segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Estamos na Final-Four da Taça de Portugal...

Benfica 3 - 0 Clube K
25-15, 25-19, 25-15


Segundo jogo, em dois dias, resolvido tranquilamente, com muito rotação. Só o Violas acabou por fazer as das partidas, devido à ausência do Pombeiro... o Nivaldo descansou hoje, no 3.º Set!

O futuro é dele...


"GONÇALO MOREIRA Este é daqueles que não engana, sempre ligado ao jogo, alta rotatividade, entrega total, técnica, assistências, golos, um médio de ataque que nos enche as medidas.
Neste lance, que finaliza com esta grande jogada para golo, a bola foi recuperada por ele, apenas 1.64 de altura, em duelo aéreo no meio campo.
Hoje, na vitória da equipa B por 4-2 frente ao Felgueiras, foi o homem do jogo: marcou, sofreu um penálti, assistiu.
O futuro é dele... e espero que nosso também! Merece bem esta chamada de atenção para que não se fale aqui, na minha página, apenas daqueles que jogam na primeira equipa. Vai lá chegar um dia."

Guardar...

Costas largas de Mourinho no Benfica


"Independentemente dos resultados de Sporting e FC Porto nos jogos de hoje, é justo reconhecer o trabalho que José Mourinho tem feito no Benfica e a resposta do plantel numa temporada marcada por várias contingências, problemas internos e alguns erros de avaliação. Ainda assim, a equipa das águias tem revelado alma e resistência, alternando entre a iminência do fracasso e o assombro do sucesso.
A matemática ainda permite ao Benfica sonhar com o título — ou pelo menos com o segundo lugar, essencial para garantir o acesso à Liga dos Campeões 2026/2027. Na Europa, a vitória histórica frente ao Real Madrid na fase de liga da UEFA Champions League reforçou a crença de que é possível, novamente, ultrapassar os merengues no play-off de acesso aos oitavos de final. Difícil, mas possível. Tudo isto reflete a humildade e entrega dos jogadores e a capacidade de Mourinho para liderar e unir o grupo, impedindo que alguém atire a toalha ao chão.
A época começou em esforço, com os encarnados praticamente sem férias após a participação desgastante no Mundial de Clubes, nos Estados Unidos. Seguiu-se o despedimento de Bruno Lage, a saída de jogadores importantes, reforços previstos que não chegaram (como João Félix) e, claro, a bomba Mourinho. O entusiasmo inicial deu rapidamente lugar à frustração do treinador, que encontrou um plantel curto para as suas ideias, com muita juventude e um número preocupante de lesões. Ao longo da época, ainda mais baixas apareceram, obrigando Mourinho a reajustar o plano e a tirar o melhor das características individuais dos jogadores. E conseguiu. Seguramente, o treinador encontrou um grupo disponível para aprender e crescer, como ele próprio tem sublinhado em várias ocasiões.
O mercado de janeiro, tão aguardado, acabou por não ser tão produtivo quanto o esperado. Mas, curiosamente, isso pode ter sido positivo: o Benfica atual é mais competitivo, coeso e confiante. Não é uma equipa brilhante, mas ganhou dimensão e caráter. Este Benfica de José Mourinho enfrentou tormentas, foi fortemente criticado — e por vezes, se calhar muitas vezes, com razão —, mas também soube reerguer-se e reconquistar os adeptos. Há um espírito que o técnico recordou na sua apresentação: «É esse o Benfica no qual me revejo, com o qual cresci. Ganha muitas vezes. Quando não ganha, perde de maneira a que as pessoas sintam que perderam com ele.»
Mesmo que o Benfica nem sempre apresente o futebol que os adeptos desejam, e os bons resultados por vezes não apareçam, parece indesmentível que esta equipa ganhou identidade e um balneário unido, onde todos parecem remar para o mesmo lado. Neste sentido, é justo reconhecer o mérito do treinador, que, com uma carreira ímpar e uma capacidade excecional de comunicar dentro e fora do clube, tem conseguido agregar opiniões — ou, pelo menos, manter o foco do universo encarnado no que realmente interessa ao Benfica. Mesmo admitindo algum clubismo inevitável, serão poucos os adeptos mais fervorosos que não concordem que a época do Benfica foi fortemente condicionada por fatores imprevisíveis e outros mais discutíveis — como os casos de arbitragem, que continuam a ter um lamentável e inevitável destaque no futebol português.
José Mourinho continua a ter costas largas, em benefício dos jogadores e do edifício Benfica, de uma forma generalizada. É certo que comete erros — e continuará a cometê-los, naturalmente —, mas tem sabido reinventar-se e, talvez ainda mais importante, reinventar a equipa no meio de uma temporada que tinha todos os indícios para ser bem mais complicada. Mesmo afirmando que nunca deixará de ser o mesmo — Mourinho é Mourinho, sublinhou recentemente o próprio —, o treinador do Benfica tem demonstrado capacidade de adaptação, firmeza nas ideias e uma liderança que voltou a dar identidade ao grupo.
Independentemente de o Benfica terminar o campeonato em primeiro, segundo ou terceiro lugar — e caso acabe mais abaixo, será justo reformular esta análise —, vejo um ponto de partida sólido para construir uma próxima época mais forte. A presença na UEFA Champions League, seja qual for a fase alcançada, reforça essa base e oferece uma perspetiva de crescimento sustentado.
A aposta na formação deve ser um caminho inevitável, essencial para reduzir a desvantagem face à qualidade que os principais rivais conquistaram nos últimos anos. Há um percurso a fazer para devolver o Benfica ao topo, e arrisco dizer: se o treinador não fosse José Mourinho, não apenas pelas suas competências táticas, mas pela dimensão e influência que tem, o momento seria bem diferente — e provavelmente pior.
Resta saber se José Mourinho continuará no Benfica na próxima temporada. Mas, mesmo que os objetivos não sejam totalmente alcançados, o seu impacto nesta época já é inegável."

FC Porto-Sporting: entre truques e valores perdidos


"Um clássico entre FC Porto e Sporting devia ser uma montra do futebol português mas, no Dragão, foi sobretudo um retrato das fragilidades que continuam a marcar o nosso campeonato. O jogo foi pobre dentro das quatro linhas e polémico fora delas. E quando assim é, o problema deixa de ser apenas desportivo. Passa a ser cultural.

Balneário visitante: igualdade em risco
Quando falamos de cultura, falamos de comportamentos. Começo pela forma como o adversário é recebido. É legítimo que um clube exponha no túnel de acesso ao relvado as suas conquistas e momentos de glória — faz parte da identidade, da história e do fator casa.
Mas no balneário visitante devia ser diferente. Devia ser um espaço neutro porque a igualdade competitiva começa antes do apito inicial. Transformar esse espaço num prolongamento da bancada, com mensagens ou estímulos que procuram criar desconforto adicional, pode não ser ilegal, mas empobrece o espírito do jogo. Um grande clube afirma-se pela sua dimensão dentro do campo, não por pequenas manobras fora dele!

Ar condicionado: obstáculo artificial
O fator casa sempre foi um elemento diferenciador no futebol. O apoio dos adeptos, a pressão das bancadas e o ambiente criado em torno da equipa visitada fazem parte do jogo. Criar dificuldades ao adversário é legítimo — desde que essas dificuldades resultem da dinâmica normal da competição. No clássico, foi noticiado que o balneário da equipa visitante esteve com uma temperatura muito elevada, sem que fosse possível regulá-la. Se assim foi, estamos perante um obstáculo artificial.
Pode não ser ilegal, mas ultrapassa aquilo que deve ser o mínimo de condições iguais para duas equipas que disputam o mesmo campeonato. Quando se recorre a este tipo de comportamentos, a mensagem que passa não é de força, mas de necessidade de procurar vantagens fora do relvado. Isso enfraquece o futebol muito mais do que fortalece qualquer equipa.

Apanha-bolas: controlo fora do relvado
Outro momento que merece reflexão aconteceu já perto do final do jogo. Aos 90 minutos, os apanha-bolas começaram a retirar as bolas que estavam posicionadas junto às linhas, reduzindo a reposição rápida de jogo e quebrando o ritmo da partida. A imagem foi visível na transmissão televisiva e rapidamente se tornou tema de discussão. Este tipo de comportamento não é uma questão menor. Controlar artificialmente o tempo de jogo não faz parte da estratégia desportiva; é uma forma de interferir com a dinâmica normal da competição.
Num campeonato que procura afirmação internacional, estas imagens viajam muito depressa e causam um enorme dano reputacional. A questão é simples: um clube deve preocupar-se em controlar o jogo dentro do relvado ou fora dele? Porque quando a preocupação deixa de ser jogar e passa a ser condicionar, algo se afasta dos valores que o futebol deve defender.

'Time-outs' encapotados: manipular o ritmo
Outro hábito que começa a marcar o futebol português são os chamados time-outs encapotados. Quando o jogo não corre como o esperado, treinadores pedem aos guarda-redes que se deitem no relvado para ganhar alguns segundos e transmitir instruções aos colegas. Não é ilegal — as regras só permitem parar o jogo oficialmente no intervalo —, mas contornar o regulamento desta forma trava o ritmo da partida e prejudica a essência competitiva do jogo.
Em países com uma cultura desportiva consolidada, como Inglaterra, atitudes deste tipo seriam alvo de crítica imediata por parte dos adeptos e dos media. Lá, o respeito pelo jogo e pelos adversários é valorizado, e o resultado final é apenas consequência da qualidade dentro do campo. Em Portugal, em vez disso, a prioridade parece ser vencer a qualquer custo, mesmo que isso implique manobras que alteram artificialmente o jogo.

O exemplo e o legado
Todos estes episódios mostram um problema maior: a prioridade deixou de ser jogar bem e ensinar valores, passando a ser vencer a qualquer custo. Para os mais jovens, que observam e aprendem com os exemplos dos profissionais, esta mensagem é clara — não interessa como se joga, importa ganhar. Bolas escondidas, balneários condicionados, time-outs artificiais: estes comportamentos vão moldar o futebol de amanhã.
Dirigentes e treinadores têm uma responsabilidade que vai muito além do resultado imediato. Cada decisão dentro e fora do relvado deixa um legado e, neste caso, o que estamos a transmitir é insegurança, manobras e falta de respeito pelos adversários.
O futebol português não precisa de truques; precisa de liderança, cultura e credibilidade. Só assim poderemos construir gerações futuras que joguem com inteligência, integridade e paixão pelo que está dentro do campo — e não pelo que se consegue manipular fora dele.

A Valorizar: Pavlidis
O avançado grego de 27 anos é um jogador fundamental no Benfica. Mesmo desgastado fisicamente continua a fazer a diferença.

A Desvalorizae: Rio Ave
Orçamentos elevados não garantem sucesso. Falta identidade e cultura a este Rio Ave."

Liga: agora é que vão ser elas


"Sem os avançados preferidos, FC Porto e Sporting veem-se, de repente, pressionados por um Benfica que tão criticado foi

O FC Porto parecia lançado para o título, mas perdeu com o Casa Pia, empatou em casa com o Sporting e a vantagem ficou reduzida, se não a pó, pelo menos a uma areia (movediça?) que dá pouca tranquilidade.
O Sporting parecia ter pelo menos o segundo lugar — que dá acesso, na pior das hipóteses, ao play-off da Champions — na mão, mas aquele empate em Barcelos a fechar a primeira volta, e novo empate no clássico (ainda que conseguido, outra vez, a fechar o jogo — por falar nisso, até quando vai o leão sobreviver depois da placa da compensação?), deixaram as contas menos fáceis.
E de repente, uma banal vitória do Benfica nos Açores — banal porque a superioridade da equipa de José Mourinho foi claríssima, e o Santa Clara nem meia oportunidade de golo teve, foi preciso um frango de Trubin para manter a incerteza até final — coloca uma dose de pressão para dragões e leões que, há umas semanas, surpreenderia qualquer um.
Mas é verdade, basta olhar para a classificação da Liga. O Benfica, aquele Benfica tão criticado, a quem tantos defeitos punham (a maior parte com justiça, diga-se), tem os mesmos pontos do Sporting e apenas menos quatro que o FC Porto, antes dos jogos de hoje.
E a aumentar a pressão, líder e segundo classificado vão entrar em campo, perante adversários complicados — o dragão contra o Nacional, mas na Madeira; o leão em casa, mas contra o Famalicão, uma das melhores equipas da Liga —, sem os seus pontas de lança titulares, sem, sequer, as segundas opções.
No FC Porto, a baixa de Samu junta-se à de Luuk de Jong, que, podem os mais distraídos ter-se esquecido, chegou a alternar a titularidade com o espanhol no arranque da época. Nenhum deles voltará a jogar até ao final da temporada. Sobram Deniz Gul (4 golos em 26 jogos esta época) e Terem Moffi, chegado nos últimos dias de janeiro depois de paragem prolongada. Chegará? Para a Choupana, talvez. Para três meses intensos, pode ser curto...
No Sporting o problema é mais localizado, para este jogo específico — Luis Suárez está castigado, Ioannidis estava lesionado (deve voltar esta noite, mas sem condições para jogar muitos minutos), Rafael Nel está verde, sobra uma improvisação de Rui Borges, uma alternância de Pedro Gonçalves e Faye a pisarem terrenos mais avançados. Resultará? Não será o mesmo que ter Suárez na frente.
E não bastava a obrigação de mudar, tinha de ser ainda com este peso por cima? Agora é que são elas..."

Atividade do fim de semana


"Os jogos de muitas equipas do Benfica em destaque nesta edição da BNews.

1. Triunfo sólido
A equipa B do Benfica ganhou, por 4-2, ao Felgueiras.

2. Em frente na Taça de Portugal
O Benfica está nos quartos de final da Taça de Portugal de hóquei em patins ao vencer, por 2-3, no rinque do FC Porto.

3. Na final four 
Em hóquei em patins no feminino, o Benfica empatou, 2-2, com o CP Esneca Fraga e garantiu, na penúltima jornada da fase de grupos, a presença na final four da WSE Champions League.

4. Dia dos namorados
As glórias do Benfica José Henrique e Rui Águas falam do amor e companheirismo de décadas com as suas respetivas esposas. E conheça dois casais à Benfica: Beatriz Paiva, antiga voleibolista encarnada, e Diogo Prioste, jogador da equipa principal de futebol das águias; Betinho Gomes, extremo da equipa de basquetebol do Sport Lisboa e Benfica, e Sofia Ramalho, team manager da equipa feminina de basquetebol.

5. Em ação na seleção
Cinco atletas do Benfica estiveram ao serviço da seleção nacional Sub-18 de Portugal.

6. Outros resultados
No masculino, vitórias em andebol (40-30, Marítimo), basquetebol (111-79, Vitória SC) e voleibol (0-3, CA Madalena). No feminino, triunfos em andebol (18-32, CJ Almeida Garrett) e futsal (6-0, Águias Santa Marta) e desaires em futebol (eliminação na meia-final da Taça da Liga pelo Torreense no desempate nos penáltis) e basquetebol (66-57, GDESSA).

7. Jogos do dia
Há dois jogos de voleibol. Nos masculinos, receção ao Clube K, às 16h00. Nos femininos, visita ao Leixões, às 17h00.

8. Campeonatos Nacionais de Clubes em pista curta
O Benfica concluiu o 1.º dia de provas em 3.º lugar no setor feminino (36 pontos) e em 2.º lugar no masculino (43 pontos). Agate Sousa (salto em comprimento), Salomé Afonso (1500 metros), Isaac Nader (1500 metros) e Pedro Buaró (salto com vara) venceram as respetivas categorias.

9. Bom desempenho
Diogo Ribeiro conquistou o ouro dos 50 metros mariposa e dos 100 metros livres no primeiro dia do Arena Lisbon International Meeting 2026.

10. Título regional
Os Sub-13 de hóquei em patins do Benfica são campeões regionais."