algumas incursões perigosas pela esquerda.

5 RICHARD RÍOS Foi aposta a partir dos 67' e ganhou um pouco mais de ritmo.

4 LUKEBAKIO Foi o último jogador a sair do banco. Fê-lo ao minuto 78, a tempo de um ou outro raide."