🎥 O regresso de Rafa ao Benfica!
— SL Benfica (@SLBenfica) January 23, 2026
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sábado, 24 de janeiro de 2026
Bem-vindo de volta, Rafa!
Rafa chega ao Benfica para unir ou para dividir?
"Rafa traz benfiquismo ao balneário, o que pode ser decisivo, até, num hipotético projeto de lançamento de jovens do Seixal. Além disso pode trazer qualidade no último terço. É esperar para ver
Tenho de Rafa Silva uma ideia que me ficou (ele perdoar-me-á a inconfidência, até porque não se lembrará do momento) desde que se estreou em convocatórias da Seleção e teve de ir falar à imprensa, em Óbidos. Ele era um rookie meio assustado com aquele aparato (e com a praxe da qual sabia ir ser alvo nessa noite durante o jantar da equipa), mas ao mesmo tempo com um olhar que deixava entender estar acima daqueles rituais e muito consciente do que tinha de fazer para tentar ser feliz. Tímido, mas firme. Foi assim que se apresentou aos jornalistas na tenda de Óbidos, em março de 2014 (para situar a recordação e deixar tudo claro, eu na altura cumpria funções de assessoria na FPF).
Na Seleção Nacional, sabemo-lo, o percurso de Rafa ficou abaixo do que o talento lhe prometia. Em março de 2014 era do SC Braga, depois passou a ser do Benfica, mas nem isso lhe deu mais do que 25 internacionalizações, metade das quais em jogos particulares.
A dada altura da carreira, aliás, ainda em ponto de rebuçado, abdicou da Seleção. Nunca abdicou do Benfica e de o servir com excelência até terminar, em 2024, o contrato que o ligava ao clube da Luz. E aqui começa a divisão entre sócios e adeptos encarnados: de um lado os que acham que devia ter renovado ou permitido uma venda com encaixe financeiro para o clube; do outro os que aceitam a versão (que me parece verdadeira) de um jogador com mais de 30 anos que precisava de experimentar algo de diferente na vida e encerrava, pacificamente, um ciclo de sete anos e meio com números e exibições que deixam pouca margem para dúvidas quanto à qualidade do futebolista. Entretanto o homem (que traz com ele o futebolista) quis voltar a casa e a situação proporcionou-se. O que se questiona é o investimento em alguém que saiu de graça da Luz — o que dói a boa parte do terceiro anel — e a verdadeira utilidade de contratar um jogador de 32 anos num projeto que se espera de futuro.
Sobre a qualidade intrínseca de Rafa pouco haverá a dizer, embora não o vejamos jogar há alguns meses. O regresso dele, e Mourinho já o disse, representa experiência e estaleca para um plantel que necessita de alguma orientação, sobretudo num ano em que quase tudo se foi esvaindo por entre os dedos.
Rafa traz benfiquismo ao balneário, o que pode ser decisivo, até, num hipotético projeto de lançamento de jovens do Seixal. Além disso pode trazer qualidade no último terço (adoro estas expressões à treinador) e golos. É esperar para ver."
O Benfica de Rui Costa: quando falha a competência, sobra a fé
"Encarnados afastaram-se daquilo que os tornaram um clube moderno, vencedor e respeitado. O problema não é só um treinador ou um mercado: é estrutural, persistente e começa no topo
O que mais choca é o conformismo. Não há meias-palavras. Nem eu sou de dizê-las ou escrevê-las. Não acredito que os leitores devam só ler meias-verdades ou opiniões politicamente corretas. Nem incorretas. Sei que nada é sempre preto ou branco, há inúmeros tons de inúmeras cores, até do próprio cinzento, porém o que tem acontecido na Luz é demasiado monocromático.
Não há, por isso, outra forma de dizê-lo: no futebol, e não só, esta época o Benfica foi desastre ainda maior do que nas anteriores. E, sim, a 23 de janeiro podemos assumi-lo de forma racional. Depois de o clube ter dito praticamente adeus a tudo não há emoção que doure a pílula. Sei que não é matemático e há sempre a fé. Que é proporcionalmente inversa à competência. Quanto maior o milagre, menor o sucesso do processo. Quanto maior o milagre menor a probabilidade de outro raio cair pouco depois no mesmo sítio. Ou seja, de o processo funcionar, então sim, na perfeição.
Era mais do que provável tudo o que está a acontecer na Luz. Escrevi-o. Disse-o antes de acontecer. Mas este texto não é um «eu avisei». E, se fosse, não fui o único, ainda que tivesse estado do lado da minoria.
O Benfica é maior do que a sua equipa de futebol, embora seja o seu pêndulo. E, ao lado desta, há uma das melhores academias do mundo a produzir talento – mas que ainda assim não encontra espaço, porque no banco ainda se duvida. Se não na qualidade, na prontidão, o tal maldito preconceito com a idade. Mais! O clube contou, a dada altura, com um dos melhores scoutings da Europa. Juntos, formação e recrutamento renderam milhões. E herdou sempre também um legado de futebol ofensivo, dominador e vencedor, que contribuiu ainda para potenciar negócios, empolgar as bancadas e delas beber num círculo virtuoso. O modelo de gestão, hoje com maior e forte concorrência, só pecou porque o clube, através dele, não se tornou autossuficiente. Até que este se extinguiu para ser quase inexistente.
O Benfica-empresa foi durante vários anos saudável. O clube até pode ser também betão e ter o seu próprio distrito, todavia, nada é tão valioso como foi tudo aquilo que fez a sua identidade enquanto clube moderno. Foi nessa altura que teve a hegemonia e chegou a ameaçar o penta. Subestimou os rivais e não o conseguiu. Perdeu-se aí o momento. Perdeu-se a seguir o foco. A queda começou, primeiro lenta, até ao ponto a que chegou hoje. Abaixo dos rivais.
Tudo começa no topo. Não há fracasso desportivo a este nível sem má liderança, por muito que esta se tenha habituado a escudar em desculpas. Liderança essa segura e legitimada pelos sócios, também eles não imunes a erros históricos. O maior, ao falhar na consciência das suas limitações, é de Rui Costa. Há muito que devia ter saído pelo próprio pé. Em nome de um bem maior, o clube que ama e representou.
Os dias estão mais para cada adepto se esconder atrás da mobília que resta do que atirá-la pelo ar com raiva. Não tem de haver violência, mas a resignação atual é perigosa e pode escancarar ainda mais o abismo. Rui Costa somou más decisões atrás de más decisões, e lançou para o ar aquela ideia de que nem tudo tinha sido tão mal assim. Os adeptos e os sócios compraram-na e, agora, têm vergonha de se queixar. Mas o sentimento de culpa tem de passar rapidamente. A lição de benfiquismo dada nas eleições não pode parar aí. Tem de ter continuidade no envolvimento na vida do clube.
Uma coisa é o campeonato português. Outra a Liga dos Campeões. Por cá, a diferença é tão grande entre três e os outros que é normal dar aqui e ali a ideia de alguma evolução sem, no entanto, se sair do mesmo sítio. Já diante dos melhores não é bem assim. Com um ou outro momento melhor aqui e ali, caiu com o Qarabag (ainda na era Lage) e depois com o Leverkusen, Chelsea, Newcastle e Juventus. Talvez os Blues fossem mesmo inacessíveis, admitamos, ainda mais campeões do mundo, porém dificilmente algum deles atravessa o estado de graça. Uma equipa pouco sólida poucas hipóteses teria. Como se viu.
Há muito que se percebeu que o presidente nada aprendeu em quatro anos e, como tal, nada aprenderá em mais quatro. Nunca estará preparado. A política desportiva é errática, de 100 milhões e picos em 100 milhões e picos, sem ideia-base que sirva de orientação. Seja na filosofia que quer ou no tipo de treinador que pretende para levá-la para a frente. Com a cumplicidade dos seus técnicos, ressalve-se, todos os últimos planteis fecharam desequilibrados, às vezes completados com excedentários de qualidade duvidosa em posições de risco e demasiado expostos ao mercado. Assim que este fecha, Rui Costa é visto sobretudo na bancada, de mãos na cabeça e em estado de negação.
Mourinho nunca poderia ser a resposta. A sua contratação foi, desde o primeiro dia, mais um sintoma da errância de Rui Costa do que uma tentativa séria de construir um projeto. Por ser quem é agora e por não haver qualquer projeto. Não mostrou ser capaz de potenciar jogadores, mesmo que não sejam os seus — que era algo que fazia como poucos —, e formar uma verdadeira equipa. Tentou, com cultura de exigência, fazê-los crescer, mas já não é suficiente. Entretanto, em desespero, também deu luz verde a Sidny Cabral e Rafa — rapidamente veio a público que vem ganhar metade do que na Turquia para que se justifique uma contratação que até desportivamente não faz sentido: jogador intermitente, de humores complicados e com difícil relação com a decisão, ainda por cima dois anos mais velho —, provando estar só a pensar no presente. Os grandes clubes pensam dois, três anos à frente. Também por isso, o ciclo Mourinho, embora curto, tem de estar perto do fim.
Nestes momentos, Rui Costa desaparece. Quando estiver de novo à frente dos jornalistas será para lamentar e reconhecer que a situação não é a que esperava. Que se trabalha para melhorar. Em cima de um mercado mais uma vez mal planeado, ao ponto de nem chegar a tempo das decisões que ocorreram neste mês, serão colocadas mais desculpas. Enquanto o rumo for não ter rumo o Benfica entrará em qualquer competição já a perder para os rivais."
Regresso a casa
"Em destaque nesta edição da BNews está o reforço do plantel de futebol do Benfica com Rafa, um histórico do clube.
1. De volta ao Benfica
Rafa, de novo de águia ao peito, mostra-se agradecido por poder representar o Clube mais uma vez: "Queria voltar para casa. Surgiu uma possibilidade há poucos dias de isso acontecer e foi isso que acabou por acontecer. E estou muito grato por estar aqui e por estar de volta."
Quanto aos objetivos, o camisola n.º 27 salienta o coletivo: "Conquistar títulos, trabalhar todos os dias para ser melhor e para sermos uma melhor equipa."
2. Transferência
Leandro Santos passa a representar o Moreirense FC.
3. Triunfo europeu
O Benfica ganhou por 4-2 ao HC Liceo, em jogo referente à 5.ª jornada da WSE Champions League de hóquei em patins.
4. Agenda para sábado
No futebol de formação, a Equipa B do Benfica visita o Leixões às 15h30. Os Juniores deslocam-se a Alcochete para defrontarem o Sporting às 15h00.
Na Luz há partida de hóquei em patins no feminino, com o Benfica a receber o Stuart Massamá (19h00).
E são várias as equipas a jogar fora: as masculinas de basquetebol e de voleibol, respetivamente no pavilhão da Oliveirense (19h00) e no da AA Espinho (15h00); e as femininas de andebol e de futsal, respetivamente, nos redutos de Gil Eanes (18h00) e de Novasemente (17h30).
5. Protagonista
O basquetebolista Diogo Gameiro é o entrevistado da semana.
6. Europeu de andebol
Acompanhe a prestação dos atletas do Benfica na competição.
7. Apresentação das equipas
Conheça os atletas que vão representar o Benfica no atletismo em 2025/26, que inclui o regresso de Agate Sousa.
8. Benfica Faz Bem
O plantel de futsal masculino do Benfica visitou o Estabelecimento Prisional de Sintra, numa iniciativa da Fundação Benfica.
9. Eusébio e os Magriços de 1966
Em 1962, em Amesterdão, o talento de Eusébio ajudou a escrever uma das páginas mais bonitas da história do Sport Lisboa e Benfica. Quatro anos depois, o mundo rendia-se à genialidade dos "Magriços". Este é o tema da conversa organizada pelo Museu Benfica Cosme Damião e que pode participar amanhã, às 15h30.
10. História agora
Veja a rubrica habitual das manhãs de 5.ª feira na BTV.
11. Casa Benfica Murtosa
Conheça esta embaixada do benfiquismo através da lente da BTV.
12. Em destaque
Os principais conteúdos e temas que marcam a agenda do Sport Lisboa e Benfica nas diferentes plataformas do Clube."
Quem sou eu?
"Sou do povo.
Sou cliente habitual da Farmácia Franco.
Sou sócio do Sport Lisboa e Benfica.
Sou dos que acredita.
Sou Campeão.
Sou um fervoroso adepto a festejar no Jamor.
Sou quem pagou sacos de cimento para o nosso antigo Estádio da Luz.
Sou Campeão Europeu.
Sou um admirador de Eusébio.
Sou Bicampeão Europeu.
Sou o primeiro da fila para comprar bilhete.
Sou de um clube que impõe respeito e faz tremer os gigantes na Europa.
Sou um dos que sofre e chora nas derrotas.
Sou um dos 120 mil diabos vermelhos no imenso Inferno da Luz.
Sou o que leva a bandeira vermelha e branca.
Sou o que grita bem alto os golos.
Sou um crítico e exigente.
Sou um miúdo que abana o cachecol.
Sou um dos que voa com a águia.
Sou dos que cantam o hino como se fosse a última vez.
Sou um dos que salta e bate palmas.
Sou um dos que conhecem todas as músicas e todos os cânticos.
Sou a Mística.
Sou do Benfica.
Sou um mero cliente que paga as suas quotas.
Sou Campeão de vez em quando.
Sou um adepto que chora no Jamor.
Sou quem votou contra um projeto de betão.
Sou humilhado na Europa.
Sou um dos que sofre e chora nas derrotas.
Sou quem não admira nenhum jogador.
Sou de um clube vendedor, não vencedor.
Sou dos que pagam cada vez preços mais altos por bilhetes.
Sou de um clube que banaliza a derrota.
Sou um dos 60 mil que pisam o Estádio da Luz.
Sou quem não leva a bandeira.
Sou abafado por um DJ na minha própria casa.
Sou silenciado na bancada.
Sou atacado por ser crítico e exigente.
Sou do Benfica."
E que tal Vitinha no Real Madrid?
"Seria o casamento perfeito. O melhor médio da atualidade no melhor clube do Mundo. Ainda mais quando nos referimos a um Real Madrid inconsolável, inconsistente e sem um gigante no meio-campo, desde que se tornou órfão do croata Luka Modric (hoje no Milan) e, sobretudo, do alemão Toni Kroos, que pôs ponto final na carreira de futebolista.
Solução para tão grande dilema? É simples e é português: Vitinha, figura-mor do PSG e da Seleção de Portugal. Encaixava que nem uma luva num setor do campo que sobrevive a custo da qualidade (inatacável) dos seus atuais donos — Tchouameni, Arda Guler, Fede Valverde — mas que, digamos, precisa de figura transcendente e, neste momento, não há no Mundo figura mais transcendente para a posição do que Vitinha — e se alguém acha que há, faça o favor de sair da sombra e de o anunciar.
É simples, escrevíamos. Pois, simples, simples não é. Mas também não é impossível. Falamos, afinal, do emblema que no mundo mais faturou no último ano — o Real teve, de acordo com estudo da Deloitte, receitas de mais de mil milhões de euros — e que, decerto, conseguiria dispor dos 90 milhões de euros que o PSG exige pela estrela no próximo verão. Ou, até, de um valor superior, caso as exigências atuais se modificassem. Restaria saber se o médio português de 25 anos, com contrato com os parisienses até junho de 2029, estaria na disposição de arriscar esse passo na carreira.
Mas, contas feitas, há algum craque que diga «não» ao Real Madrid?"
Portugal: põe os olhos no andebol
"Lamento que a maioria dos portugueses, e das empresas, não tenha a noção da atual dimensão mundial do andebol nacional. Talvez na Dinamarca saibam mais sobre isso do quem em Portugal...
Neste espaço escrevo sobretudo sobre futebol — dentro e fora das quatro linhas. Tem sido assim, como aliás assim é na maioria do espaço mediático, mas já escrevi também sobre atletismo e algumas vezes, à boleia do desporto, também sobre temas que vão além dele ou nada com ele têm a ver. Mas há uma modalidade que não o futebol que me centrou as atenções já mais do que uma vez e que volta a merecê-la — e não é o atletismo, que me é caro por o ter praticado na juventude, com corridas de velocidade e saltos em comprimento pelo já extinto e saudoso Desportivo da Juventude Aljustrelense, em provas regionais e nos nacionais DN e Olímpico Jovem pela seleção da Associação de Beja. É do andebol a que me refiro.
Será provavelmente a modalidade coletiva de maior sucesso em Portugal além das que têm a bola no pé como base e além do hóquei em patins, que no entanto não tem nem de perto nem de longe a mesma visibilidade internacional, por pena minha que me habituei a ver os jogos do Mineiro Aljustrelense ainda no Parque Desportivo Municipal, antes de haver o Pavilhão Municipal dos Desportos Armindo Peneque — onde jogou e treinou Filipe Gaidão pelo tricolor —, muitas vezes à chuva mas que não fazia os jogos parar.
Já mais do que uma vez enalteci aqui as campanhas do Sporting na EHF Champions League, talvez nesta altura a equipa de clube nacional mais forte nas mais fortes modalidades (de pavilhão e não só). E podia também enaltecer campanhas do FC Porto na mesma principal prova europeia, ou na EHF European League que o Benfica já conquistou. Enalteço e lamento que a maioria dos portugueses não tenha a noção da atual dimensão do andebol nacional. Ao nível de clubes e da Seleção.
Vem bem a propósito depois da vitória de Portugal sobre a Dinamarca, atual campeã olímpica (duas vezes) e mundial (quatro vezes) e que tenta conquistar um Europeu pela terceira vez. A atual principal potência mundial do andebol derrotada pela Seleção Nacional que, apesar de ontem ter perdido 30-32 com a Alemanha, luta por um lugar nas meias-finais da prova continental do mais forte continente a jogar andebol. E a noção que (não) se tem desta Seleção é para mim tão incompreensível que não percebo como não há empresa que se digne a patrociná-la na medida da sua dimensão mundial. Arrisco mesmo dizer que os dinamarqueses terão mais conhecimento da real qualidade desta equipa do que a maioria dos portugueses e de meios generalistas que por muito menos dão destaque a feitos de dimensão microscópica ou a participações honrosas com direito a imenso tempo de antena em programas da manhã ou da tarde em que o andebol pouco tem aparecido apesar do que tem feito.
Talvez seja preciso Portugal ganhar o Europeu para que muitos se apercebam que existe uma equipa desta dimensão e para muitas empresas acordarem para este potencial — das equipas, das Seleções e de jovens jogadores carismáticos e que se projetam para serem (e já são) dos melhores do mundo, como é o caso dos irmãos Costa. Não lhe dar já a atenção merecida já seria injusto, porque o andebol nacional é sem dúvida exemplo a seguir por outras modalidades e por muitos setores que não do desporto. Comigo podem contar para reclamar o que merece e que lhe é devido. Mesmo antes de se conquistar um título que acredito que um dia vai acontecer..."
O manager «big man» terminou
"«Houston, we have a problem.»
A frase ficou na historia da cultura popular via o filme Apollo 13, embora não tenha sido exatamente assim que o astronauta Jack Swigert tenha comunicado… brevemente a Oitava vai descrever as cidades onde Portugal vai jogar este verão e a muito texana e gigante Houston vai ser uma delas.
Fazendo um transfer para a realidade do futebol em 2026, podemos anunciar «Managers, you have a big problem!».
Com base num editorial do FTimes, intitulado «A era do manager big man terminou», Ruben Amorim é naturalmente citado, mas os despedimentos de Maresca e Alonso logo em Janeiro reforçam a ideia de que o papel todo poderoso de Ferguson ou Wenger terminou.
Com a indústria em crescimento contínuo e as respetivas decisões empresariais a tornarem-se centrais, o head coach - leia -se o antigo manager - perdeu poder.
Southgate diz mesmo que foram as lutas de poder com os «fatos e gravatas» que provocaram a «mortandade» ocorrida neste início de ano. A matéria refere ainda que Liverpool, Brighton ou Brentford eram exemplo desta nova ordem, enquanto para Guardiola o essencial reside agora no scouting e descoberta de talentos.
Não foi notícia de primeira página, mas o cenário e o guião ja existiam em declarações de Luís Freire logo apos a saída do comando do Rio Ave. Managers, you have a big problem!"






